Sogrinha Tripolar (Texto para adultos (+18) )

25 de Junho de 2014 PpedroMaia Contos Eróticos 7225

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Corria o ano de 2002, eu com 30 anos namorava
a lindíssima Carla... Ela estava na flor de seus 18 anos,
branquinha, cabelos e olhos pretos... seios maravilhosos... muito
educada, inteligente e muito sapeca. Qualquer dia vou escrever sobre
algumas das aventuras que vivi com ela. Por hora, a narrativa será
sobre a aventura que vivi com a Dona Cláudia, sua mãe, que na
época estava perto dos 40 anos... Cláudia era uma mulher muito
“gente fina”... mas só quando queria... como descobri algum
tempo depois.


Conheci D. Cláudia em um dia de TPM (ao
menos é o que penso). Cheguei em sua casa, no bairro da Tijuca (RJ)
com a Carlinha, entramos, sentei no sofá enquanto aguardava os
acontecimentos... Quando Carla voltoou com a mãe, vi uma mulher
bonita, olhar firme, semblante de pessoa inteligente... também
observei que ela usava uma camiseta verde sem sutiã... (hummm) uma
bermuda larga dava um toque de jovialidade, ou seja, uma mulher
charmosa e bonita. Depois de toda essa observação, veio a primeira
desagradável surpresa... quando Carla me apresentou, D. Cláudia me
olhou fixamente, virou-se para a filha e disse: - não tinha nenhum
gatinho na tua lista telefônica não?


Fiquei sem saber o que falar... Foi a
primeira vez que quis manda-la à merda ou a algo parecido... mas
fiquei quieto e ela virou-se e sumiu de meus olhos... UFA!!! Carla
pediu desculpas e ficamos vendo TV... Tentou explicar que a mãe
tinha um temperamento instável e, por isso, tinha muita dificuldade
em se relacionar... Não me importava o que Carla falava sobre a
mãe... eu não parava de pensar naquela “VELHA VADIA” sem a
menor simpatia...


O tempo passou... e como a casa delas ficava
perto da faculdade, toda quinta-feira eu saía da aula e ia direto
pra lá... mesmo tendo que aturar aquela “mala”... Como eu
levava uma muda de roupa limpa, quando minha flor chegava, eu já
estava de banho tomado, esperando-a para um passeio qualquer... Eu
sempre era recebido por D. Cláudia e com o passar do tempo, fui aos
poucos descobrindo que a sogrinha cada dia estava de um jeito
diferente...


Às vezes eu chegava e ela tinha um suco
preparado e bebíamos regado a um gostoso papo sobre viagens,
trabalho ou algum curso que ela fez ao longo da vida... vez por
outra tinha um bolo ou sanduíche... às vezes ela queria saber tudo
sobre mim: faculdade, família, etc... Outras vezes ela abria a
porta, não dava nem boa tarde, me deixava na sala e sumia... se
limitava a dizer: “se quiser tomar banho use o banheiro da
empregada”. Aos poucos fui me habituando... estava virando uma
rotina... até que... um dia, ela me recebeu de roupão... tomei um
susto mas fiz que era a coisa mais normal do mundo... roupão
branco, toalha enrolada na cabeça... descalça... e me olhou com
olhar mais malicioso do mundo, me deu dois beijos no rosto (natural
entre os cariocas), me encarou várias vezes... falou futilidades,
brincou... e entre um sorriso e outro, percebi que o roupão era
ligeiramente largo na altura dos seios... tinha certeza que com
algum esforço iria vê-los... e quando me esforçava para isso, ela
percebeu e...


- NEM PENSE EM OLHAR PRA CÁ, VIU??


Fiquei sem graça... ri... e conversamos por
uns 5 minutos... ela me pediu para relaxar... pra não ficar com
vergonha, me ofereceu uma cerveja (pela primeira vez), foi em
direção ao quarto...


- Fique à vontade, tá?? Já volto!!


Claro que minha cabeça voou longe. “Vou
comer!!!”, pensei na hora... Eis que depois de uns 20 minutos ela
aparece toda arrumada dizendo que iria sair com as amigas... disse
que eu poderia ficar à vontade enquanto esperava a Carla que em
breve chegaria...


- MERDA!!! VELHA SAFADA!!!


... e muitas coisas foram acontecendo... Uma
vez, na Praia das Conchas, em Cabo Frio, eu estava dentro d’água,
em pé, com água no pescoço. Não tinha nenhum perigo, já que o
mar estava completamente calmo... Carla ficou algum tempo comigo...
mãozinha aqui e acolá... e de repente percebi que a sogrinha
estava se aproximando... e ficou na parte mais rasa por algum tempo.
Pouco depois da Carla retornar à areia, Cláudia, que estava a uns
2 metros perguntou se podia ir mergulhando até onde eu estava. Ela
queria que eu a segurasse, já que tinha medo de ir pro fundo.
“Claro”, eu disse... e lá vem ela... e quando chegou...
subiu... com os seios completamente à mostra... lindos...
branquinhos... mamilos rosados... me abraçou... com “medinho do
fundo”.


Cá pra nós caro(a) leitor(a)... é
impossível naquele mar calmo o biquíni sair “sem querer...” e
quando me abraçou... fez cara de espanto...

Praia das Conchas



- Eu não dou pé!!! Coloca no lugar pra
mim... por favor!!! E mais uma vez lançou aquele olhar malicioso
que me deixou excitado na hora... Ajeitei seu biquini bem devagar...
e aproveitei para alisar aqueles seios... olhei fixamente seus olhos
enquanto alisava, torcendo para o tempo parar... já estava pensando
em como fazer para comê-la ali... naquele mar gelado... Até que
ela me olhou e...


- NUNCA MAIS FAÇA ISSO!!! O que você está
pensando?


- Desculpe...


- Deslcupa uma ova...


Saiu esbravejando... e voltou para a areia,
me deixando de pau duro, puto, sem saber o que pensar... a única
coisa que me veio à mente foi um adjetivo que correspondia bem
àquela mulher imprevisível. VACA!!!


Saí da água algum tempo depois sem saber o
que dizer se aquela “vagabunda” tivesse falado alguma coisa para
e Carla e seu pai que bebia tranquilamente sua cervejinha... O fato
é que ela me recebeu na areia com uma toalha que estava esquentando
sobre a cadeira... “VACA MALUCA!!!” eu pensei... e falou
baixinho.


- Já me acalmei, tá???


... e mais tempo passou... acampamentos,
baladas onde dançamos juntos, muito papo... e na maioria das vezes
ela passou a me tratar bem. Raramente estava de TPM... até que...
um dia... ela me atende de novo com aquele conhecido roupão...
cabelos molhados... chinelos...


- Entra!!


- Oi... tudo bem com a senhora??


- Está... mas vai ficar ainda melhor... E me
olha com aquele olhar penetrante...


- Aceita um suco de laranja?


- Sim... obrigado!!!


Entrou na cozinha e, ao voltar, aparece
completamente nua... parou na minha frente e, sem nada falar, me
agarra, puxou-me para o sofá e dá início a um beijo daqueles...
Cheguei a pensar em impedí-la... mas imediatamente desisti... Que
beijo gostoso!!! E ela comandava todas as ações... eu tentei
tocar-lhe os seios e ela não deixou... puxou minha mão para seu
sexo completamente umedecido... beijos frenéticos... e ela gozou...
quase que eu gozo junto só em ouvir aquele gemido delicioso... em
seguida ela pôs meu pau pra fora e inicia um delicioso boquete...
Pensei: É HOJE!!! E quando estava prestes a explodir em um gozo
delicioso em sua boca, a vagabunda deu uma paradinha... foi ao
quarto e voltou completamente vestida (PUTA!!!), dizendo que a filha
estava chegando.... e estava mesmo... - Você vai me deixar assim???


- Só hoje, tá?? E riu...


E cumpriu a promessa... A partir daquela
data, minha sogrinha sempre me preparava uma recepção diferente...
sempre calorosa... sempre com uma surpresa diferente... Ela
continuou a comandar todas as ações e gozava de formas lindas e
variadas... uns dias com um gemidinho suave, outros gritava de forma
frenética.... usava a boca de forma magistral... adorava me fazer
gozar na sua boca e beijar em seguida com a boca ainda quente...
inexplicavelmente, meu pau não abaixava... Nunca acontecera nada
igual...


Ela me beijava, alisava, cavalgava...
brincava, ria, gozava... e começava de novo... algumas vezes
conduzia meus dedos para seu clitóris enquanto cavalgava e gozava
algumas vezes seguidas... e cada gozada um sorriso de felicidade...
passei a achá-la linda!!!


Outras vezes ficava de 4... para "parecer"
uma verdadeira puta... Vez por outra queria receber carinho...
adorava beijar enquanto minha mão deslizava por seu corpo...
adorava gozar nos meus dedos enquanto tinha os seios beijados e
mordidos... era um balé e ela uma perfeita bailarina... beijo nos
seios... na boca, nos seios, boca... gozo... e recomeçava... Ela
era fantástica... todas as vezes que eu chegava lá, ela estava de
banho tomado, cheirosa e sensual... Foram meses deliciosos... eu
passei a chegar mais cedo para desfrutar daquela companhia
deliciosa... Até que... eu e Carla terminamos. Que pena!!!


Eu e Cláudia saímos algumas poucas vezes
depois disso... mas nunca mais foi igual. Ela dizia que a filha
estava sofrendo por minha causa e isso a fazia se sentir mal... e,
em pouco tempo terminamos nosso romance proibido... Mas, valeu
enquanto durou... e como valeu!!!




Reportagem especial (UOL)
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