A CRENTE CASADINHA E O PEDREIRO 2

07 de Novembro de 2018 Tigresolitario Aventura 66

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Primeiramente gostaria de agradecer os comentários dos safadinhos e safadinhas do conto anterior. Quem quiser ler o inicio dessa história leia o conto “ A crente casadinha e o pedreiro safado"...
Pois bem, era uma sexta-feira quando dei para o senhor Joel e meu marido chegaria naquele dia, após mandar seu Joel ir embora, passei o dia inteiro me remoendo entre desejos e culpa, entendam: só tive um homem na vida e até aquela semana nunca havia me imaginado estando com outro homem, ainda mais um homem velho e da forma vadia que me entreguei....fiquei pensando: será que sou uma puta e não sabia disso?
Na tentativa de dirimir tais dúvidas, entrei na internet e passei a procurar vídeos de mulheres mais novas e casadas que sentem tesão por homens mais maduros e, após o 5° vídeo eu já havia gozado umas 3 vezes, mas aquilo não me saciava, eu precisava de piroca e não era qualquer piroca, tampouco a do meu maridinho, eu queria meu macho, Seu Joel...
Quando pegava o telefone pra ligar, escuto um barulho no portão, minha bucetinha parecia bater palmas, pensei: não vou nem deixar ele falar, vou agarra-lo e só largar depois de meter muito, porém para minha decepção não era o seu Joel e sim meu marido que logo reparou a cara de decepção que eu fiz ao vê-lo.
- que foi amor? Disse ele...Não gostou de me ver?
Disfarcei...
- que isso amor, nada....fiquei apenas assustada, disse ainda trêmula.
- hmmm to vendo que você ta toda peladinha já....tava me esperando é.
- er...sim....claro amor, morrendo de saudades.
- vamos matar a saudade então, disse o maridinho.
Eu nem estava me concentrando, meu marido era um homem carinhoso e até então eu adorava, mas algo mudou todo aquele excesso de carinho e ausência de putaria estavam me entediando, tive que pela primeira vez fingir gostar de transar com meu marido...
A semana passou e segunda-feira meu marido novamente partira para a plataforma, dessa vez não com lamento de minha parte, mas sim com uma certa alegria....Aos poucos eu ia deixando a culpa de lado, era um processo natural, logo meu macho chegaria e eu estava morrendo de desejos.
Seu Joel chegou no horário e, como antes, estava meio envergonhado mal me olhando diretamente, a minha vontade era me despir e permitir ser possuída novamente por aquele macho, mas não sei por qual razão não consegui agir, fui protocolar da mesma forma que ele estava comigo, acho que, na verdade, eu desejava ser seduzida, ser conduzida aquela situação de antes...
O dia seguia normal e a inércia de seu Joel me enlouquecia, será que ele não me deseja mais? Pensava suspirante, ou talvez isso seja um sinal que tudo que aconteceu foi errado e deveríamos esquecer tudo que houve? Não, minha xaninha estava ensopada e o fato de seu Joel me ignorar estava me enlouquecendo, resolvi deixar a porta entreaberta, peguei uma sainha rodada minúscula que deixava a polpinha da minha bunda aparecendo e uma blusinha que fazia meus seios ficarem praticamente expostos, deixei uma das alças cair estrategicamente no ombro para que as aureolas enormes dos meus seios aparecessem, ainda que pela metade, suspirei fundo e fui até o quarto nos fundos da casa onde meu fodedor estava:
- Sr° Joel, posso falar com o senhor.
- Claro laninha, estou indo ai, só um instante.
- Não, eu vou ai, pode deixar.
Entrei e o homem quando me viu instintivamente alisou seu pau e contorceu os lábios, ele me quer, pensei toda bobinha...inventei um assunto qualquer sobre o andamento da obra e tentava ( ainda meio que sem jeito rsrs) evidenciar minha sanha, ele falava, falava e falava e eu ouvia: puta, safada, casadinha crentinha piranha, quer rola não é safada...e mordia os lábios e olhava seu pau, mas ele não parava de falar, resolvi me virar de costas como se tivesse perguntando sobre a parede atrás de mim, quando ele chegou perto me debrucei sobre a mesa cheia de ferramentas e expus meu rabão pra ele me encoxar e...nada.
Então seu Joel disse que tinha que ir embora mais cedo, aquilo me derrubou, me senti extremamente envergonhada, apenas abaixei a cabeça e disse meio resignada:
- o Sr° já vai?( com aquela carinha de criança que tem um doce negado)
Ele disse:
- é...bem...eu tenho um assunto pessoal pra resolver e queria sair mais cedo hoje.
- tudo bem seu Joel, pode ir.
Ajeitei a alça da blusinha e sai cabisbaixa com a maior vergonha do mundo, fui para a pia lavar o resto de louça que tinha, quando de repente sinto ser encoxada pra logo depois uma mão forte e com cheiro forte de cimento apertar meus seios, era meu homem.
Eu me contorcia e tentava disfarçadamente me soltar, mas no fundo estava adorando, fechei os olhinhos e disse:
- ué? Não estava indo embora.
- tentei,mas não consegui, respondeu ele.
- Me ignorou o dia todo, o confrontei já de frente pra ele com a saia levantada e os seios a mostra.
- estava tentando respeitar a senhora, mas pelo jeito você não quer mais ser respeitada né.
- seu velho tarado, não saciou sua vontade ainda?
- não, respondeu ele, quero mais...chega de respeito, você vai ser minha vadia a partir de agora.
- aquilo me pareceu estranho, em principio...Seu Joel de pidão, respeitador e carente agora era um macho mandão e dominador e eu, que sempre fui tratada como princesinha pelo meu maridinho e pelo próprio joel amei ser tratada como putinha submissa...era minha transformação final, uma espécie de ritual de passagem que foi completado com um tapinha na cara e seu dedo do meio na minha boca para que o chupasse como se chupasse sua piroca.
Depois disso não havia mais volta, agora eu era a vadia daquele velho gostoso...
Seu Joel me beijou profundamente, enquanto seus dedos acariciavam minha bucetinha, logo depois me colocou de costas novamente pra parede e puxou minha calcinha no meio esfregando ela no meu clitóris, mandando eu rebolar pra ele,enquanto sua outra mão segurava meus cabelos com avidez como se eu fosse uma égua e falava:
- vai minha putinha, rebola gostoso pro teu macho vai, isso...hmmmm..que delicia de crentinha safada....esse rabão é muito lindo...
Eu completava:
- todinho seu meu macho
E ele:
- é?? É mesmo?? Todinho meu é....sua puta...quem é teu homem agora hem?? Quem é teu macho?
Eu murmurava:
- ainnn seu Joel, você...só você...me fode toda vai, me faz puta de vez...
ele falou baixinho, no meu ouvido:
- pra você virar vagabunda de vez você tem que ser fodida em um lugar especial.
- qual??
- na caminha do corninho, respondeu ele.
Foi estranho ouvir isso e por alguns segundos ( segundos que duram uma eternidade) eu relutei. Até então eu sequer havia lembrado do Márcio, tudo isso que estava acontecendo era uma espécie de realidade paralela, era como se não fosse a alana e sim uma outra mulher. Eu não sei até hoje se essa minha explicação é, na verdade, uma desculpa, uma espécie de eufemismo que suaviza a culpa, tipo”não foi eu, foi ela”...seu Joel me largou e ficou de frente pra mim aguardando a minha resposta...
Eu o olhei ainda ofegante e profundamente, tirei a blusinha e a saia que ainda resistiam em permanecer no meu corpo ficando inteiramente nua e como um segundo ritual de passagem apenas segurei em sua mão e disse:
- vem, vem me foder na cama do corninho.
Foi uma emoção extremamente diferente e empolgante dizer aquilo, ressalto que até semana passada eu era uma esposa exemplar, temente a deus e extremamente respeitosa e até aquele momento ( mesmo que por caminhos tortos) eu ainda me sentia assim, de modo que aceitar tal oferta e ainda por cima chancelada por mim era uma reviravolta enorme na minha vida. Se estar envolvida nessa situação toda já era maravilhoso, chamar meu maridinho de corninho foi algo ainda maior, sim, não tinha mais volta, eu era uma puta vivendo no corpo de uma esposa crente e recatada.
Fui na frente, subindo as escadas e conduzindo meu comedor à cama ainda com cheiro do meu corninho...eu estava numa catarse completa: subia rebolando meu rabão redondinho pro meu macho, ao chegar ele mandou virar uma fotografia minha e do corno pra minha cara, mandou eu botar salto e, por fim, mandou ficar de 4 na beirinha da cama com minha bunda empinada, pediu pra eu ficar ali enquanto ele ia tomar banho, eu disse que queria ele com cheiro de obra...ele riu e murmurou: piranha!!!!
Seu Joel caiu de boca na minha buceta e me levou ao céu...eu gemia, em principio baixinho e falava:
- ainnn seu cachorrão, chupa vai, chupa com gosto...faz o que o corninho não faz, deixa sua puta feliz vai....hmmmmm isso, não para seu Joel....
Ai ele deitou na cama e me mandou sentar na cara dele...novamente fui ao céu, marte, Vênus, sol...gozei umas duas vezes ali na cara do meu senhor...até que ele ordenou:
-agora vem mama na piroca, deixa ela bem molhadinha, vai
-e eu fiquei ali uns 10 minutos chupando aquela piroca deliciosa...chupava, enfiava tudo na boca e lambia a cabecinha...saia e chupava feito um picolé, descia até o saco e depois chupava avidamente de novo, tudo sob orientação do meu dono.
Seu Joel novamente me botou de 4 e foi pincelando a piroca molhadinha na minha xana e rapidamente já estava bombando com força me fazendo gozar de novo...estranhamente( fui descobrir o porquê depois) seu Joel enquanto me fodia pressionava seu polegar no meu cuzinho, eu não entendia, mas era ainda mais maravilhoso, de repente ele parou e senti algo molhado no meu cuzinho, não dava pra ver, mas pelos filmes que vi dava pra imaginar, meu deus eu ia ser enrabada...me deu medo e murmurei:
- amor, você vai foder meu cuzinho
Ele disse:
- vou...não vai doer prometo...faça o que eu disser e não vai doer muito
Eu confiava no meu homem...e realmente não foi tão difícil assim, embora doesse um pouco no inicio me fazendo derramar lágrimas, depois de dar umas duas reboladinhas, conforme a orientação do seu Joel, meu cuzinho até que recebeu bem aquela piroca grossa e robusta e agora ia ao céu, marte, Vênus, júpiter, plutão e até os confins da galáxia...fiquei ali de 4 e depois sentei na piroca do meu homem durante uns 10 minutos, até que seu Joel avisa que vai gozar e me manda sair de cima, ele me manda ajoelhar e pensei que ele fosse encher minha boca de leite, mas ele queria algo diferente: me fez esticar a mão, a mão que portava a aliança de casamento e gozou nela todinha me ordenando lamber toda sua porra depois...
Depois disso tomamos um banho bem gostoso juntos e fodemos de novo, ele voltou a trabalhar e passados uns 40 minutos lá estava eu de novo querendo piroca, nesse dia e nos outros que seguiram eu dava pro meu homem umas 3, 4 vezes ao dia, seu joel comprava roupinhas eróticas pra eu usar e fodiamos na obra, na sala, no quintal enquanto chovia, fodemos até quando meu corninho voltou, ele dormindo e eu tomando piroca na obra e eu ainda voltava pra cama meio meladinha e fazia meu corninho me beijar e me comer rsrsrs.
Um dia eu e seu Joel fomos transar e percebemos ( embora nada tenha sido dito) que havíamos enjoado um do outro. A obra havia terminado e nosso fogo também.... marcamos de nos ver de novo, mas não houve retorno...Tentei retornar a vida de esposa recatada, pois achava que toda aquela putaria era apenas uma fase, uma coisa que eu precisava experimentar, mas, como dito antes, não havia mais volta, eu tinha aberto uma porta que não tinha chave pra fechar...tinha arrumado, enfim, um emprego numa escola no centro de minha cidade, dava aulas à noite e um dia enquanto estava cochilando no ônibus, senti um leve calorzinho subir pelas minhas pernas, a porta estava novamente sendo aberta...Mas isso é uma outra história que deixo pra depois rsrsrs.

CONTOS DO MEU BLOGUE: https://estoriasgospel.blogspot.com/


Reportagem especial (UOL)
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