Trepada no rodeio! A puta dos peões!

09 de Março de 2018 Mel Mel Aventura 1261

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria



Meu nome é Débora, mas todos me chama de Debi. Tenho 22 anos, cabelos ruivos e longos, não sou muito alta (1,63) e tenho 60 quilos. Malho bastante e gosto de exibir minhas curvas por ai. Tenho peitos bem avantajados e malho muito para ter a bunda e o rabo bem empinados. Sou muito fogosa, minha primeira trepada foi aos 14 em uma fazenda da família, com um primo meu, que na época tinha 30 anos. Quando era mais nova, não tinha muita noção do meu corpo e do quanto ele chamava a atenção dos homens, mas hoje posso dizer que desde muito nova recebia olhares e deixava muito homem de pau duro por ai. Meu primo, que tirou meu cabaço, me ensinou a mamar e a tomar leitinho como ninguém e também me mostrou a beleza de ser fudida por homens brutos, do campo, que lidavam com cavalos e pasto. Talvez por isso os caras da cidade nunca me atraíram muito.
As mãos calejas, os braços fortes e o cheiro de suor deixam minha calcinha molhada. Vocês podem imaginar que meu lugar preferido sempre foi a fazenda, ainda mais quando meu primo estava em casa. Por pelo menos 5 anos ele me comia quase todo o final de semana. Depois desse tempo ele começou a ir para rodeios e logo me interessei por aquele ambiente. Muitos homens fortes e corajosos, montando e domando cavalos e touros indomáveis. Ficava pensando naqueles caras aplicando toda aquela força em mim, me comendo e me arrombando com toda aquela velocidade e maestria. Fiquei amiga de vários caras e é claro que meu primo não gostou muito. Sempre usava roupas justas e curtas, tentando chamar atenção do maior número possível de peões.
Em um desses rodeios conheci o Pedro, um cara alto (1,95), forte e viril. Cheirava a suor, as mãos grandes e calejadas de tanto trabalho duro e montaria. Era um dos mais promissores a ganhar a prova. Na mesma hora pensei naquela velha frase: “mãos grandes, documentos grandes”, e tive ele como meu objetivo principal daquele final de semana. Naquele dia estava vestindo um short bem curto, uma camisa de botão xadrez ( deixando metade do sutiã preto de renda a mostra) e botas longas até o joelho. Passei por entre todos os peões, esperando que Pedro me notasse. Para minha felicidade ele tinha notado. Logo veio falar comigo, perguntar meu nome e se eu curtia rodeios. Eu tentei parecer desinteressada, mas ao mesmo tempo mexia nos cabelos, deixando meu sutiã ainda mais a mostra. Ele pediu para que olhasse ele montar e no final da prova queria uma avaliação crítica. O avaliei de longe, a cada vai e vem em cima do touro imaginava o corpo dele sobre o meu, eu de quatro do chão batido de alguma fazenda, coma bunda empinada, pedindo para ele meter com força enquanto puxava meu cabelo. Nem vi quando ele terminou a prova. Os aplausos logo vieram e ele sorrindo me acenou com o chapéu.
Entre o intervalo de uma montaria e outra, ele veio falar comigo e me questionou quanto a sua performance. Disse que ele tinha montado muito bem e que tinha adorado o vai e vem em cima do touro. Ele logo sacou minhas intenções e disse que poderia fazer muito melhor. Com um sorriso safado cochichei no seu ouvido que se ele ganhasse a competição teria um prêmio especial. Ele se animou ainda mais e pude ver a saliência do seu pau na calça justa. Mais uma vez desejei que ele estivesse enterrado em mim.
A competição seguiu noite a dentro e depois de rezar para que o Pedro ganhasse a competição, ele fez a última e melhor montaria dele, levado o prêmio do rodeio. O aguardei nas arquibancadas, até que ele viesse me encontrar. Aquele cheiro de suor me enlouquecia. Bati palmas e o abracei com força, falando no seu ouvido que ele tinha me ganhado e que poderia fazer o que quisesse comigo. Na mesma hora ele me puxou para um lugar mais afastado, em um mato perto de onde os cavalos estavam. Na mesma hora me agarrou com força e me beijou com pressa. Uma de suas mãos já estava na minha bunda enquanto a outra forçava minha boca contra a boca dele. A mão dele contornava minha bunda e apertava sem dó nem piedade. Depois de um tempo ele me olhou e puxoi minha blusa, deixando todos os botões abertos, expondo meu sutiã.
A vontade e a força o dominam. Logo estava com o rosto enterrado entre meus peitos enquanto as mãos desabotoavam meu short. Estava de fio dental e naquelas horas já estava completamente molhada. Ele meteu os dedos dentro da calcinha e sorriu, satisfeito por me deixar assim. Brincou com meu clitóris, me fazendo gemer, depois lambeu os dedos, mostrando todo o seu desejo. Tirou meu sutiã e começou a me morder e a brincar com meus mamilos, que estavam duros e eretos. Nessas horas não notei mais nada ao redor e gemi que nem uma gata no cio. Ele me torturava, mordia e mamava enquanto dedilhava meu clitóris sem parar. Quando ele viu que estava quase gozando ele parou. Me olho de cima a baixo, parte por parte, como se me devorasse com os olhos. Me forçou a ficar de joelhos na sua frente enquanto desabotoava a calça e colocava pra fora aquele enorme mastro.
Na hora fiquei em choque. Nunca tinha visto um pau tão grosso e tão grande como aquele. Meu primo tinha um pau grande, mas era um pouco mais fino que o do Pedro. No mix de medo e vontade, cai de boca naquela pica. Comecei lambendo bem devagar a cabeça, descendo até as bolas. O melhor sorvete que já chupei! Meti na minha boca e nem a metade entrava. A minha mão ajudava a estimular, num vai e vem gostoso e rápido. Ele forçava minha cabeça cada vez mais contra seu pau, fazendo minha garganta abrir mais. Ele metia sem parar, cada vez mais fundo, me deixando sem ar, sem folego algum, só parando quando já estava engasgada. Ele me olhava, tirava aquele pau enorme e batia na minha cara, metendo de novo e mais fundo. Depois de algum tempo ele pediu para que eu ficasse de quatro, disse que queria montar em mim como se estivesse montando num touro.
Senti a terra e as pedras nas palmas das mãos e nos joelhos, o cheiro de mato misturado com o cheiro dos cavalos. Tudo isso era familiar e delicioso demais pra mim. Senti ele mirando a minha buceta enquanto segurava meus cabelos. Numa estocada só o pau dele estava em mim. Confesso que senti dor, mas logo minha buceta estava arregaçada e querendo mais. Ele metia com força, as mãos me seguravam e puxavam meu corpo contra o dele, fazendo o pau ir ainda mais fundo, me fazendo gemer de prazer. Ele batia na minha bunda e se inclinava contra mim. Logo já estava sobre mim, parecendo um cachorro quando trepa com a cadela. Eu estava aos gritos quando ele parou e me perguntou se ele poderia fazer realmente tudo que quisesse comigo. Na hora estava querendo tanto dar mais pra ele que nem me liguei sobre o que ele estava falando. Disse sim e esperei ele gozar.
Ele meteu em mim mais umas vezes, enquanto senti o seu dedo invadindo meu cu. Na hora me arrependi de ter dito sim, mas agora sabia que não tinha como voltar atrás. Meu primo já tinha comido meu cu antes, algumas vezes, mas sempre usou lubrificante e ia com calma. Enquanto pensava nisso, o Pedro já estava com o pau na porta do meu cu, forçando a entrada. Meu rabo, muito ingênuo, ia se abrindo lentamente. O pau dele ia me rasgando sem dó, as mãos me seguravam firme, me prendendo no lugar. 1/3 já havia entrando quando ele me puxou contra seu pau e meteu forte o que faltava. Urrei de dor mas aguentei firme. Ele ficou um tempo parado e depois começou a meter devagar. Meu cu sangrava mas implorava por mais. Ele aumentava o ritmo, metendo forte enquanto montava em mim de novo, como um cachorro.
Nunca tinha gozado com sexo anal e foi a coisa mais intensa que já tive. Até os cavalos se assustaram com meus gemidos. Pedro, feliz, logo gozou também, enchendo meu rabo de porra. Sentia ela escorrer nas minhas pernas. Ele ficou por cima de mim um tempinho até recuperar o fôlego. Eu estava sem forçar pra nada. Me joguei na terra mesmo e descansei um pouco. Logo o Pedro me ajudou a levantar e nos vestimos. Meu cu ardia muito e ainda estava escorrendo quando coloquei o short. Nos arrumamos e voltamos para as arquibancadas. Meu primo estava me esperando e sabia que logo mais teria que dar pra ele também. Conversei mais um pouco com o Pedro, que logo disse que queria me ver em todas as competições, pois eu tinha dado sorte.
Mais tarde naquela noite, meu primo me comeu por horas. Meu rabo aquentou mais um pau e tomei todo o leitinho dele. Estou aguardando o próximo rodeio para ver o Pedro e ser montada por ele


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