Por ela. Capítulo 2

07 de Julho de 2014 renata Contos Eróticos 1451

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Ela entrou sem nem pedir licença e foi logo se jogando no sofá. É
nessas horas que eu fico pensando "Onde eu tava com a cabeça quando fui
me envolver com alguém desse tipo?"

_O que você quer aqui?

_Queria te ver... tava com saudades.

_Aaah, pelo amor de Deus. Uma hora dessa não.. Eu não mereço isso. O que será que eu fiz para merecer isso?

_Poxa Malu, é tão ruim assim me ver?

_Não.

_Ah não?


péssimo. Eu sinceramente não sei o porque de você ainda está no meu pé.
Quantas vezes eu vou ter que dizer que acabou? - falei alterada.

_Calma
Malu - se levantou e caminhou em minha direção - é que é impossível te
esquecer. E você assim... com cabelos molhados... de roupão... me lembra
momentos interessantes - tentou  deslizar suas mãos em meu pescoço.

_Pois esqueça! Esqueça esses seus "momentos interessantes". - me afastei

_"Seus" não. "Nossos". Poxa, tenho tantas saudades...

_Saudades?
- caí na gargalhada colocando mais ironia possível - Ué, você me trai e
agora vem me dizer que tem saudades? Qual é o seu problema hem?

_Meu problema é não te ter. Vai dizer que você não sente saudades? - tentou se aproximar mais uma vez.

_Me
poupe, Carla. Me poupe mil vezes! O que eu vivi com foi você foi bom,
aliás foi ótimo. Estaria sendo hipócrita se eu dissesse que não te amei
um dia. Mas como eu disse, "Um dia" um dia eu te amei. Um dia fomos
felizes... fomos felizes até o dia em que você resolveu me trair.

_Eu me arrependo tanto... Se você soubesse - dizia com os olhos cabisbaixos.

_Pois
é.. uma vez eu ouvi dizer que saudade não é motivo o suficiente para
fazer com que as pessoas voltem. Infelizmente... - suspirei - Carla,
agora você pode ir embora por favor?

Carla foi meu
primeiro relacionamento com uma mulher. Depois de eu ter me assumido
totalmente para a minha mãe, ainda assim tentei me relacionar com alguns
homens, porém todos os relacionamentos foram fracassados. Eu tinha nojo
do beijo, do toque, da barba e aqueles que não tinham barba me irritava
pelo simples arranhar no meu rosto. Fiquei amiga de alguns, outros eu
odeio até hoje. Mas nenhum, nenhum destes relacionamentos eu consegui
levar a diante, passei muito tempo tentando de fato encontrar alguém que
tirasse de mim aquilo que eu achava ser apenas uma loucura minha, mas o
tempo foi passando e eu fui percebendo que eu não me "encaixava nos
padrões". Ou seja, parei de tentar ser "normal" aos 24 anos, quando
finalmente decidi que não fugiria mais de quem eu era.

Foi quando
conheci Carla. Foi Carla quem me ensinou tudo o que eu sei hoje sobre o
mundo lésbico. Ela me ensinou a amar e a descobrir os prazeres da vida
até então presos por mim mesma. Passamos 4 anos juntas, tudo parecia
ótimo, até o momento que  ela resolveu jogar tudo o que construímos em 4
anos na lata do lixo. Pois é... ela me traiu. Confesso que sofri muito
no início, pensava que não saberia viver sem ela. Porém como diz uma
frase que gosto muito e levo pra minha vida: "Nada melhor para curar um
amor mal resolvido que o tempo" e foi isso que eu fiz. Dei tempo ao
tempo. Com ele as coisas foram se encaixando novamente. Tudo foi
voltando para o lugar enquanto eu reconstruia minha vida. Mas de um
tempo pra cá o vento voltou a soprar forte e desarrumar  tudo o que eu
tinha reconstruído com sacrifício. Um vento chamado Carla.

Abri a porta fazendo um gesto convidativo para que ela se retirasse. Ela passou por mim me olhou nos olhos e disse:

_Um dia você será minha novamente.

E
se foi. Fechei a porta num ímpeto e nem percebi que o meu jantar tinha
finalmente chegado. Abri a porta novamente pedindo desculpas ao
entregador por ter batido a porta na cara dele. Coitado do entregador
não deve ter entendido nada. Peguei o dinheiro que estava em cima da
mesa e paguei a pizza.

_Enfim sós, Tobby. - falei para meu cachorro que balançava o rabinho com cara de pidão olhando para a pizza em minhas mãos.

Terminei a noite assim, pizza, música, Tobby e eu. Daria um belo nome de um filme... porém não.

Me
deitei, precisava relaxar... descansar e pensar. Pensar em Carla.
Apesar de tudo o que ela me fez passar, eu ainda guardava um certo tipo
de sentimento por ela. Amor eu sabia que não era. Talvez um carinho,
respeito ou... Tesão. Sim, confesso, eu ainda sentia muito tesão por
ela. Era meio que impossível lembrar de tudo o que vivemos juntas, das
loucuras que fizemos e não me sentir excitada.

O dia foi realmente cansativo e eu já não tinha mais energias para falar e agir. Adormeci.

_ Vem amor, do que você tem medo?

_Carla não... 

_Por que não? Por que nunca realiza minhas fantasias?

_Não
é questão de realizar suas fantasias... mas sim de... não sei explicar.
A gente tá na rua, pode aparecer alguém, sou muito envergonhada, você
sabe disso.

_São 2:00 h da manhã, Malu. A gente tá dentro do carro, os vidros estão fechados, ninguém vai perceber a gente aqui.

_Mas...

_Shiiiiu - ela encostou seus dedos em meus lábios, tocando levemente fazendo sinal de que era pra eu ficar em silêncio.

Carla
abriu o cinto de segurança, levantou seu corpo e sentou no meu colo,
fazendo um movimento de vem e vai com seus quadris em meu colo.

_Isso não te dá vontade? - sussurrou em meu ouvido

_Carla.... - sorri maliciosamente

Mordi
o lóbulo de sua orelha, enquanto procurava o botão da caixa de som para
colocar uma música. Carla subiu minha blusa de malha fina procurando o zíper de meu sutiã, enquanto eu com a boca fazia movimentos circulares
no seu pescoço.

Eu estava quente, com o sexo molhado de tal
forma que era quase impossível de me conter, a vontade era de tirar sua
roupa de vez e tomá-la, devorá-la... Carla abriu meu sutiã por completo
e tentou sugar um mamilo enrijecido meu, mas parei sua boca no meio do
percurso para beijá-la.

Desci minhas mãos bem devagar, descendo juntamente seu short, deixando-a apenas de calcinha. 

Enquanto a tomava ouço um vibrar em minha cabeça, abro os olhos e percebo que estou no meu quarto.

 _Meu celular. - falei sonolenta - Alô? - falei com uma voz meio embargada e rouca

_Doutora Maria Lúcia?

_A própria. Com quem eu falo?

_Aqui é a Barbara. Não sei se o Juliano comunicou à senhora, mas ele te indicou como advogada.

_Ah sim... ele me comunicou sim. Como vai Dona Bárbara?

_Sem
o "Dona" por favor. Vou bem, obrigada. Então, estou te ligando porque
queria marcar... - falava a voz meio robotizada pelo telefone falava do
outro lado enquanto eu tentava assimilar alguma coisa. Ainda era 8:00h
da manhã e eu continuava com sono... precisava dormir até às 10:00h no
mínimo para eu me sentir pronta para encarar o mundo lá fora.

_Dona... digo, Barbara. Quando e que horas estaria bom pra você?

_Tem problema se for hoje?

_Hoje? - repeti

_É... algum problema?

_Não.. não. Por mim tudo bem. Estou livre hoje o dia inteiro. Que horas está bom pra você?

_Pode ser por volta das 11:00h? Esse horário seria ótimo pra mim.

_Tudo bem... conhece o Café J.E?

_Sim, trabalho lá perto..

_Então tá marcado às 11:00h no café J.E - falei somente já dando por encerrada a conversa.


quando desligamos que fui perceber que eu não a conhecia pessoalmente e
ficaria difícil de saber quem ela era. "Como sou burra". Continuei
deitada na cama ainda pensando se ligaria para ela e perguntava como ela
estaria vestida ou se apenas continuava ali esperando ela retornar.
Quando ia pegar o telefone para retornar a ligação ele começou a tocar.

_Doutora Maria Lúcia? - a mesma voz robotizada do outro lado da linha.

_Sim...

_Então, nós não conhecemos e...

_Pois é, pensei na mesma coisa - a cortei antes que ela terminasse a frase.

_A mesma coisa? Como assim?

_Suponho que esteja pensando que não terá como eu saber quem é você e nem você saber quem sou eu.

_Sim. Exatamente. Por isso retornei a ligação. E Quero lhe dizer a roupa que vou estar vestindo, assim será mais fácil.

_Claro!

_Bom,
estarei de calça jeans, blusa preta e provavelmente de óculos
escuros... Tenho problemas com o sol e prefiro usar óculos escuros.

"Pra que ela estava dizendo aquilo afinal, se eu não perguntei"

_Tudo bem. Assim será mais fácil. Às 11:00 h no café J. E, nos encontramos lá. - Falei somente dando a ligação por encerrada.


estava detestando essa tal de Barbara, pelo simples fato de ela me
tirar do meu conforto em pleno dia de folga. Meu Deus. Será que eu não
terei paz?

Bom, pelo menos ela era educada né?! Um ponto positivo nessa história toda.

Continuei deitada, olhando pro teto e absorvendo mais preguiça que vinha dele. Teria mesmo que levantar?

Ai que preguiça! Alguém me traga um café forte e energias, por favor.

                                                                                                               Continua...


Reportagem especial (UOL)
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