Hora extra a três

09 de Setembro de 2017 Poline Blue Casual 1232

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Era uma chuva colossal! Fiquei até mais tarde no trabalho para colocar algumas coisas em dia antes das férias que estavam chegando, quando o céu desabou. Olhei pela janela e vi que as ruas no entorno estavam alagadas, em algumas já não passavam carros. Melhor seria ficar por ali, até que a água baixasse o que, pelo visto, levaria tempo. Tirei os sapatos, liguei para casa para avisar o ocorrido. Lembrei da caixa de vinhos que sobrara do último evento para clientes, pelo menos a noite não seria de todo monótona. Fui até a copa buscar uma taça e, apesar do adiantado da hora, a sala ao lado estava com as luzes acesas. Ali funcionava um escritório de advocacia, instalado há pouco tempo por dois rapazes, com quem só tinha trocado "bom dia" e "boa tarde", eventualmente no elevador.

Tentei, de todo jeito, achar alguma ferramenta para abrir a garrafa, sem sucesso. Me aproximei da porta dos “vizinhos doutores” e ouvi risadas, estavam conversando descontraídos. Certamente, como eu, esperavam a chuva passar. Toquei a campainha para pedir ajuda, se não tivessem um saca-rolhas, dariam um jeito. Um bom vinho nunca é problema, disseram. Eles usaram o extrator de grampos para empurrar a rolha e... voilà!

Peguei taças para todos. Nos servimos, conversamos sobre várias coisas e, depois de duas garrafas e meia da bebida, já parecíamos amigos de infância. De repente, as luzes apagaram e eu agradeci ao universo por não estar sozinha naquele momento de escuridão.

Levantei para buscar a última garrafa e no meio do caminho, desastradamente, trombei com um dos rapazes, que voltava do banheiro. O tempo parou por alguns instantes: a sala escura, aqueles homens lindos, a autocensura flexibilizada pelo álcool… Ah, aquela situação era realmente excitante. Cedi à fantasia, lancei-me à sua boca e fui retribuída com igual paixão. Os dedos me procuraram dentro da blusa, por baixo da saia. Logo a calcinha encharcada deslizou pelas pernas. Busquei com os olhos o sócio, que assistia a tudo com um sorriso incrédulo e safado e não demorou para juntar-se a nós.

Em instantes, estávamos nus, os três, enroscados, embolados, inebriados pelo vinho e pelo tesão. Quatro mãos, duas bocas a me percorrerem os peitos, as coxas, o sexo. Sentei sobre um deles, cavalgava quando o outro segurou-me por trás, pelas ancas, apontando seu membro luzido, melado, bem no centro, lambuzando a entrada. Hesitei por um segundo, mas o desatino já me dominava. Arrebitei-me e ofereci caminho livre para a sevícia tão anunciada quanto desejada. Entrou devagar, mas decidido, de uma única vez. Dei um grito abafado. Ele esperou que me acostumasse com a dor, depois abriu minhas nádegas, para acomodar-se melhor. Exclamou satisfação, pedi que não parasse. Os três estávamos perfeitamente encaixados, eu entre eles, eles dentro de mim. Preenchida por dois cacetes, eu rebolava e sentia-os cada vez maiores e mais tesos, até que meu corpo tremeu, o fogo concentrado em meu ventre irradiou para os braços e pernas, arrepiando-me até o último pelo e explodindo no orgasmo mais intenso da minha vida.

Escorreguei lânguida, exausta. Reuni forças ainda para ajoelhar-me e receber um, dois jorros quentes e viscosos, que transbordaram minha boca e escorreram pelo meu colo.


Tombamos embolados, uns sobre os outros, rindo, sem acreditar no que tinha acontecido. A chuva já tinha passado, a luz voltado. Dali a pouco tempo, amanheceria e o prédio estaria cheio de pessoas. Levantamos, nos vestimos. Trocamos telefones, contatos nas redes sociais e algumas carícias mais antes de irmos embora. Foi uma forma deliciosa de fazer novos amigos. De fato, a noite não teve nada de monótona.




Reportagem especial (UOL)
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