Provoquei o pedreiro e me dei mal

01 de Setembro de 2017 Mel Aventura 1751

Faz um tempo que ando mais assanhada que o normal. Qualquer coisa que lembre um pau já me deixa louca. Esses dias estava sozinha na minha sala, tinha vindo de vestidinho bem curtinho, calcinha bem enfiada no rego e sem sutiã, porque estava realmente quente. O prédio onde trabalho tem muitas escadas e quando subia e descia os degraus, notava que os homens ficavam me cuidado. Nesse dia havia 4 pedreiros realizando umas mudanças no primeiro andar do prédio. Sou loira, bem branquinha e com olhos claros e como toda loira, tenho uma tara por negros, embora nunca tivesse dado pra um antes. Notei que um deles ficou me olhando mais do que o normal e no começo fiquei meio assim mas logo estava soltinha. Passei por ele toda provocante e fui para a minha sala. Fiquei passando lá de propósito, querendo me exibir. Já estava pensando em como deveria ser o pau dele, se era grande como via nos vídeos pornô. Até então, por mais que estivesse louca de tesão, não estava com coragem para fazer qualquer coisa, pois além de ser medrosa ainda tinha namorado e pensava em não traí-lo. Já estava escuro quando me preparava para ir embora. Ouço alguém bater na porta e para minha surpresa era ele. Fui gentil e perguntei o que ele desejava. Os olhos dele me devoravam, parecia que estava nua. Comecei a ficar vermelha quando vi que ele não respondia. Perguntei de novo e ele não respondeu. Começou a vir na minha direção e meu coração já estava saindo pela boca. Fui indo para trás na medida em que ele ia avançando, até ficar encurralada entre a parede e ele. Ele sabia que não tinha mais ninguém no prédio àquela hora e então poderia fazer o que quisesse comigo que ninguém saberia.
Ele me prensou contra a parede e começou a me beijar. Eu estava relutando e estava gritando para ele me soltar mas quanto mais eu gritava, mais bruto e agressivo ele me agarrava. De repente ele falou:
- Cala boca vadia. Me provou e achou que eu deixaria assim? Agora aguenta puta! Para de gritar ou vai ser pior.
O medo tomou conta de mim. O meu corpo queria e a minha mente relutava. Então eu disse:
- Não, por favor, me desculpa. Eu tenho namorado, nunca mais te provoco, por favor, me deixa ir.
- Hahahaha então teu namorado será um corno coitado porque vou te fuder até você aprender a não provocar mais os outros.
Continuei reclamando enquanto ele passava a mão pelas minhas coxas, apertando o pau quando minhas pernas. As mãos dele eram tão fortes que chegavam a machucar. Foi subindo até minha bunda e quando ele notou que estava de fio dental deu uma risada e disse:
- Tava louca pra dar né putinha?! Pode deixar que você não vai conseguir andar depois que eu te comer.
Reclamava e empurrava as mãos dele pra longe de mim até que ele perdeu a paciência. Me deu um tapa na cara e mandou eu ficar quieta. Com os olhos cheios de lágrimas por causa da dor, fiquei quieta e deixei ele continuar.
As mãos dele avançavam pelo meu corpo, chegando nos meus seios. Não conseguia esconder a minha excitação com tudo isso. Meus mamilos estavam durinhos e loucos para serem sugados. Ele então me pede a chave da sala e tranca a porta. Arranca meu vestido e me deixa só de calcinha. Os olhos dele ainda me devoravam quando ele avançou novamente. Caiu de boca no meu peito, mamando e sugando com muita força. Eu gemia de dor e de prazer. De repente senti uma mordida e soltei um grito muito alto. Ele havia abocanhado meu mamilo com muita força. Mamava e mamava até quase me fazer gozar. Eu terei a blusa dele. Estava louca sentindo aquele cheiro forte de suor, de macho, de homem. Ele arrancou minha calcinha, deixando minha buceta lisinha e rosinha toda a mostra. Ela escorria entre minhas pernas e eu só queria aquele pau socando bem no fundo. Ele abre o cinto e abaixa a calça. Nossa, não sei como aquele pau enorme cabia ali dentro. Ele disse:
- Vem pegar teu leitinho, vem puta! Quero ver tu aguentar ele enterrado na tua garganta.
Ele me empurrou em direção aquele pau enorme e eu cai de boca nele. Era enorme e não entrava nem metade. Ele forçava minha cabeça contra ele, querendo que engolisse tudo. Ele me olhava de uma forma. Quem iria imaginar, eu com o pau de um pedreiro desconhecido atolado na minha garganta daquela forma. Uma bela puta mesmo. Ele empurrava mais e mais e meu desespero foi crescendo à medida que ele enfiava mais fundo. Minha boca estava escancarada, meus olhos lacrimejando e eu pedindo pra parar quando ele colocou minha cabeça contra a parede e meteu garganta a dentro. Me desesperei, achei que fosse vomitar, ele ria do meu pavor e forçava cada vez mais. Já estava me debatendo de pavor quando ele tirou aquela pica enorme e bateu com ela na minha cara. Eu estava sem ar quando ele me puxou, me virou de quatro e me deu uns tapas na bunda. Estava me sentindo humilhada. Cada batida era mais forte que a outra. Quando fechou 10, minha bunda estava toda vermelha e ele só ria da minha situação. Se posicionou atrás de mim e meteu de uma vez aquele pau na minha buceta. Gemi alto de dor e ele não deu bola. Continuou metendo, cada vez mais fundo e mais rápido. Gemia e me contorcia para a felicidade dele que montou em mim em cima da mesa, como se eu fosse uma cadela. Eu já estava chorando quando ele aumentou o ritmo se preparando para gozar. Quando eu menos espero ele desce de cima de mim, me puxa da mesa e me coloca de joelhos na frente dele e diz:
- O que tu quer puta? Fala pra mim!! Quer meu leitinho quer??
Eu só conseguia concordar com a cabeça. Ele, não satisfeito com a minha resposta, me bate com o pau dele e pede pra mim falar. Eu disse:
- Quero teu leite, goza em mim.
- Vou gozar na tua cara vadia.
De repente ele me faz mamar nele mais um pouco e quando menos espero vem aquele liquido quente e doce na minha boca. Nunca tinha visto tanta porra sair assim. Escorria para todo os lados e não parava de sair. Quando terminou, ele fez eu lamber tudo e me deixou ali. Ficou olhando demoradamente pra mim e disse:
- Da próxima vez que te encontrar, vou comer o teu cú vadia! E reze pra que isso não aconteça.
Levantou a calça, colocou a camisa e saiu. Eu fiquei ali mais um tempo, tentando assimilar tudo que tinha acontecido. Eu, ali, jogada, nua, com porra em toda a cara, na minha sala de trabalho e tinha acabado de ser fudida por um pedreiro que nunca tinha visto na vida. O cheiro de suor não saia de mim. Tomei coragem e levantei. Minha calcinha estava rasgada, então tive que ficar sem. Coloquei o vestido, limpei a porra da minha cara e fui para casa morrendo de medo de encontra-lo de novo. Felizmente (para o meu cú) e infelizmente (para o meu desejo) não o vi mais. Faz duas semanas desde que isso aconteceu. Meu namorado nem sonha com essa história e estou fingindo que nada aconteceu. Mas preciso ser sincera: ele nunca me comeu como o meu pedreiro.

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