Protagonista de uma festa

26 de Junho de 2014 Marujo Contos Eróticos 2388

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria




Há tempos atrás morei um tempinho em Belo Horizonte, vida de
estagiário é complicada.



Pouca grana e sozinho em uma cidade estranha. Na cidade, de
parentes só uma tia, que raramente tínhamos contato. Exceto minhas primas que
vez ou outra nos víamos nas baladas.



Minha prima, Beatriz, de 27 anos estava prestes a se casar. Eu
tinha certeza de que haveria uma festa de despedida de solteira, pois ela
sempre foi do tipo festeira, baladeira. E conhecendo suas amigas, algumas eu já
tinha até “ficado”, sabia que elas não deixariam essa data passar sem uma bela
comemoração; o que eu não imaginava é que um belo dia, sua amiga, Renata, me
ligaria para falar sobre a tal festa. Elas tinham dois pequenos e graves problemas:
não tinham um local discreto para a festa e o pior, apesar de várias
tentativas, não haviam conseguido um stripper sequer, para animar a mulherada.



Renata me contou que todas as amigas, inclusive minha prima,
haviam conversado e concluído que iriam me oferecer uma grana se eu concordasse
em ser o stripper dessa festa, além de permitir que fosse feita no meu
apartamento, já que moro sozinho.



Passado o choque inicial, comecei a rir, achando aquilo muito
engraçado. Como assim stripper? Renata explicou que a ideia era apenas brincar,
tomar todas e que no máximo eu ficaria de sunga. Pensando bem, quantas vezes
não participei de brincadeiras semelhantes? Não vi nada de demais naquilo e
acabei por aceitar a brincadeira; até mesmo porque farra é farra. Imaginava que
viriam umas três ou quatro amigas da Beatriz, então a diversão já estaria
garantida!



No dia marcado para a festa (um sábado), Renata e outra amiga
vieram mais cedo para o meu apartamento, para deixar tudo preparado, decoração,
bebidas, musica, etc. Primeiramente já fiquei surpreso com a quantidade de
tequila e cerveja que elas trouxeram. Pensei "essa mulherada realmente vai
tomar todas hoje!" Depois de algum tempo as convidadas começaram a chegar,
fui ficando cada vez mais tenso uma vez que eram mais do que eu imaginava.
Ainda não eram 20hs e já havia pelo menos 10 mulheres em casa, bebendo e
ouvindo musica.



Próximo das 21hs a Renata, que havia saído antes para se
arrumar, voltou com outras amigas e minha prima. Beatriz tem 1.80m e mais ou
menos 70 kg, talvez um pouco mais. Seus cabelos, negros, são longos e anelados.
Sua pele é bronzeada e no geral ela é daquele tipo "mulherão". É
claro que até então eu nunca havia reparado muito nela, por ser minha prima,
mas naquele dia parecia que ela estava vestida para matar! Ela usava um vestido
bem soltinho e talvez dois palmos acima do joelho... cabelos soltos e muito,
muito perfumada.



Depois de algum tempo de festa e com todo mundo bebendo
muito, chegou a hora mais esperada: meu strip! Todas pararam por um instante,
fiquei em pé no meio da sala. Usava uma calça jeans e camiseta. Sou um cara
meio grande, esportes aquáticos fazem parte da minha vida. Achei que de algum
modo deveria dançar de maneira provocante.



Uma das amigas dela colocou uma música sexy, especialmente
para minha performance. Comecei devagar, meio sem jeito, não tinha prática
alguma naquilo e também estava bastante tímido no momento. Por sorte todas elas
me ajudaram, batendo palmas, gritando e agitando bastante; aquilo foi me
incentivando e pouco a pouco fui ficando mais a vontade. Elas literalmente
fizeram uma rodinha ao meu redor, e a Beatriz ficou logo na minha frente. É
claro que de todas elas, a única para quem eu não olhava diretamente era ela!
Tinha medo de ficar com muita vergonha e não conseguir continuar com a festinha
que havia prometido.



Durante a performance eu bebia muito, pois aquilo me ajudava
a perder um pouco a vergonha. Notei que todas estavam bebendo muito também,
principalmente minha prima. Passado algum tempo, lá estava eu, na frente de
todas, dançando e vestindo apenas uma sunga. Parecia que a musica e meu show
estava prestes a acabar, até que duas das garotas, sem que eu percebesse, se
aproximaram e, num movimento muito rápido, baixaram minha sunga, me deixando
completamente nu na frente de todas. Naquele momento eu congelei, esperando a
reação da mulherada e, principalmente, da minha prima. Após alguns segundos,
elas começaram a rir e bater palmas, apoiando a atitude que as duas acabaram de
ter. Percebi que estavam achando aquilo tudo muito legal. Isso fez com que eu
me empolgasse muito. Como até aquele momento eu estava um pouco nervoso, meu
pau permanecia relaxado. Me aproveitei disso e comecei a fazer movimentos
balançando muito... elas simplesmente não acreditavam no que eu estava fazendo
e fui fazendo cada vez mais! Minha prima olhava para o meu pau meio que não
acreditando naquilo. Depois de algum tempo uma das amigas dela se levantou e
falou bem alto "castigo, castigo!" apontando para a minha prima.
Nesse momento, todas começaram a repetir "castigo, castigo". Renata
se levantou e questionou "mas qual castigo a Beatriz terá que
pagar?". Nesse momento a musica foi desligada. Uma outra amiga se levantou
e comentou que em uma outra despedida de solteira que havia ido, as mulheres
obrigaram a noiva a fazer um strip também. Ao ouvir isso, minha prima começou a
gesticular que não, dizendo que não faria strip algum! Todas começaram a
pressionar, agitando e botando muita pilha nela. Algumas começaram também a
puxa-la em direção ao centro da sala, onde eu estava. Ao ver que ela se
levantou, um pouco relutante mas rindo muito, eu me afastei um pouco, e fiquei
ali, parado e olhando. Minha prima, agora em pé, começou a fazer uma dança,
bastante tímida, alias, assim que colocaram novamente a musica. Uma de suas
amigas pegou de sua mão um copo que ela segurava, deixando que ela movimentasse
mais seu corpo. A dança, que começara de forma bastante tímida começou a
esquentar parecia que Beatriz já estava se empolgando com aquilo tudo. Ainda
vestida ela começou a passar a mão pelo corpo, segurando seu vestindo, erguendo
um pouco e depois soltando novamente. Enquanto fazia isso era possível ver sua
calcinha, branca e bem pequena, contrastando bastante com suas coxas e barriga
bem bronzeadas. Ao ver aquilo percebi que, caso não me controlasse, acabaria
ficando de pau duro. Sob o coro de "tira-tira" ela deixou a alça de
seu vestido cair de um lado, depois do outro, e com um movimento lento dos
braços permitiu que o vestido escorregasse pelo corpo, parando sobre os seios,
que são médios e bem formados, perfeitos. Movimentando o corpo e rebolando
bastante, o vestindo foi escorregando pelo sutiã, deslizando, até que caiu aos
seus pés, deixando-a apenas com sua lingerie. Naquele momento, sem querer, eu
já começava a imaginar como ela seria completamente nua. Claro que não
imaginava o que estava por vir...



Eu não conseguia parar de olhar fiquei como que hipnotizado,
enquanto dançava, Beatriz virou de costas, e ficou rebolando aquela bunda
grande, arrebitada e muito lisinha, na minha direção. Ficou claro que sua bunda
era seu melhor requisito. Erguendo os braços atrás das costas ela começou a
mexer no fecho do sutiã. Estremeci, pois não podia acreditar que ela tiraria...
Em um movimento rápido, o sutiã desprendeu e foi ao chão, e pude ver suas
costas completamente nuas, terminando em uma cintura bem fina e depois uma
linda bunda arrebitada... quando se virou, meus olhos foram direto aos seus
seios, completamente nus. Não consegui concluir se era pelo leve ar gelado do
ar condicionado, ou se minha prima estava excitada, mas seus mamilos estavam
enormes e rijos. Eram pontudos e escuros, contrastando com a pele clara da
marquinha deliciosa do biquini. Fiquei impressionado com o formato perfeito, e
de como eram firmes... seus seios moviam-se pouco enquanto ela fazia a dança,
aparentando serem realmente muito firmes.



Neste momento, quase que inconscientemente noto que meu pau
começa a endurecer. Antes que seja tarde eu percebo, e com muita concentração
evito um constrangimento maior. Ele acaba ficando num meio termo, apontando
para frente, mas não totalmente ereto. Nem olho para os lados, mas se alguém
estivesse prestando atenção nele, notaria que não estava mais como momentos
antes...



Acreditando que aquele fosse o show todo, fico tenso ao notar
que minha prima, rebolando suavemente encaixa os polegares nas laterais de sua
calcinha, fazendo uma leve pressão para baixo... suficiente para que a
marquinha de sol comece a aparecer. Sua marca era tão forte que parecia que
ainda vestia o biquini. Aquilo foi me deixando louco. Percebi que meu pau
começava a escorrer, mas antes que o fio de baba de fato escorresse, consegui
pegá-lo com a mão. Respirei fundo, pois tinha sido por pouco. Se alguém visse
aquilo certamente acharia estranho. Minha prima continuava descendo sua
calcinha lentamente, até que seus primeiros pelinhos começaram a surgir... bem
aparados, ela tinha apenas uma faixa não muito grossa de pelinhos morenos,
subindo até o limite do biquini. A marquinha mostrava que seu biquini não era
dos maiores. De repente, num movimento mais brusco, ela se inclina para frente,
baixando a calcinha até os joelhos. Erguendo os braços e abrindo levemente as
pernas, a calcinha então cai completamente solta, parando no chão. Meus olhos
acompanham o movimento da calcinha em câmera lenta. Depois vão subindo pelas
pernas, coxas, até chegarem a sua buceta. Passo um tempo admirando, até que ela
vira de costas para mim, caminha em direção ao sofá, e se senta.



Repentinamente a musica muda, da versão sexy do strip para
uma valsa. As mulheres começam a rir e falar do novo castigo que minha prima
deverá pagar. Uma delas se levanta e fala "vocês terão que dançar uma
valsa, do jeito que estão!". Eu fico simplesmente congelado, sem acreditar
no que acabara de ouvir. Meio relutante, e com o "incentivo" de
algumas amigas, minha prima se levanta e caminha até o centro da sala, onde
estou. Rindo sem parar, ela se posiciona para a valsa, fazendo a posição dos
braços e olhando para mim. Sem saber muito o que fazer, eu dou um passo a
frente e pego em uma de suas mãos, colocando a outra em sua cintura, atrás.
Evito ao máximo chegar muito perto para não haver muito contato. Nós começamos
a fazer os passos da valsa, embalados pela agitação das amigas, batendo palmas
e falando bobagens. Em alguns momentos sinto os seios de minha prima tocando
meu peito. Percebo que estão muito rijos e arrepiados. Deixo que minha mão, em
suas costas, desça lenta e disfarçadamente, chegando ao limite da cintura,
entre suas costas e bunda. Estico um dos dedos e consigo sentir o
"cofrinho" dela. Embora sem tocar diretamente, percebo que sua bunda
é bem firme e gostosa. Após algum tempo e com aqueles mamilos rígidos roçando
em meu peito, começo a perder o controle e sinto meu pau endurecendo cada vez
mais. Passado um certo ponto, não existe mais volta, e após algum tempo
dançando essa "valsa erótica" fico com meu pau completamente duro. A
cabeça, grande e lustrosa completamente a mostra, e apontando para o teto! As
primeiras amigas que notaram a situação começam a rir e apontá-lo, mostrando
para quem ainda não tinha percebido. Por fim, minha prima, ainda de mãos dadas,
se afasta um pouco e olha para baixo, vendo meu pau completamente duro
apontando em sua direção. Achando que aquele seria o fim da brincadeira,
surpreendentemente ela volta para a posição e continuamos a dança, desta vez um
pouco mais próximos. Sinto que a cabeça do meu pau toca em sua barriga, mesmo porque
sou um pouco mais alto. Sem se afastar, continuamos dançando, com meu pau
tocando suavemente em sua barriga. Em alguns momentos eu me abaixava um pouco,
e podia sentir a cabeça do meu pau, completamente molhada e lustrosa, tocando
nos pentelhos de minha prima. Em um certo momento ela se afasta, sendo possível
ver um fio liquido e fino saindo do meu pau, preso em sua barriga. Ela se vira
e se afasta, fazendo com que ele se rompa, sentando no sofá com aquela marca
melada em sua barriga... Com todas rindo muito e curtindo a festa, inclusive
minha prima, chega a hora do terceiro castigo: beber tequila no stripper..



Marcela, uma outra amiga de minha prima que eu já conhecia,
vem para o centro da sala segurando uma garrafa cheia de tequila. Ela pede que
eu deite no chão. Um pouco bêbado, e de pau duro, eu apenas obedeço...



Considerando que já passa da meia noite, e, após vários
telefonemas e sms dos namorados e maridos, algumas das amigas de minha prima
começam a deixar a festa. Quando a brincadeira da bebida começa, somos
basicamente em cinco ou seis na festa, as mais guerreiras e eu! Pensei que
aquilo poderia ser bom, uma vez que o pouco de vergonha que ainda restava,
acabaria. Estou deitado no chão, com as pernas levemente abertas e esticadas.
Meu pau, duríssimo, encosta-se a minha barriga. A cabeça, quase tocando meu
umbigo. Vejo que ele escorre enlouquecidamente, de tanto tesão que sinto
naquele momento. Marcela chega perto com a garrafa de tequila, e, lentamente
joga um pouco em minha barriga. A maior parte escorre para os lados, então ela
joga mais um pouco, dessa vez mirando mais no meu umbigo. Minha prima, ainda
nua, se ajoelha ao meu lado, com a bunda arrebitada e os joelhos unidos. Dou
uma olhada para o lado e vejo apenas alguns pelinhos entre suas coxas grossas.
Ela se ergue para trás e prende o cabelo. Ao baixar novamente, chega com o
rosto próximo a minha barriga. Sem hesitar eu ergo minha cintura. Sinto a
respiração quente dela. Sem pensar muito, ela encosta a língua próxima ao meu
umbigo, e começa a lamber toda a tequila que estava escorrendo. Quando termina,
se volta para o meu umbigo, ainda enxarcado de bebida. Nesse momento, o rosto
de minha prima não está a mais do que cinco centímetros da cabeça do meu pau.
Ele lateja e se mexe freneticamente. Tento me controlar, mas é impossível. Ela
posiciona a língua dentro do meu umbigo, e começa a lamber toda a bebida,
delicadamente. Eu tendo levantar um pouco mais a cintura, na tentativa de
encostar meu pau em seu rosto, mas sinto que ficaria muito descarado. Nessa
hora penso "ah se meu pau fosse maior hein...". Ao terminar de
lamber, minha prima se ergue, olhando para Marcela. A visão, assim de baixo, de
seus seios é simplesmente incrível. E, desde o inicio da festa, é a primeira
vez que preciso realmente me concentrar para não gozar ali mesmo. Marcela então
se aproxima novamente com a garrafa e, desta vez derrama tequila nas minhas
coxas. Minha prima, ainda ajoelhada no mesmo lugar, se vira em direção as
minhas pernas, ficando quase que de costas para mim. Nessa posição consigo ver
perfeitamente sua bunda bronzeada. Sinto a tequila escorrendo por minhas coxas,
um pouco em direção ao meu saco. Minha prima então se abaixa e começa a lamber
minhas coxas. Ao se abaixar, ela praticamente fica de quatro, com a bunda em
minha direção. Simplesmente não acredito no que estou vendo, sua buceta
aparecendo entre as pernas. Só paro de admirar quando sinto sua língua chegando
cada vez mais próxima das minhas bolas. Involuntariamente eu abro um pouco mais
as pernas, deixando minhas bolas completamente a mostra. Sem que a bebida que
estava em minhas coxas tenha sido totalmente lambida, Marcela se aproxima
novamente e desta vez, sob a agitação de todas as mulheres que ainda estavam
lá, joga tequila direto em meu pau e bolas. Minha prima se ergue um pouco e
começa a rir, brincando com as amigas dizendo que aquilo já era sacanagem.
Todas começam a agitar e botar cada vez mais pilha. Beatriz então se abaixa
novamente, rindo, e chega com a boca próxima a meu saco. Lentamente sua língua
começa a sair de sua boca, chegando cada vez mais próximo, até que finalmente
toca a pontinha em minhas bolas. Neste mesmo momento meu pau dá um salto,
latejando de tanto tesão. Ao ver isso, com uma das mãos minha prima pressiona
meu pau contra minha barriga, praticamente prendendo-o. Com a língua começa a
fazer movimentos lentos e circulares em minhas bolas, lambendo tudo. Meu pau
estremece em sua mão, e delicadamente ela começa a passar os dedos por ele. Da
cabeça até a base, deixando-o completamente lubrificado com a baba que escorre
dele. Enquanto faz isso, sua língua massageia deliciosamente minhas bolas,
desta vez subindo um pouco e chegando ao meu pau. Nesse momento volto a me
concentrar em sua bunda, arrebitada e praticamente de quatro em minha direção.
Com uma das mãos, encosto delicadamente. Com receio do que ela iria achar
daquilo. Ao sentir minha mão, e, para minha surpresa, ela se vira um pouco
mais, deixando sua bunda virada mais ainda para mim. Começo a acariciar suas
coxas, subindo cada vez mais, tocando sua bunda gostosa. Aperto um pouco e confirmo
o que eu já imaginava, realmente era muito dura. Sem pensar muito e vendo os
lábios de sua buceta aparecendo entre as pernas, toco-a usando a face externa
dos meus dedos, fazendo carinho. Ao sentir meu dedo em sua buceta, minha prima,
segurando meu pau, o ergue e coloca inteiramente em sua boca. Começando então a
chupá-lo de forma deliciosa. Usando os dedos para acariciar minhas bolas e, com
a outra mão masturbando meu pau enquanto chupava. Fiquei enlouquecido,
acariciando sua bunda e buceta. Fico admirando sua cabeça subindo e descendo em
meu pau, praticamente engolindo ele todo. Após algum tempo de diversão, suas
amigas repentinamente interrompem a brincadeira, dizendo: "agora é hora de
tomar tequila nela!!!"...



Sem pensar duas vezes minha prima se levanta, caminhando até
o sofá, se recusando a deitar no chão, como eu havia feito. Ela então se deita,
de bruços, permitindo uma visão perfeita de sua grande e empinada bunda. Logo
após, eu me levanto, com meu pau completamente duro e melado, em uma mistura de
tequila, saliva da minha prima, e o liquido que escorre o tempo todo da cabeça
dele. Me aproximo de Marcela e tomo a garrafa de tequila de suas mãos. Desta
vez eu mesmo irei jogar a tequila na minha prima. Vou até o sofá onde ela está
deitada e lentamente começo a derramar a bebida, um pouco nas costas, e deixo
que escorra até sua lombar, bem próximo de sua bunda. Percebo que ela fica
completamente arrepiada ao sentir o liquido. Me abaixo então bem próximo ao
sofá e começo a lamber suas costas. A tequila se acumula quase toda próxima a
sua bunda, e pouco a pouco vou lambendo tudo. Durante a lambida, coloco minha
mão em uma de suas coxas, e começo a acariciar. Minha prima então abre um pouco
suas pernas. Percebendo o movimento, subo mais ainda minha mão, chegando a sua
bunda. Começo a acaricia-la de forma vigorosa. Exploro cada centímetro de sua
bunda com meus dedos, tudo isso enquanto continuo lambendo a bebida de suas
costas. Beatriz, então, começa a movimentar sua bunda quase que rebolando em
minha mão, enquanto acaricio. Finalmente meus dedos encontram sua buceta
novamente, e começo a acariciar lentamente, acelerando pouco a pouco. Apesar do
barulho e musica no ambiente, percebo que ela está gemendo de tesão, o que
deixa meu pau latejando mais ainda. Depois de algum tempo a masturbando, pego
novamente a garrafa e desta vez despejo o resto da tequila sobre sua bunda.
Chego bem perto e admiro como a bunda da minha prima fica arrepiada novamente.
Toco a ponta de minha língua em sua bunda e vou movimentando, sem pressa
alguma. Enquanto vou lambendo, continuo com meu dedo em sua buceta, sem parar
de masturba-la, o que faz com que minha prima arrebite cada vez mais a bunda,
de tanto tesão. Isso faz com que o resto de tequila escorra através de seu
cofrinho. Estico o máximo que posso minha língua, e a encaixo em seu cofrinho,
lambendo a tequila que acabara de escorrer. Minha língua vai penetrando cada
vez mais fundo, em direção aos meus dedos que neste momento ainda a masturbam,
tocando freneticamente sua buceta. Sem hesitar, penetro minha língua até que
chegue ao cuzinho dela e, delicadamente uso só a pontinha para lambê-lo. Com a
outra mão, acaricio sua bunda, puxando levemente para o lado, permitindo que
minha língua penetre mais profundamente.



Mantenho essa posição por algum tempo, mão direita
masturbando sua buceta completamente molhada, mão esquerda acariciando sua
bunda deliciosa e abrindo espaço para minha língua que delicadamente penetra em
seu cuzinho. Neste momento, tomado por um tesão incontrolável, me levanto, pego
a garrafa de tequila e derramo o restante todo em meu pau, deixando-o
completamente lambuzado. Debruço-me então sobre minha prima, como se fosse
fazer flexões, e toco meu pau em sua bunda. Sem demorar muito, começo a
esfrega-lo por toda a bunda, lambuzando com a tequila que eu havia derramado.
Minha prima então coloca uma das mãos para trás, segurando meu pau e colocando
exatamente no meio de sua bunda, encaixado pelas duas nádegas. Começo a
movimenta-lo, para cima e para baixo, esfregando com força em sua bunda. O
movimento faz com que todo meu pau fique completamente lubrificado,
principalmente a cabeça, que de tão lustrosa brilha intensamente. Nesse momento
minha prima começa a se virar, querendo ficar de frente para mim. Afasto-me um
pouco permitindo. Já de frente, percebo que sua buceta está completamente
molhada, até seus pentelhos estão encharcados. Ela então pega meu pau, e o
coloca próximo a sua buceta e começa a movimentá-la nele. Fazendo movimentos
tocando desde meu saco, passando por todo o pau, até chegar na cabeça, com sua
buceta. Depois descendo e subindo novamente, repetidamente. Enquanto minha prima
faz isso, me reclino sobre ela, e começo a lamber seus mamilos completamente
rijos. O movimento de sua buceta se esfregando eu meu pau fica cada vez mais rápido
e, então, com uma das mãos ela posiciona meu pau de encontro a sua buceta.
Sinto o calor envolvendo a cabeça do meu pau, e com uma leve pressão, começo a
empurrar. Os lábios de sua buceta começam a engolir a cabeça e, quando percebo,
meu pau já está penetrando deliciosamente minha prima. Nunca havia
experimentado uma buceta tão molhada em toda minha vida. Vou penetrando cada
vez mais, movimentando de forma acelerada. Enquanto meto, me abaixo mais um
pouco e nossas línguas se encontram. Começamos a nos beijar durante a
penetração. Nossas línguas praticamente se enroscam, e sinto minhas bolas
batendo em suas coxas enquanto penetro forte. Não muito tempo penetrando, sinto
minha prima se contorcer, gemendo freneticamente, enquanto gozava em meu pau.
Suas unhas arranhando minhas costas, de tanto tesão. Aquela cena me deixa
completamente maluco, e fico com uma enorme vontade de gozar também. Ao perceber
isso, minha prima me empurra de cima dela, praticamente me jogando para fora do
sofá. Fico de pé, sem entender muito o que havia acontecido. Ela então se senta
no sofá e, me abraçando pela bunda, traz meu pau para perto, começando a
chupá-lo freneticamente. Olho para baixo e vejo sua cabeça indo para frente e
para trás, rapidamente, engolindo praticamente todo o meu pau. Com uma das mãos
ela pressiona minha bunda, forçando ainda mais o delicioso boquete, com a
outra, usando as pontas dos dedos, faz carinho em minhas bolas. Não demora
muito para que eu comece a gozar e, sem tirar meu pau da boca, minha prima
continua me chupando no mesmo ritmo. Sinto meu pau esquentando dentro de sua
boca e, mesmo após gozar, ela continua chupando, tocando os dentes na cabeça
dele, fazendo com que eu quase me contorcesse de tanto tesão. Percebendo que eu
não aguentaria mais, ela finalmente tira a boca e meu pau, já não tão duro,
está completamente melado. MInha prima, então, começa a rir, mostrando que
havia engolido tudo. Coloco as mãos atrás da cabeça, sem acreditar no que
estava vendo.



Ao olhar para os lados, vejo que, as poucas amigas que
restaram, estavam literalmente "apagadas". Até hoje não sei
exatamente até que momento elas acompanharam, mas, no estado alcoólico de todas,
não deve ter sido muito.



Minha prima, com uma expressão desconsertada se levanta,
rapidamente recolhe suas as roupas e corre ao banheiro para se vestir. Ao
voltar, pega sua bolsa e acorda suas amigas que estavam literalmente caídas no
sofá. Com um beijo no meu rosto ela se despede. Ainda um pouco bêbado e confuso
com o que acabara de acontecer, vou para meu quarto certo de que aquela havia
sido uma das melhores e mais loucas aventuras da minha vida...




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