Bailarina Loirinha (Parte 2/3)

27 de Junho de 2014 Del Contos Eróticos 3658

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


"... enterrei os dedos ao redor da calcinha, puxando-a e rasgando-a..."

Esta é uma continuação. Leia a parte anterior aqui. Em breve este conteúdo será disponibilizado na íntegra no site Contos Eróticos Aleatórios.

Assisti pacientemente ao show irritante daquela dupla sertaneja demente, mas a música ruim pouco afetava minha concentração nos movimentos da bailarina loira. Que flexibilidade! Que movimentos precisos! Que graciosidade ao dançar! O filho da puta do cantor babaca de cabelo cheio de creme e camisa aberta nos peitos se engraçava mais com ela do que com as outras bailarinas. Aliás, que outras bailarinas? Eu só conseguia ver aquela doce loirinha à minha frente, e aos poucos eu chegava mais próximo do palco, praticamente babando ao ver sua prexequinha inchada espremida naquele short rosa tão curto.

Quando finalmente aquela tortura musical acabou, ela fez um sinal para mim lá do palco, dizendo para eu lhe encontrar na lateral. Chegando lá, fiquei ainda mais excitado ao ver aquela delicinha suada, com a maquiagem borrada e os cabelos zoneados. A loirinha me disse para esperar só mais um pouco, até ela tomar um banho e se trocar. Negativo, respondi a ela que queria degustar dela daquele jeito mesmo, in natura, até fedida se fosse o caso, mas eu não aguentaria esperar nem mais um segundo. Então ela correu até o vestiário (que bunda linda naquele shortinho colado) e voltou com sua bolsa pendurada no ombro, dizendo que a partir daquele momento, ela era minha até as 5 da manhã, quando ela deveria estar em casa.

Como o relógio já marcava mais de 2 da manhã, peguei a loirinha pela mão e caminhamos rapidamente até o hotel, que ficava a menos de duas quadras dali. O tesão em mim era incontrolável, mas não havia um mísero beco escuro naquela cidade pequena, mesmo sendo alta madrugada. O jeito foi continuar caminhando com a trosoba dura roçando na calça, e a bailarina delícia me provocando com sorrisinhos e elogios variados a minha pessoa, até chegarmos ao hotel.

Quando chegamos na suíte, a delicinha fugiu dos meus braços e correu para o banheiro, me deixando como única opção tirar a roupa, deitar na cama e esperar por ela com a trosoba armada. Ao abrir a porta, ela apareceu somente de calcinha, com os cabelos loiros soltos sobre seus ombros, e aqueles peitinhos com bicos vermelhos deliciosamente empinados, a me convidar para uma chupada vigorosa. Ela caminhou lentamente na minha direção, dizendo que minha piroca estava ainda maior, e perguntando se eu estava preparado para o espetáculo. Que delícia de mulher safada e confiante, tinha plena noção de que suas habilidades sexuais jamais sairiam da minha memória.

Levantei da cama e fui em sua direção, e ela fugiu em direção à parede. O olhar de sapeca da moça antecipava o que viria logo a seguir. Ela se apoiou na parede de costas para mim, lançou a perna direita para o alto e fez um tipo de arabesque (que consiste no movimento aonde a bailarina joga a perna para o alto, apontando os pés para o céu com a coluna curvada e a mão segurando o pé), revelando em detalhes sua deliciosa buceta, absolutamente carnuda, guardada pela calcinha de cor creme. Sua bunda branquinha era visualmente espetacular, e em minha cabeça eu só conseguia me imaginar dando tapas ali até deixar tudo bem vermelho.

Fiquei literalmente congelado após o movimento da bailarina, e quando me recuperei do choque, tentei me aproximar, mas ela baixou a perna e me bloqueou enquanto sorria, dizendo que ainda não era a hora. Em seguida ela apoiou as costas na parede, jogou a perna esquerda totalmente esticada para cima, fazendo sua volumosa buceta ficar ainda mais evidente. Minha trosoba estava tão rígida e pulsante que eu poderia engravidar um muro de concreto, e a bailarina continuava a me provocar, dizendo para só observar, enquanto ela graciosamente se tocava, fazendo seu mel lentamente irrigar o tecido da calcinha. Bem que tentei fazer conforme ela falou, mas meu autocontrole deve ter saído de férias.

Em um gesto rápido, enterrei os dedos ao redor da calcinha, puxando-a e rasgando-a em um só golpe. A bailarina safadinha arregalou os olhos e tentou baixar a perna, mas era tarde, a distância entre nossos corpos era pequena em demasia, então logo sua perna já estava pressionada pelo meu peitoral naquela posição magnífica, e minha trosoba apontando decidida para sua bucetinha Peguei a loirinha pelo pescoço com as duas mãos, e ela se entregou ao meu domínio, só pedindo para entrar devagar. Ok, isso eu poderia fazer.

Mantive uma das mãos em seu pescoço e, com a outra, pincelei o mastro entre os grandes lábios volumosos daquela prexequinha rosada e depilada, vendo a cabeça do little Del se revestir com o néctar viscoso da safadinha. Logo em seguida, posicionei o instrumento e introduzi lentamente o pau na loirinha, até a metade, praticamente delirando ao comer pela primeira vez uma mocinha tão flexível, e também me impressionando como sua prexeca ficava apertada naquela posição. Que tesão era começar o vai-e-vem olhando para aquela loirinha sapeca, que alternava gemidos com sorrisos metálicos para mim, já ficando com o rosto vermelho diante da sensação de ser invadida por minha piroca vulcânica.

Eu sabia que ela aguentaria pouco tempo naquela situação, mesmo sendo especialista em flexibilidade, então pressionei mais a mocinha contra a parede, induzindo minha bailarina safadinha a propor outra posição. Qual? Um franguinho assado em pé, que espetáculo! Me afastei e deixei ela se posicionar com as pernas ao redor do meu corpo, apoiando-a pela deliciosas nádegas com minhas mãos, e preparando uma nova inserção de meu maracatu em sua prexequinha deliciosa. Pedi por mais ousadia, e ela acatou, deixando suas panturrilhas pressionando meu peitoral e os joelhos colados em seus deliciosos seios. Enterrei a piroca na sua buceta enquanto a pressionava forte contra a parede. Ela cravou os dedos em meus braços e enfim relaxou, apoiada por minhas mãos e violada no seu íntimo mais remoto por minha trosoba fumegante.

Senti que sua prexeca pingava de tesão, dando-me liberdade para socar o membro com violência no interior da bailarina. Abusando da minha força nos braços ao segurar a loira, forcei minha masculinidade sem dó na safada, que gemia alto e abusava das caras de tesão, ciente de que meus olhos estavam focados nos seus. Ela implorou por meu beijo, e mediante o toque úmido de nossos lábios e a inserção profunda de minha rola intrépida em seu íntimo, a bailarina gozou, desfazendo-se em espasmos e gemidos baixinhos enquanto me beijava. 

Gostou? Quer saber como continua esta deliciosa aventura sexual? O restante estará disponível em breve no site Contos Eróticos Aleatórios, e também será publicado aqui no Texton. Enquanto isso, se delicie com outros contos eróticos de qualidade abaixo:

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