Sequestrando uma baixinha depois do baile funk (2)

15 de Julho de 2014 challenger Contos Eróticos 7569

Reportagem especial (UOL)
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Fiquei vendo aquela baixinha amarrada e indefesa, deitada no colchão, quase seminua. Tirei minha roupa e continuei a observá-la. Vou fazer tudo e mais um pouco com ela por mais ou menos quatro dias, sendo assim, peguei uma câmera e irei filmar algumas coisas, para guardar de lembrança.

   Deitei no colchão e fiquei alisando as pernas grossas da baixinha, que não eram musculosas, ainda bem. Ela era gostosa e fofinha, do jeito que eu gosto. A cada alisada ou toque, ela se contorcia, não querendo minhas mãos. Comecei a humilhá-la e isso me fez sentir com tesão e superior. Abri ao máximo suas pernas e rasguei com violência sua calcinha. Treparia com aquela vagabunda sem pressa, apenas para o meu prazer. Sua buceta era escurinha, lisa e raspadinha no zero. Fiquei olhando, alisava com meus dedos. Ela ainda se contorcia. Queria aquela bucetinha parada. Me levantei e dei dois tapas no rosto dela, mandando ficar quieta.

   Comecei a chupar sua buceta bem devagar, sentindo o gosto ácido da sua xana. Meu pau latejava forte. Enquanto usava minha boca, percorria com as mãos aquele corpo macia, cheiroso e gostoso da minha vítima. Lambia toda a buceta, sua virilha, suas coxas e pernas. Passei minha língua na sua canela, tirei seu saltos altos e lambi seus pés. Desamarrei suas pernas, ameaçando espancá-la caso ela me rejeitasse. Minhas mãos e língua se misturavam, ora nas coxas, ora na buceta. Levantei seu quadril e vi seu cuzinho, que iria arrombá-lo, mas não agora.

   Eu estava entre suas pernas escancaradas, passei minhas mãos nos seus seios e ela novamente recomeçou a se debater, usando suas pernas para me afastar. Fiquei com tanta raiva que explodi em violência. Dei mais tapas na cara dela, dando tapas fortes nas suas coxas, deixando marcas. Abri suas pernas e afundei meu pau duro dentro daquela buceta molhada com minha saliva. Fui até o fundo bem devagar e comecei a estuprá-la. Fui metendo devagar, aumentando o ritmo freneticamente. Rasguei a blusa branca e de alcinha daquela safada, revelando seus seios  que agora saltavam e pulavam com as metidas dentro dela. Gemia alto e com muito tesão por causa do funk. 

   Era ótimo comê-la, sentindo sua respiração e medo, dando tapas e não tendo preocupação se ela estava gostando ou não. Adorava xingar e puxar seus cabelos, metendo minha rola com violência dentro dela, machucando e sendo bruto. Prestes a gozar, saí rapidamente dentro dela e mirei meu pau para o seu rosto, esporrando meu líquido branco nos seus olhos, cabelo e boca. 

   Ainda nem estava satisfeito. Queria mais, apesar de estar de pau mole. Subi as escadas e fui tomar um banho quente, depois fui comer e sentei no sofá. Descansei um pouco, talvez uns vinte minutos. Segurei meu cacete que começava a endurecer novamente. Saí do sofá e desci as escadas, olhando aquela gostosa baixinha, amarrada e jogada no colchão. 

   Quando a toquei de novo ela recomeçou a lutar e gritar e eu dava tapas e puxões de cabelo, tirei a flanela da sua boca. Seus gritos já eram fracos e quase eu não ouvia com o sol alto do funk. Começava uma música antiga, acho que é Dança da Motinha, cantada por uma mulher, numa voz bem sexy. Minha excitação aumentou tanto que rapidamente virei aquela moreninha pequena de costa, abaixei sua minissaia e fiquei em cima dela, com meu pau duro na sua bunda, a encoxando. 

   Senti o cheiro dos seus cabelos e pescoço. Ela falava de tudo, ora misturando palavras de ódio, ora sendo gentil, mas nada importava. Me levantei, a coloquei de quatro e com o som da música, fui comendo aquela gostosinha. Era ótimo sentir sua bunda, tanto com minhas mãos, quanto ao encontro com meu corpo. Que gostosa! Ela ali, naquela posição era maravilhoso. Valia a pena ter sequestrado e ficar abusando dela.

    Puxei seus cabelos com força e comecei a dar tapas fortes na sua bunda. Metia rapidamente e nossos suores se misturavam. Ela ainda gritava, mas gemia também. Sua buceta estava encharcada e não era só eu. Metia fundo, cada vez mais rápido, até que comecei a gozar, tirando meu pau de dentro dela. Minha porra ia longe, e o restinho ficava nas suas costas e bunda. A larguei de novo no colchão, cansado mas satisfeito. Coloquei a flanela nela, que lutou para não ter. Me levantei e fui novamente tomar um banho, só que sentado, sentindo a água quente caindo no meu corpo. 

   Eram duas e quarenta da manhã e comecei a ficar de pau duro. Que ótimo! Desci as escadas e ela me ouviu, gritando com a flanelinha na boca. Tirei para ouvir e ela clamava aos céus para que fosse solta e quando eu não respondia, ela me xingava de todos os nomes. A virei de barriga para cima, chutei suas pernas para que ela abrisse. Me ajoelhei na frente dela, levantei suas coxas e me deitei em cima dela. Lambia seu pescoço e xingava no seu ouvido. 

   Comecei a ficar violento novamente, enfiando minha rola com força dentro dela. Ela gritava e gemia. Mas não queria gemer e começou a me xingar. Fui socando minha rola dentro dela e não queria mais ouví-la. Dava tapas fortes, mas ela continuava e me xingar. Estava quase gozando mas comecei a sentir mais raiva dela. Segurei seu pescoço com minhas duas mãos e comecei a estrangular. Fui metendo dentro da sua buceta e apertando o pescoço daquela vagabunda. Não apertava para matar, mas para que ela ficasse com medo e claro, sem ar. Nunca pensei em fazer isso com ninguém, mas me sentia poderoso e dominante. 

   Gozava gostoso dentro dela, ainda metendo e apertando o pescoço daquela baixinha, lembrando o momento que eu havia abordado ela naquele caminho escuro. Foi uma foda inesquecível. Quando larguei seu pescoço, ela tossia e respirava fundo. Deitei em cima dela, ainda com meu pau dentro da sua buceta e latejar e a esporrar o restinho de porra que ainda tinha.

   Ouvia a respiração e o choro daquele safada. Sentia o cheiro de suor, misturado com perfume e cachaça. Fechei meus olhos e apaguei.


Reportagem especial (UOL)
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