O Parceiro Certo - Capítulo 1

24 de Junho de 2014 Noel Contos Eróticos 1652

Reportagem especial (UOL)
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A nossa vida prega tantas peças que às vezes são tão difíceis e embaralhadas que nos perdemos em nosso próprio quebra cabeça. Não devemos lamentar o que perdemos ou ainda pior, o que não ganhamos. 

Vamos pegar do início, meu nome é Joana Rodrigues, tenho 16 anos, moro com meu pai em Natal, durante as minhas férias, já que ele não mora mais com a minha mãe, onde já se faz dois anos de separação. Mas como já é início de ano novo, preciso reorganizar as minhas coisas no seu devido lugar, aliás, eu sinto falta da minha mãe e da minha irmã pirralha que eu amo tanto. Escuto alguém batendo na porta do meu quarto, corro para abri-la, é o meu pai, Ronaldo, alto e bem gordinho, com o seu cabelo ruivo grisalho despenteado e aquela barba grande que me dá nos nervos. 

– Bom dia, filha, já está muito tempo acordada? - Disse ele. 

– Pai, ainda são sete e meia da manhã, você acha que nas minhas férias de verão eu tenho que acordar cedo? - Perguntei. 

– Tudo bem filha, olha eu vou aprontar o café, quer que eu prepare alguma coisa especial para você? – Disse ele. 

– Não por mim não precisa, você sabe que eu sempre me viro com qualquer coisa que você faça né? . - Respondi a ele.

 - Você se parece comigo, às vezes sabia? 

- Ah é? E porque, posso saber? 

- Deve, é que você sempre responde uma pergunta, fazendo outra.

 - Entendi, mas eu não sou como você e nem quero. Está bem? 

Ele me olhou com olhar de reprovação e logo desceu a escada para a cozinha. Eu sei que sou grosseira com meu pai, mas as atitudes dele quando eu era uma criança me levaram a ser grosseira com ele hoje. Visto-me com a minha blusa rosa clara, meu short jeans branco e faço um coque nos meus longos cabelos loiros. Ao sair do meu quarto, me deparo com o ser mais feio do mundo, um gato preto do meu pai achado na rua. Olha-me com um jeito meio feio, o que não é estranho para mim, pois estou olhando do mesmo modo para ele. Fox, é o seu nome, não basta ser feio, meu pai ainda tem que batizá-lo assim. 

Lá na cozinha, encontro meu pai com o seu roupão preto, fazendo ovos mexidos. O modo como ele arrumou a mesa me deixou surpresa, pois ele comprou várias frutas, sucos de dois sabores diferentes e pão, se fez aquilo para me deixar impressionada, sinto muito desapontá-lo, mas estava perdendo o seu tempo. Na hora de tomar o café da manhã, era aquela mesma rotina de sempre, onde meu pai, só tomava seu café e logo depois me desejava um bom dia, beijando a minha testa e em seguida, subindo as escadas, indo em direção ao seu quarto para vestir o seu uniforme para poder trabalhar e ir embora. Ele é gerente de uma loja de cerveja bem famosa pela cidade, como o cargo dele é esse, precisa chegar bem cedo na cervejaria. 

Ao ver o meu pai saindo de casa, como o que está diante dos meus olhos, abro o saco dos pães e coloco fatias de queijo e presunto dentro, bebo o suco de manga, e depois arrumo a mesa e lavo toda a louça suja. Subo as escadas depressa, onde novamente encontro o gato horroroso do meu pai, onde está miando, acho que deve estar com sede, vou até a pia do banheiro e encho sua vasilha com água. Continuo achando, que ele não gosta muito de mim, pois quando eu era mais nova, eu quase o afoguei nessa mesma pia do banheiro. Volto para o meu quarto, me deitando e espreguiçando-me na minha cama dura. Percebo que meu celular está tocando, vou até a cabeceira da minha cama e pego o celular, onde vejo que era uma mensagem, do meu melhor amigo, que faz muito tempo que não o vejo, o Stefano.

“Joana meu amor, como você está? Espero que bem. Sua mãe e sua irmã estão morrendo de saudades de você, eu também é claro. As coisas aqui no Rio de Janeiro continuam as mesmas desde que você saiu para viajar. Mande mais recados, todos nós estamos curiosos para saber como estão indo as suas férias. Vê se volta logo. Um grande beijo.”

“A Stefano, não sabe a alegria imensa que eu estou sentindo por ler essa mensagem, também morro de saudades de vocês, fala para a minha mãe e minha irmã que eu mando um grande beijo para elas, e para você um grande abraço bem forte. Juízo em, volto daqui a duas semanas” - Respondi. 

Uma lágrima agora sai do meu olho, uma após a outra, nunca mais havia tido notícias da minha família. Vou ao banheiro ao lado do meu quarto, lavo o meu rosto todo inchado de tanto chorar. Escovo os meus dentes e penteio os meus cabelos, prendendo-o com um rabo de cavalo. Visto-me com uma blusa de manga comprida laranja, junto com meu short preto, ouço que alguém está batendo na porta. Olho-me no espelho, para ver como estou e desço as escadas já em direção à porta, quando eu abro, a minha vizinha fofoqueira fica bem na minha frente me encarando. 

– Bom dia, Cassandra. –Exclamo. 

– Oi garota, seu pai me mandou dizer que se você quiser sair, não se esqueça de colocar comida e água para aquele bicho ali. – Responde Cassandra educadamente, apontando para o gato do meu pai. 

–Ah sim! Obrigada. – Respondo. 

Ela fica me encarando com olhar de quem vai fuzilar alguém e logo se vira para ir embora. Graças a Deus, pois se continuasse a ficar ali, quem iria querer fuzilar o outro com o olhar, era eu. Ela também nunca foi com a minha cara, a primeira vez que eu vim para cá foi quando eu tinha 10 anos, essa casa era do meu pai e da minha mãe, quando ainda eram casados, para passar as férias deles. Desde aquela época, ela me olhava assim, eu achava que era porque ela sentia alguma coisa pelo meu pai, mas quando eu fui crescendo eu tirei essa ideia maluca da minha cabeça, pois nunca queria se quer pensar nessa mulher sendo minha madrasta. Se já não gosto dela como vizinha, imagina como madrasta? É Melhor nem imaginar. 

Fecho a porta e vou para a sala de estar, como não tenho nada para fazer, pois ainda são dez horas da manhã, ligo o home theater do meu pai e coloco um dos meus CDs favoritos, Teenage Dream, da cantora Katy Perry. Ganhei-o já faz uns dois anos, já tocando a primeira faixa, coloca o volume no máximo, com o propósito de implicar com Cassandra. Começo a dançar sozinha na sala, e percebo um ruído baixinho vindo da porta, abaixo o volume do som e os ruídos aumentam, ajeito o meu cabelo e abro a porta. Vou confessar uma coisa, nunca tinha visto esse homem na minha vida, e digo mais, ele é um gato. 

– Bom dia, sou Henrique Oliveira, acho que a minha bicicleta está com o pneu dela furado, será que tem como você me ajudar? – Pergunta Henrique com um tom de preocupação. 

– Bom dia, claro que sim, pode entrar, fique à vontade. – Respondi. 

- Olha obrigado, mas, não preciso, eu fico aqui fora mesmo. 

- Se você não quiser tudo bem eu entendo, mas eu não sei onde está a bomba de encher pneus do meu pai. - Afirmo- Então eu posso demorar. 

–Tudo bem, você me convenceu. – Diz Henrique, entrando na minha casa - Desculpa o incômodo. 

– Imagina, para mim não é incômodo nenhum. – Rebati sorrindo para ele.


Continua...



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