Religiosa sendo minha puta escrava em aula...

14 de Julho de 2014 challenger Contos Eróticos 25458

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Minha mãe me ligou no começo da semana passada, pedindo para que eu ajudasse uma filha da sua amiga religiosa, que precisava muito aprender algumas matérias para passar nas provas de final de semestre da sua faculdade, disse que era inteligente e tal, mas que não estava conseguindo ir bem nas provas. Tentei de tudo me livrar disso, pois estava sem tempo e o horário que ela queria que eu desse aulas, eram pela manhã. 

   Minhas manhãs se resumem a correr, malhar e fuder as empregadas, babás, casadas, mães solteiras e safadas do meu prédio, o que eu ia fazer com uma religiosa, ainda mais ensinando matérias que eu queria esquecer, mas não deu outra e mãe é mãe, e ela sabia me convencer.

   Ao abrir a porta hoje de manhã, quase enfartei, quando vi a filha da amiga da minha mãe, esperando para suas aulas. Cacete, que morena gostosa! Acho que tinha 1,70 e poucos de altura, dezoito anos, mas corpão de mulher, cabelos pretos lisos, boca carnuda, cor de jambo, um pouco mais claro, olhos castanhos e estava usando um vestido longo rosa colado ao corpo, onde se via uma cintura fina, peitos médios para grandes empinados e uma bunda...

   Patrícia passou por mim e senti meu pau endurecer com seu perfume. Na minha cabeça eu só pensava em fodê-la, e dane-se as aulas. Meu coração começou a bater mais forte e tive que mexer no meu pau para que ela não percebesse o volume grande dentro da calça. 

   Nos apresentamos, três beijinhos e tudo mais, onde peguei na sua cintura e deixei levemente minha mão descer um pouco mais no seu corpo. Ofereci café, água e quase ofereci uma chupada, mas não era hora de assustar aquela delícia.

   Trazia sua mochila com os livros, tentei me concentrar e focar nas aulas. Conversei com ela e li algumas aulas que ela escreveu no caderno, sabendo exatamente no que ela estava errando. Seriam algumas aulas, talvez em uma semana ela já saberia de tudo. Comecei ensinando do básico e depois de duas horas, ela já sabia a matéria de três meses. Ficou encantada do quanto aprendeu e começou a me agradecer, colocando sua mão nas minhas pernas e coxas. Caralho, meu pau endureceu de um jeito que ela sentia o volume crescer dentro da minha calça. Ela não tirou os olhos do meu cacete. Comecei a latejar meu pau para ela, mexendo dentro da cueca.

   Ela começou um papo meio louco, dizendo que era convertida, que antes ela só queria saber de farra, bebedeiras e homens. Sabia muito bem o que ela tentava me dizer. Disse que a vida era complicada mesmo e desci minha mão esquerda na sua coxa, fazendo um carinho de leve. Ela abriu suas pernas e eu fui alisando suas coxas na parte interna, agora com minha mão direita. Subi seu vestido com a esquerda e com a direita coloquei minha mão por baixo da sua saia, sentindo sua pele. 

   Os bicos dos seus seios estavam durinhos e eu pude vê-los bem atrás do pano e do sutiã. Minha mão alcançou sua calcinha e fiquei acariciando aquela religiosa safadinha, que agora escancarou suas pernas. Estava de olhos fechados, mordendo seus lábios. Disse baixinho que estava sem sexo há mais de cinco meses e não sabe como passou tanto tempo assim.

   Depois que ela falou aquilo, meu tesão junto com a loucura tomou conta da minha razão. Me levantei e a puxei pelos cabelos. Ela ficou louquinha. A fiz ficar de joelhos, mostrei meu pau e comecei a bater no seu rosto. Ela sorria de prazer, pedindo para bater mais forte. E dei o que ela pediu, um tapa de palma aberta no seu rosto. Ela me pedia mais e mais e depois de quatro tapas fortes, mandei abrir sua boca, socando meu pau com força. Patrícia engolia com gosto, como se fosse uma puta experiente e enquanto mamava, falava que queria apanhar. Coloquei minha mão dentro do seu discreto decote e apertei seus seios e seus biquinhos com força, machucando. 

   Ela pegou meu pau e passou por todo o seu rosto, já vermelho dos tapas. Queria ter o cheiro do meu cacete o dia inteiro. A chamei de puta, vagabunda e disse que suas aulas durariam por um mês, que iria fodê-la todos os dias e mandei que trouxesse suas antigas roupas. A levantei novamente pelos cabelos, a empurrando para a parede, lambendo seu pescoço, sua boca e abaixando seu vestido até a cintura. Tirei seu comportado sutiã e caí chupando nos seus seios gostosos, duros e firmes. Suguei todo os seus seios, mordendo de leve os bicos e deixando marcas em todos os lugares.

   A empurrei para a minha mesa, deitando seu corpo, colocando seu rosto na madeira com violência. Ela sorria a cada grosseria que eu fazia, seja apanhando ou xingando. Patrícia foi descer o resto do seu vestido, mas mandei ela parar, queria fodê-la como se estivesse a estuprando. Patrícia disse que eu poderia judiar dela e foi o que eu fiz. 

   Levantei seu vestido, rasguei sua calcinha feia, me abaixei e comecei a lamber sua buceta, que estava, segundo ela, sem ser chupada a cinco meses. E que gosto maravilhoso aquela xana tinha. A lambia, dando tapas secos na sua bunda. Me levantei e tive uma visão maravilhosa de como aquele rabo era gostoso. Enrolei seus cabelos na minha mão esquerda e puxei com força, chamando-a de vagabunda. Patrícia continua a dizer para a tratá-la como uma vagabunda, vadia e mandei ela calar sua boca. Ela era minha puta escrava agora. Concordou e disse sim, enquanto eu batia na sua bunda com a minha mão direita, ainda segurando seus cabelos.

   Meu pau entrou com violência e comecei a estuprá-la com gosto. Patrícia rebolava sua bunda, empinando no meu cacete, gemendo alto e pedindo para que eu batesse mais forte. Fui socando meu pau bem fundo e com força dentro da sua buceta encharcada, dando tapas na sua bunda com força. Minha mão começou a ficar ardendo, então segurei sua cintura com força e continuei bombando minha rola na sua bucetinha.

    Ela disse que estava gozando, e gritava enquanto eu não parava de socar. Estava realmente jorrando um líquido quente no meu cacete, molhando minha virilha e escorrendo pelas minhas pernas. Estava pronto para gozar, quando a puxei para que se ajoelhasse. Mas suas pernas estavam bambas, e ela caiu no chão. Coloquei meu pau entre seus peitos e fiz uma espalhola gostosa. Perguntei se ela queria engolir porra e ela me pedia com vontade. 

   Soquei meu pau dentro da sua boca, como se fosse sua buceta. Depois de uns dois minutos, soquei fundo até onde eu conseguia, jorrando minha porra. Ela engolia tudo e não engasgou nenhuma vez. Fiquei com meu pau dentro da sua boca, ainda penetrando, até ficar de pau mole. Deitei ao seu lado no chão frio. 

   Nos levantamos, nos vestimos e ainda dei mais uma hora de aula. Antes de sair, parecia realmente minha escrava sexual, sendo obediente comigo. Hoje, foi a manhã mais gostosa que tive em meses. Estou louco para que chegue amanhã de manhã, pois tenho uma surpresinha para ela...


Reportagem especial (UOL)
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