O Parceiro Certo - Capítulo 9

30 de Junho de 2014 Noel Contos Eróticos 1579

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Na manhã seguinte ao acordar, minha irmã salta da cama dela e vem rolando para o meu lado, aconchegando a cabeça em meu ombro.



- Bom dia irmã. – Diz Clara.



- Bom dia. – Respondo.



Minha mãe vestida com a sua camisola azul abre a porta sorrindo para mim e para minha irmã desejando-nos bom dia.



- Bom dia mãe. Notícias da Suzana? – Pergunto.



- Olha Clara, porque você não vai se arrumar para ir á escola, hem?



- Está bem mãe eu já entendi.
–  Minha mãe espera Clara sair do quarto para poder continuar a falar.



- Filha foi muito difícil escutar o que o João disse para mim. – Desabafa minha mãe.



- Como assim mãe? O que ele fez? – Pergunto.



- Filha, devido a sua briga de ontem a Suzana teve que levar quatro pontos na cabeça...



- Quatro pontos? – Interrompo minha mãe.



- Sim... Mas...



- Vai ficar para recuperação no bimestre, a média da escola é cinco.



- Joana quer parar de brincadeira?



- Calei. – Digo, obedecendo a
minha mãe.



- Ótimo. Olha devido a sua briga o João disse que não vai continuar morando aqui, se continuar do jeito que estava. Ele conseguiu um apartamento e vai morar com a Suzana, mas ela já pediu a ele que só sua irmã e eu podemos entrar lá, você não.



- O que? E o que você disse? – Pergunto.



- Filha, você e a Clara são a razão do meu viver, mas, o que eu vivi com o João foi tão verdadeiro que...



- Que? – Pressiono.



- Olhe hoje eu quero ir lá, tentar apagar a burrada que você fez com a filha dele...



- Sim mãe, mas...



- Mas... Eu quero passar a noite lá. – Afirma minha mãe.



- E a Clara?- Pergunto.



- Se quiser eu a levo também, para fazer companhia a Suzana que está sozinha.



- Mas, eu irei ficar sozinha em casa?



- Filha cadê o Stefano? Suas amigas?



- O Stefano é um abusado, posso chamar o...



- Quem? O garoto? Não o quero aqui...



- Mas mãe...



- Você não me deixou terminar... Não o quero aqui sem antes, você me apresentá-lo.



- É sério?



- Sim... Pode trazê-lo, mas vai com calma filha.



- Pode deixar mãe.



- Agora, vá para a escola, já conversamos o que tínhamos que conversar.



- Obrigada, mãe, eu te amo. – Dou um pulo da cama e abraço minha mãe, dando-lhe um beijo na bochecha.



Vou ao banheiro e tomo um banho, logo, me enxugo e visto o meu uniforme da escola, penteio o meu cabelo e passo um pouco de maquiagem, sem todo aquele exagero. Saio do meu quarto e vou para a cozinha,onde,uma mesa cheia de frutas está a minha espera.



- Comam logo vocês duas, para não se atrasarem. – Advertiu minha mãe.



- Pode deixar. – Como não estava com muita fome, só como duas maças e me sinto satisfeita. Pego o meu material e desejo um bom dia a minha mãe e uma boa aula a Clara.


Quando chego à escola minhas amigas voam em minha direção para conversarmos, mas somos interrompidas quando o sinal da escola toca. Todos os alunos voam para as suas salas, para o meu azar eu tropeço com os sapatos de uns garotos, e quase... Eu disse quase caio
no chão quando alguém me segura.



- Dessa vez não caiu. –Exclama Henrique.



- Henrique? – Ele me levanta e quando tomo a minha posição normal, eu dou um abraço nele, que mais tarde...Vira um beijo. A sensação é boa demais até que a inspetora “Bola” nos interrompe.



- VOCÊS NÃO ESTÃO ESCUTANDO O SINAL NÃO? – Ela berra.



- Bom dia pra você também –Respondemos juntos.



Caminhamos de mãos dadas pelo corredor da escola, onde Henrique quebra o silêncio e diz:



- Qual é o problema dela, hem?



- Não sei, mas não temos culpa se o marido dela não está comparecendo com o seu dever. – Começamos a rir. – Henrique me conta o que aconteceu com você depois do incêndio? - Pergunto Curiosa.



- Fui ao hospital e tive que usar um tampão a noite inteira, nos dois olhos para limpá-los da areia no dia do vôlei.



- Ah sim. É bom saber disso. –Chegamos à porta da nossa sala. – Minha mãe disse que
você pode ir à minha casa, aliás, ela quer te conhecer.



- Como assim? Você contou a ela sobre mim?



- Nem foi preciso, quem fez isso foi o meu pai.



- Claro seu pai, é uma pessoa muito boa.



- Vamos entrar gente. – Diz o nosso professor de geografia, Jorge, um homem alto e moreno, de camisa verde que passa mais o tempo dele fazendo intrigas do que explicando a matéria.



- Claro professor. – Ao entrarmos na sala todos começam a uivar.



- Ah calem a boca “ú” é o cassete.



- Joana! - Repreende o Professor.



- Parei professor. - Digo.



Henrique se senta na carteira ao meu lado,onde, passamos a manhã inteira ouvindo o professor falar sobre globalização. Quando Henrique está do meu lado até as horas na escola me parecem ligeiras,maravilhosas, cheias de vida. Fito o verde dos olhos de Henrique: Uma floresta em que se pode caminhar sem se perder, em cujo caminho há sempre paz, mesmo quando a floresta pode ser perigosa. E enquanto esta floresta me embala, sorrio o sorriso perfeito.



Quando o alarme da escola toca,um grito de livramento acompanha sua zoada,como se muitos prisioneiros fossem
repentinamente libertos da prisão perpétua agraciados não se sabe por quem. Fico sozinha na sala,com o Henrique:Parece um cemitério. As mesas e as cadeiras animadas por nossos pavores e alucinações, machucadas por nossos lápis e
canetas continuam ali imobilizadas como lápides. Um silêncio de falecimento envolve tudo. Até que mais uma vez Henrique quebra esse silêncio.



- Joana estive pensando, e se...



- Se o que? – Pergunto curiosa.



- E se... Você fosse dormir lá em casa hoje? – Propõe Henrique com um sorriso tarado no rosto.



- Nossa!  Henrique não acha que está indo rápido demais não? – Pergunto.



- Se não quiser, eu entendo.



- Eu não disse isso, eu até aceito o seu convite. Mas temos que passar por algo bastante perigoso.



- E o que é?



- A permissão da minha mãe.



- Ah Claro. Mas, eu cheguei a um ponto onde faço de tudo para te ter ao meu lado.



- Fofo. Vamos para a minha casa, primeiro. Fechado?



- Fechado.


Chego a casa com Henrique ao meu lado, minha mãe sai da cozinha vestida com o seu avental cor de rosa.



- Bom dia gente. Estão com fome? Esperem que, daqui a pouco o almoço estará pronto. – Diz minha mãe.



- Não, por mim, não precisa se preocupar senhora... – Diz Henrique, sendo educado.



- Por favor rapaz, senhora não, pois, me sinto uma velha.



- Mas mãe, você é uma...



- Joana, não vai me apresentar o rapaz? – Ela me interrompe.



- Claro. Mãe esse aqui é o Henrique. – Digo. - Henrique, essa é a minha mãe Carminha.



- Prazer Carminha. - Diz Henrique estendendo a mão para a minha mãe.



- O prazer é todo meu rapaz. - Minha mãe corresponde a Henrique com um aperto de mão. - Tem certeza que não quer almoçar?



- Tenho sim, aliás, eu já estou indo meus avôs devem estar me esperando.



- Você não tem pais?



- Mãe... – Digo um pouco envergonhada com as perguntas da minha mãe.



- Está tudo bem Joana, não tenho, eles morreram num acidente de carro.



- Oh sinto muito, eu não queria...



- Está tudo bem, isso foi há muito tempo, eu ainda tinha alguns meses de vida. Enfim, foi um prazer conhecê-la Carminha, até logo Joana.



- Até. – Fico olhando Henrique caminhando por um bom tempo, até que a silhueta dele some de vista.



- Simpático ele... Dele eu gostei.



- Sério? Olha mãe. Ele me chamou para dormir na casa dele hoje. Eu posso ir?



- Já chamou você para dormir na casa dele? Você deve ser muito importante para ele.



- Isso é um sim?



- E por acaso você me ouve? Pode sim, aliás, quero que você seja feliz, mas, vai com calma filha. Tudo tem o seu tempo.



- Está bem mãe. Obrigada. – Agradeço.



- Agora vá almoçar, mas, deixe algo para sua irmã que chegará daqui a pouco.



Obedeço a ela indo para a cozinha, onde, minha mãe fecha a porta da sala e me segue.



Ao entardecer, minha mãe arruma toda a casa e suas coisas para sair de casa. Fico no quarto com a minha irmã vendo filme no meu laptop. Até que somos interrompidas quando minha mãe abre a porta e chama Clara para saírem. Dou um abraço na minha irmã e da porta mesmo, minha diz que eu tenha juízo.



- Divirtam-se. – Exclamo.



Arrumo o meu quarto, e me visto para sair, optei por um vestido, ele era preto com detalhes em azul, sensual. Confesso que adorei, ele ficou perfeito
pra mim, delineava minhas curvas sem ser vulgar.



Ao chegar à casa de Henrique toco a campainha, ele abre a porta e me recebe com um beijo.



-Seja bem-vinda,meu amor.



-Obrigada anjo.



Beijamos-nos novamente. Sua boca me tomou com volúpia, logo sua língua pedia passagem,que obviamente cedi. Seu gosto era algo maravilhoso,o prazer que estava sentindo apenas com seu beijo era tanto que parecia estar em outra dimensão,onde nada mais existia. 

Fomos para o quarto dele onde este,está com pouca luz devido às velas e luminárias acesas.



-Onde estão os seus avôs? – Pergunto interrompendo aquele momento maravilhoso.



-Foram ao asilo,visitar alguns parentes que lá estão internados.



-Temos a casa só para nós?



-A noite inteira.



 Henrique pega uns fósforos e acende umas velas aromáticas, deixando o ambiente cheiroso. Logo, liga o aparelho de som,onde, a música “Justify My Love” da Madonna,começa a tocar mesclando romantismo e sensualidade naquele momento,deixando-me excitada. Henrique chega mais perto de mim e nos deitamos na cama de casal dele,que estava florida com pétalas vermelhas. Beijamos-nos. Seus lábios me devoravam, podia sentir sua língua reconhecendo cada canto da minha boca e o mesmo fazia com ele,de repente uma sensação totalmente desconhecida passou por mim,a sensação de estar fazendo a coisa certa,como se aquele beijo estivesse esperando por mim,como se realmente estivéssemos nos reconhecendo,era divino.



-Eu te amo. – Henrique sussurra no meu ouvido,deixando-me ainda mais excitada.



-Eu também te amo,Henrique.– Respondo.



Ele me deu aquele sorriso torto,colando o seu corpo junto ao meu me fazendo sentir sua ereção que pulsava por baixo da sua roupa sexy.Sua boca,agora devorava meu pescoço dando chupões e pequenas mordidas, enquanto suas mãos,firmes e grandes,massageavam meus seios ainda por cima do vestido. Eu segurava firme no seu membro e rebolava contra seu membro que parecia estar quase explodindo dentro da calça.



-Vai me deixar louco. – Ele diz.



-É deixá-lo louco que eu quero mesmo. – Afirmo.



Ouvi um gemido alto sair de sua boca e ele imediatamente procurou o fecho do meu vestido,depois disso o senti apenas deslizando até meus pés,me agarrei em seus cabelos macios e totalmente bagunçados. Uma de suas mãos desceu por minhas costas já abrindo o fecho do sutiã,enquanto a outra se colocava por entre nossos corpos dirigindo-se para o local já tão necessitado do seu toque.



-Quero sentir seu gosto em minha boca.



Senhor iria enlouquecer, senti sua língua quente e dura em minha entrada,enquanto seus dedos estimulavam meu clitóris. Nesse momento o prazer me consumia,já não conseguia mais raciocinar,senti os tremores e espasmos pelo meu corpo, estava próxima do meu ápice.



-Henrique...Eu...Eu vou... AH... - Então gozei,gozei como nunca naquela boca maravilhosa e ele me chupava como se não quisesse desperdiçar nenhuma gota do meu prazer.Quase desfaleci,teria caído se mãos grandes não tivessem me sustentado ele me olhou como que fascinado.



-Você é maravilhosa.- Diz Henrique.

Quando consegui recuperar um pouco do controle que já havia perdido desci minhas mãos em busca dos botões da sua camisa cinza, abri apenas três e depositei beijos e chupões ali que com certeza deixariam marcas.Ouvi seus gemidos e aquilo me impulsionou a mais,desci mais minhas mãos em busca de suas calças,apertei seu membro ainda sobre o tecido e um gemido alto saiu de sua boca.



Ajoelhei-me diante dele o fitando em seus olhos, desci suas calças e fiquei admirando o volume dentro de sua sexy boxer branca, acariciei seu membro novamente sentindo a potência. Desci lentamente sua boxer sentindo que ele ofegava em antecipação,liberei completamente seu membro que apontou totalmente ereto em direção ao meu rosto, fiquei por alguns segundos paralisada diante de tal visão. Senti suas mãos acariciando meus cabelos, olhei em seus olhos e sorri, sem esperar mais abocanhei seu membro quase por inteiro. Chupava seu membro com gosto, ora forte, ora devagar. Chupei ainda mais forte, mas ele me empurrou e logo seus braços me puxaram contra seu corpo. Ele abriu a bolsa que estava no chão ao
lado do meu vestido e retirou de lá uma camisinha.Ele segurou firme em meu quadril e em uma única investida me penetrou. Gritei alto de dor e prazer, mas o prazer foi tão intenso que não consegui me lembra de mais nada. Ele estocava forte e fundo,uma mão segurando meu quadril e outra massageando meu seio. Estava embriagada pelo prazer. Nosso ritmo então se tornou mais intenso, eu rebolava em seu membro e gemia como uma vadia. Provavelmente amanhã morreria de vergonha, mas agora não ia pensar nisso. Apenas ouvia o som de nossos corpos se chocando.


Chegamos ao ápice juntos,o orgasmo foi tão forte que caímos no chão,eu por cima do Henrique que me apertou contra seu corpo. Ficamos deitados enquanto nossa respiração voltava ao normal.



-Não sabe o quanto eu esperei por esse momento. –Ele diz.



-Por mim não precisa parar por aqui. – Afirmo.



Enquanto me olhava ele retirava o resto de sua roupa, quando ficou completamente nu,paralisei novamente vasculhando com meus olhos cada canto daquele corpo. Sentindo a admiração em meus olhos ele me presenteou novamente com seu sexy sorriso torto e se aproximou.



-Quero provar cada pedaço desse corpo delicioso. – Admito.



Dizendo isso, ele deitou-se sobre mim sempre mirando fixamente em meus olhos.Beijou-me com loucura e um desejo intenso,quando o ar já nos faltava senti seus lábios seguirem para meu pescoço e dali por todo meu corpo.Eu já não aguentava mais aquela tortura o arranhava e mordia completamente insana.



–Ah Henrique me possua. – Confesso.



Senti-o enlouquecer e me puxar pelos tornozelos encaixando minhas pernas em seu quadril, rasgou o pacote de camisinha que nem mesmo vi como ele havia pegado e já colocou rapidamente.



Ele deitou-se sobre mim e me penetrou, porém, dessa vez lentamente. Como se quisesse sentir cada milímetro do seu membro entrando em mim. Foi uma tortura deliciosa e contínua, ele continuou estocando lentamente e olhando fixamente em meus olhos. Era algo tão forte o que estava sentindo no momento que não resisti, senti uma lágrima cair dos meus olhos. Ele sorriu e capturou essa lágrima com um beijo.



Ficamos assim por mais um tempo até que o desejo se tornou incontrolável e logo estávamos outra vez naquele ritmo alucinado. Gozei loucamente seguida por ele.



Em uma hora estávamos fazendo o mais delicioso sexo selvagem da minha vida e outra parecia que fazíamos amor, mas talvez isso tenha sido apenas para mim.



Minutos depois, já vestidos eu tentava arrumar o meu cabelo que estava uma completa desordem e não sabia como me comportar ou como olhar para ele. Ele se afastou e perguntou:



- Está com fome? Preparei algo especial para jantarmos.



- Falando assim já me abriu o apetite. - Digo.



- Venha, vamos para a cozinha.



A cozinha da casa Henrique é branca com os móveis de cor cinza, onde, tudo se encontra no seu devido lugar, somente uma panela em cima do fogão.



- Preparei uma macarronada para nós, não sou o maior cozinheiro do mundo, mas esse prato foi preparado com muito amor. – Diz Henrique preparando nossos pratos para o jantar e colocando-os em cima da mesa de jantar.



- Parece estar delicioso. –Comento.


Jantamos e não sei quanto a Henrique, mas eu estava cansada,então pedi que fossemos dormir e ele me obedeceu, ao se deitar na cama, nos beijamos e dormimos de conchinha, a sensação de dormir ao lado de Henrique é maravilhosa.



No dia seguinte, acordo, com os raios do sol invadindo o quarto pela janela e quando me viro para o lado,vejo que Henrique não está mais na cama.


-Henrique? – Digo o chamando.



-Olá meu amor, bom dia. – Henrique chega à porta com um banquete em suas mãos. – Não queria te acordar,para te fazer esta surpresa.



-Está bem, meu anjo. Não tem problema. – Afirmo. – Vamos tomar café?



- Sim – Ao dizer isso, tomamos nosso café da manhã, ali na cama mesmo,o que para minha total satisfação,estava delicioso; logo, tomamos banho, que por sinal foi bem logo.



Arrumo minhas coisas e Henrique se deita na cama.



-Essa foi com certeza,a melhor noite da minha vida. – Digo. – Queria passar o dia todo com você nessa cama,mas não posso, pois ainda tem a escola.



- Te vejo daqui a pouco? – Pergunta.



- Sim. – Respondo dando um beijo em Henrique; logo saio de sua casa.

Continua...



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