Presente de aniversário da minha tia...

03 de Julho de 2014 challenger Contos Eróticos 56527

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Quando tinha quase dezesseis anos, e já pensava em sexo em todos os momentos do dia (dia, tarde, noite, madrugada...), tinha certeza absoluta que era só penetrar na buceta e pronto, a mulher sairia satisfeita e te amando. Aprendi com a minha tia que não era bem assim. Quando ela veio uma vez passar suas férias aqui na minha casa, já beirava a casa dos trinta, mas sempre foi uma mulher espetacular, tanto fisicamente quanto o seu jeito de ser. Era irmã do meu pai, mas como ele me disse antes dela chegar em casa, era irmã de mesmo pai e mãe diferente. Minha mãe adorava ela, com suas conversar picantes entre as duas.

   Mas quando eu vi uma loira, com peitão, coxão e bundão entrando pela porta da frente, com um sorriso maravilhoso no rosto, logo fiquei apaixonado. Era maravilhoso, quando ela balançava sua cabeça, jogando seus cabelos para o lado e fazendo uns olhares e bocas, quando tirávamos fotos juntos. Ela disse que seria a melhor tia que eu teria na vida. Lógico que pensei em várias putarias. Todos os dias, eu batia uma punheta pensando nela. Até que tive as ideias de tentar vê-la trocando de roupa, tomando banho... Cheguei uma vez a ficar debaixo da sua cama, após ela tomar um banho, para vê-la nua. O foda que deu tudo certo e saí ileso, mas só consegui ver seus pés.

   Ela saía constantemente com meus pais e algumas vezes que passávamos sozinhos, eles ainda estavam por perto. Começava a ser mais ousado e abusado. Um belo dia, acordei de pau duro e fui abraçá-la, roçando meu pau no seu corpo. Ela nada falou e nada mudou. Minhas "mãos bobas" entraram em ação, com leves passadas nas suas coxas e bundas. Como ela nunca disse nada, ficou insano de tesão. Numa noite, eu de calça moletom, ela lendo uma revista na mesa da cozinha, com meus pais já dormindo, me aproximei, de pau duro e fiquei roçando ele no seu ombro e nos seus seios, sempre disfarçando que também estava lendo uma matéria. Mas o melhor, foi quando ela levou um prato para lavar. Era apenas um prato, mas ela ficou ali, parada, por um tempo demorado, me olhou e vi isso como um sinal. Fui atrás dela, sem nada dizer e fiquei roçando meu pau naquela bunda gostosa. Ela continuava "lavando" quando num acesso de loucura minha, tirei meu pau de dentro da calça e coloquei entre suas pernas, socando encoxando com força. Ela rebolava e gemia baixinho. Usava uma calça lycra bem fininha e uma blusa branca folgada. Ainda bem que ninguém nos viu naquela hora, pois eu gozei tanto, sujando sua calça, com minha porra. Depois de um "boa noite" bem carinhoso, fomos dormir.

   Mas naquela mesma noite, não parava de pensar nela. Acho que eram uma da manhã quando eu saí da minha cama e fui para a porta do quarto onde ela estava ficando. Uns dez minutos tentando decidir se entrava ou não, resolvi entrar. Ela acordou é claro e acendeu a luz do abajur. Fiquei em pé, de frente a sua cama, não sabendo o que fazer direito. Foi quando ela tirou suas cobertas e me olhando fixamente, colocou sua mão dentro do short de pijama e começou a se tocar, olhando para mim de um jeito bem safado. Coloquei meu pau para fora, me aproximei mais dela e comecei a bater uma punheta. Quando ela colocou sua outra mão para tocar seus seios, eu precisava ver. Levantei sua blusinha de alcinha para ter a mais bela visão dos seus grandes e apetitosos peitos. Ela me olhava, apertava seus lábios, passando sua língua para fora da boca e se tocando rapidamente, contorcendo-se na cama. Falava baixinho para que eu gozasse na sua boca, repetindo várias vezes. Sua voz me excitava de um jeito louco. Ela com seus olhos fechados, falando baixinho, metia cada vez mais rápido sua mão dentro do seu short, até quase se levantar. Por fim ela gemeu longamente e vi seu shortinho ficar molhado. Nunca tinha visto uma mulher ao vivo se masturbar. Quando ela tirou sua mão de dentro da calcinha, toda molhadinha, peguei e cheirei. Que delícia... Ela então pedia que eu tocasse seus seios enquanto batia a minha punheta, mas gozei mesmo quando ela pegou meu polegar da mão esquerda e começou a chupar. Tive a sensação de gozar litros e litros de porra. A primeira rajada de porra foi no seu rosto, perto dos olhos, mas ela abria sua boquinha para que eu jorrasse dentro. Gemi freneticamente, ficando de pernas bambas. A vi engulindo toda a minha porra, como se fosse leite condensado. Nos despedimos com "boa noite" e fui para o meu quarto, com o coração na boca e completamente satisfeito.

   No dia seguinte, após o almoço, ela saiu de novo com meus pais. Fiquei curioso e fui ao seu quarto, ver suas roupas e calcinhas. Que perfume delicioso suas roupas tinham. Quando chegaram, eram lá pelas sete da noite. Ela perguntou se eu não queria ir ao cinema.Mas é claro que eu queria. Pensei em várias putarias no escurinho do cinema enquanto tomava banho e gozei gostoso com a minha imaginação. Quando a vi com um vestidinho comportado, fiquei novamente de pau duro. Pesquisamos o filme que ela queria ver, quase três horas de filme, eu iria amar. Fomos no carro dela, mas achei que ela errou o caminho, pois estava saindo da cidade. Fiquei na minha, e quando olhei para ela, me devolveu um sorriso sacana e disse que tinha uma surpresa para mim. Estávamos indo para um motel. Quase enfartei de tão excitado que fiquei. Na porta do motel, ela pegou o pacote de quatro horas de permanência. Seriam as melhores quatro horas da minha vida. Entramos, ela estacionou seu carro e na garagem de portão fechado, começamos nossa história.

   Ela disse que seria a minha melhor tia, faria tudo o que eu pedisse e me ensinaria tudo o que ela sabia. Começamos a nos beijar ali, dentro do carro. Que boca maravilhosa! Enquanto nos beijávamos, ela passava suas mãos nas minhas coxas, abrindo com uma só mão com habilidade minha calça e batendo uma deliciosa punheta. 

   -Que pau gostoso de pegar meu sobrinho.

   Olhei nos seus olhos, quase não conseguindo falar e pedi que me chupasse. Ela fez uma boquinha de safada e baixou sua cabeça. Senti sua boca quente no meu pau, sugando com vontade. Sua língua era frenética, passando rapidamente na cabeça do meu pau. Adimito que não aguentei por muito tempo. Disse que ia gozar e comecei a socar meu pau com força dentro da sua boca, até enfiar uma última vez, jorrando porra quente do qual ela engulia tudo. Ela limpou meu cacete, pois eu não via nenhum sinal de porra. Saímos do carro e ela, com seus vestidinho curto e discreto, foi na frente, subindo as escadas para o quarto.

   Nunca tinha entrado num motel, e quando vi a quantidade de coisas que tinha lá dentro, imaginei de tudo. Primeiro, ela tirou toda a minha roupa, me beijando em várias partes do corpo. Depois foi a minha vez, onde eu passava minhas mãos nas suas pernas e coxas. A primeira coisa que tirei foi sua calcinha, que estava molhadinha na parte da buceta. Tirei seu vestido quase surtando quando a vi nua na minha frente. Ela não usava sutiã e nem precisava, pois seus seios eram durinhos. Sua pele era morena clara, quase toda raspadinha, pois tinha um "bigodinho" na buceta. Com marquinhas de sol, passei minhas mãos por todo o seu corpo. 

   Primeiramente ela me fez uma massagem, que misturava mãos, boca e cabelos. Mas o que mais me surpreendeu, foi quando ela subiu em cima de mim, abrindo suas pernas em cima da minha cabeça, colocando sua buceta na minha boca. Comecei a lamber para começar, mas a minha vontade aumentava e comecei a sugar sua buceta, chupando e sugando com força e vontade. Segurava com minhas mãos sua bunda, aproximando mais sua buceta da minha boca. Ela começou a rebolar sua xana na minha boca, gemendo. Tentei ver seu rosto, mas não conseguia. Gemendo alto, falava putaria alto. Ela maravilhoso não ter ninguém por perto, sendo só nós dois, nos entregando com prazer. Freneticamente ela me afogava com sua buceta, quase não conseguindo respirar, rebolando rapidamente, gemendo e me chamando de "gostoso", até que começou a gozar. Saiu rapidamente de cima de mim, mas sua goza se espalhava pelo meu pescoço e peitoral, jorrando quentinho em mim. Nunca tinha visto uma mulher gozando e era perfeito!

   Ela quase desmaiou do meu lado. Ficamos deitados até quando ela disse que sentia suas pernas. Fomos para a banheira, onde ela me ensabuou e me esfregou. Já estava de pau duro e nos beijamos muito. Eu estava sentado, quando ela vei por cima. Perguntou se eu a queria na cama, eu disse que queria agora mesmo. Ela sentou em cima de mim e bem devagarzinho, meu pau entrou na sua buceta. Confesso que senti dor, mas minha vara estava duríssima. E com carinho e paciência ela foi me comendo. Me abraçando ela rebolava rapidamente, com suas mãos nos meus cabelos e costas. Eu queria ficar mais dentro dela, mas com a banheira era complicado. Pedi para irmos para a cama, onde concordou. Se enxugou e depois me secou, carinhosamente. Ela deitou nuazinha na cama. Eu deitei por cima, colocando com dificuldade meu pau dentro dela. Quando consegui penetrá-la, me senti muito bem, uma sensação sem palavras, uma felicidade por estar dentro daquela buceta molhada e quente. Senti todo o meu corpo tremer de tesão. Num vai e vem gostoso, fomos gemendo juntos, ela me abraçando forte nas costas, segurando meus cabelos. Cruzou suas pernas em mim, enquanto eu metia lentamente dentro dela, enfiando meu pau bem fundo. A abraçava forte, beijava sua boca e chamava ela de linda, gostosa. Ela pediu para que eu a xingasse, não tendo ideia de como começaria. Chamei-a de safada, mas ela começou a rebolar com mais intensidade quando comecei a chamá-la de puta, vagabunda, piranha, cadela e cachorra. Fui socando meu pau com mais violência dentro dela. Gozei quando ela disse no meu ouvido para jorrar minha porra todinha dentro dela. Não queria sair de cima e nem de dentro dela. Meu pau murchou e ainda sim, ficamos abraçados, eu por cima, sentindo seus suor e seus cheiro.

   Ela se levantou e foi tomar uma ducha. Fui logo em seguinda, onde ela novamente me ensabuou e esfregou. Nos beijamos por horas e afirmo, aquele beijo me deixava insano, quase a engulia com a boca. Meu pau foi crescendo, mas não ficava duro o bastante. Pedi uma massagem só de lingua. Ela começou no pescoço, lambendo com gosto as minhas orelhas. Falando putaria no meu ouvido, foi descendo para o meu peito e torax. Minha barriga foi completamente lambida por uma língua habilidosa, chegando até as minhas coxas e vontando para a minha virilha. Quando ela começou a mamar minha rola, falei que a queria de quatro. Ela então, ficou nessa posição e fez uma cara de vagabunda que me deixou louco. Havia um espelho onde eu poderia ver seu rosto e suas reações. Quando agarrei sua cintura e meti minha rola dura dentro da sua buceta, quase gozei com seus sorriso e seu olhar vendo pelo espelho. Era maravilhoso comê-la naquela posição. Minha tia gemia alto e rebolava. Eu socava com força, apertando sua cintura. Me pediu para que eu batesse forte na sua bunda. No início batia fraco, mas aumentava a força quando ela pedia. E fui batendo com força, deixando minhas palmas da mão ardendo. Sem pensar, puxei seus cabelos e apertei seus seios. Louca de tudo ficou rebolando e gemendo. Fui socando mais rápido e xingando-a de todos as palavras, gozando dentro dela, com tanta porra e ainda assim, não parando de meter e gemendo. Foi a nossa melhor posição. Ambos cansados, ficamos abraçadinhos. E não passou nem três horas de permanência, quando perguntei sobre sexo anal. Ela me olhou e perguntou se eu queria, com aquele sorrisinho de puta que ela tinha.

   Passei quase uma hora lambendo aquele cuzinho da minha tia, e não entendia como eu iria colocar meu pau dentro daquele buraquinho apertado. Mas eu sentia que era bem gostoso. Fui colocando dedos e língua dentro, sentindo meu tesão aumentando. Ela então abriu sua bunda com suas mãos, onde eu enfiava devagarzinho o meu latejante e duro pau. Mesmo sentindo dores, ela pedia para que eu não parasse. Por cima dela, eu socava meu pau até o fundo e depois voltava para o início. Quando ela começou a falar para que eu a fodesse como puta, fui aumentando o ritmo. Eu parecia um animal, ou um louco estuprando uma mulher. Não ouvia mais nada, apenas socava e a xingava. Batia na sua bunda com força. E antes de gozar, puxei-a pelos cabelos, jorrando toda a minha goza na sua cara e boca, onde ela engulia com gosto minha rola. 

   Por fim, trocamos carinhos e fizemos massagens um no outro. Me falou que isso tudo era um presente de aniversário, que seria na semana que vem, mas que não seria só aquele dia. Disse que quando eu quisesse e se a hora fosse boa, poderíamos fazer o que eu quesesse. Olhei para ela e disse que a amava. Pensei que tinha falado merda, mas ela me abraçou com carinho, afirmando que também me ama. Saímos do motel diferentes, mais unidos e bem mais safados. Antes de chegarmos em casa, pedi mais uma chupada dela no meu pau, que por fim, se transformou numa foda gostosa dentro do carro, onde mesmo com roupas nós gozávamos com gosto. Chegamos em casa normal, como se fosse depois de uma noite de filme. Estávamos morrendo de fome, onde um macarrão com camarão nos esperava. E antes de dormir, bem tarde da noite, minha tia ficou de joelhos na minha frente, mamando e me olhando, recebendo minha porra com amor e carinho, como deveria ser sempre entre sobrinhos tarados e apaixonados por suas tias gostosas e loucas.


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