Violentando minha vizinha religiosa...

07 de Julho de 2014 challenger Contos Eróticos 18471

Reportagem especial (UOL)
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Sempre olhei uma religiosa que passava em frente à minha casa. Era uma vizinha deliciosa, que nunca me deu bola. Seu nome era Sabrina. Moreninha, cor de "toddy", alta, acho que quase 1,70 de altura, magrinha, cabelos pretos e encaracolados até os seios. Vive com roupas meio "apagadas", como vestidos longos e sainhas até os joelhos, mas mesmo assim, me provocam. Apesar de magra e das suas roupas, ela tem suas curvas, uma bela bunda que eu adoraria passar minhas mãos e apesar dos seios pequenos, deveriam ser gostosos de serem lambidos e chupados. Sem falar que eu queria muito gemer no seu ouvido.

   Era doido para ficar com ela, mas por ser de outra religião, não aconteceria nunca. Mas o pior foi saber que ela tinha se casado, ainda mais com 18 anos. Pensei que agora sim, eu não teria mais chances. Só que ela me deixava cada vez mais vidrado. 

   Sabia dos seus horários de saída de casa e quando voltava. Como era a minha vizinha de lado, todas as vezes que seu portão era aberto, eu corria para o meu, para vê-la passar. Andava sem chamar atenção, mas eu prestava atenção em cada detalhe do seu corpo, inclusive sua bunda. Numa dessas saídas, ela foi ao supermercado. Estava com tanto tesão, que a segui, meio de longe. Ela usava uma calça jeans clara e uma blusa cinza, sem decote, sapatilhas baixas, cabelo solto e um leve perfume. Estava sozinha e o mercado estava cheio. Numa das "alas" do mercado, enquanto ela escolhia um produto, passei por ela e fiquei atrás. Olhei para os lados e como não havia ninguém, passei de leve minha mão na sua bunda. Estava louco de tesão. Nem vi qual foi sua reação, pois me virei e saí. A segui em outra parte do mercado e fiz a mesma coisa, passei por ela e a bolinei, passando agora as "costas" da minha mão na sua bunda. Fiquei parado e a observei. Ela não se virou, ficou quietinha. Fiquei ainda mais excitado e novamente, passei minha mão na sua bunda, agora mais "mão cheia". Sabrina, com sua timidez ou vergonha, ficou parada e eu me aproveitei, passando minhas mãos na sua bunda, coxas e cintura. Queria comê-la agora, de tão excitado que estava. 

   Depois de ela fazer suas compras, foi para o caixa pagar. A fila era grande e eu fiquei bem atrás dela. Quando as gondolas nos escondiam, comecei a chegar mais perto dela, até tocar de leve sua bunda com meu pau duro. Fiquei encoxando aquela deliciosa magrinha por alguns minutos. Ela fingindo que nada acontecia e eu pensando em putaria. A segui de volta para casa, onde ela deu umas duas ou três olhadas para trás, vendo que eu estava com uma cara de safado. Sua mãe estava no portão de casa, esperando-a. Fiquei com medo de ela falar alguma coisa para a mãe menos para o marido, onde eu soube que ele estaria fora, viajando a trabalho.

   No outro dia, tinha um plano louco na cabeça e queria muito comer aquela religiosa. Me arrumei e deixei meu carro já pronto. Quando ela saiu de casa para a Igreja, ia sozinha, sábado à noite, corri para o portão e a olhei passar deliciosamente. Usava um vestidinho coladinho, onde vi as curvas do seu corpo, cabelos soltos e molhados e salto alto. Novamente, Sabrina não me olhou, mas a comi com os olhos. Esperei ela virar a esquina, quando saí com o carro. Devagar, fui seguindo-a. Sabia por onde ela ia, só não sabia ainda como iria abordá-la, se com educação, dando carona ou pegando-a por trás. Meu pau latejava freneticamente dentro da minha calça e meu coração disparado, faltava sair pela boca. 

   Ainda com o carro devagar, ela percebeu que estava sendo seguida, mas já era tarde, pois ela estava caminhando perto de um parque, a rua estava deserta e passei com o carro bem pertinho dela, forçando-a a entrar no mato. Saí do carro, trancando e fui em sua direção. Ela estava a uns três ou cinco metros de mim, cambaleando com seu salto alto naquele terreno irregular. Como eu conheci a região, sabia que mais afastado um pouco havia uma pequena casa abandonada. Agarrei a Sabrina pelas costas e tapei sua boca. Meu pau duro como ferro encostou na sua pequena bundinha. A forcei a andar comigo e em menos de cinco metros havíamos entrada na casa abandonada, que era toda aberta e perto de um poste luz. Eu tinha mais ou menos duas horas para me aproveitar dela.

   A encostei numa parede e a encoxei forte, passando minhas mãos nas suas coxas, lambendo seu pescoço. Que gosto gostoso ela tinha. Ela nada conseguia falar ou agir, e eu, estava insano. Seu vestido tinha um zíper na frente que descia até a cintura. Quando comecei a abaixar, ela segurou minhas mãos, onde dei um puxão nos seus cabelos e dei-lhe um tapa forte no rosto. Gostei muito de bater na cara dela. Meu tesão aumentou muito. Dei mais outro tapa, agora do outro lado do rosto. Sabrina abaixou suas mãos e me viu, com olhar de tarado, abaixar até o fim o zíper. Usava um sutiã branquinho, do qual eu só levantei e vi dois pequenos seios, marronzinhos, e que estavam com os biquinhos durinhos. Me abaixei um pouco e segurei seus seios com minhas mãos. Passei a língua no seio direito, lambendo-o todo, depois chupando os biquinho, mordendo de leve com os dentes. Aumentando a minha excitação, comecei a chupar seus peitinha pequenos e durinhos como um louco, mamando com gosto. Ela se contorcia, se segurava para não demonstrar que estava  gostando. Eu lambia seus peitinhos e olhava suas reações.

   Comecei a chupar novamente seu pescoço e segurando seu rosto com minhas duas mãos, forcei um beijo na sua boca carnuda e macia, onde as cores pretas e rosas se misturavam. Meti minha língua dentro e senti por alguns segundos ela correspondendo, mas parou rapidamente. Fui no seu ouvido e disse que ela estava gostando. Ela reagia dizendo que não, mas dei-lhe outro tapa na cara. Peguei sua mão pequena e comecei a lamber dedo por dedo, olhando para seu rosto, depois fiz a mesma coisa com sua outra mão. Queria ela por completo e a faria de qualquer jeito a minha escrava. Peguei sua mão e coloquei em cima da minha calça, sentindo meu pau latejando. Outra vez ela tentou tirar sua mão e não resisti. Agarrei ela pelos cabelos, puxando com força e a mandei tirar meu pau para fora. Ela me obedeceu rapidamente e com cuidado, abaixou o zíper da minha calça e pegou no meu cacete duro. Mandei ela tirar meu pau e com delicadeza o tirou para fora da minha calça. Sabrina olhou meu pau por algum tempo, vendo como era. Perguntei se tinha gostada e ela não soube dizer, gaguejando. A fiz ficar de joelhos e disse para olhar melhor. Foi quando agarrei sua cabeça e comecei a forçar meu pau para dentro da sua boca. Sabrina tentou fechar a boca, mas com alguns tapas e puxões de cabelo ela abriu a boca. Soquei meu pau com força e mandei ela chupar. 

   -Chupa meu pau com vontade safada! -Senão vou dar mais tapas!

   Ela começou meio devagar, mas como estava com vontade de gozar logo, segurei seu cabeça e soquei meu pau dentro com força e rápido. Ela engasgava e engolia um pouco de saliva, mas deixava meu cacete bem molhadinho. Xingava ela de tudo: putinha, cadela, cachorra, safada. Agarrei seus peitinhos e dava beliscões. Sabrina me olhava nos olhos enquanto recebia meu cacete e chupava. Eu olhava nos seus olhos e perguntava se estava gostando. Lembrei a ela do mercado e perguntei se ela tinha gostada das minhas bolinadas. Eu estava louco de tesão! Metia cada vez mais forte e fundo na sua boca, ouvindo ela engasgar. Quase perto de gozar, tirei meu pau de dentro da sua boca.

   -Se você não quiser que ninguém saiba, você vai engolir toda a minha porra, porque senão, vou espalhar na sua cara, no seu cabelo e em toda a sua roupa, entendeu?

   Ela fez sim com a cabeça e abriu a boquinha bem grande. Eu sorri com a minha futura escrava. Ela seria minha! Coloquei meu pau novamente dentro da sua boca e com mais algumas metidas, comecei a gozar. Ela me olhava enquanto minha porra entrava por sua boca. A fiz engolir e vi que não foi problema algum. 

   A puxei para ficar novamente em pé, com seu vestido aberto, mostrando seus seios, a boca sem o batom e seus cabelos um pouco bagunçados. Esperei ela olhar para mim, quando me aproximei dela e falei que ela era agora minha escrava, que era minha! Segurei na sua cintura macia e comecei a beijá-la no pescoço, falando no seu ouvido que ela não iria contar a ninguém sobre isso. Que iria me obedecer em tudo. Perguntei mais sobre que horas a mãe sai, quando ela fica sozinha em casa, que dias que o outro viaja ou volta, quais dias ia para a igreja, quantas horas passava fora de casa. 

   Passei minha mão nas suas coxas, por parte de dentro, até sentir sua calcinha. Com o dedo do meio, acariciava sua buceta pelo tecido. Sabrina fechou os olhos e começou a morder seus lábios. Meti meu dedo dentro da sua calcinha e notei que estava com a xaninha bem molhadinha. Ela tentou novamente afastar minha mão com suas mãos. Mesmo não estando de pau duro, fiquei nervoso com ela. A peguei pelo pescoço, xinguei de safada e dei um tapa forte no seu rosto. Levantei a parte de baixo do seu vestido até a cintura, rasguei sua calcinha branca e mostrei a ela que iria guardar de recordação. Me ajoelhei, levantei sua perna direita e coloquei no meu ombro. Sua bucetinha escura estava raspadinha e bem molhadinha. Passei minha língua nela. Sabrina se contorceu. Comecei a chupá-la com vontade, sentindo seu ácido gostinho. Enfiava minha língua, lambendo seu clitóris, chupando bem dentro, sugando tudinho. Passava minhas mãos na sua bunda, dando tapas. Outras vezes apertava os biquinhos dos seus seios. Meu pau começou a ficar "vivo" novamente, mas continuava chupando a buceta daquela safada.

   A virei de costas, me levantei e passei meu pinto duro na sua bunda e entre suas pernas. Perguntei se ela queria me dar, se queria ser minha putinha. Ela nada respondia. Retruquei então, que ela seria minha escrava e a estupraria quantas vezes fosse necessário para ela aprender. A joguei no chão, que não estava muito sujo, a fiz ficar de quatro, agarrando sua cintura e dando tapas. Mandei ela ficar de quatro, peguei com uma mão seus cabelos e puxei. Meu pau entrou devagar dentro daquela encharcada buceta. Sabrina gemeu com gosto, e empinou sua bunda. Aquilo me deixou com tesão. Comecei a socar forte sua buceta, metendo com gosto dentro dela. Estava mais insano e louco. Dava tapas no seu rosto, chamando de cadela, de escrava e batendo na sua bunda. Queria que ela me desse. Deitei no chão e mandei ela ficar de costas em cima de mim. Pensa numa mulher com tesão. Sentava sua bunda com gosto no meu cacete, rebolando e socando. Quincava gostoso, quando ela começou a gemer e a dar mais rapidamente. Acho que foi mais por ouvi-la gemendo que gozei também. Gozamos juntos até que ficamos cansados. 

   Ela se levantou e começou a se arrumar. Falei que iria dar carona até a esquina da rua. Quando chegamos de carro, ela disse que estava ainda muito cedo. E num canto da rua escura, abri novamente minha calça para que ela pudesse pelo última vez naquela noite, me fazer gozar e sentir o gostinho da minha porra na sua boca. 

   Espero loucamente para nosso próximo encontro...


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