Um dia diferente para cada um.

26 de Junho de 2014 challenger Contos Eróticos 4539

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


O casal de alunos saíram de mãos dadas. Atrás do muro da escola, tiraram as blusas que caracterizavam a escola e foram juntos ao parque que fica a duas quadras dali. Ele, meio mané, rindo de tudo e falando besteira. É mais baixo que ela, mas sua beleza e corpo definido, compensava. Ela, alta, encorpada, não parece ter seus dezesseis anos. Preocupada se tem outras pessoas os olhando. Ele de calça comprida e ela de calça legging, como ele havia pedido para ela usar. Quando a viu pela primeira vez com aquela calça hoje, não parou de fixar seus olhos no que lhe interessava, a famosa "pata de camelo". 

   Chegaram ao parque, numa das entradas menos movimentadas. Olharam bem para os lados e não vendo ninguém por perto, resolveram entrar mato adentro. Ele estava excitadíssimo, ela nervosa. Quando finalmente tiveram a certeza de que não foram seguidos e não havia ninguém por lá, ele se transformou. Antes, estava todo carinhoso, a acalmando dizendo que tudo estava bem, relaxa. Agora? Queria ser fodê-la à qualquer custo! 

   Ele a empurrou contra a árvore. Ela de legging, com suas curvas bem delineadas nas coxas e na bunda. Sua bucetinha estava apetitosa atrás do tecido. Seus seios, durinhos pelo frio, estavam sensíveis. Seus cabelos longos, lisos e pretos estavam amarrados, no estilo rabo-de-cavalo. Ele chegou mais perto dela e não a beijando na boca, como sempre fazia, tocou entre suas pernas com sua mão direita, apertando muito forte e depois, com o dedo do meio, ficou roçando sua vagina sem delicadeza. Ela sentiu dor e medo. Ele, ficou de pau duro.

   Com sua outra mão, aquele moleque, que quer ser reconhecido como o melhor e o maior, abaixou sua calça, mostrando seu membro duro à ela. Ela olhou com receio. Ele a olhou como comida. Com as mãos nos seus ombros, a abaixou com força, fazendo-a ficar de joelhos, naquela terra preta. Mal ela se ajeitou, ele enfiou seu pau na sua boca, sem nem ao menos perguntar antes. 

   Ela não queria assim. Primeiro disse que sua casa estaria vazia àquela hora do dia, onde poderiam usar sua cama, como ela sempre sonhou. E não ali, daquele jeito, daquela forma. Pensou no André, o garoto que era mais apaixonado por ela, mas que não tinha a "fama" e a "popularidade" do Gustavo e nem o corpo e a força. Mas se arrependeu de ter dito não para o André e de ser fácil com o Gustavo, que em menos de uma semana de namoro, estava naquele mato.

   Ele forçou a entrada do seu pau na sua boca, ela envergonhada, abriu. O pau, duro e grosso, foi sendo socado, sem amor e sem cuidado. Ele sentia prazer em enfiar e ver que ela não o aguentava. Ele não suportava o André, o odiava. Iria tirar a virgindade da Camilla primeiro. Socou seu pau dentro da boquinha delicada, com lábios finos. Depois, bateu no seu rosto, com seu cacete duro, machucando-a.

   A levantou, apertou forte seus seios. Ela gemeu de dor, e ele pensou que ela havia gemido de tesão. Não quis beijá-la, nem na boca nem nos seios. Abaixou o legging dela com força e rapidez. Ela tentou segurar, mas ele era mais forte. Como iriam fazer, ela pensou. Ele a empurrou no chão, fazendo-a ficar de quatro. Seus cabelos estavam no seu rosto, ela queria arrumá-los, mas ele não deixava. Desconfortavelmente, ela naquela terra úmida, de quatro, sujando suas mãos e seus joelhos, sentiu ele segurando sua cintura e sem avisá-la, penetrou sua buceta. A dor era inimaginável e seu grito foi alto.

   Ele tapou sua boca com a mão e socava deliciosamente seu pau dentro daquela bucetinha apertadinha, ficando louco para gozar. Batia com força na sua bunda branquinha, deixando marcas vermelhas. Iria comê-la todos os dias, em todos os lugares, pois não tinha uma namorada e sim uma putinha. Ela era uma vadia e ele começou a xingá-la assim. 

   Ela não conseguia ficar confortável daquele jeito. Ele metia forte dentro dela, sem delicadeza. Dor, só dor e agora, ele a xingava dos piores nomes que ela poderia ouvir. Começou a chorar, não só por causa da dor, mas pela humilhação que agora sentia. Ele achava que por causa de ser virgem, ela chorava, era assim com todas que ele transava. Era o primeiro de muitas. Mas não o único. Ficava com raiva quando elas não o procuravam de novo, para sentir o prazer que ele sentia.

   Estava prestes a gozar, tirou seu pau de dentro daquela buceta cheia de sangue e queria porque queria, meter de novo dentro daquela boca da putinha. Ela não deixou, empurrando com as mãos. Ele puto, deu um tapa no rosto branco e delicado dela. Ela se assustou com aquilo. Ele puxou seus cabelos e gozou no seu rosto, gemendo de prazer, um prazer que ela queria sentir também. Quente e nojento, ela não queria aquilo na sua boca. Ele, a lambuzou todinha com seu pau. Parou por alguns segundo, a olhando como um simples objeto.

   Ela, imóvel, envergonhada e humilhada. Não sabia o que falar ou fazer. Viu Gustavo, se vestir, se arrumar e depois pegar suas coisas e a deixá-la ali, sozinha no mato, suja e quase nua. Começou a chorar, procurando com suas mãos sua mochila. Pegou uma outra blusa que estava dentro e se limpou. Se ajeitou da melhor forma, virou-se deitada, cada vez mais encolhida e continuou a chorar. Não acreditava que no estava acontecendo.

   Ele saiu do mato, sem nem olhar o que tinha à sua volta. Estava relaxado e feliz consigo. Esse ano, em junho, era a décima putinha que tirara a virgindade. Estava louco para contar para a galera. E com certeza, eles a queria também. Seria questão de poucos dias que teria a casa só para ele. Pensou na galera comendo aquele vadia e sendo reconhecido como "o cara". Ele agora pensava na Jéssica, a loirinha religiosa que seria ainda mais fácil que essa...


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