Sogra e namorada no carro...

12 de Julho de 2014 challenger Contos Eróticos 47875

Reportagem especial (UOL)
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Voltando de uma festa dos parentes da minha namorada, regada a muita cerveja, tequila e vodka, estacionei o carro dentro da garagem. As duas, mãe e filha, beberam além da conta, e eu só havia bebido coca-cola, para poder dirigir. Ao meu lado, minha namorada, loirinha, pelo branca, estava completamente apagada, usando uma minissaia preta coladinha e curta, com um topzinho decotado. No banco de trás, minha sogra, ainda acordada mas com uma garrafa de vodka na mão, onde passou a volta toda entornando. Usava um vestido discreto, mas que por um descuido seu, dava para ver o bico do peito esquerdo.

   Olhei para as duas, completamente indefesas e pensei numa loucura: e se eu comesse as duas ali, agora, dentro do carro? Passei minha mão direita nas coxas da minha namorada, indo até o final, sentindo sua calcinha de tecido fino. Abri a minha calça jeans, peguei a mão dela e comecei a bater uma punheta. Olhei para trás e vi minha sogra, ainda de olhos meio abertos, concentrada no que eu fazia. 

   "Ah, foda-se", eu pensei. Abaixei a minha calça até os pedais do acelerador e freio, junto com a cueca e com as meias. Tirei minha camiseta e me aproximei da Debora, abaixando seu topzinho decotado e comecei a chupar seus seios, fazendo barulhos e estalos. Mordi com força seus mamilos, mais pelo fato de estar com tanta tesão. Fui tirando sua calcinha com certa dificuldade, achando melhor, rasgar. Abri suas pernas e pulei para cima dela, no banco do passageiro. Seu bando já estava afastado ao máximo.

   Minha rola dura penetrou aquela bucetinha sequinha. Cuspi na minha mão e passei na xana daquela gostosa. Cuspi de novo e molhei meu pau. Novamente penetrando aquela safadinha, pude ver a cara de puta que minha sogra fazia. Fui socando com vontade a buceta da minha namorada, pois com ela, só devagar e com carinho. Enquanto a fodia, vi a minha sogra colocando sua mão entre as pernas, afastando sua calcinha para o lado e enfiando seus dedos dentro da sua bucetinha cabeluda.

   Já havia passado um mês inteirinho fodendo minha namorada, na viagem dos seus pais para a Europa. Vendo a minha sogra gostosa e mais encorpada que a filha única, ainda mais batendo uma siririca, não poderia perder a oportunidade. Tirei minha rola dura dentro da minha namorada e fui me contorcendo para o banco de trás do fusion. 

   Como estava com quase todo deitada no banco, foi fácil enfiar minha rola na boca da minha sogra. E aquela vagabunda estava ainda melhor que a filha, agarrando meu cacete com a mão e batendo uma punheta, enquanto mamava e olhava para mim. Ela chupava como uma profissional, engolindo toda a minha rola, coisa que minha namorada não sabia fazer.

   Nossa excitação aumentava, até o momento em que ela, tarada, me fez sentar no banco traseiro, tirando seu vestido por cima. Fiquei impressionado por não estar usando sutiã e com sua mini calcinha. Veio para cima de mim, colocando seus seios na minha boca e encaixando sua buceta na cabeça do meu pau. Quando eu a penetrei, ela gemeu alto, a ponto de eu ficar preocupado em ter acordado minha namorada, o que não aconteceu, para o meu alívio.

   Dona Laura, mãe da Débora, era uma coroa "rata" de academia, sempre muito boa com suas curvas. Foi cavalgando com vontade em cima de mim, gemendo alto e arranhando minhas costas, que fui percebendo o quanto eu era sortudo por ter duas vagabundas na minha vida. Dona Laura, sentava gostoso, rebolando com violência e "fome". Perto de ela gozar, o carro foi saculejando de tal maneira, que a minha namorada foi caindo do seu banco. 

   Gemendo alto e cravando suas unhas nas minhas costas, ao gozar, pensei que ainda poderia foder minha namorada do jeito que ela não gostava, de quatro. Saí do carro, abri a porta do passageiro na frente, tirei a Debora de dentro do carro, colocando-a deitada no capô do carro. Subi ainda mais sua minissaia, abrindo suas pernas. Metia com um tesão tão grande, que eu estava afoito. Sua mãe, minha sogra, ficou do meu lado, passando suas mãos no meu peitoral forte e com pelos, beijando meu pescoço.

   Ao usar sua língua, minha sogra aumentava a minha rapidez, continuando minhas bombadas na buceta da minha namorada. Prestes a gozar, minha sogra se ajoelha, abre a boca, em sinal claro de que quer levar engolir a minha porra. Gemendo baixo e longo, gozei um pouco dentro da bucetinha da minha namorada e o resto, eu fui jorrando dentro da boquinha da minha sogra.

   Nos vestimos e ela me ajudou, ainda meio cambaleante, a levar a Debora para a cama. O meu sogro, estava na cama há tempos, não ouviu quando eu dei "boa noite sua puta" para sua mulher. Voltei para o quarto de Debora e todas as vezes que eu sentia meu pau endurecer, fodia minha namorada, enchendo seu rosto e boca do meu maravilhoso leitinho.

   Sei que poderia acabar tudo de uma maneira completamente diferente, mas quem não se arrisca na vida, não vive direito.


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