Abusando de uma casada saindo da igreja...

25 de Junho de 2014 challenger Contos Eróticos 34927

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Eram quase dez da noite quando eu vi uma mulher saindo com seu marido
de uma igreja. Ia começar uma chuva torrencial. Passei por eles no
momento exato em que ele, um velho barrigudo e feio, disse que tinha
esquecido o celular não sei aonde e a avisou para esperá-lo na
próxima parada de ônibus. E saiu correndo de volta para sua igreja. Eu,
que não tinha visto como ela era, comecei a seguir seus passos,
discretamente.

  Ela era alta, magra, usava uma saia preta, tipo secretária, com
uma blusa branca e salto alto. Seus cabelos, encaracolados, iam até os
ombros. Não vi se era bonita, mas que era gostosa, era. Sua bunda e suas
batatas da perna eram grandes, apetitosas. Uma mulher que me levaria ao
mau caminho. Nesse momento, a chuva caiu de tal forma que não havia
lugar para onde se abrigar. A casada gostosa começou então a ir para uma
rua ali perto, que eu conhecia muito bem. Estava com um tesão louco,
inexplicável. Ela, de salto, corria com cuidado e eu não muito perto, pensei em agarrá-la ali adiante.


  Quando ela estava chegando perto de uma casa abandonada, onde eu
entrei uma vez para urinar, olhei para os lados e não vi ninguém na rua,
que estava pouco iluminada. Não pensei em nada, mas meu corpo tremia
todo, não sei se de frio ou de tesão, ou os dois. Me deu um frio gostoso
na barriga, de tão excitado que estava. Me aproximei dela por trás,
tapei sua boca com a minha mão esquerda e a puxei violentamente para
dentro da casa abandonada. Eu a arrastei para o único lugar que havia
telhado, um quartinho pequeno, onde havia uma mesa de madeira antiga.

  Ela tinha largado sua bolsa no meio do caminho e de tão assustada
não gritou nem tentou se livrar de mim. Comecei a ameaçá-la, mandando
ficar calada. Tirei um canivete do meu chaveiro e cutuquei sua barriga,
não com força, mas mais para assustá-la. Meu pau estava duro na sua
bunda, que eu encoxava gostosamente. Passei minhas mãos nas suas pernas,
subindo suas coxas e saia. Que bundinha linda ela tinha. Rasguei sua
calcinha com uma só puxada. O ambiente estava escurto, mas havia um
feixes de luz.

  A encostei na parede e com minhas duas mãos, abri sua blusa de
botões, levantando seu sutiã e ferozmente chupando seus seios e lambendo
seu pescoço. Ela, assustada nada fazia, mas começou a me fazer
carinhos, primeiro passando suas mãos nos meus cabelos, depois tentando
me abraçar. Ela era extremamente cheirosa, o que me mais deixava louco!


  Mandei ela se ajoelhar e tirei meu pau para fora da calça, dando
tapas na sua cara com meu cacete, puxei seus cabelos e penetrei ele
dentro da sua boca. Ela engasgou no início e eu adorei a forma como eu
penetrava sua boca. Acho que se eu continuasse daquele jeito, iria
engasgá-la com a minha gozada.


  A levantei e a joguei em cima da mesa, com sua bundinha virada
para mim. Subi mais sua saia e meti meu pau na sua buceta que ela soltou
um grito. Tapei novamente sua boca e puxava seu cabelos a cada metida
que dava. Gemia alto aproveitando os barulhos que a chuva provocava. Ela se segurava forte na mesa e empurrava sua bunda para trás enquanto eu socava minha rola dentro dela.
Prestes a gozar, empinei sua bunda para meter mais fundo. Tirei meu pau
de dentro dela e agarrei sua cabeça, gozando freneticamente nela toda.
Empurrei ela em cima da mesa, enquanto vestia minhas roupas. Ela,
praticamente jogada ali, recuperava seu fôlego, olhando para mim.


  -E então Priscila, gostou?


  -Amei ser violentada pelo meu amante! -Trouxe minhas roupas?


  -Sim, estão no carro. -Trouxe meu casaco de frio, use-o para não ficar doente. -Ainda bem que seu marido esqueceu o celular e agora?


  -Na verdade, fui eu que deixei o celular por lá! -E mais, ele que se foda! -Aquele velho pançudo. -Dois anos casada com ele
e a meses que ele não faz o que tem que fazer... -Que volte para casa a
pé!


  Conheci Priscila dentro de um ônibus, enquanto a encoxada
deliciosamente por alguns meses, até eu ir mais além, levando para a
minha casa ou para o motel, mesmo sabendo que era casada. De uns tempos
para cá, ela queria apimentar a nossa relação, com aventuras. E ser
violentada, era uma de suas fantasias. Que venham outros momentos como
esse!



Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria

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