O Mar, sempre o MAr

25 de Junho de 2014 Marujo Contos Eróticos 1821

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria




Fim de semana se aproximando, apesar do tempo encoberto,
pretendo sair ao mar para mergulhar e pescar.



Final de outono, raros são os
amigos se encorajam a sair ao mar.



Convida um, convida outro,
ninguém se manifesta. Um conhecido ouve minha conversa com amigos em um café na
cidade. A rodinha de amigos se forma e o papo sobre a pescaria e as farras que
acontecem em alto mar toma corpo e esse conhecido participando ativa e
interessadamente.



Eu cada vez mais frustrado por
não lograr êxito em conseguir companhia para sair ao mar.



A roda de amigos se desfaz e esse
conhecido, por termos amigos em comum, manifesta o desejo de ir junto. Segundo
ele esse é um sonho antigo e jamais realizado sair para pescar em alto mar.



Julio é um rapaz bem apessoado
com seus trinta e poucos anos, corpo miúdo, gestos delicados típicos de uma
educação esmerada;, transferido do interior de Minas Gerais pela empresa em que
trabalha. Pescador ribeirinho, nada sabe sobre mergulhar ou pescar em alto-mar.



Entusiasmei-me com a ideia, e comecei
a explicar detalhes que deveriam ser observados nesse tipo de esporte, quanto
tempo ficaríamos longe de terra, como dormir no barco, etc...



Tenho um barco confortável, com
acomodação suficiente para oito pessoas. E capacidade para ficar até vinte dias
longe da terra sem maiores cuidados. Enfim uma embarcação segura para uma saída
em alto-mar.



Ficamos de nos encontrar no dia
seguinte para passar detalhes sobre o que levaríamos, pois seriam dois dias e
uma noite longe de tudo.



Costumeiramente chego ao escritório
muito cedo, não eram 6:00 hs ainda. Mal ascendo as luzes de minha ala, meu
celular toca. Era o meu novo companheiro de pescaria. Estava no café defronte e
viu as luzes acesas. Convido para um café, não demora ele chega com sua esposa.



Peço desculpas ao casal
visitante, pois só tinha mesmo o café. Era hora da troca de turno dos
funcionários. Nossa empresa trabalha 24hs.



Faço a inevitável pergunta: - O
que os traz aqui tão cedo?



Julio com ar de quem havia feito algo
errado, responde: - Ontem quando chequei em casa, comuniquei à Flávia que iria
pescar e mergulhar em alto mar. Ela ficou entusiasmada com a ideia. E fez
questão de vir o quanto antes perguntar se poderia ir também. Todos nossos
amigos em comum já saíram ao mar contigo; imaginei que não teria objeção. Por
isso a trouxe junto.



Flávia uma mulher enorme, quase
dois metros de altura, ruiva, esguia, linda, toda proporcional, com seu
indefectível sotaque mineiro toma a palavra: Nunca naveguei, só vi o oceano de muito
longe. Posso ir também? (Com ar de menina minada com olhos pidões).



Gosto de sair ao mar com o barco
cheio é algo que me faz muito feliz!



Respondi que não haveria problema
algum, mas teria um preço disse rindo.



Julio e Flávia com ar muito
surpreso perguntam juntos: Que preço?



Respondo: Calma gente não pensem bobagem, para ela ir alguém vai pra
cozinha e não serei eu, marmanjo come qualquer coisa. Mulher à bordo tem que
cozinhar. Disse rindo muito.



Notei a preocupação dos dois,
estão em inicio de carreira. Já passei por esse caminho.



Disse a Flávia que se ela
quisesse mergulhar teria que comprar roupa apropriada, não tenho nada que possa
lhe servir. Tu é muito grande mulher. Rimos bastante.



Passei as especificações e os
endereços onde poderiam encontrar o indispensável. E também que não se
preocupassem com mais nada, eram meus convidados.



Também os informei que por volta
das 22:00hs da sexta feira já estaria no barco preparando nosso passeio. Que
pretendia sair antes do sol nascer no sábado. Se desejassem poderiam dormir no
barco. Já que a Marina fica no Guarujá e teriam que acordar muito cedo,
atravessar a balsa etc...



Nos despedimos, pois eu tinha
muito trabalho, foram embora felizes como duas crianças que estavam prestes a
ganhar um presente muito esperado.



Ligo para a marina e peço que
abasteçam o barco e o preparem para sair ao mar. E que verifiquem todo o
equipamento de mergulho. O atendente brinca comigo ao telefone e me informa que
válvulas e outros apetrechos precisam ser trocados estão a um bom tempo sem
uso; pensei que o Sr. Não mergulharia mais, disse rindo. Respondo :- Qual nada
meu amigo, mera questão de falta de tempo; por favor deixe tudo em perfeitas
condições; amanhã acerto tudo contigo. Ato continuo, pergunta se quero que a
despença seja abastecida. Claro, digo eu, o de costume, por favor. Amanhã à
tarde já estarei por ai.



Sexta-feira, fico no trabalho até
14:00hs; encerro meu expediente e vou pra casa. Convido como de costume a
Patroa, que quase sempre me acompanha. Ela diz não querer ir, está meio frio,
chuvoso, que prefere ficar em casa, etc...



Uma garoa gelada e incessante
teimava em querer estragar meu fim de semana. A luz do dia já estava
esmaecendo, junto minhas tralhas, despeço-me de todos em casa e parto rumo à
marina, cheguei não eram 18:00 hs. Faço os acertos com o gerente da marina, que
gentil e generosamente cuidou de todos os detalhes para que meu passeio fosse
perfeito. O Barco já estava prontinho para zarpar. Deixo na portaria os nomes
de meus convidados e embarco. Entre um trago e outro de minha preciosa cachacinha,
analiso tábuas de marés, ventos e condições atmosféricas. Melhor ir rumo norte,
o tempo parece mais favorável. O clima parece bem melhor no litoral norte.
Traço a rota pretendida, informo à capitania, etc...



E nada do tempo dar trégua, já
era quase meia noite, e nem sinal de Julio e Flávia. Vou me deitar, imaginando
que meus convidados não dariam as caras. E a garoa engrossou.



Quase três da manhã, acordo
assustado, ouço barulho no convés. Meus convidados chegaram meio alcoolizados,
encharcados e cheios de entusiasmo. Trazendo muita bagagem, parecia que iriam
viajar um mês inteiro. Mostro a cabine onde ficariam e vou à cozinha passar um
café. Logo Julio aparece de roupa trocada, pedindo desculpas pela algazarra,
tinham ido à uma festinha e se atrasaram por causa da balsa. Flávia apagou e ficamos
conversando amenidades até que ele também foi descansar.



Quatro e meia da manhã, ligo os
motores e saímos. A garoa insistente e gelada continua firme.



O Sol no horizonte começa a dar o
ar de sua graça, a garoa dera lugar a um céu nublado e calmo, já estávamos
próximos de nosso destino. Desacelero a marcha, buscando um local para ancorar.



Levo ao convés todo o equipamento que seria
utilizado.



Logo Flávia surge  já vestida com seu traje de mergulho. Penso
com meus botões, gente como é grande e bela essa mulher. Julio vem logo atrás
com dificuldades para se vestir.



Explico detalhadamente as noções
básicas para mergulhar, regras de segurança etc...



Estamos em águas rasas e calmas,
apesar da baixa temperatura do mar o primeiro contato dos dois com o mundo
submerso foi muito bom. Voltamos ao barco, recarrego o equipamento, enquanto
Flávia vai pagar a passagem, preparando um maravilhoso desjejum.



O Sol nos presenteia com sua
presença, trazendo luz e calor. Já passava das 10:00hs, mergulho novamente à
caça do almoço. Deixo os dois à bordo.



Logo consigo capturar uma bela
garoupa, a sorte estava ao meu lado. Retorno à bordo e me deparo, deitada no
deck da proa, Flávia de topless tomando sol, parecia uma deusa nórdica. Mostrando
seu corpo perfeito e escultural.



Julio enquanto me auxilia com o
peixe me pergunta se me incomodo com a semi nudez da esposa; respondo que
obviamente não quando aproveito e digo: meu novo amigo, a única coisa que me
incomoda é traição e falsidade. Não importa que forma tome, mas são as únicas
coisas que não suporto. Nudez não me incomoda até porque sou naturista, não me
despi por completo para não criar constrangimento, afinal é nosso primeiro
passeio e mal nos conhecemos. Julio me diz que desde que se conhecem tem
vontade de ir a uma praia naturista, mas nunca houve oportunidade. Digo: Fiquem
à vontade; não me importo. Estamos bem longe de olhos curiosos.



Não dei muita importância e
continuei a preparar o pescado. Os dois estão no deck da proa, longe dos meus
olhos. Termino de fazer o almoço e vou por à mesa.



Vou chama-los e já os encontro
nus em animado papo. Flávia se levanta, chego a suspirar; que bela mulher,
contenho meus pensamentos.



Durante o almoço, conversamos
sobre assuntos relacionados à minha experiência e minhas aventuras no mar.
Notei que a novidade em exporem seus corpos nus os deixou levemente excitados,
novidades ocasionam tal emoção. Eu por minha vez permanecia de short e
camiseta, quando Julio me pergunta por que ainda estava vestido se eu era um
naturista. Respondo que por nenhum motivo especial, levanto-me e dispo-me com
naturalidade. Terminamos o almoço e os dois vão cuidar da faxina na cozinha.
Afinal quem cozinha não lava pratos e panelas.



Subo para o deck superior e me
perco nos pensamentos, como é bom estar no mar! Acabo por tirar uma breve
soneca. Já passam das 15:00hs, é hora de buscar um local mais seguro para
passar a noite.



De onde estou vejo o jovem casal
se pegando, como se não existisse mais ninguém no planeta. A Deusa nórdica com
sua maravilhosa bunda voltada para onde eu estava, chupava o marido. Impossível
deixar de observar. Mudam de posição Julio fica por cima e partem para um 69.
Observo ela enfiando a língua no anus de Julio, logo após os dedos e assim
chegam ao orgasmo. Fiquei muito excitado com aquela visão.



Salto na água para esfriar, os
dois logo após também entram na água.



Saímos da água; informo que vou
levar o barco a um local mais seguro para passarmos a noite. Os dois ficam o
deck de popa, bebendo, rindo e continuando a se pegar. Cerca de trinta minutos
já estamos em uma pequena enseada de águas calmas. Ancoro o barco e desço para
onde estão os dois. Eles estavam bebendo cerveja, pego minha adorada cachaça e
sento-me defronte os dois. A excitação de ambos era visível, até porque
estávamos todos nus.



Pergunto se costumavam fazer isso
na frente de outras pessoas, se já haviam feito troca de casais etc...



Julio responde que não, até então
só tinham fantasiado a respeito, e que eu os tinha deixado à vontade para
realizar suas fantasias. Que sabiam também que eu gostava muito dessas
liberdades. Um amigo em comum já tinha batido com a língua nos dentes. Flávia
riu bastante.



E que fantasias seriam essas,
pergunto.



Flávia é quem responde: De tudo
um pouco, diz alegremente.



Contem-me, estou curioso em saber
detalhes dessas fantasias.



Flávia começa a falar, que
fantasiava transar em publico, que vez ou outra transavam no carro na rua, mas
que nunca tivera certeza de terem sido vistos. Que Julio adorava sentir seus
dedos em seu traseiro, que pretendia brincar de inversão, mas faltavam
oportunidade e acessórios. Uma lista bem extensa e fantasiosa de ambos.



Até então nada falaram sobre
minha participação na brincadeira deles, me deixando apenas como mero
expectador. Fiquem à vontade, divirtam-se.



Fiquei ali sentado ao lado dos
dois que sem nenhum pudor continuaram se divertindo. Pude observar detalhes de
ambos. Julio não era bem dotado, seu membro, creio que mal passava dos 15 cm e
talvez seu diâmetro não chegasse aos 3 cm. Lembrava bem meu polegar. Para mim
que tenho uma ferramenta que acredito ser nem grande nem pequena, 19,5 X 6 cm,
o dele é de criança. Quanto a ela, embora fosse uma mulher alta, seus detalhes
me surpreenderam. Todinha pequena e delicada.



Impossível não ficar excitado com
tudo aquilo acontecendo ao meu lado, comecei a alisar meu membro. Possuo uma
característica impar, eu consigo chupar meu próprio membro. Os dois estavam se
acabando de prazer um chupando o outro, ao verem que eu estava me chupando,
pararam como que maravilhados pela proeza, sentaram aos meus pés para melhor
observarem. Paro para observar Julio tentar fazer o mesmo; tarefa sem sucesso
algum. Rimos a valer.



Julio pergunta curiosamente o que
sinto ao fazer isso, se é bom chupar um pau. Respondo que só posso saber pelo
meu, pois é o único que chupei até hoje. Flávia maldosamente comenta as
diferenças comparativas dos dois membros. E confessa que o único que até então
experimentara era o do marido. Todos esses comentários foram motivos de risos.
Julio diz: Olha o tamanho do cara, bem maior que eu, bem mais velho, e também
bem mais sarado. Lógico que ele teria uma ferramenta maior, só que não
precisava ser tão maior que a minha.



Flávia me pede para fazer
novamente, faço sem dificuldade alguma. Contudo por mais elasticidade que eu
tenha, não chego nem à metade. Apenas o suficiente para ter prazer. Julio
pergunta se chego a gozar na minha boca e o que sinto em relação a isso. Digo,
que a maioria das vezes que faço assim, eu gozo na minha boca e é muito mais
prazeroso. Flávia brinca comigo dizendo que se chupo o meu chuparia qualquer um
e diz ao Julio: e você tem vontade de chupar um pau também? Ele responde que na
pré-adolescência quando meninos normalmente brincam de troca-troca ele chupou e
foi chupado por um primo e que os pintinhos eram inofensivos; coisas de
crianças.



Ela continua perguntando ao
marido, se ele por ter tanto tesão quando ela brincava com seu traseiro se ele
não tinha vontade de ser penetrado por um membro de verdade.



Comecei a ficar curioso com o
papo dos dois, pensei onde isso vai parar. Não vai dar certo!



A enorme excitação em que estava
diminuira bastante, recosto-me e sirvo-me de um farto trago de cachaça. Julio
me pede um pouco embora já estivesse altinho pela cerveja. Sirvo um generoso
copo, ele toma tudo de uma vez como se buscasse coragem para confessar algo.



Toma fôlego e pergunta a ela se
tinha vontade de experimentar um membro maior que o dele ou até mesmo dois ao
mesmo tempo. Ela responde positivamente, pois imaginara algo assim. Mas só
tinha essa vontade em pensamentos inconfessáveis. Ele diz a ela, nós nunca
tivemos segredo porque nunca me contou, dividimos nossas fantasias. Ela
pergunta a ele: e você nunca me contou que deu o rabinho pro seu primo e até
chupou ele. Eu, diz ela, perdi minha virgindade com você; foi contigo que
aprendi tudo o que sei de sexo.



Notei que estava instaurada uma
discussão, pulei na água. Não vou me meter nessa briguinha, estou a fim de
relaxar. As nuvens começaram a aparecer anunciando que cairia água do céu. Subi
a bordo, os dois continuavam fazendo perguntas intimas um ao a outro, num clima
bem amigável. Desci à minha cabine e fui tomar um banho quente. A temperatura
começava a cair.



Após o banho saio só com um
roupão sobre a pele, ouço os dois no chuveiro da cabine ao lado. Pergunto se
trouxeram roupão de banho, toalhas etc...; no armário encontrariam inclusive
secador de cabelos.



A chuva começara a cair, fecho o
deck, pego meu baralho para jogar paciência. Ascendo meu cachimbo usado raras
vezes e minha cachacinha.  Ouço os dois
saírem do banho e conversando, mas não conseguia entender apenas o ruído de
vozes e risos.



Preparei um lanche rápido e fui a
jogar paciência. De certa maneira fiquei preocupado com os dois estarem
descobrindo os desejos ocultos um do outro. São situações que podem gerar
separações e não queria ser eu o causador.



Liguei o aquecedor de ambiente, a
temperatura lá fora estava abaixo dos 10º C. Logo os dois aparecem sorridentes.
Ela só enrolada na toalha, ele de roupão como eu. Sentam-se à mesa para o
lanche e Flávia diz: O Julio quer te pedir algo. Sem pensar respondo: peça, se estiver
ao meu alcance está na mão. Ela com sorriso maroto diz: fala logo Julio deixa
de ser bobo, o Mário já se mostrou um cara hiper gente boa.



Ele meio envergonhado diz: Sabe o
que é tenho vontade de chupar e dar, sentir um membro de verdade pulsando em
minhas entranhas, é possível você fazer isso para mim.



Fiquei sem ação com o pedido,
perplexo mesmo e disse: Como assim, você é viado? E sua mulher, como fica?



Ele responde: Não sou viado, mas
tenho vontade de experimentar e confessei isso a ela, assim como ela também
deseja ser penetrada por nós dois.



Respondo: Olha gente, não os
trouxe para isso. Mas sou obrigado a confessar que a ideia me atrai, exceto o
fato de comer cu de macho. E também confesso a vocês, que também gosto de
sentir dedinhos e língua no meu traseiro, mas daí a querer ser penetrado por um
membro tem uma distancia muito grande. Em casas de massagem fora do país
experimentei massagem prostática, muito comum no extremo oriente. As
tailandesas fazem com capricho. Por lá é costume dos homens fazerem isso.



Flávia diz: Não se aborreça
conosco, só sentimos confiança em lhe confidenciar algo que descobrimos desejar
à pouco. A liberdade que nos deu nos levou a expor nossos desejos.



Respondo: Grato pela confiança,
tais coisas podem ocorrer, depende muito do clima e do que acontece. Não sou
chegado a coisas planejadas. E ri muito dos dois.



Jogamos baralho por um tempo, e o
papo caiu no esquecimento. Já estava ficando tarde. Os dois bebendo muito mais
do que eu. Não posso dizer que também não estava meio embriagado. Julio tira a
toalha de Flávia e começa a mamar em seus seios perfeitos e fartos. Ela por sua
vez pega no membro do marido e faz caricias. Não demora os dois estão no chão
fazendo 69 novamente. Só que dessa feita ele com a cabeça aos meus pés e ela
por cima dele. De tal sorte que se ela levantasse a cabeça estaria a poucos
centímetros do meu membro. Afasto-me um pouco para deixa-los mais à vontade.
Vou para o sofá do lado oposto, onde tinha uma visão maravilhosa do traseiro
empinado dela e da língua do marido penetrando sua vagina.



Que visão excitante. Os dois se
movimentam e ficam novamente entre minhas pernas. Os cabelos dela roçam minhas
pernas. Eu cheio de tesão começo a me chupar, ela levanta a cabeça e vem também
me chupar. Deixo as coisas rolarem. Jogo o corpo todo para frente, logo sinto
duas bocas em meu membro. Como se os dois se beijassem tendo minha glande entre
seus lábios. Logo fica apenas o Julio me chupando, enquanto Flávia vai brincar
com seu traseiro. Não é que o cara chupava com maestria!



Minha excitação estava atingindo
altos níveis, Flávia à essa altura enfiava quatro dedos no marido. Julio
rebolava muito acabando por ter um intenso orgasmo.



Meu membro pulsava; Flávia de
costas para mim agasalha meu membro em sua vagina. Senti como se tirasse a
virgindade dela. Na posição em que estávamos, Julio lambia toda a extensão de
seus grandes lábios, o que sobrara para fora de meu membro até minhas bolas.
Flávia tem múltiplos orgasmos, apertando meu membro com seus músculos vaginais
típicas de mulheres experientes em pompoarismo. Logo também chega a minha vez,
e anuncio o meu orgasmo. Ela se locomove para traz e Julio abocanha e tem meu
orgasmo em sua boca.



Apesar da chuva fria e o
adiantado da hora, já eram mais de 23:00 hs mergulho no mar gelado e sou
seguido pelos dois. O choque térmico renova as energias. Voltamos a bordo para
um banho quente. Comemos alguma coisa e voltamos a bater papo.



Pergunto ao Julio se gostara de
tudo o que até então ocorrera. Acenando positivamente disse ter adorado a
experiência, Flávia por sua vez diz ter sentido pela primeira vez ter sido
preenchida e a emoção de sentir seu útero ser tocado por um membro. Digo aos
dois que adoraria experimentar o traseiro de Flávia, de pronto ela demonstra
receio, dizendo você vai me arrombar. Se na frente já foi apertado imagina
atrás. E assim ficamos conversando sobre o assunto até o sono chegar! Desejei
uma boa noite aos dois e fui para minha cabine.



Acordo com o mar agitado, o barco
balançando muito, saio da cama sobressaltado imaginando ter acontecido algo com
a ancora e o barco estar à deriva. Uma tênue luz iluminava o convés, verifico
as amarras e está tudo certo. Nada mais que o vento forte e o mar agitado. Sem
motivo justificado para temer alguma coisa.



Ao voltar, encontro os dois
apavorados, Flávia chorando chegava a soluçar; Julio era o retrato do pavor.
Digo aos dois, calma gente é só o mar agitado. Logo isso passa. Vamos deitar
que logo amanhece e tudo ficará bem. E vou pra cama.



Me seco e me deito, meu corpo
estava gelado. Afinal o termômetro marcava que lá fora a temperatura estava a 6
º C.



Tal qual duas crianças medrosas
os dois entram na minha cabine pedindo para ficar, não me importo. Convido-os
para deitarem na minha cama. Afinal até hoje faço isso com meus filhos.



Julio resolve se deitar no sofá e
Flávia por sua vez se deita ao meu lado. Adormeço pesadamente. As primeiras
luzes do Sol me despertam. Me vejo como um sanduiche. Os dois, cada um de um
lado dormindo e meu peito servindo de travesseiro a ambos. Como estávamos nus,
sinto os corpos dos dois colados ao meu. Devagar me levanto, estava apertado
para fazer xixi.; os dois se movimentam e consigo sair desse abraço. Pela
janela vejo a garoa fina e insistente caindo; resolvo voltar pra cama. Me
ajeito em meio aos dois. Adormeço.



Acordo, estávamos os três de
conchinha. Flávia às minhas costas e Julio a minha frente. Ela me segura,  me dá um beijinho na orelha e diz: Fica
quietinho só mais um pouquinho. Obedeci. Sinto seus seios rígidos à minhas
costas, suas mãos acariciando minhas nadegas, logo tenho uma ereção. Dada a
posição meu membro se encaixa no meio das coxas do marido dela. Em uma atitude
que acredito ser reflexa ele arrebita a bunda e encaixa meu membro em seu
buraquinho.



Por ela ser maior que eu, entre
minhas pernas começa a brincar com minhas bolas, noto sua respiração ofegante e
imagino estar excitada com essa brincadeira. Estava certo. Logo sinto ela se
mexendo e seus dedinhos úmidos começam a acariciar meu buraquinho. Ao me tocar
ai, jogo meu corpo para a frente, foi o suficiente para que minha glande
penetrasse em Julio. Logo estava todo dentro dele e os dedos de Flávia dentro
de mim. Confesso estava muito excitante, mas desconfortável. Nos afastamos,
Julio pede para continuar e Flávia também. Sento-me na poltrona, Julio de
costas senta em meu colo. A penetração é profunda, geme de dor. Recosta em meu
peito apoiando os pés em meus joelhos. Flávia como uma cachorrinha, nos lambe,
das minhas bolas até o membro do marido. Logo em espasmos ele tem um forte e
prolongado orgasmo e pede para eu sair, pois estava com dores. Ao retirar o
membro cheio de sangue tive a certeza de ter arrombado o cara. Tomamos uma ducha rápida e fomos tomar o café
da manhã. Julio mal conseguia se sentar, Flávia brincando com ele diz: Meu
maridinho perdeu as pregas mas gozou como nunca vi gozar; vou ficar com ciúmes
e riu muito. Julio diz ter gostado muito apesar de estar sentido dores ainda. Em
meio a essas brincadeiras, ela diz: vocês acham que vou passar por isso também,
nunquinha. Adoro um anal, mas com o pintinho do Julio, não me machuca e me dá
prazer. E assim ficamos brincando com palavras um bom tempo.



Flávia mostrava-se muito excitada
com todos os acontecimentos, eu doido para provar aquela bundinha maravilhosa. Julio
maldosamente como que querendo se vingar bota fogo dizendo: Vai ter que ao
menos experimentar, você disse que queria, não foi? Ela responde: Tenho medo,
olha como você ficou. Rimos bastante.



Os dois assanhados resolvem me
chupar novamente, Flávia se coloca de forma tal que me oferece sua gruta
molhada, rósea e tenra. Que saborosa e cheirosa fêmea. Tenho a oportunidade de
lamber também seu buraquinho, que contraste fantástico. Uma mulher enorme, com
partes pequenas, delicadas e muito bem cuidadas. A guerra de línguas e lábios
contra minha glande estava muito prazerosa. Julio por vezes chegava a colocar
as minhas duas bolas na boca.



Logo Julio sobe na cama e se
posiciona atrás da mulher, e começa a querer penetra-la por trás. Na
movimentação, vez ou outra saia de trás e penetrava em sua vagina. Não sei se
por barbeiragem ou por sacanagem. Seu membro algumas vezes chegou a tocar em
minha boca. Flávia muda de posição e agasalha meu membro em sua vagina e pede
para que Julio a penetre também. Por mais que tentássemos ele não conseguia.
Não sei se por seu membro ser pequeno, ou se por nós sermos bem maiores que
ele, mal conseguia penetrar a glande. Resolvo tentar uma posição diferente e de
certa maneira bem desconfortável. Coloco Flávia sentada na borda da cama,
levanto suas pernas e as deixo sobre meus ombros; e me ajoelho sobre ela de
forma tal que suas nadegas ficassem expostas e de maneira mais fácil para que
Julio a penetrasse. O inconveniente, meu traseiro também ficou arreganhado.
Consigo uma penetração profunda de tal forma que era obrigado a me movimentar
com cuidado para não machucar seu útero. Julio consegue penetrar por inteiro.



Flávia fica como louca de desejo
e prazer, seu corpo tremia todo com vários e intermináveis espasmos denunciando
seus múltiplos orgasmos. Julio em sua posição estratégica, alisa também meu
traseiro, chegando até penetrar-me com seus dedos. Nessa malfadada posição,
Julio deixa de lado a tentativa de penetração e passa a nos lamber. Sinto sua
língua úmida e ousada me invadindo. Eu já me aproximando do ápice do prazer,
sinto como se Julio introduzisse o polegar em mim. Minha excitação aumenta;
logo me apercebo que não era seu polegar e sim seu membro, num frenético entra
e sai que latejante enche de esperma as minhas entranhas. Simultaneamente
também preencho Flávia com os fluidos de meu prazer. Nos separamos e ficamos
deitados lado-a-lado compartilhando uma cumplicidade silenciosa.



Levanto-me para tomar uma ducha,
já sob a água os dois entram no Box. Ficamos os três a brincar um ensaboando o
outro. Flávia me dá um delicioso beijo na boca. Sussurrando em meu ouvido
Flávia diz: quero tentar anal com você.



Já não sou um garotão, meu tempo
de resposta é um pouco mais lento. Voltamos os três para a cama. Me recosto
para descansar um pouco. Flávia se aninha em meu peito. Julio por sua vez, fica
brincando com meu membro flácido. Ora com as mãos ora com a boca. Enquanto isso
ele me pergunta o que senti e se gostei da ousadia dele. Respondo: Sou obrigado
a confessar, foi muito prazeroso, mas não faz parte de meus gostos. Ele diz:
Gostaria de sentir você em mim como fiz com você, até me encher também. E
voltar a colocar meu membro na boca, que logo dá sinal de vida. Flávia encoraja
o marido, pega um creme qualquer e passa no meu membro e no traseiro do marido.
Deitado como estava, ele se encaixa e vagarosamente vou penetrando, até que
nada sobra. Logo começa a se movimentar. A cada entrada vejo sair de seu membro
pequenas gotas de esperma, sinal que sua próstata esta sendo massageada. Algo
que é extremamente prazeroso. Ele muito excitado, acelera os movimentos.
Praticamente juntos atingimos o orgasmo. O dele é aparado no rosto pela esposa
o meu inunda suas entranhas. Ao invés de sair rapidamente como de outra feita,
ele fico contraindo seus músculos anais até que meu membro fique flácido.
Enquanto isso ele e a esposa trocam um longo beijo dividindo o esperma que
ficara sobre a face dela.



Mais uma ducha e vou procurar
algo para comer, afinal muito exercício dá uma fome enorme.



Enquanto preparo o almoço, meus
pensamentos se voltam ao ocorrido; perdi a virgindade de meu traseiro. Nem em
meus pensamentos mais exóticos imaginei que um dia isso pudesse ocorrer. Nas
várias situações excitantes que participei nada semelhante até então havia
ocorrido. Apenas meras brincadeiras e caricias pequenas introduções de dedos e
línguas, nada mais. Em casas de massagem já tive minha próstata massageada dor
mulheres. Mas a lembrança do membro do Julio pulsando e ejaculando era algo
perturbador. Nesses devaneios e recordações meu membro mostra pequena ereção,
meu corpo diz a minha mente; o resultado foi positivo. Talvez até pelo fato de
ter sido um membro pequeno em relação ao meu; mas não muda em nada foi comido e
gostei da experiência.



Lá fora a garoa dá uma trégua, o
tempo permanece nublado e a temperatura sobe um pouco, cerca de 26 º C.
Enquanto o almoço não fica pronto, vou para o deck da popa apreciar a paisagem.
Ascendo um charuto acompanhado de um bom cognac. Estou relaxado e feliz.



O Casal até então não saíra da
cabine, o almoço já pronto coloco a mesa e chamo os dois. Almoçamos conversando
amenidades, os dois contando detalhes íntimos de suas peripécias e aventuras juvenis
até nosso encontro. De certa maneira nada de tão ousado haviam vivenciado até
então, um papo bem interessante. Eu também comentei vários episódios em minha
vida, bem mais promíscuos que dos dois juntos. Muitos deles vivenciados ali
mesmo, no barco. Como iniciei minha vida sexual, como eram os costumes em minha
adolescência e por ai afora.



A essa altura da nossa
intimidade, Julio e Flávia fazem de minhas coxas travesseiros. Eu apenas
sentado relaxadamente. Fico a observar os mínimos detalhes daquele mulherão.
Seus seios fartos, com bicos pequenos e róseos, sua vulva depilada e pequenina
como de uma pré-adolescente. Fazendo bem o tipo falsa magra. Embora fosse bem
mais alta que eu. Julio por sua vez, um homem de baixa estatura, de aparência
frágil e magra. Me comparando aos dois me senti um perfeito macaco. Sou
corpulento, tenho ombros bem largos; fruto de anos de pratica esportiva,
principalmente natação. Como todo latino com ascendência Moura, moreno e o
corpo repleto de pelos. Só a marca onde o short de banho cobriria, depilado. Um
tremendo contraste comparando com os dois.



Acaricio o corpo de dela, brinco
com os biquinhos de seus seios com os dedos. Não demora a deusa nórdica se
inflama. Levanta-se e me beija, sinto como se não fosse apenas desejo e sim
paixão; um beijo delicado, apaixonado. Embora fosse um beijo quente, não fiquei
excitado, mas sim enternecido pela entrega. Julio permanecia com a cabeça
recostada em minha perna, aparentemente sem notar a esposa me beijando. Ela
sussurra em meu ouvido: quero fazer amor e não só transar com você. Ficamos nos
amassando um bom tempo; que ruiva deliciosa e encantadora.



Ela se levanta e em gestos
sensuais me chama: vem. Julio se senta e estático fica a nos observar. Logo
estou dentro dela. Suas pernas se enlaçam em minha cintura forçando uma penetração
profunda. Olha para Julio, esta se masturbando. Ficamos assim um tempinho, ela
se movimenta e se vira de costas. Vem, já de quatro. Encaixo minha glande no
seu buraquinho e deixo que ela estabeleça o ritmo. Depois de algum esforço já
estava todo dentro dela, que rebolava, Julio se deita por baixo de nós e passa
a nos lamber; ela olha pra mim com cara de safada sem nada dizer, mas com o
jeito de quem não queria o marido ali. Ela cada vez mais excitada, teve um
orgasmo intenso. Eu ainda não estava pronto. Ela sai e coloca o marido no lugar
dela, Me acariciando as costas e apreciando o maridinho sendo enrabado. Até que
o inundei novamente; que ao sentir imediatamente também tem seu orgasmo.



A essa altura, meu membro só
queria repouso, digo que já era hora de voltarmos.



Tomamos um banho de mar, ligo os
motores e rumamos de volta. Seriam quase três horas de viagem.



A garoa fina e intensa continuava
a não dar trégua, o mar estava bem agitado. A embarcação a todo instante tinha
a proa emersa. Diminuo bastante a velocidade, cerca de ¼ do normal. Chegaríamos
bem mais tarde.



Já eram quase 22:00 hs quando
vejo no horizonte as primeiras luzes da entrada do canal do porto. A viagem de
volta havia sido bem desgastante. Informo aos meus amigos que já estávamos
chegando.



Flávia rapidamente se coloca ao
meu lado tentando visualizar a paisagem; a garoa impedia o espetáculo. Julio
permanecia na cabine, segundo ela apagado.



Embora eu já estivesse vestido
ela permanecia só de roupão, a cada balanço do barco suas curvas generosamente
se mostravam.



Atraquei o barco na marina, pelo
rádio informei que esperaríamos a chuva diminuir um pouco ou talvez passar a
noite.



Descemos às cabines para preparar
o desembarque. Julio dormia pesadamente, digo a Flávia: Deixe, não o incomode.



Voltamos ao deck e entre um drink
e outro ficamos conversando sobre o ocorrido durante o passeio. Flávia confessa
ter sido a maior e mais louca aventura que fizera. Que repetiria fácil tudo
novamente.



Digo: Calma menina amanhã
voltamos à vida normal de cada um e o que aqui acontece aqui fica. Fiquem e
passem a noite no barco, vou para casa estou exausto. Vou pegar minhas coisas.



Julio dormia pesadamente, Flávia
diz que no decorrer da semana me visitariam no escritório.



Nos despedimos com um beijo
quente e sensual e parti deixando os dois no barco.



Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


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