Apalpando dentro do ônibus, com um final gostoso.

30 de Junho de 2014 challenger Contos Eróticos 14309

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Uma maravilhosa moreninha, com uma calça suplex preta e um decote comportado estava em pé ao meu lado. Na verdade eu estava sentado dormindo quando sua tia, mal educada entrou esperneando dentro do ônibus. Elas não tinham como se sentar e muito menos como se acomodar em pé. 

   Perguntei se poderia segurar a mochila da deliciosa morena de cabelos encaracolados e molhados. Ela, com delicadeza colocou sua mochila no meu colo. A sem noção da sua tia conseguiu se sentar na cadeira à minha frente, enquanto eu me concentrava nos detalhes do corpo daquela cheirosinha novinha. Não sei quantos anos ela tinha, acho que uns dezenove ou vinte. 

   Eram mais ou menos umas onze da noite, e o ônibus estava abarrotado de gente, alguns cansados e com sono, como eu, que passei o dia inteiro na rua e outros voltavam sei lá de onde, animados em sua conversa com alguém do lado. Estava sentado nas cadeiras antes de passar a catraca, uma cadeira atrás do lado do motorista. Quanto mais entrava gente, mais aquela deliciosa guria ficava perto de mim. Quase comecei a ver seus peitinhos, pequenos e com um perfume adocicado. 

   A iluminação era pouca, e o motorista fazia questão de apagar as lâmpadas, para não atrapalhar sua visão. Uma mulher que estava sentada ao meu lado, estava dormindo mais ou menos uma meia hora. Havia outra mulher do lado da moreninha, mas estava de costas, conversando animadamente com o cobrador. A tia, começara a falar alto no telefone e meu coração começou a disparar quando pensei em fazer algo que sempre gostaria de fazer, dar umas apalpadas numa gostosa dentro de um ônibus. Achei melhor nem pensar se é certo ou não. Meu banco era quase um degrau acima do da frente, onde a tia estava agora, berrando ao telefone. Tinha uma visão maravilhosa daqueles peitinhos. Ainda faltava mais de uma hora para chegar em casa, sendo assim...

   Comecei a olhá-la nos olhos. Quando percebeu, começou realmente ficar incomodada. Passei então a deixar meu cotovelo mais perto da sua buceta. Quando consegui fiquei roçando de leve. Se ela não gostasse, sairia e iria para perto da sua tia, mas ela nada fez. Baixei minha mão para baixo e fiquei passando nas suas coxas. Notei que ela juntou suas pernas, pressionando de leve meus dedos, a cada carícia. Fui subindo até chegar na altura da vagina e com o podegar fiquei roçando. Sua calça suplex era bem fina, onde eu sentia a textura da sua calcinha. Ela então fechou os olhos e começou a morder seus lábios, levemente. 

   Percebi que os biquinhos dos seus seios estavam agora aparecendo na blusa decotada. Que vontade de apertá-los com meus dedos! Apesar de ela ser nova, entendi a malícia nos seus olhos quando estava me olhando. Ela queria mais. E eu também. Peguei sua mão direita, onde segurava um encosto e coloquei em cima do meu colo, com a mochila por cima. Olhei para todos os lados e estávamos livres para isso. Ela acariciou meu pau por cima do jeans com vontade, como se quisesse... Senti ela procurando o zíper da minha calça e quando encontrou, abriu e enfiou sua pequena e macia mão dentro da minha cueca. Aliviei o cinto e abri a minha calça, onde sua mão entrou rapidamente, pegando meu cacete duro, que latejava com aquela loucura toda. Apertando forte, ficou batendo de leve uma punheta, mais para que ninguém percebesse o que estava acontecendo.

   Eu a queria na minha cama hoje, uma sexta-feira à noite. Peguei meu celular e começamos a nos comunicar. Seu nome era Mariana e morava a duas quadras da minha casa. Tentamos combinar um encontro hoje mesmo, porque eu disse que estaria em casa sozinho e tinha carro. Ela me passou o endereço da sua casa e disse que sua tia iria dormir cedo, como ela faz todos os dias e estaria me esperando no portão. Aquela guria era louca, mas com certeza eu iria comê-la. Marcamos nosso encontro e continuamos a nossa safadeza de pegação, até o momento que as pessoas começaram a descer em seus pontos e o ônibus começara a ficar vazio.

   Desci na minha parada e fui para casa excitadíssimo. Arrumei meu quarto, peguei algumas camisinhas, peguei umas bebidas para gelar. Coloquei algumas câmeras em lugares estratégicos, pois eu tinha que ter aquela putinha registrado para punhetas futuras. Peguei meu carro e parti para a casa daquela putinha, que eu já havia prometido a mim mesmo que iria comê-la de todas as formas possíveis. 

   Duas quadras depois, na rua onde ela me indicou, procurei o número da sua casa. Nem precisei olhar muito, pois a gostosinha já me esperava. Fechou o portão atrás de si com o maior cuidado, olhando para os lados e correndo para o meu carro. Abriu a porta e pediu para que eu fosse logo, onde ela só fechou a porta quando eu já estava mais longe da sua casa. Mariana estava com a mesma roupa, ainda bem, mas havia passado um batom bem vermelho e mais perfume, pois todo o meu carro já estava com seus cheiro. Pedi a ela que se abaixasse, pois havia muitas fofoqueiras na minha rua, na verdade eu não queria que ela soubesse qual era a minha rua e nem minha casa.

   Entrei com o carro na garagem escura, porque eu quis assim e quando o portão fechou, parti para cima dela, a agarrando, beijando fortemente sua boca e com minhas mãos por todos o seu corpo. Não sabia onde iria chupar primeiro. Ela agarrou meu pau, por cima do jeans e com suas mãos, começou a abrir minha calça. Sua boca carnuda era gulosa. Seus beijos meu deixavam com um tesão que não sentia faz tempo. Quando ela colocou meu pau duro para fora da cueca, ela veio com sua boca e começou a dar uma chupada que foi uma loucura. Como eu estava prestes a ejacular, fiquei socando meu pau dentro da sua boca com força e rapidez. Minha porra quente entrou dentro da sua boquinha como um jato. Mariana gostava de engulir e sugou tudinho, não deixando nada para trás. 

   Descemos do carro e entramos na minha casa. Dei cerveja para ela e fomos para a sala. Liguei a luz e perguntei se eu poderia tirar algumas fotos, sem mostrar seu rosto, só para que eu guardasse para eu pensar em ti quando não estiver por perto. Mariana respondeu que sim e fui buscar minha câmera. Acho que tirei umas trezentas fotos, em todas as posições e jeitos. Era tão safadinha, que deixou eu tirar fotos dos seios e da bucetinha. Quando ela estava de quatro, em cima do sofá, eu tirando umas fotos, meu cacete começou a ficar duro de novo. Não tinha como pegar uma camisinha. Tirei minha roupa e comecei a lamber sua quente e ácida buceta. Sugava seus grelinhos, enquanto apertava seus peitinhos, duros e com os bicos empinados. Passei a língua no seu cuzinho, só para testar se ela gostova, e liberou tanto, que metia meus dedos devagarzinho.

   A segurei pela cintura e fiquei roçando meu pau na pontinha da sua xana molhada. Ficando louquinha, ela pediu para que eu a comesse com pegada. Puxei seus cabelos sedosos e comecei a meter com força dentro dela. A cadelinha gemeu e rebolou como se fosse uma putinha. Algumas vezes dava uns tapas na sua bunda, onde ela parecia uma mulher madura tarada por sexo. Pedia para que eu batesse mais forte e fiz isso de forma quase cruel. Estávamos suando, quando ela começou a gemer tão alto que fiquei preocupada com a vizinhança. Sua goza foi tão linda que fiquei parado, olhando para ela, enquanto gemia e relaxava.

   A peguei no colo e a levei para o meu quarto. Subi em cima dela, abrindo suas pernas e penetrando na sua buceta encharcada, fui metendo para que eu gozasse. Ela estava mole e deixou suas pernas, bambas, bem abertas. Seus mamilos balançavam com minha socadas e sua boca estava aberta. Comecei a dar alguns tapinhas na sua cara, me deixando com o pau mais duro. Ficamos de ladinho e por causa de uma escapadinha, quase entrei no seu cuzinho. Como ela nem se manifestou, decidi virá-la de bunda para cima. Abri suas nádegas e cuspi no seu rabinho apertadinho. Coloquei meu pau devagar. Ela agora estava sentindo dor, mas pedia para eu continuar. Aquela visão, da sua bunda, buceta e eu forçando um sexo anal, me transformou em animal.

   Fui socando de leve e devagar no seu cuzinho. Mas que rabo aquela safada tinha. Dei dois tapas tão fortes na sua bunda, que quando coloquei todo o meu pau ela nem se manifestou. Agora, como um animal, eu comia com vontade aquele buraquinho, chamando-a de puta no seu ouvido e puxando seus cabelos com força, sem falar nos tapas. Era como seu eu estivesse a estuprando, pois eu a tratava como uma vagabundo, e há algumas horas antes, eu pensava que era apenas uma novinha assanhada.

   Gozei com gosto dentro dela, gemendo no seu ouvido e suando junto com ela. Ficamos na cama por alguns minutos, descansando. Fomos para o banheiro e enquanto tomava meu banho gelado, a vi mijando no vaso. Começando a ficar de pau duro novamente, saí limpinho e molhado, para ficar de frente com ela, sentada na privada. Mariana me olhava com cara de putinha e segurando meu pau, começou a bater uma punheta. Passou sua língua na cabecinha do meu pau. Chupando apenas a pontinha, comecei a sentir vontade de mijar. A peguei pelos braços, levantei e fomos até o box. Mandei ela ficar ajoelhada na minha frente e mirando meu pau, comecei a mijar nela. Ela ria com aquela novidade. Urinei nela todinha, e depois satisfeito, comecei a ensaboá-la. Liguei o chuveiro e tomamos banho juntos. Nunca vi uma novinha tão louca e tão safada quanto ela.

   Não conversamos e nem perguntamos sobre vida pessoal e blá blá blá. Era so sexo. Enquanto ela colocava sua calça suplex preta e sua blusa, fiquei me enxugando. Mariana saiu do banheiro e eu fui atrás, completamente pelado e de pau duro. Chegamos no corredor escuro, eu a virei de costas com a rosto para a parede e comecei a encoxá-la como se fosse num ônibus. Uma roçada de leve, para que ninguém desconfiasse, depois meu pau duro entre suas pernas. Coloquei uma mão dentro da sua blusa e a outra dentro da sua calça, entrando pela calcinha e acariciando sua buceta raspadinha. A encoxava com força, quase furando sua calça, quando num acesso de loucura, a joguei no chão, abaixei só um pouco sua calça e a penetrei com vontade. Agarrei suas mãos e a fodi rapidamente. Foi tão gostoso que não tive tempo de gozar fora. A puta era tão sedenta que eu enquanto gozava dentro dela, ela empinava sua bundinha, querendo mais...

   Demos mais algum tempo, onde ela fez de tudo para me deixar de pau duro, e quando conseguia, a fodia de novo. A peguei em cima da pia, de pernas abertas para mim e em cima do capô, onde ela empinava sua bundinha enquanto eu metia dentro dela. Antes de deixá-la entrar na sua casa, perguntei se ela não estava afim de mais uma porra de saideira, no qual ela aceitou e depois de quase meia hora me chupando, recebeu a tão esperada porra.

   Descobri que ela nem morava aqui e sim em outra cidade, que estava de férias na casa da sua tia, combinamos de nos ver daqui a alguns dia...quem sabe o que mais essa safada faz comigo...



Reportagem especial (UOL)
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