Minha Esposa Safadinha na Praia de Nudismo 2

21 de Julho de 2014 Alberto Contos Eróticos 18464

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Numa
sexta-feira, eu e a minha esposa Cristina fomos à praia de Tambaba e ficamos
hospedados na pousada nudista. Chegamos lá por volta das 16 horas e tínhamos a
ideia preconcebida de viver uma fantasia sexual intensa (mesmo sem saber
exatamente o que estávamos procurando).



As
regras do jogo foram previamente combinadas e após uma longa negociação,
chegamos ao seguinte consenso:



Regra nº 1: Não manter
relacionamento permanente com quem viesse a participar da nossa fantasia (troca
de telefone, endereço, marcar novo encontro, etc);



Regra nº 2: Não
poderia existir relacionamento sexual propriamente dito (penetração);



Regra nº 3: Não
haveria beijo na boca com terceiros;



A regra
nº 4 não ficou totalmente fechada, pois a Cris não queria de maneira alguma que
houvesse sexo oral envolvendo eu e outra mulher, porém queria ser liberada para
fazer isto se tivesse oportunidade. Ao final, ficou mais ou menos acertado que
tudo dependeria da ocasião e do consentimento do outro na hora. Mas ela foi
logo avisando que não deixaria ninguém chupar o meu pinto.



Pois
bem, estávamos em Tambaba procurando uma aventura sexual e com as regras
definidas com antecedência. Após acomodarmos nossa pouca bagagem no quarto da
pousada, descemos rapidamente para a praia.



Andamos
de um lado para o outro, mas devido ao horário, já não havia quase ninguém na
beira-mar. Encontramos apenas alguns poucos casais isolados, porém não nos
aproximamos deles. Ficamos meio frustrados e temerosos de que nada iria
acontecer. 



Com esta
sensação, voltamos para o bar, ao lado do nosso chalé, e ficamos conversando e
bebericando alguma coisa até que anoitecesse. Já havia escurecido e a praia
estava iluminada apenas pela luz da lua, quando, da mesa onde estávamos,
observamos que algumas pessoas passavam em direção ao trecho final da praia e
por lá ficavam.



Resolvemos
voltar lá para ver se acontecida alguma coisa. Antes, porém, de chegarmos ao
local onde ficam as pedras, passamos por um casal que estava abrigado junto a
uma barraca fixa construída com madeira e palha e observamos que a mulher fazia
sexo oral no seu companheiro, sem se preocupar conosco.



Prosseguimos
e fomos para trás das pedras, onde ficamos namorando recostados em uma das
rochas. Enquanto nos acariciávamos, de vez em quando eu olhava em volta na
expectativa de que alguém se aproximasse. Almejava que aparecesse, ao menos,
algum voyeur para nos assistir naquela troca de carícias. Não conseguíamos ver
onde estavam as pessoas que tinham se dirigido para aquele local. Provavelmente
elas estavam escondidas no meio daquelas formações rochosas ou nas falésias,
para ter privacidade.



De
repente surgiu um homem sozinho que parou bem próximo de nós e, sem pronunciar
uma só palavra, pôs-se a balançar o pênis com a mão, como que estimulando uma
ereção.



A minha
intenção era fazer sexo com a minha mulher diante daquele sujeito, porém a Cris
cismou que ele era um tarado e não inspirava confiança. Ela ficou muito
insegura com aquela circunstância e não conseguiu relaxar.



Assim
sendo, saímos dali e recuamos para o trecho mais aberto, onde ficam as barracas
de madeira. O casal que fazia sexo oral, quando passamos na ida, continuava no
mesmo local e na maior “pegação”. Alojamos-nos em outra barraca, não muito
distantes da deles, e voltamos a nos acariciar. Nisto, aquele casal se achegou
e nos perguntou se poderia ficar conosco. Evidente que concordamos, pois
estávamos exatamente procurando por "ação" e parecia que ela estava
na iminência de acontecer.



Por si
só, o fato de estarmos transamos ao lado de outro casal já era uma experiência
inusitada para nós. Fazíamos, concomitantemente, o papel de exibicionistas e
voyeur e fomos da carícia até a consumação do ato sexual, cada qual com o seu
respectivo parceiro.



Concluída
a transa, despedimos-nos do casal, sem muita conversa, e fomos dormir
satisfeitos, afinal de contas já havia acontecido alguma coisa bem diferente da
nossa rotina.



Mesmo
com a pouca visibilidade da noite, a Cris não deixou de reparar no tamanho do
pinto do rapaz e fez questão de comentar sobre aquele detalhe, assim que
chegamos ao chalé.



No dia
seguinte, bem cedo, fomos nos banhar na piscina natural que se forma com a maré
baixa, no trecho inicial da praia, próximo do acesso que divide a parte nudista
da área destinada aos vestidos. Quando menos esperávamos, aproximou-se o mesmo
casal que havíamos conhecido na noite anterior e nos cumprimentou eufóricos,
demonstrando alegria por ter nos reencontrado.



Sentamos
na beira d´água e ficamos de bate-papo com aquele casal. Depois de algum tempo
naquela posição, a companheira dele se levantou, subiu nas pedras ao nosso lado
e ficou reclinada, quase que deitada de frente, com as pernas entreabertas,
numa clara atitude exibicionista, tal qual a Cristina costumava fazer.



A Cris,
por sua vez, deitou-se de bruços, com os cotovelos apoiados no meu colo e,
enquanto conversávamos, eu acariciava a sua bunda, exibindo-a para o nosso novo
amigo.



O rapaz
continuou sentado dentro d’água conversando conosco e, vez por outra, eu dava
umas olhadelas para os atributos daquela mulher recostada sobre as pedras. Não
havia como ignorar uma exibição tão explícita.



Logo
tive a certeza de que ela estava se exibindo especialmente para mim e com o
consentimento do seu suposto namorado que apenas olhava para a sua companheira
e sorria. Foi quando também passei a exibir a Cris de forma mais explícita,
chegando literalmente a abri-lhe o rego da bunda para retirar a areia alojada
no seu cuzinho.



Ficamos
naquele jogo de exibição que era interrompido apenas quando alguém passava por
perto, sendo retomado logo em seguida, até que a moça se levantou e veio
novamente até onde nós estávamos.



Fomos
todos juntos um pouco mais para o fundo, com a água na altura do umbigo, e
ficamos inicialmente abraçados, cada qual com a sua mulher. A maré estava baixa
e a água ficara empoçada entre as rochas com ondas bem suaves. Parecia um lago
de águas salgadas.



O Cara
se chamava Marcelo, mas infelizmente não me recordo do nome da mulher. Ela nos
falou que era natural de “Paus de Ferros” (ou alguma coisa parecida), município
do Rio Grande do Norte, e já havíamos dado boas gargalhadas com as ilações em
torno do nome daquela cidade.



Conversa
vai, conversa vêm e de repente estávamos bem próximos, nos tocando
involuntariamente dentro d'água, devido ao movimento natural das marolinhas que
se formavam naquele poço. Por diversas vezes senti os peitos da moça recostados
ao meu braço e as suas pernas roçando nas minhas.



Num
determinado momento, a conversa passou a correr em paralelo, ou seja, eu
conversava com moça enquanto que a Cris ficou com o Marcelo, um pouco atrás de mim.
Dentre todos, a nossa recém-conhecida parecia ser a mais "saidinha" e
foi ela quem começou a brincadeira prá valer quando, no estilo mão boba, acariciou
as minhas coxas por baixo d'água, o que, inevitavelmente, me provocou uma
súbita ereção. Percebendo o meu estado de excitação, a mulher sorriu para mim
com uma tremenda cara de sem-vergonha. Ela olhava alternadamente para o meu
pinto submerso e para os meus olhos, sempre sorrindo, passando-me, desta forma,
um claro recado de que estava querendo algo mais. Eu fiquei totalmente
apavorado e não tive nem coragem de olhar para trás para conferir se a minha
esposa e o Marcelo haviam percebido o que estava acontecendo entre nós. 



De
repente a Cristina apoiou a mão nas minhas costas e só então eu olhei e vi que
o Marcelo estava fazendo-lhe uma massagem nos ombros, provavelmente com a rola
tocando no traseiro da minha mulher. A tensão daquele momento era alta e o meu
pênis amoleceu novamente



Até
então eu estava preocupado porque não sabia como reagiriam a Cris e o Marcelo
caso descobrissem que a moça estava me provocando. Quando vi aquela cena, tive
a certeza de que se tratava de um casal do tipo “liberal” que não tinha nada a
esconder um do outro. Admito que nesta hora - para não ficar em desvantagem -
também passei a mão no quadril da nossa amiga, mas não sabia se curtia aquela
situação ou se chamava a Cris no intuito de afastá-la daquela pica enorme. Não
consegui relaxar e nem parar de pensar no que estaria acontecendo entre a minha
esposa e aquele cara nas minhas costas.



Tivemos
que interromper aquela libertinagem por causa da chegada de um casal naturista
que, sem perceber o que acontecia, aproximou-se para tomar banho no poço.
Aquele trecho da praia em que estávamos é uma área onde não acontecem cenas de
cunho sexual ou erótico e não queríamos faltar com o respeito com as demais
pessoas.



Nesta
hora, a Cris me abraçou por trás, com os braços envoltos em meu pescoço, e
aproveitamos a pausa para conversar abertamente com aquele casal.



Eles
logo abriram o jogo e nos confidenciaram que já tinham tido “experiências” com
outros casais. Eu tive de explicar que éramos casados e que não tínhamos a
intenção de fazer sexo prá valer, com troca de casal, mas que toparíamos algumas
brincadeiras entre nós. A impressão que tive naquele momento foi de que as
minhas palavras não os deixaram muito entusiasmados.



Pouco
tempo depois eles nos disseram que iriam ao encontro de alguns amigos e, desta
feita, sugerimos que retornassem à noite, caso assim desejassem, pois
estaríamos naquela praia à espera de novas aventuras.



Depois
que o casal se afastou, a Cris tornou a comentar sobre a pica do rapaz:



- Nossa! Você viu o tamanho?



- Eu vi!
Mas mesmo assim a loira estava toda interessada na minha piroca? Por que será?



Com a
bondade que lhe é peculiar e apenas para massagear o meu ego, a minha mulher me
disse:



- Eu não fico surpresa, porque você é lindo e
o seu pênis, apesar de não ser grande, é o mais bonito que eu já conheci. E
olha que já vi muitos aqui em Tambaba!



-
Imagina!



- Mas me deixe falar uma coisa: Estou achando
que eles não são namorados de verdade e que deve ser uma “amizade colorida” ou,
então, ela é uma garota de programa.



Não dei
muita importância ao seu comentário, pois creditava as suas desconfianças a um
pouco de ciúmes.



- Será?
Acho que não!



- Também não gostei do jeito que ela ficou
insinuando-se para você o tempo todo!



Nisto eu
tive a certeza de que se tratava realmente de ciúmes e lembrei-lhe:



- Não
sei do que você está reclamando! Por acaso você acha que eu não percebi que o
Marcelo estava com o pau encostado na sua bunda?



Diante
da minha colocação a Cris retrucou:



- Amor, você gosta quando eu me exibo e tem fantasia
com outro homem me comendo, mas eu não gosto de ver nenhuma mulher dando em
cima de você! Se quiser, podemos parar por aqui, mas não quero ver você de
chamego com aquela mulher!



A
situação ficou bem clara para mim. A Cris definitivamente não queria se
relacionar com um casal e aquela experiência estava sendo diferente da que
aconteceu com o rapaz do coqueiro, em que havia tido a participação apenas de
outro homem.



Conformei-me,
pois não pretendia alimentar uma crise em nosso relacionamento e queria apenas
viver uma fantasia sexual. Comentei, então, que eles não deveriam nos procurar
novamente, pois havíamos deixado claro de que não haveria sexo com troca de
casais e isto não tinha lhes agradado. Ela concordou e saímos dali para tomar
um banho de chuveiro e descansar. Almoçamos e caímos no sono.



Estávamos
na varanda do nosso chalé, por volta das quatro horas da tarde, e tivemos uma
conversa apimentada, onde falamos abertamente sobre os últimos acontecimentos e
também sobre os nossos desejos reais, os quais deveriam ser inconfessáveis.



Lembro-me
de cada palavra dita naquele dia:



- E
então! Divertiu-se hoje pela manhã?



- Mais ou menos?



- Por
quê? Não gostou do Marcelo?



- Ele parece ser legal! Só não gostei daquela
mulher...



-
Esqueça a mulher! Fale-me sobre o que rolou entre vocês dois!



- Eu fiquei impressionada com o pinto
dele!  O do rapaz do coqueiro era mais
bonito, mas em compensação o pau do Marcelo é ainda maior e mais grosso.



- E o
que vocês fizeram na hora em que eu não estava olhando?



- Eu não fiz nada! Quem fez foi ele.



- Foi
mesmo? O quê?



- Posso falar?



- Deve!
Eu gosto de ouvir os seus comentários safadinhos!



- Ah é? Você quer mesmo escutar? Pois fique
sabendo que enquanto você estava entretido com aquela “galega de farmácia”, o
Marcelo massageou as minhas costas e depois me abraçou por trás. Eu senti a coisa
dele roçando no meu bumbum e entre as minhas coxas!



- Sua
safadinha!



- Safadinha não! Se eu tivesse facilitado ele
me comia ali mesmo, viu?



- Você
está exagerando para me deixar enciumado! Não vi nada disto!



- Claro que não viu! Você estava todo interessado
naquela safada!



- Eu só
vi o Marcelo massageando suas costas. Não vi o abraço!



- Se tivesse prestado mais atenção, teria
visto que ele me deu o maior amasso e já estava com o “negócio” duro! Eu fiquei
praticamente montada no pau dele!



- Aí
também já é demais!



- Demais, coisa nenhuma! Eu só deixei porque
vi aquela mulher passando a mão em você e você não fez nada!



- O que
você queria que eu fizesse?



- Você tava gostando, não era?



- E
você, não estava?



- É, tava gostoso! (risos)



- Mas eu
quero saber como foi que você montou no pau dele? Isto precisa ser mais bem
explicado!



- Eu disse que fiquei “praticamente montada”!
O pinto dele tava duro e teve uma hora que ficou entre as minhas pernas. Foi só
isto!



- Só
isto? Você está ficando muito assanhada!



- Não fique bravo comigo, Amor! A gente não
veio aqui prá isto?



- Tudo
bem! Pelo menos você não está escondendo nada!



- Claro que não!



- Já que
estamos falando francamente, você poderia me responder uma pergunta ainda sobre
o rapaz do coqueiro?



- Pode perguntar!



- Então
diga a verdade: Ele chegou a enfiar o dedo em você, quando estava tirando a
argila dentro d’água?



- Ele primeiro passou o dedo no meu ânus e
depois enfiou quase todo na minha xana! Você não percebeu?



- Na
hora eu fiquei em dúvida!



- Só não falei antes achando que você iria
ficar aborrecido, mas agora estou vendo que poderia até ter dado prá ele que
você nem iria se importar!



- Não é
bem assim! A gente já conversou sobre isto e eu já lhe expliquei que fantasio
com estas coisas, mas não quero que aconteçam de verdade! Tenho certeza que
isto não iria fazer bem para o nosso casamento e eu não sei como lidaria com
esta situação!



- Pois se ele aparecesse aqui de novo eu não
sei se resistiria. Acho que daria prá ele
(risos). Pelo menos uns apertos e uma bela chupada eu ia dar naquele pau
gostoso
(mais risos).



- Uma
chupada, a gente poderia até negociar, mas o resto: esqueça!



- Quer dizer que eu posso dar uma chupada?



- Não!
Eu falei só de brincadeira!



- Pois estou achando que falta muito pouco prá
você me deixar dar uma chupadinha! (...)



- Calma
aí! Eu não disse que deixaria! (...)



- Você vive falando que a gente deve ter
cuidado para não se arrepender depois, mas, até agora, eu só me arrependi do
que deixei de fazer!



- Você
não acha que já foi longe demais?



- Não! E quer saber qual é o meu maior
arrependimento?



- Qual?



- Não ter tido coragem de chamar o rapaz do
coqueiro aqui pro quarto!



- E o
que você teria feito com ele?



- Assim que ele entrasse, eu ia jogá-lo
naquela cama
(apontando
para dentro), cair de boca no pau dele e
chupá-la até matar a vontade. Depois ficaria de quatro e deixaria você dois me
comerem. Primeiro ele ia meter o pau todinho na minha xana, na sua frente, e
depois que gozasse você comeria o meu cuzinho! Que tal?



- Não
acredito no que estou ouvindo! Você pirou de vez!



- Se eu tivesse feito isto, você ia gostar?



- Claro
que eu não permitiria uma coisa desta!



- Mas sonha com isto, não é? Daí para permitir
é um pulo!



- Você
ficou mesmo impressionada com aquele cara!



- Com ele não, mas com o pau dele, sim! Não me
lembro de ter visto um pênis daquele tamanho que ao mesmo tempo fosse tão
bonito. Você sabe que eu acho o seu lindo, mas aquele era muito gostoso...



- Você
está muito depravada!



- Eu não era assim! Você que me ensinou e agora
aguente, porque estou gostando!



Aquela
conversa, por si só, já me deixou excitado, porque apesar da minha mulher já
ter me contado os seus sonhos eróticos, ela nunca havia confessado de forma tão
contundente e realista sobre a sua vontade de dar para outro cara.



Em
Tambaba, era como se nos permitíssemos falar abertamente sobre qualquer
aberração, por assim dizer. Estávamos ali naquele dia para realizar uma
fantasia sexual e éramos cúmplices naquela empreitada.



Algum
tempo depois da nossa conversa, da janela do nosso chalé, eu vejo o cara com o
qual tínhamos estado pela manhã, passeando sozinho pela beira da praia, como
que procurando alguém. Chamei a minha esposa e apontei para ele, dizendo:



- Olha
quem está ali. É o Marcelo!



A Cris
se apressou em perguntar:



- E a mulher, onde está?



- Não
estou vendo!



Ficamos
observando ele caminhar até o final da praia, sempre olhando pros lados e para
trás, mas sem nos ver, até sumir por trás das pedras. Um pouco mais tarde ele
voltou ainda sozinho e procurando por alguém. Foi quando eu perguntei para ela:



- Posso
chamá-lo?



Ela
ainda deu uma conferida para ver se ele estava realmente só e confirmou com um
balançar de cabeça. Saímos do chalé, descemos a escada de madeira que dá para a
praia e acenamos. Ele logo nos viu e se aproximou, dizendo que estava justamente
nos procurando. Nós o informamos de que estávamos hospedados naquela pousada e
que o avistamos do nosso chalé. Perguntei pela sua namorada e ele nos respondeu
que ela ficara em Jacumã, de onde iria pegar uma carona para João Pessoa, já
que tinha compromissos no dia seguinte.



Neste
momento, ficamos com a nítida impressão de que a Cris havia acertado em seu
julgamento sobre a moça. Mas foi aí que me dei conta de que depois de toda
aquela conversa, eu estava correndo um sério risco, caso a Cris se empolgasse
demais. O fato dele estar só, aumentava consideravelmente o perigo daquela
situação, pois com outra mulher na jogada, a minha esposa ficava mais contida.



 Meu coração bateu forte e as minhas mãos
ficaram trêmulas e suadas, porque não sabia se estava preparado para dar
continuidade àquela aventura. Não sei precisar que hora era aquela, mas ainda
tinha sol quando o convidamos para se sentar ali numa mesinha do bar que fica
na areia da praia.



O
Marcelo tinha uns trinta anos e não era exatamente um galã, mas fazia o tipo
“sarado” - como se diz na gíria - e, para completar, ainda era bem dotado. A
minha mulher se mostrava interessadíssima, enquanto que eu vivia, mais do que
nunca, aquela dubiedade entre o ciúme e o tesão.



Depois
de termos feito o pedido - iscas de filé com fritas - a Cristina me deu o
primeiro susto ao perguntar:



- O estamos fazendo vestidos numa praia
nudista?



Dizendo
isto ela ficou de pé, tirou a toalha com a qual estava envolta, ficando nua na
frente do nosso convidado. Depois, dobrou a toalha por sobre a cadeira,
sentou-se sobre ela e disse:



- Agora é a vez de vocês!



 Eu estava de sunga e o nosso amigo de bermuda
(depois de certa hora, não se exige que as pessoas fiquem peladas na praia). O
cara também se levantou, tirou a bermuda e já deu para notar o volume exagerado
dentro da sua cueca. Quando ele a baixou, de lá saltou o enorme pau roxo que já
estava duro, para o delírio da minha mulher e para o meu espanto. Timidamente,
tirei a minha sunga sem me levantar totalmente, até porque não queria provocar
nenhum tipo de comparação, pois confesso que estava em franca desvantagem.



Continuamos
a conversar e ele foi logo tratando de elogiar a Cristina, dizendo que ela era
bonita e gostosa e que eu estava de parabéns. Sabedor das suas segundas
intenções eu apenas agradeci o elogio e tentei desviar o rumo da conversa.



Não
demorou e ele abordou o assunto que tanto me afligia. Referindo-se à conversa
que tínhamos tido pela manhã, o Marcelo indagou se a gente se importaria de
fazer as tais brincadeiras pelo fato dele estar desacompanhado.



Mesmo
sabendo que a Cris preferia assim, eu fui evasivo, limitando-me a lhe dizer que
a noite estava agradável e que as coisas, quando tem que acontecer, acontecem
naturalmente. Olhei para minha mulher e vi nos seus olhos que ela estava
empolgadíssima.



A
conversa tomou diversos rumos até que o Marcelo voltou ao tema, dizendo que
estava ansioso para começar as nossas “brincadeiras”. Fiquei sem graça e, na
realidade, estava com muito medo do que poderia acontecer. Àquela altura, já
estava torcendo para que ele desistisse, porém não sabia quais eram os planos
da minha mulher e cúmplice. Foi ela quem criou coragem e perguntou como seria a
brincadeira, ao que ele respondeu de pronto:



- Aproveitando que estamos sós e o garçom está
longe, você poderia segurar no meu pau, se o seu marido deixar, para sentir
como ele está “nervoso” por sua causa?



A Cris
colocou as mãos nos olhos, demonstrando sentir vergonha e depois olhou para mim
e perguntou:



- Posso, Amor?



Sem
saber o que responder e com o coração disparado, respondi:



- Você é
quem sabe!



Diante
da minha indecisão, a Cristina esticou timidamente o braço e depois recuou.
Parecia que não teria coragem, mas ao invés de desistir, ela pediu para que o
Marcelo chegasse mais perto. Ele se ergueu e arrastou a cadeira para o seu
lado, de modo a ficar ao seu alcance. Com isto, ela tornou a estirar o braço,
desta vez com determinação e... Pronto! Lá estava ela segurando o cacete do moço.



Fiquei
sem ação, afinal estava tudo dentro do que tínhamos combinado previamente.
Percebendo que eu estava isolado na mesa e totalmente assombrado, a minha
mulher estendeu o outro braço e segurou na minha mão, como que para me
consolar. Com a outra mão, no entanto, ela continuou a fazer carícias no pau do
rapaz. Aquela cena me lembrou o costume da Cris de brincar com o meu bilau na
nossa sala de estar. A grande diferença estava no tamanho do brinquedo.



Definitivamente
a minha mulher gosta de segurar uma rola! Era incrível a desenvoltura dela com
o pênis de um homem desconhecido. Nesta brincadeira toda, o mais difícil foi
ouvir seu comentário:



- Nossa! Como seu pau é enorme!



Com uma
ponta de presunção, o Marcelo respondeu:



- É! Algumas mulheres gostam enquanto que
outras têm medo. Você é de qual tipo?



Neste
momento, fiquei atento à resposta da minha mulher, já que, infelizmente, estou
longe de ser bem dotado como aquele sujeito. Ela, entretanto, tentou ser
politicamente correta e ponderou:



- As duas coisas: Eu acho excitante, mas
também me dá um pouco de medo!



Ele se
mostrou surpreso e perguntou:



- Quer dizer que você nunca experimentou um
deste tamanho ou pelo menos parecido?



- Até agora, não! Mas não acho que tamanho
seja essencial na hora do sexo, pois estou totalmente satisfeita com o meu
marido. O importante é saber fazer!



Talvez
para me consolar, o Marcelo concordou com a Cris e acrescentou que aquela sua
amiga havia lhe assegurado que não se importava nem um pouco com o tamanho e
sim com a qualidade do sexo.



Aproveitando
a deixa, eu procurei tirar um sarro:



- Foi
por isto que ela te largou?



Ele
respondeu, sorrindo:



- Não, ela não me largou! A gente tem apenas
uma amizade “colorida”!



A minha
esposa também aproveitou o ensejo para revelar uma história antiga, que nem eu
conhecia por completo:



- Quando eu era solteira, tive um namorado que
insistia para transar comigo, mas eu sempre resisti, porque tinha medo!



- Medo do quê? (perguntou Marcelo)



- Do tamanho do pau dele! Quando ele me
mostrou o pênis pela primeira vez, achando que iria me seduzir com aquilo, eu
fiquei foi assustada. Da segunda vez que ele fez aquilo eu o chamei de tarado e
acabei com o namoro!



Mal eu
havia respirado aliviado com o final da sua história, ela complementou com uma
frase que me deixou com a “pulga atrás da orelha”:



- Mas naquela época eu era muito novinha, se
fosse hoje a história seria diferente!



Foi aí
que o Marcelo criou coragem para perguntar se ela não queria experimentar uma
coisa diferente e se a gente não poderia abrir uma exceção nas nossas regras.
Sabe o que ela respondeu?



- Por mim, eu abro a exceção!



E eu
completei:



- A
exceção e o que o ele quiser, não é?



Eles
caíram na gargalhada e a Cris tentou remediar dizendo:



- Eu estava só brincando, Amor!



Daí eu
falei para o Marcelo:



- Se
você trouxer a sua amiga, nós podemos conversar!



Disse
isto como estratégia para afastar aquela hipótese, não que estivesse cogitando
a troca de fato. Mas a Cristina rapidamente interrompeu, adulterando o dito
popular:



- Deixa prá lá. Três é bom e quatro e demais!



Por
incrível que pareça, no meio de toda aquela agonia eu consegui ficar excitado
pelo fato da minha mulher estar segurando o pau de outro homem e, numa
determinada hora, pedi-lhe autorização para tirar uma foto com o meu celular,
sem que o seu rosto aparecesse, evidentemente.



Contudo,
com o desenrolar dos acontecimentos, o ciúme e a insegurança passaram a
sobrepujar o prazer doentio e inexplicável que eu sentia em ver a minha mulher
com um pênis na mão. Durante um bom tempo ela não o largou. Fazia carinho,
apertava ou simplesmente segurava enquanto conversávamos. Nunca vi tamanha tara
por uma rola! Se fosse por mim, já poderíamos até ter encerrado a nossa
aventura.



Além de
nós, havia um Senhor sentado em outra mesa, fumando e bebendo cerveja. Num
determinado momento, uma mulher de meia-idade desceu as escadas do bar, envolta
em uma canga, e passou bem próximo de nós. Ela olhou para a cena (minha mulher
agarrada com o pau) e prosseguiu sorrindo. Depois, sentou-se ao lado do Senhor
que já estava na mesa e, a partir daí, os dois não paravam de olhar e
cochichar. Eu observava tudo, mas a Cris não se intimidava com nada. Usava a
mão direita para comer um petisco ou tomar um gole da caipiroska, sem largar a
outra do cacete do Marcelo.



Ela
estava realmente curtindo e aproveitando aquela situação. Da minha parte, eu
estava cada vez mais apavorado. Temi que a coisa fugisse do nosso controle
devido ao entusiasmo da Cris e da declarada intenção do Marcelo em possuí-la.



No
momento em que pedi a conta, fazendo um sinal com a mão, e o garçom se
aproximou, a Cristina finalmente largou a vara do moço. Pagamos a despesa e,
como o bar já estava fechando, o Marcelo nos sugeriu que fôssemos para o nosso
chalé, continuar a conversa. Fiquei receoso, principalmente depois dos
comentários da minha mulher. Entre quatro paredes seria difícil segurar o fogo
dela e eu poderia acabar cedendo aos seus desejos.



Intimamente,
sempre alimentei esta fantasia sexual, mas a razão e um pouco de lucidez haviam
me impedido de por esta loucura em prática. Temia que ela gostasse muito e que
aquilo não tivesse mais controle. Foi por este motivo que sugeri um passeio
pela praia, já que ainda estava claro. Descemos e nos afastamos do bar,
caminhando em direção a parte final da praia, onde existem umas rochas. Foi a
Cris quem nos conduziu até aquele lugar propício para as tais brincadeiras. Ela
estava realmente mal intencionada



A
Cristina, a esta altura, estava novamente vestida com uma toalha branca
enquanto nós continuávamos pelados. No caminho, ia pensando comigo mesmo: O que
estou fazendo? Levando minha mulher para entregar de bandeja para outro homem?
O que será que vai acontecer? Como a Cristina vai se comportar? Até onde eu
permito? Estas eram as perguntas que me atormentavam. Mas, o tesão falou mais
alto e eu não consegui interromper a caminhada.



O que eu
tenho na cabeça? Será que sou doente ou anormal? Porque eu gosto de ver minha
mulher segurar o pau de outro homem? Porque será que eu fico louco de tesão
quando ele fala que quer dar para outro? Isto é normal?



Eu já
havia lido a respeito, mas não queria acreditar que aquilo estava acontecendo
comigo. Teve época em que a minha mulher sequer queria conhecer uma praia de
nudismo, pois sentia vergonha. Agora, estávamos ali: Ela toda excitada e eu com
a incumbência de contê-la. Para piorar, não tinha sequer o direito de
recriminá-la, pois a maior parcela de culpa pelo que estava acontecendo era
minha.



Reflexões
a parte, chegamos lá. O sol já estava perto de se por e naquela hora não havia
mais os policiais que fazem a segurança da praia e impedem a prática de atos
sexuais por aquelas bandas. A Cristina tinha nos levado para um local que
ficava escondido por trás das pedras altas.



E agora?
O que fazer? Meu primeiro impulso foi abraçar a Cristina e lhe dar um longo e
apaixonado beijo. Queria deixar claro que nos amávamos e que eu não estava ali
disputando a minha mulher. O Marcelo ficou na dele, apenas assistindo.



Depois
do beijo eu sussurrei no ouvido dela:



- Juízo!



Ela sorriu,
mas não recuou um milímetro do seu propósito. Estava determinada. Olhou para
ele e fez sinal para que se aproximasse. Naquela altura nenhum dos dois estava
excitado (no meu caso pelo nervosismo).



A Cris
tirou a toalha e a esticou delicadamente sobre a areia. Foi ela quem tomou a
iniciativa de comandar as brincadeiras. Pediu que ficássemos encostados na
rocha, de frente para ela, e se posicionou entre nós dois. Em seguida começou a
massagear simultaneamente, com as duas mãos, os nossos peitos, em movimentos
circulares. Aos poucos ia descendo as carícias para a barriga e logo estava
penteando os pelos pubianos com as pontas dos dedos. Aquilo foi o suficiente
para que ficássemos de paus duros. Infelizmente o dele era bem maior do que o
meu, o que me deixava desconfortável e com complexo de inferioridade.



É claro
que a Cris não resistiu e segurou os dois paus, fazendo uma masturbação lenta,
olhando alternadamente para os olhos de um e do outro e, às vezes, para os
cacetes que ela segurava. Não querendo ficar em maior desvantagem e antes que
ele o fizesse, eu pedi:



- Chupa
meu pau, safadinha! (É assim que gosto de chamá-la na intimidade).



Minha
mulher ficou de joelhos e passou a chupar o meu pau de uma forma deliciosa. O
Marcelo não resistiu, saiu da posição em que estava, deu a volta por trás dela
e pediu para que ela se levantasse sem parar de me chupar. Ela atendeu ao
pedido. Tirou o meu pinto da boca apenas por um instante, levantou-se e se
curvou para frente até alcançá-lo novamente com a boca, ficando de costas para
o Marcelo e com as pernas abertas. Com uma das mãos ela se apoiava na rocha e,
com a outra, ela segurava na base do meu pênis ou massageava o meu saco
escrotal.



O
Marcelo segurou-a pelo quadril e encostou a pica no seu traseiro, enquanto ela
continuava a fazer a chupeta sem esboçar qualquer reação no sentido de
afastá-lo. Diante deste quadro, eu fiz o clássico sinal de “espere aí”, com a
mão espalmada, para tentar contê-lo, mas aí ele me disse:



- Calma meu amigo, eu só estou massageando o
bumbum dela com o meu cacete!



 E continuou a meter o pau no meio das coxas e por
entre o rego sem, no entanto, penetrá-la, como era o meu maior temor.



De tanto
o cara esfregar-se nela, a Cris foi ficando maluca e ofegante do jeito que só
eu conhecia e estava prestes a ceder aos seus desejos. Foi quando ele saiu de
trás, posicionou-se do seu lado esquerdo e com a mão esquerda, por baixo,
passou a acariciar-lhes os peitos, ao mesmo tempo em que com a mão direita dava
umas palmadinhas na bunda, alternadas com uns arrochos. Em seguida, acariciou a
bucetinha da minha mulher, terminando por lhe enfiar-lhe o dedo médio num
movimento contínuo de vai-e-vem.



Daí a
Cristina largou o meu pinto e se apoiou com as duas mãos na rocha gemendo e
chorando de prazer. Era muita tentação para qualquer um. Aquela bunda
arrebitada para cima com as pernas abertas como que a pedir para ser penetrada.
Fiquei no lado oposto enquanto o Marcelo continuava monopolizando os seus
mamilos e masturbando-a com o dedo enfiado na sua xana. Só me restou acarinhar
as costas da minha esposa e assisti-la sendo bolinada diante dos meus olhos.



Naquele
exato instante eu vivia um tremendo conflito de sentimentos e na indecisão
sobre o que queria, mais uma vez me deixei levar pela minha loucura, permitindo
que um homem estranho fizesse carícias sexuais na minha esposa.



A esta
altura a Cris já estava totalmente louca de excitação que somada ao efeito da
caipiroska lhe tiravam qualquer vestígio de pudor. Aceitaria absolutamente tudo
que lhe fosse proposto. Mais do que aceitar, ela queria muito entregar-se por
inteiro.



Percebendo
isto, o Marcelo pôs-se de joelhos, ainda por trás, e passou a lamber e dar
mordidas na sua bunda. Depois, com a extremidade da língua, estimulou-lhe os
clitóris, aumentando sobremaneira o tesão da Cristina. Nesta hora eu estava
apenas massageando as costas da minha mulher, vendo aquele cara manipular com
inegável habilidade os seus órgãos sexuais.



Não
podia ser diferente. A Cris não suportou mais e passou a implorar, quase que
chorando:



- Mete, mete, mete! Por favor, mete!



O
Marcelo se levantou e foi até a pedra ao lado, sob a qual estava a sua bermuda.
Tirou um preservativo e vestiu o cacete. Neste pequeno intervalo, a Cristina
também se ergueu e nos abraçamos. Eu sussurrei no seu ouvido:



- É isto
mesmo que você quer?



Mas ela
respondeu alto, para que ele também ouvisse:



- Eu quero! Eu quero dar para ele!



Meu
coração só faltava sair pela boca. Estava trêmulo e aturdido. Mesmo assim eu
lhe beijei e falei que a amava. Depois pus a mão por baixo e lhe acariciei
levemente a buceta, reacendendo-a para o ato que estava na iminência de se
consumar.



Não sei
descrever com exatidão o que se passou pela minha cabeça naquela ocasião. O
fato é que a minha mente parecia anestesiada e, naquele instante de insanidade,
permiti que a Cris se entregasse para outro homem.



Logo o
Marcelo retornou. Era amedrontador o estado em que ele se encontrava, com
aquele pau apontado para cima e pulsando. Somente uma mulher de muita coragem
para encarar uma pica daquelas.



Mas ao
invés de sentir medo, a minha mulher me deu mais um beijo e voltou para a
posição em que se encontrava anteriormente, de frente para a rocha, com as duas
mãos apoiadas nela e de pernas abertas, pronta para ser penetrada por trás.



O Marcelo
a segurou pelo quadril e apontou o seu cacete para o traseiro da minha mulher,
enquanto ela abriu ainda mais as pernas e empinou a bunda para facilitar a
penetração. Eu fiquei ao lado inerte, consentindo que o cara a possuísse ali na
minha frente. Ela, por sua vez, estava totalmente entregue e desejando muito
sentir aquele pau rasgar-lhe as entranhas.



A Cris
manteve uma das mãos apoiada na rocha, enquanto a outra, por trás, segurava o
cacete dele, guiando-o até a sua buceta, na posição correta da penetração. Em
seguida, voltou a se apoiar com as duas mãos na rocha e suplicou:



- Me come, me come!



Ele de
imediato forçou a cabeça do pau entre os grandes lábios da sua vagina e fez uma
primeira tentativa de penetração. A Cris sentiu o golpe:



 -
Cuidado, devagar!



Meus
amigos, àquela altura ninguém poderia impedir a minha mulher de dar praquele
cara! Ninguém..., a não ser eu! Desculpem a frustração, porém num surto de
juízo, recuperei a consciência e interrompi o ato que estava preste a
acontecer! Muito perto, mesmo!



Pedi que
ele se afastasse por um instante, posicionei-me no seu lugar, por trás dela, e
tratei, eu mesmo, de satisfazer a minha mulher metendo o meu pau naquela buceta
molhada e ávida por prazer.



Ainda
bem que a Cris não fez nenhuma objeção, pois não sei como reagiria se ela
tivesse me rejeitado naquela hora. Ao invés disto, ela começou a gemer e a
gritar de prazer, enquanto eu lhe metia com vontade para tentar satisfazê-la
por completo. Agora era ele quem assistia a tudo, ali do lado, quieto e massageando
o seu próprio pau, possivelmente aguardando a sua vez.



Não
resisti por muito tempo e gozei dentro da minha mulher. Ela finalmente se
ergueu, virou-se para mim e nos beijamos novamente.



Por um
breve momento, esqueci-me do Marcelo ali do lado. Mas ele estava lá, ainda de
pau duro achando que seria o próximo. A Cristina olhou para mim, sorriu e
disse:



- Tá na hora de satisfazer nosso amigo!



Meu
coração voltou a bater acelerado! Depois que eu já tinha gozado, não havia
nenhuma possibilidade de me excitar novamente com a ideia de ver a minha esposa
dando para outro. Mas também não queria ser grosseiro naquela ocasião nem
parecer egoísta perante ela.



Enquanto
pensava no que fazer, a Cris conduziu o Marcelo até a toalha que já estava
estendida sobre a areia e pediu para que ele se deitasse. Naquela hora, achei
que ela iria se sentar sobre o seu pau, como costumava fazer comigo, e comandar
a penetração. Mas ao invés disto, ela se agachou ao seu lado, segurou na sua
vara e, sem demonstrar nenhum pudor, arrancou-lhe a camisinha e engoliu aquela
rola com muita gula, chupando-a desesperadamente feito uma louca. Não dava para
fazer mais nada em relação aquilo. Já havia acontecido!



Resolvi,
então, deixar a Cristina curtir aquele momento. Sentei-me em uma pedra e fiquei
passivamente assistindo a sua sem-vergonhice.



Durante
a chupeta, algumas vezes ela olhava nos meus olhos, sem tirar a rola da boca.
Parecia querer me provocar! Esta é uma cena comum de se ver em filmes pornôs,
com artistas desinibidos e sem nenhum envolvimento emocional entre eles. Porém
aquilo estava acontecendo com a minha esposa, mãe do meu filho!



Num
determinado momento, a Cris saiu do lado do Marcelo, fez um "totó” no
cabelo, para que este não caísse sobre o rosto, e se deitou por cima do cara na
posição conhecida como 69. Nesta nova posição, ela continuou a chupar
alucinadamente a piroca do Marcelo, massageando-lhe as bolas e intercalando com
algumas lambidas na cabeça do pau. Vez por outra, ela dava umas olhadelas em
minha direção.



Enquanto
recebia as carícias da minha mulher, o Marcelo gemia de prazer e apertava com
força a sua bunda, que estava literalmente na sua cara. Ele não a chupou, até
porque a sua vagina estava “suja” do meu esperma, mas os dois ficaram nesta
posição por um bom tempo e eu ainda temia que ele insistisse em comê-la depois
do boquete...

É lógico
que a história não termina por aqui!



Este
conto real é apenas um pequeno trecho do livro PRAZERES INSANOS que pode ser adquirido por apenas dez reais no
site Clube de Autores.

Abordando temas como: insegurança, complexo de
inferioridade relacionado ao tamanho do pênis, nudismo, exibicionismo, busca
desenfreada do prazer, relacionamento aberto, fetiches, comportamento cuckold,
traição, sexo compulsivo e muitos outros, o livro, escrito na primeira pessoa,
discorre sobre as emoções, os prazeres e, também, as angústias e os temores
sentidos por quem viveu esta história.



Título: Prazeres
Insanos



Autor: Alberto
Cunha Dantas (o marido)



Preço: Dez reais
(versão e-book pdf)



Quantidade de
páginas: 420



Ilustrações: Sim



Onde encontrar:
Site Clube de Autores



https://www.clubedeautores.com.br/book/139921--Prazeres_Insanos


Obs: Duas opções de capa (mesmo conteúdo)


Indicação: Maiores de 21 anos.

 


Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


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