Estuprando a mal educada da academia...

08 de Julho de 2014 challenger Contos Eróticos 44910

Reportagem especial (UOL)
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Karina é viciada em academia, vivi o dia inteiro por lá. Então já sabem como é o corpo desse loira. Pernas grossas, bumbum grande, travada, peitões grandes e sem gordurinhas. Usa sempre calças legging socadas, onde vemos até o desenho que sua buceta faz. 

   Trabalhava como faxineiro na academia e malhava também, gosto de ser forte e de ser grande. Tem uns maurinhos de merda que além de não serem fortes, tomam bomba e são uns viadinhos por não ver aquela gostosa com outros olhos.

   Na verdade eu não gosto de mulheres "cavalas" assim, é mais curiosidade mesmo. Só que sinto uma raiva da Karina. Ela não me comprimenta, não responde aos meus "bom dia" e ainda por cima é uma porca. Toda vez que uma pessoa acaba de usar um aparelho, tem que limpar. Ela não. E já a vi deixar o chuveiro ligado depois de tomar banho, sem falar que joga a porra dos seus lixos no chão. Cacete, fui tomando raiva com aquela piranha.

   Numa bela noite, era tarde e um dos donos teve que sair, me deixando a responsabilidade de fechar a academia. Eram quase dez e a academia fecha às nove e meia. Karina era a única que ainda malhava, me certifiquei disso. Não havia câmeras de segurança e aumentei o volume da música, que tocava só funk. Tranquei a porta e apaguei as luzes, deixando só as do fundo e dos banheiros. Olhei a Karina num aparelho, onde levantava as pernas. Seu rabo estava grande hoje. Usava uma calça legging preta, tênis rosa e um tomara que caia meio transparente, que segurava suas tetas de outa. Cabelo loiro, quase branco e usava franjinha na testa. Já era mais velha do que eu, tinha acho que trinta e cinco anos. Mas agia como se fosse adolescente, que idiotice!

   Ela sempre ia de carro e estava estacionado longe, por isso que um dos donos achou que estava só eu dentro da academia. Peguei uns panos que uso para limpar o chão e fui para o banheiro feminino. Estava sujo e o limpei. Fui falar com a Karina, ver se ela seria educada e ir embora. Mas se fosse grossa, eu iria foder com ela. E não deu outra, fui chegando perto dela e disse que iria fechar, sendo educado e gentil. Ela me respondeu com uma grosseria e falta de educação que quase dei um murro nela, mas me segurei.

   Uns vinte minutos depois, ela largou o aparelho, deixando sujo e todo suado e foi para o banheiro. Eu tremia de excitação, minhas mãos e dedos balançavam sem eu sentir. Aumentei mais o volume da música que rolava, um funk de cachorras, isso me deixava com tesão. Fui atrás da Karina, e quando ela entrou no banheiro, eu também entrei e tranquei a porta. Ela se virou assustada e gritou para que eu saísse. Fui chegando cada vez mais perto e dei-lhe um tapa servido na cara, fazendo-a cair no chão. Ela levou sua mão ao rosto, me olhando assustada. Meu pau estava duro dentro da minha calça de academia. Xinguei ela de vagabunda, puta e cachorra. Fui para cima dela, segurando seus braços com uma mão e com a outra tocando seus seios por cima da blusa. Seios duros e grandes. Ela começou a gritar e eu deixei, ninguém poderia ouví-la.

    Ela começou a tentar me bater e eu dava tapas na sua cara, puxões de cabelo e cuspia na sua cara. Sentia raiva daquela puta e a violentaria sem dó. Rasguei seu tomara que caia, foi fácil demais. Seus peitos pulavam enquanto eu afastava os braços daquela vagabunda. Em cima dela, com seus braços imóveis, segurando com força, passei minha língua no seu pescoço. Estava ótimo, toda suadinha e continuei lambendo, deixando minha baba, e não deixando nenhuma parte. Lambi seus pescoço, sua orelha, seu queixo, suas bochechas, até sua testa. Passava minha língua como se fosse um cachorro, ela me xingava, mas percebi que tinha aberto bem suas pernas, onde meu pau duro foi ao encontro de sua buceta. Comecei a roçar meu pau nela e esta começou a retribuir. Que putinha!

   Desci um pouco mais e engoli seus seios, chupando, sugando. Lambia em volta da aréola por alguns minutos. Seus bicos estavam incrivelmente durinhos. Eu chupava e deixava marcas por todo o seu corpo, para que ela lembrasse de mim. Xinguei ela de piranha, puta e vadia. Ela me olhava com uma mistura de medo e tesão, mordendo seus lábios. Estava tremendo também. Dei outro tapa na sua cara e olhei sua reação. Ela tinha gostado tanto quanto eu. 

   -Então a vagabunda gosta de apanhar, né? -Vou te estuprar! -Você me entendeu sua puta?

   Ela se assustou quando eu falei aquilo e tentou novamente se livrar de mim. Virou-se e tentou se arrastar. Eu vi aquela bunda e fiquei insano. A agarrei pela cintura e a arrestei para perto de mim. Tirei com violência sua calça e vi que sua calcinha era pretinha, fio dental. Que puta! Fui fácil rasgar aquela calcinha. Mandei ela abrir suas pernas e dei tapas fortes na sua bunda para que me obedecesse. Sua pele era meio rosada, mas a sua buceta era linda! Rosadinha, raspadinha e lisinha. Fui com tudo chupando aquela perfeição. Estava com fome, pois me fartei com aquele gostinho. Chupava, lambia, sugava. Karina se contorcia.

   -Pede para eu te comer sua vagabunda.

   -Não, por favor, para!

   -Quer que eu pare mesmo sua puta? 

   Dei um tapa forte na sua bunda, que ficou minha mão. Meu pau estava duro e envergado, latejando a espera daquela puta.

   -Ai, vai, me fode seu gostoso! -Arregaça comigo, me estupra! -Estava louca para que você me fodesse seu safado!

   Ri com sua sinceridade. Mandei ela abrir sua bunda com suas mãos, no qual era rapidemente me obedeceu. Ela arreganhou sua buceta, mas gostei mais do seu cuzinho. Soquei meu cacete bem fundo dentro da sua buceta, onde nós dois gritamos de tesão. Gemíamos gostoso com a nossa foda. Ela rebolava e dava sua buceta com força para mim. Eu estava praticamente em cima dela, socando rapidamente minha rola dentro da sua buceta. Segurava seus cabelos com força e lambia seu pescoço, tentando beijá-la. Era muito gostoso fuder naquela posição, meu pau não parava de ficar duro e eu pensei que não iria gozar. Karina gemia cada vez mais alto e foi uma surpresa quando ela começou a gritar, dizendo que iria gozar. Eu não parei, continuei metendo e socando com força. Por fim, ela gemia alto e gozava. Senti sua porra quentinha no meu pau. Tirei meu cacete e olhei para sua buceta, que jorrava. Que delícia!

   Ela estava lá, deitada no chão, mole e entregue para mim. Totalmente lambuzada com sua porra e de pernas abertas. Meu cacete estava duro ainda e não queria deixar aquilo passar. Me ajoelhei novamente, peguei sua porra e passei no meu pau, depois cuspi na sua bunda e direcionando até o seu cuzinho. Enfiei meu dedo indicador dentro. Ela nem se moveu. Tentei enfiar meus dois dedos. Karina se contorcia, mas não se recolheu. 

   -Abre sua bunda de novo sua puta! -Vou começar a te estuprar é agora.

   Aquela putinha me obedecia em tudo. Seu cuzinho rosado estava bem na minha frente, prontinho. Lambi seu cuzinho suado com gosto. Era delicioso o gosto. Cuspi mais uma vez e fiquei em cima dela. Coloquei a cabeça do meu pau na pontinha, com cuidado, tentando entrar. Quando comecei a penetrá-la, onde ela gemia baixinho. Meu tesão me enlouquecia. E brutalmente comecei a socar seu cu apertadinho. Karina sentiu dor e gritava. Não liguei e continuei, era uma sensação maravilhosa foder aquela puta daquele jeito. Nunca imaginei que aquela vagabunda me daria com tanta facilidade. Deve gostar de ser violentada e com certeza eu iria repetir isso. Socava mais rápido dentro do seu buraco apertadinho. Comecei a sentir que iria gozar. Ela repetia para que eu a comesse mais rápido e atendi. Fui que nem um louco fudendo e arregaçando seu cuzinho. Gemi alto quando minha porra explodiu dentro do seu cu. Metia e gozava gostoso. Xingava no seu ouvido, falando tudo. 

   Acabei de meter e estava suado e exausto. Karina me olhava com uma cara de puta que não resisti e dei mais um tapa na cara dela. A arrastei para o chuveiro e a deixei se banhar. Saí para o banheiro masculino tomar uma ducha gelada. Uns minutos depois, Karina saiu do banheiro com outra roupa e veio me abraçar toda carinhosa. Eu ainda sentia raiva dela e dei-lhe um tapa na cara. Ela sorriu e me deu seu telefone e disse que daqui a dois dias, seu marido iria passar umas duas semanas fora e queria muito ser violentada por mim novamente.

(Conto violento 3)

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