Sequestrando uma baixinha depois do baile funk (1)

14 de Julho de 2014 challenger Contos Eróticos 10258

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


O som alto e uma gritaria insana estava tendo naquele baile funk, e eu só tinha beijado cinco mulheres, mas nenhuma queria sair naquela hora. Encoxei algumas, mas a galera estava violenta, sempre rolava uma briga e outra, afastando as pessoas. 

   Estava perto da saída quando vejo uma baixinha de minissaia, pernas grossas, decote provocante, cabelos lisos até a cintura e batom vermelho no seu rosto maquiado. Estava de salto alto vermelho e carregava uma pequena bolsa. Estava indo embora da festa, sozinha e percebi que não tinha ninguém indo atrás dela. Saí também da festa, pois já estava quase surdo com aquela loucura. 

   A baixinha andava trocando as pernas, indo em direção para a rua onde meu carro estava estacionado. Ela passou por um carro da polícia e eu sabiamente, dei a volta na rua, para ver se a encontrava. Estava excitado com aquela gostosa e iria investir para levá-la para minha casa, que fica numa chácara. Meus pais estavam viajando e eu até pensei em levar umas putas para lá, mais ficou muito caro, pensei mesmo era de levar algumas vagabundas, mas não tinha conseguido nada naquele baile funk.

   Chego na rua onde meu carro estava estacionado, entro e não vejo a baixinha de minissaia. Fiquei gelado. Não poderia perder aquela gostosa! Entrei no carro e fui por onde ela deve ter passado. Fiquei aliviado quando a vi chegando na rua principal, andando devagar com meu carro, pensando no que eu iria fazer ou falar. Perguntar se ela queria uma carona para casa. Mas aí eu pensei: tinha a chácara só para mim por quatro dias, não conhecia aquela baixinha gostosa que estava meio bêbada e sempre quis fazer maldades com uma mulher. 

   Corria o risco de ser preso ou até coisa pior, mas estava fissurado na ideia de sequestrá-la, levar para a minha chácara e abusar de todas as formas possíveis. Mas eu precisava ser cuidadoso. Peguei no porta luvas do meu carro um chave de fenda. E continuei atrás dela, achando um lugar onde eu poderia agarrá-la. Ela então passou a rua principal e estava indo para uma rua residencial, mas antes, tinha que passar por um caminho escuro. Seria lá que eu iria agir. 

   Acelerei com o carro e parei bem no final do caminho escuro, olhando para todos os lados. Era um lugar largado e abandonado, não havendo casas ou pessoas por perto. Saí do carro com a chave de fenda no bolso e corri para ficar escondido atrás de muro velho. Ouvi ela se aproximando, meu coração acelerava, quase saindo para fora, minhas mãos tremendo. A baixinha gostosa passou cuidadosamente pelo caminho, pois era cheio de pedras e telhas quebradas, não querendo cair. Seu perfume misturava com cheiro de cachaça. Se fosse para desistir a deixava passar, mas eu queria muito ela. Fui atrás dela e tapei sua boca, no qual ela se assustou muito, tentou correr, mas por eu ser mais forte e maior, foi fácil dominá-la. Tirei a chave de fenda do meu bolso e encostei nas suas costelas.

   -Cala a boca, fica calada! -Se gritar ou fugir eu uso isso aqui. -Ou você me obedece ou vai ser muito pior para você!

   Ela travou na hora e começou a se tremer, mais do que eu. Mandei ela andar e a levei para dentro do meu carro, colocando ela a força no banco do passageiro. Ela se tremia de medo.

   -Não moço, por favor, não tenho dinheiro...

   Falava meio embolado, com a língua meio presa. Mandei ela calar a boca e me passar sua bolsa.

   -Olha pro chão, não olha pra mim. -Abaixa a cabeça e fica muda!

   Forcei ela ficar com a cabeça abaixada, assim ninguém a via. Abri sua bolsa e só havia sua identidade, um molho de chaves, vinte reais, maquiagem e o batom vermelho. Seu nome era Larissa, tem vinte e cinco anos (parecia mais nova) e como a agarrei e dominei fácil, devia ter um metro e sessenta e pouco de altura. 

   Mandei mais uma vez ela calar a boca e parti rapidamente para a minha chácara, mas antes tinha amarrado suas mãos com um casaco de frio que tinha e colocado uma flanelinha laranja na sua boca. Que gostosa ela é! Fui tranquilamente pela rua, de farois apagados e depois os acendi normalmente quando fui para a rua principal. Depois de uns dez minutos, entrei na estrada de chão, deixando a baixinha gostosa mais nervosa, que começou a chorar. Não senti pena e nem remorso e fui em frente.

   Mais uns minutos depois entrei na chácara, indo não para a casa principal, mas a casa onde eu tinha mais privacidade. Era uma casa térrea, em forma de retangulo, onde eu entrava com o carro na garagem de portão automático. Quando o portão fechou, coloquei minha blusa nos olhos dela, para que não enchergasse nada. Na garagem havia duas portas: uma para dentro da minha casa e outra que levava para um porão, onde eu guardava coisas do carro, como pneus, roupas velhas e um colchão. 

   Tirei a baixinha de dentro do carro com violência. Agora ela era totalmente minha, para eu fazer o que quiser! A levei para baixo, ligando apenas uma lâmpada, forçando a ficar deitada na cama. Ela começou a gritar e a se debater, quando eu comecei a bater no seu rosto, dando tapas fortes e puxões de cabelo. Esatava muito excitado. Ela estava de micro minissaia preta, sua calcinha era também da mesma cor. Sua blusa era branca e decotada, onde apareciam seus seios, que estavam com os bicos duros por causa do frio.

   Dei um tapa que a fez ficar meio zonza, me aproveitei a amarrei seus braços num tronco que era uma das bases de sustentação. Depois amarrei cada perna em mais dois troncos, deixando-a com as pernas abertas. Amarrei bem firme, não havendo como ela se movimentar. Amarrei novamente um pano na sua boca, travando qualquer tipo de som e fui procurar uma venda de dormir, que de vez em quando eu usava. Subi para a parte de cima, mandei uma mensagem aos meus pais, dizendo que chegara de uma festa e iria dormir. Eram meia noite. 

   Troquei de roupa, colocando uma mais fácil de tirar, peguei camisinhas, a venda e liguei o som, colocando um pen drive de músicas de funk. Bebi água e levei uma garrafa cheia para baixo. Peguei uma balaclava e coloquei. Estava pronto!



Reportagem especial (UOL)
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