Renatinha

03 de Julho de 2014 Del Contos Eróticos 3278

Reportagem especial (UOL)
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Avistei aquela delícia em pé no balcão do bar e não me contive. Sequer prestei atenção em suas amigas, pois apenas seu sorriso fácil e sua vestimenta discreta eram suficientes para sequestrar os meus sentidos. Ademais, havia algo de familiar naquela branquinha trajando calça jeans de cintura baixa, blusinha colada ao corpo, cabelos soltos e maquiagem zero. Meu estado etílico ainda me permitia raciocinar e acessar setores remotos de minha memória, e a tal moça facilitou o trabalho do meu google cerebral ao lançar aquele olhar penetrante e sedutor, que só ela sabia fazer. Tinha que ser ela!

"Renatinha", esse era o nome da jovem universitária, fugida direto da sala de aula para o bar, cujo próximo destino era incerto, a julgar pelas inúmeras doses de caipirinha que ela e suas amigas haviam drenado em poucas horas. Renatinha marcou a minha vida, não apenas por me entregar sua virgindade, mas também por ser a primeira buceta-amiga deste que vos escreve. Nossa pouca idade durante as aventuras na escadaria do prédio ou em outros ambientes remotos não vem ao caso, mas durante alguns longos meses tivemos transas tão intensas quanto proibidas, e mesmo com minha pouca experiência, servi de válvula de escape para a intensa e incomum volúpia púbere da doce Renatinha.

Não fosse por sua mudança para o estrangeiro com a família, nossas trepadas acabariam evoluindo para algo mais sério, pois os beijos antes inexistentes passaram a se tornar quentes e intensos, e as fodas cirúrgicas passaram a envolver carícias típicas de amantes apaixonados. Ah, Renatinha, nossa última foda antes de sua mudança foi épica, lembro que as gozadas sempre levavam a outras, e mais outras, e tentávamos débilmente evitar o inevitável, que era a saída definitiva de minha trosoba do interior de Renatinha, seguida da nossa separação geográfica. E foi justamente nesta última foda que minha doce ninfeta liberou-me sua jóia, seu delicioso cuzinho apertado, desbravado com ajuda de saliva e condicionador de cabelo, resultando em um deleite ímpar, gravado para sempre em nossas memórias.

Levantei decidido em direção à moça, que percebeu minha aproximação e manteve o olhar fixo no meu. "Ela me reconheceu", era a única frase que se repetia em minha cabeça a cada passo que eu dava rumo ao paraíso. Com um galanteio barato qualquer, afastei as amigas e fiquei diante de Renatinha, cujo perfume natural de seu corpo continuava o mesmo, bem como o aroma de sua boca pequena com lábios carnudos, apesar do suave tempero de cachaça, açúcar e limão. Minha língua percorria o caminho de casa ao tocar seu pescoço e a parte de trás de suas orelhas, e eu afastava seus cabelos da mesma forma que fizera 10 ou 15 anos atrás. Incrível como a textura de sua pele continuava igual, e também igual era o seu arrepio característico ao sentir meus dedos circulando o piercing em seu umbigo. Peguei-me lembrando do dia que a levei para implantar tal adorno em sua bela barriga alva, e me diverti quando ela disse que não doeu, mas lágrimas teimavam em fugir de seus olhos sedutores.

Nosso desejo mútuo arquivado por tantos anos fez com que nossa troca de carícias se tornasse indecente demais para um bar não tão cheio, e o banheiro do bar não era uma opção, visto que havia um segurança estrategicamente posicionado, cuja única missão era frustrar casais fogosos. Sugeri fugir dali em meu carro, e Renatinha prontamente aceitou, bêbada o suficiente para não rejeitar tal convite indecente de alguém que ela não vê por mais de uma década.

A doce Renata não perdeu tempo em colocar minha trosoba para fora, tão logo acionei a ignição do carro. Esperei algum comentário sobre o fato do menino ter crescido e encorpado com a idade, mas sem dizer uma única palavra, minha deliciosa branquinha abrigou o boneco em sua mão pequena, e abocanhou decidida, como nos velhos tempos, me causando uma descarga imediata de tesão assim que senti a carícia daquela língua aveludade e daqueles lábios macios e suculentos. Como ela gostava, fiz um rabo-de-cavalo com seus cabelos e segurei com a mão, apenas acompanhando os movimentos de sua cabeça. Renatinha me chupava com gosto, mostrando paixão pelo ato, bem como ampla experiência obtida com o passar dos anos. Melhor assim.

Se não fosse pelo susto que levamos ao flanelinha bater na minha janela para cobrar o valor do estacionamento, eu teria presenteado a mocinha com o fruto do meu êxtase, e depois me divertir vendo ela engasgar e cuspir tudo bem longe, como era de seu costume. Paguei o flanela filho da puta e dirigi rumo ao motel mais próximo, motel de alto nível, suíte de frente para o mar, cenário condizente com a satisfação de rever minha deliciosa Renatinha ainda mais deliciosa. Inquieta pela bebida, minha companheira dançava no banco ao som do funk, e quando a música acabou, ela tirou sua blusa, ficando apenas de soutien, me perguntando se ela continuava gostosa como sempre foi. Parei no sinal e respondi pegando em um dos seios, puxando-o para o lado e dando um longo beijo chupado no mamilo rosadinho, até receber uma buzinada do carro de trás. O gemido safado da moça foi incrível.

Chegamos ao motel e tivemos que esperar um pouco na rampa de subida, afinal conseguir um quarto de motel em plena sexta-feira no Rio de Janeiro em época de Copa do Mundo é quase impossível. Mas nada que fosse capaz de refrear nosso tesão. Ao mesmo tempo em que nos beijávamos e trocávamos as carícias mais intensas, embaçando os vidros do carro, nossas roupas íam sendo arrancadas uma a uma, e logo eu já estava sem camisa, com a calça e a cueca arriadas até minhas canelas, e Renatinha voltou a abocanhar meu mastro, vestida apenas com sua calcinha branca bem pequena. Reclinei meu banco, acendi a luz interna e segurei a branca pelos cabelos, observando aquela cena augusta. Meu membro pulsava frenético enquanto era acolhido pelas mãos e boca daquela moça, que ainda guardava vestígios de acne da puberdade em seu rosto de beleza singular.

"Que pau maravilhoso..." - Disse Renatinha, e depois sorriu, antes de voltar a abocanhar a trosoba fumegante sem dó.

Foi a única coisa que ouvi a moça dizer desde que nos atracamos no carro. Até nos gemidos, Renatinha sempre foi discreta e tímida, embora tivesse gritado loucamente quando minha verga lhe rasgou as pregas anais. Talvez fosse característica de nossa pouca experiência, ou baixa qualidade de nossas trepadas, mas quando a fila andasse, eu teria a chance de  tirar a prova dos nove.

A fila andou, e Renatinha não queria deixar de me chupar, então dirigi até pegar a chave da suíte, com a mocinha nua grudada na minha verga, os vidros do carro embaçados, o cheiro de sexo saindo pela janela e a recepcionista pescoçuda fingindo se manter incólume àquela situação, que já devia ser usual em seu ofício. E quando estacionei o carro, minha parceira me deu uma trégua, para que eu fosse (pelado) baixar o portão. Assim que me virei, o vulto da branquinha correu para dentro da suíte, me convidando para uma deliciosa brincadeirinha. Tranquei o carro e fui subindo devagar, seguindo o rastro que a moça havia deixado para trás.

No início da escada, encontrei seu soutien, e levei comigo. Alguns degraus acima, sua calça jeans e, já dentro da suíte, pendurada na maçaneta da porta, estava aquela calcinha melada, que eu peguei e cheirei profundamente, me ambientando à perfeição que me aguardava. Bati à porta e Renatinha mandou eu aguardar, então já preparei os preservativos e peguei uma cerveja no frigobar, pois aquela brincadeira no meu carro tinha me deixado com um calor intenso.

Quando finalmente a moça liberou minha entrada, meu corpo foi tomado por aquele frescor agradável do ar-condicionado em temperatura congelante, o ambiente estava parcialmente iluminado e havia um delicioso aroma de flores no ar. Mas nenhum sentido foi mais agraciado do que minha visão: Renatinha estava perfeitamente de quatro na beirada da cama, com a bundinha empinada e apoiada nos cotovelos, totalmente nua. Seus cabelos estavam presos em um rabo-de-cavalo, e ela me olhava com um sorriso extremamente sapeca, dando-me a ordem expressa de foder-lhe até o sol raiar. Desnecessário dizer que minha trosoba voraz apontou imediatamente para a lua, só faltando uivar...

Continua...

Em breve este conto será publicado na íntegra no site Contos Eróticos Aleatórios. Enquanto isso delicie-se com a Bailarina Loirinha clicando nas partes abaixo:

Parte 1 - Parte 2 - Parte 3


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