carona no almoço...

06 de Julho de 2014 challenger Contos Eróticos 2839

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


De carro, buscando meu almoço na rua, troquei olhares com uma mulher que estava caminhando em sentido contrário ao meu. Nos olhamos e diminuí a velocidade, olhando pelo retrovisor que ela continuava a me olhar. Era baixinha, devia ter um metro e cinquenta e poucos de altura, usava uma calça legging azul clara, com uma bunda pequena e empinadinha. Cabelos lisos e encaracolados escondiam um avantajado decote. 

   Dei a volta no carro e passei bem devagar por ela. Parei numa rua próxima e a esperei. Baixei o vidro do banco de passageiro, ela parou sorriu e perguntei aonde ela iria. Disse que estava indo para o trabalho. Carregava uma sacola de loja de tênis que percebi que era pesada. Ofereci carona, e ela rapidamente aceitou.

   Seu nome era Rayani, disse que trabalhava numa lanchonete e que iria começar seu turno daqui a menos de uma hora. Quando trocamos beijos ao nos apresentarmos, olhei para dentro do seu decote e vi uns belos peitos que eram grandes para a sua altura. Beijei seu pescoço e deixei minha língua saliente, onde ela se arrepiou. Não usava anel de casada, e não era tão novinha como eu achava, mas não era de se jogar fora.

   Conversamos rapidamente e todas as vezes que eu trocava a marcha do carro, pausava minha mão direita nas suas coxas. Meu pau latejava freneticamente dentro da minha calça e ela começara a ficar com os bicos dos peitos durinhos, pois era bem visível agora. Disse a ela que gostaria de conhecê-la melhor e "blá blá blá". Ela respondeu que poderíamos nos ver depois do turno dela, daqui a umas oito horas, mas eu queria comê-la agora. Retruquei que não tinha telefone comigo (mentira) e perguntei se não poderíamos passar rapidinho na minha casa, para pegar seu número. Ela olhou o relógio e disse que tinha meia hora. Perfeito.

   Voltei rapidamente para casa, abri o portão da garagem e quando entramos para dentro da minha casa, a puxei para o meu quarto dizendo que lá estava o papel e a caneta (verdade). Chegando no corredor, passei com mão cheia na sua bunda pequena e gostosa. Tanto que meu dedo do meio se alojou na sua buceta. A agarrei e a beijei na boca. Eu era absurdamente alto e grande, e ela parecia uma garotinha de doze anos, mas com tudo bem formado. Nos engolíamos com a boca, ela deixando eu meter minhas mãos e bocas por todo o seu corpo.

   Abaixei sua blusa e tive a melhor visão do dia, seus deliciosos, redondos e empinadinhos seios. Segurei, apertei seus biquinhos, afofei e comecei a chupar. Que gosto bom ela tinha. Meu pau estava insando, então a virei de costas e fui empurrando a gostosinha para a minha cama, no qual ela se sentou. Tirei rapidamente meu short e com meu pau molhadinho, soquei dentro daquela boca pequena.

   Ela não conseguia engolir todo o meu pau, mas eu continuava a forçar. Soquei meu cacete como um louco dentro da sua boca. Quando tirei meu pau e ela viu o que eu queria, se levantou, tirou sua calça junto com a calcinha e ficou me esperando de quatro em cima da minha cama. Me posicionei atrás dela, cuspi na sua buceta, segurei sua cintura com a mão esquerda, apertando sua carne e com a mão direita, agarrei seus cabelos. Penetrei meu pau duro bem devagar dentro dela. Lentamente até o fundo. Rayani se contorcia e gemia, baixinho, aumentando meu tesão.

   Perguntei se ela aguentava e quando respondeu que sim, comecei a fodê-la como se fosse um animal no cio. Soquei meu cacete dentro da sua pequena e molhada buceta. Ela gemia mais alto, pedindo para que eu continuasse daquele jeito. Fui metendo sem dó dentro daquela vagabunda. Comecei a xingá-la de todos os nomes: vagabunda, puta, piranha, vadia. Ela comecou então a dar mais forte para mim. Estávamos entrando num transe. Em menos de cinco minutos, estamos ambos gozando e gemendo. Praticamente ela caiu na cama. Eu, depois de mais algumas dez ou vinte socadas, gozando dentro daquela vagabunda, dentei em cima dela.

   A parte boa de se comer mulher fácil assim, é a minha certeza de não poder ter filhos e claro, de aumentar o meu cardápio. Anotei seu telefone, o endereço o seu horário de descanso e trabalho. A levei para a porta do seu trabalho e voltei esfomeado de fome, para agora, almoçar de verdade.


Reportagem especial (UOL)
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