O Cliente : Sendo degustada por um cacete

04 de Julho de 2014 Narceja Contos Eróticos 3676

Reportagem especial (UOL)
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Por NA®CEJA

"Eu nunca havia apreciado tanto uma degustação de vinhos...."

— Boa noite — .Disse um cliente ao entrar na loja.

— Boa noite Senhor — respondi educadamente—. Em que posso ajudá-lo hoje à noite?

— Poderia suprir minhas necessidades! —. disse com um sorriso moleque nos lábios.

Seu atrevimento me excitou instantaneamente. Era um homem sexy, na faixa dos 40 anos de idade. Elegante em seus trajes, refinado em seus gestos. Olhos verdes claros, cabelos castanhos, lisos e sedosos. Caíam pela testa aumentando o charme daquele homem. Alto padrão para uma simples Sommelier de uma badalada enoteca da zona nobre da cidade.

Sem reação e visivelmente constrangida com a cantada, abaixei os olhos e procurei o cardápio. Entregando-o com um sorriso timido disse : — Aqui está o cardápio! Ou o senhor já tem algo em mente?— percebi tarde demais a ambiguidade que minha pergunta poderia causar.

— O que tenho em mente não poderei revelar sem que se sinta ofendida, ou...não?! Mas isso depende de sua vontade.— Disse voltando a me constranger.

Não sei se motivada pela minha própria imaginação excitada, ou a inebriante influência da atmosfera sedutora, ou talvez a vaidade... Não sei dizê-lo. Olhei para os lados e me vi ali sozinha com o cliente, no amplo balcão de mogno e ousei sem pensar nas consequências:

— Minha vontade seria a de o satisfazer plenamente — Enfrentei-o olhando no fundo de seus olhos verdes, encantadores —. Afinal, não é essa a função de uma eficiente Sommelier?

Nos intervalos lúcidos de alguns segundos. O cliente me olhou sorrindo. Buscou minha mão por cima do balcão e com a expressão mais vulgar desse mundo, susurrou :

— Quero lhe foder com força e agora!

Uma sensação de prazer e um gélido calafrio correu-me pelo corpo, fazendo com que perdesse os sentidos e as razões de uma moça recatada. Uma funcionária exemplar e bem sucedida. Nada mais importava para mim naquele momento. Queria satisfazer-lhe como houvera dito antes. Suas palavras exerciam naquele momento um alto grau de dominação sobre meu corpo e sanidade mental.

E eu decidi, ali no meio daquela confusão mental, não deixar aquele homem escapar:

— Talvez o senhor queira ver a nossa Adega de vinhos Alemães? Alguns vieram de Hochheim am Main, um cidadezinha alemã, conhecida pela fabricação artesanal de vinhos tintos.

— Mas isso seria formidável. — Afirmou alegre —. A senhorita me acompanharia por acaso?

— Claro que sim. Apenas tenho que avisar ao meu gerente — eu estava simplesmente louca de desejo.

Pedi licença ao refinado cliente, de gosto apurado; eu. E claro, não iria comunicar coisa nenhuma ao meu gerente. Mas encontrei no caminho com Amélia, outra talentosa Sommelier da casa . Expliquei que levaria o cliente a nossa Adega de número 4, onde estavam os vinhos alemães e onde havia um pequena saleta de estar, com um sofá confortável para os clientes mais especiais. Afinal, tal cliente faria um degustação dos melhores vinhos da safra, antes de efetuar uma compra gorda.

Com a cobertura de Amélia e a promessa de participação nas vendas, deixei os corredores internos e voltei ao balcão avistando meu enófilo sedutor. Àquela noite, ele degustaria o vinho do vão de minhas pernas!

Ah ...o vi ali parado no balcão me esperando. Seu olhar ao me ver se assanhou e sorriu passando a língua por entre os lábios, como se estivesse esperando uma comida deliciosa.

Ao vê-lo, sorri com os olhos e convidei: — Vamos senhor, já está liberado sua entrada. Saí detrás do balcão e meu Carrasco pode ver-me agora por inteira. Uma blusa de mangas longas, branca com bordados delicados na gola. Uma saia justa até os joelhos que, apesar de séria, revelavam as curvas de meu corpo modelado. Um bumbum redondo, durinho do qual sentia muito orgulho, passou a frente do estranho rebolando as ancas para lá e para cá, exagerando no desfile.

Descemos uma escada de madeira com detalhes feitos a mão desenhadas no corrimão. Um carpete vermelho adornava cada degrau. As paredes brancas apresentavam quadros de cópias surrealistas de Frida Kahlo, Salvador Dalí e Klimt.

A mistura de cores e as figuras irracionais das pinturas, excitavam-me a cada nova descoberta, naquela descida provocativa.

O requinte do lugar em nada combinada com suas palavras ousadas: — Me foder com força. Lembrava no final do percurso.

No corredor extenso, de luz branda, avistei a Adega 4. Minhas pernas demonstravam sinais nítidos de excitação e desejo. No salto alto, tremiam de necessidades fisiológicas; um orgasmo!

Abri a Adega e apresentei-lhe o lugar. Meia luz, apenas uma variedade dos mais caros vinhos alemães encontrados no brasil, seriam nossas testemunhas.

O cliente ao entrar, certificou-se que a porta estivesse bem trancada. Suei ao perceber suas mãos avançando em minha cintura.

— Senhor...Calma...— pedi sem querer convencê-lo de minha recusa.

— Viemos aqui para foder!— Voltou a proferir tais palavras —. Estava louco para lhe comer há tempos! Gostosa!

Me envaideci com a clareza de que ele havia me observado antes, bem antes, me comia com os olhos sem eu sequer ter conhecimento. Essa sensação era prazeirosa demais.

Guiei suas mãos afobadas pelo meu corpo e as coloquei em minhas nádegas volumosas. Tirei a blusa com cuidado, para não amassá-la e liberei meus seios para aquele estranho tocar. Segurou-os como que tomando posse deles, dois bicos rosados, intumescidos, apertados e molestados por mãos violentas e sagazes.

— Aqui...Olha...— susurrei mostrando os bicos rosados duros, empinados. Insinuei que precisariam ser chupados por seus lábios.

O recado, entendido no silêncio dos olhares, foi estimulador e passei a ter as mamas sugadas por meu cliente. Mamandas fortes. Enfiei-os em sua cara enlouquecedo-o por completo, pedindo para ser chamada de puta.

— Vem cá!— Disse, levantando minha saia e tirando minha calcinha com rapidez — Estou louco para comer essa boceta gostosa. Deixa eu vê-la direito! — pediu.

Levantei a saia colocando-a abaixo dos seios e retirei a calcinha, deixando-a enroscada em um dos tornozelos, mostrei-a, abrindo os grandes lábios, exibindo o pinguelo aceso e arreganhando uma das pernas vulgarmente, como uma prostituta de rua, pedindo para ser fodida. Acompanhada de seus olhos ávidos e de sua cara de satisfação ao está ali conhecedor de seu poder como homem. Me ofereci como fêmea.

Desviando os olhos de minha boceta oferecida, olhou-me no fundo dos olhos e enfiou os dedos vagina a dentro. Quase cai e segurei em seu braço forte, apoiando uma de minhas pernas no sofá fui me acostumando com seus dedos metedores. Dois, três, quatro dedos e um gemido de olhos revirados: — Fode logo! — Temos que voltar—. Come essa boceta. Quero....— pedi submissa.

Ele abriu a calça e sacou sua arma ereta como um ferro para fora da cueca e olhando fundo nos meus olhos disse com raiva: — Vou antes degustar essa boceta como um bom vinho.

Ajoelhou-se de frente para minha vagina escancarada. Enfiou o nariz dentro dela e balbuciou enfiado lá dentro : — O visual já aprovei, o olfativo está uma delícia. Odor de putas sedentas por cacetes.

Suas palavras, a força de suas palavras eram sem dúvidas, seu segundo pênis e me preparei para gozar tudo em sua cara, não sem antes concluí : — Faltou a degustação.

Ambos sabíamos bem das fases de degustação do vinho; Ele colocou a língua fundo em minha vagina, deixou-a ali parada pelos 15 segundos apropriados para uma boa degustação e passou a enfiar sua língua em diferentes ramos de minha boceta. Hora a esquerda, hora a direita, no fundo. Sugou bem meu clítoris arrancando-me um choro de prazer, prenúncio de uma gozada forte e intensa, fazendo-me desabar sobre sua boca e lábios, comprometendo-nos mutuamente.

Quando parecia estar bem satisfeita e limpa por sua boca, meu Dionisio levantou-se segurando as bolas fartas e expondo toda a dureza de seu ferro, penetrou-me intensamente. Meteu fundo e vi estrelas por um momento. Senti as paredes de minhas carnes dilatarem-se, cedendo espaço para seu pênis severo entrar e fazer história ali dentro de minhas carnes.

E fodeu-me como bem havia sugerido no início. Forte e intensamente. Uma perna apoiada no chão a outra levantada por ele, repousada à altura de seu ombro. Exposta, arreganhanda levando cacete.

Sussurrei um gemido misturado com choro, gostava de chorar levando ferro: — Ah....Ah...— Prolonguei meu choro —. Fode forte!

— Doce,cheirosa, macia!— disse rangendo os dentes e acelerando o quadril — Toma!— E apertando-me as ancas com força, penetrou-me forte e estando bem no fundinho de minha boceta, despejou toda o seu líquido denso dentro de mim. E deu mais algumas metidinhas leves, para certificar-se que todas as gotas fossem engolidas por minha entranhas, largou-me, colocando-me sentada no sofá de frente para a vasta variedades de vinhos caros.

Desabei no conforto do sofá, preenchida até a tampa de esperma, deitei a cabeça no encosto e permaneci paralisada, de pernas entreabertas, calcinha no tornozelo, seios a mostra. Gostava dessa minha imagem.

Meu cliente, olhou me no fundo dos olhos, como de costume. Apreciou meu estado de satisfação. Subiu as calças, olhando-me fixamente no silêncio do encontro dos olhos e disse, antes de sair da Adega : — Numa degustação mais apurada, devemos dar um parecer de zero a 100.— informou —. Quer saber sua pontuação?— Disse olhando com aquele sorriso sereno nos lábios.

Permanecendo da forma que havia me colocado no sofá, pernas abertas, corpo e sexo expostos, seus líquidos escorrendo pelas coxas, balbuciei: — Quero...

Ele colocou o cinto na calça, olhou me com mais severidade. Como quem avalia um bom vinho disse : — Não estou certo do sabor...e aroma. É um vinho raro! Precisarei degustar mais uma vez para poder dar um parecer mais técnico — sorriu dando as costas e abrindo a porta da Adega, desapareceu de minhas vistas.

Pensei nas possibilidades ali expostas : — Eu o degustaria se houvesse uma segunda vez! — pensei.

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