Andreza, minha nova putinha.

12 de Fevereiro de 2018 Cachorrão Vouyer Aventura 510

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Olá! Este é meu primeiro conto aqui neste site. Mesmo assim o que escrevo não são fantasias, tudo de fato ocorreu. Primeiramente permitam me apresentar: sou Cachorrão, ao seu dispor! Ganhei o apelido dessa garota e resolvi usar aqui. Tenho 1,89, alguns quilos a mais do que deveria, não sou pauzudo, não sou bombado mas sou puto, muito puto. Considero que nada é melhor que uma boa trepada, sem limites entre os amantes. A mulher que estiver comigo na cama e disser:"-Sou tua puta." consegue me deixar subindo as paredes. Tive algumas parceiras, umas muito tesudas, outras nem tanto, mas a maioria do que escreverei será sobre Andreza, nome fictício claro. Vamos ao que interessa...
Conheci Andreza quando dava pra ela aulas de informática numa escola profissionalizante. Adorava vê-la (e algumas das outras alunas também) com os peitos em evidência nas roupas que usava. Não era vulgar, não era exibida, mas os olhos dela a entregavam como uma mulher sedenta, dessas que faz qualquer um perder o juízo se assim ela quiser. Acontece que nesse tempo eu era noivo e, como moramos numa cidade pequena... não, não quero me enganar... acontece que eu já comia uma das secretárias que trabalhavam na mesma escola que eu e ela era meio ciumenta, por isso sempre me contentei apenas em ver Andreza e outras meninas. Depois de um tempo que deixei de trabalhar lá eu a encontrei indo pra casa sozinha e a noite e logicamente usei aquele velho clichê de oferecer a ela uma carona que ela prontamente recusou. Fiquei tranquilo, mas sempre que a via repetia o convite, até que enfim ela aceitou. A levei pra casa, no caminho aquela boa e velha conversa mole, mas sempre com olhares diretos. Nessa noite não tentei nada, apenas a convidei pra sairmos qualquer dia e trocamos telefone; dias depois saímos.
Levei-a para um barzinho qualquer, pois minha intenção era quebrar o gelo com um pouco de álcool e partir pra cima e assim o fiz. Cerca de uma hora depois estávamos entrando num motel. Eu, ligeiramente mais embriagado que ela, sentia aquele tesão que sentimos sempre que saímos com uma pessoa nova. Dizem que quem já viu uma buceta já viu todas, mas a diferença é o que cada uma sabe fazer e nisso, minha gente, ela já mostrou de cara a que veio.
Estávamos num puta beijo, línguas enroladas, mãos bobas corriam em ambas os sentidos, orelhas ganhavam beijos sedentos, botões eram abertos assim que eram encontrados. Segurei-a pelo cabelo quando ela parou a mão sobre minha pica já toda melada dentro da cueca e ela disse: "-Não sabia que vc era tão safado, seu cachorro!" E eu sem pensar respondi: "-Não sabia que vc era tão puta!" Essas falas desencadearam um dos melhores boquetes que eu recebi na vida... A menina se transformou, lambeu a cabeça da pica, deu a volta por baixo da glande e de repente enfiou tudo na boca. Eu, que não esperava, fiquei com a boca seca pois era impossível respirar somente pelo nariz, me entreguei e fiquei curtindo aquela maestria. Começou aquele vai e vem, parava, lambia meu saco, voltava pra cabeça e de repente parou. Olhei pra baixo e a vi dando beijos na cabeça da pica, como fazemos com uma pessoa querida. Fiquei encantado com o amor que ela aparentava ter em chupar rola. Então de repente ela desceu mais e começou a lamber minha virilha, ia de uma pra outra lambendo meu saco. A essa altura eu já não sabia mais nem onde eu estava, sem querer ela acertou em cheio na coisa que eu mais adoro que é ser chupado. Não sei quanto tempo passou, só sei que quando ela terminou eu precisava fazer algo pra retribuir. Então eu caí de boca na buceta dela, movido pelo ótimo presente que acabara de ganhar eu fiz de tudo pra fazê-la gozar a primeira vez mas confesso que não me lembro se consegui. Comecei passando a língua entre os lábios indo em direção ao cú, mas logo que achei o clítoris me detive um tempo. Fiquei fazendo movimentos circulares com a língua sentindo ela se contorcer, abri seus lábios com os dedos e enfiei a língua um pouco mais pra dentro daquela buceta molhada, intercalava com mordiscadas no seu clítoris... Fiquei ali fudendo ela aos poucos enquanto meus dedos procuravam saber se ela curtia sexo anal, mas quebrei um pouco do clima dela pq ela pensou que eu ia enfiar sem seu consentimento. Devido a esse susto ela mandou eu parar de chupar e mandou que eu metesse... AAAAAAAAAHHHH Como é gostoso sentir a buceta pela primeira vez. Saber que sensações vc vai provocar naquela pessoa, como vc vai fazer ela gozar. Será que ela demora? Será que eu bato ou um leve puxão de cabelos? Que posição ela vai curtir mais? Muitas são as perguntas, mas o tesão era tanto que eu só agi: Como ela estava por cima eu suavemente tirei os cabelos do seu rosto e dei uma tapa. Não com força, não sem força, mas o suficiente pra mostrar que ela era minha presa, meu brinquedo, minha vadia. Bati na cara daquela vagabunda pra ela saber que devia me obedecer. Tirei ela de cima de mim e virei-a de quatro. Segurei seus cabelos e sussurrei no seu ouvido: "-Rebola, cadela!" Ela atendeu meu comando na mesma hora e começou a gozar murmurando coisas sem nexo. No início não entendi o que ela falava até que ela aumentou o volume: "-Me come seu safado! Come tua puta! Me come do jeito que vc quiser!" Ao perceber que aquela moreninha baixinha, da bunda redondinha e peituda, estava se colocando a minha disposição eu comecei a meter feito um louco até gozar minutos depois.
Me joguei ao lado dela na cama e mandei que tirasse a camisinha do meu pau. Ainda de quatro ela me obedeceu prontamente, e fez o que eu jamais esperava: jogou a camisinha no chão e começou a limpar meu pau com a boca. O tesão me pegou de novo e curti um novo boquete, me aproveitei daquela boca até que ela me fez gozar. Estranhei ela ser aquela puta fogosa e no entanto não engolir porra, mas tudo bem, ela cuspiu ali no chão do quarto mesmo e depois de um tempo nos vestimos e fomos embora.
E assim começou nosso rolé, que dura até hoje. Espero que tenham curtido essa primeira trepada, depois escrevo mais.
Abraço galera!


Reportagem especial (UOL)
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