Minha Vizinha de 15 Anos

23 de Julho de 2014 Del Contos Eróticos 126388

Reportagem especial (UOL)
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Quando me mudei para cá, esperava ficar longe de situações perigosas, mas tudo isso foi por água abaixo quando conheci minha vizinha de porta, uma doce moreninha bronzeada de 1.60 m e uns 55 kg, cabelos negros bem lisos, boca carnuda e corpo extremamente bem torneado, especialmente sua enorme bunda. Eu estava a retornar de um mergulho matinal na piscina do condomínio, quando essa beleza pediu para eu segurar a porta do elevador e entrou apenas com a parte de baixo do biquini coberta por uma canga, sendo que seus belos seios eram tapados apenas por um singelo biquini rosado.

Simpática, ela logo começou a puxar papo comigo, falando do sol e perguntando se estava boa a água da piscina, visto que ela tinha acabado de descer para se banhar e tomar sol, mas havia esquecido os óculos escuros. Notei seus olhos percorrendo a extensão dos meus peitorais e braços enquanto eu falava, e ela deve ter notado que eu não desviava o olhar daquele generoso par de seios.

Fiquei surpreso quando descemos no mesmo andar, e juro que fiquei trêmulo ao saber que aquele pequeno tesão era minha vizinha de porta. Entrei no apartamento e toquei uma memorável bronha em homenagem àquela tesudinha, que eu desesperadamente precisava saber mais sobre ela. 

Não precisei de muito esforço, o destino sacana fez com que ela estivesse na academia no mesmo horário que eu, bem como tínhamos o costume de dar mergulhos matinais em horários parecidos. Da mesma forma que passei a usar a sunga branca "irrita corno", a moreninha parecia diminuir os biquínis a cada dia que conversávamos. Só que eu precisava de uma informação crucial antes de partir para o ataque sobre aquela delícia: qual era a sua idade?

É pouco cavalheiresco perguntar a idade de uma dama, mas quando se trata de salvar a pele de enrascadas judiciais (ainda mais com a profissão que eu tenho), o cavalheirismo precisa ser morto e enterrado. Mas não precisei fazer isso, ela me deu o convite para seu aniversário de 16 anos. DEZESSEIS ANOS! Como a festa seria dali a dois meses, eu estava flertando com uma menina de 15 anos. Puta que pariu! Broxei bonito, e quase caí em uma crise existencial, quando a moreninha ilegal gritou um sonoro "mãe", e chamou uma morena deliciosa, na casa dos 35, para me conhecer.

Que delícia. Era uma versão madura da ninfeta morena, ou seja, todos os atributos que na pequena eram generosos, em sua mãe eram estupendos. Altura e peso eram bem parecidos, e as duas tinham o mesmo corpo usando roupas de ginástica. Cumprimentei a morena madura, e uma aliança enorme era ostentada em sua mão esquerda, mas o seu sorriso e a forma que ela me olhou expressavam bem mais do que simpatia. Entre ser preso por pedofilia ou ser ameaçado de morte por um corno, definitivamente prefiro a segunda opção.

Não precisei fazer o menor esforço para ter um contato mais íntimo com a morena madura (e definitivamente cortei qualquer contato com a morena verde), sendo que não se passaram duas semanas de papos e gracejos para ela ir até a minha casa. Fui bem claro no convite, disse que se ela queria uma foda inesquecível, era só tocar minha campainha. E ela tocou, trajando um vestido colado ao corpo e nada por baixo, ostentando seios deliciosamente empinados com silicone e uma bunda de causar acidente de trânsito. Ela só disse que teríamos de ser rápidos.

Peguei aquela vadia gostosa pelos cabelos e beijei sua boca enquanto apertava-lhe os atributos com mão firme. Levantei seu vestido e cravei meus dedos em sua bunda deliciosamente dura e malhada além do meu gosto pessoal, mas impossível de ser rejeitada. Joguei-a de frente para a parede, coloquei minha trosoba voraz para fora e beijei seu pescoço, acariciei sua carne e abusei de safadezas ditas ao pé do ouvido, enquanto meu mastro pulsava selvagem em sua bunda, e ela se empinava rebolando, como se tentasse fazer sua buceta molhada agarrar-me o pau.

Já estávamos totalmente desnudos quando ela se agachou, pegou em meu pau e o abocanhou decidida, chupando como uma profissional do sexo e tocando uma punheta auxiliar que me tirava do sério. Eu lhe segurava pelos cabelos e fazia aquela puta deliciosa engolir o máximo que aguentava do meu pau, e quando ela engasgava, eu lhe dava um tapa na cara, e ela gemia e me xingava, alternando elogios ao tamanho da minha verga.

Louco com aquele boquete mas longe de querer gozar, peguei a morena madura pelos cabelos e lhe coloquei de quatro no sofá. Ela se empinou de uma forma linda, aquela imagem merecia uma foto, pois poucas vezes visualizei uma bunda morena tão linda e empinada daquele jeito. Antes de dar o que aquela buceta esperava, me ajoelhei e chupei aquela prexeca como se não houvesse amanhã. A vadia rebolava freneticamente com os movimentos da minha língua e os tapas que eu dava em sua bunda, e aproveitei para socar dois dedos em seu orifício quente e molhado, e depois enterrar os mesmos dedos em seu cu, obtendo como feedback um gemido delicioso.

Como tínhamos pouco tempo, e ela me lembrava disso o tempo todo, me levantei e encapei o boneco, posicionei na porta da buceta com pinceladas tocando o grelo, e então meti com vontade em sua buceta, enterrando até sentir minhas bolas batendo no monte de vênus. Aquela deliciosa potranca urrou com minha estocada, e se empinou mais, dizendo que aguentava muito mais do que aquilo. Então soquei meu mastro com raiva, fazendo meu quadril explodir contra aquela bunda enorme, enquanto eu estapeava aquela carne generosa com uma mão e puxava-a pelas rédeas (cabelos) com a outra. Que bela cavalgada, que égua fogosa, que foda animal! Ainda bem que a acústica do apartamento é boa, caso o contrário seus gritos seriam ouvidos em todo o bloco.

A safada gozou com as estocadas, mas eu não parei de enfiar forte, e passei a enfiar o dedão naquele cu lindo, que piscava e me convidava pra uma inserção generosa e cruel. Tirei o mastro ensopado da buceta dela, ajeitei a camisinha, cuspi na porta do cu da morena e botei pra jogo, mas a pica escorregou. Ela não disse nada, só se empinou mais, então apoiei os pés nas bordas do sofá, flexionei os joelhos (haja musculatura) e botei o pau na mira, enterrando de cima pra baixo naquele cuzão delicioso. Senti aquele cu engolir meu pau com gosto, mastigando-me os corpos cavernosos e elevando meu tesão à estratosfera. 

A morena passou a gritar ainda mais, e os seus xingamentos se tornavam cada vez mais vorazes, enquanto ela agarrava o encosto do sofá e socava as almofadas, e eu enterrava meu mastro em seu rabo com força total. Não demorou e eu gozei, desferi jatos intensos de porra na borrachinha, enquanto minha trosoba monstruosa pulsava louca, ainda abrigada por aquele cu. A gozada foi tão intensa que me exauriu as forças, e assim que o último pulso de porra vulcânica foi lançado, tirei o mastro de uma vez e sentei-me ao lado da gostosa, que continuou de quatro, gemendo baixinho, enquanto seu rabo se recuperava da pirocada voraz.

Definitivamente precisávamos de um banho, mas ela entrou sozinha no chuveiro e disse que queria distância da minha "anaconda" (sic) enquanto o cu dela não parasse de doer. Só me restou rir e tomar um banho de pia para me recompor brevemente. Após o banho ela se vestiu, me beijou, e disse que aquilo não iria acontecer novamente. Fingi que acredito, mas realmente não aconteceu de novo, naquele dia, pois no dia seguinte já estava ela de novo tocando minha campainha. Safada.

Tem gente que come fruta verde, mas eu, particularmente, prefiro o doce sabor de uma fruta madura.

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