Aconteceu em Tambaba

30 de Julho de 2014 Alberto Contos Eróticos 4141

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Normalmente
vamos para a praia de Tambaba como naturistas "normais", malgrado as
nossas fantasias e os nossos momentos exibicionistas, que não são práticas
comuns entre os autênticos naturistas. Gostamos de curtir a praia, de caminhar,
de frequentar o barzinho e, enfim, de conviver com os demais frequentadores
daquele paraíso.



Entretanto,
no dia 5 de setembro de 2009, início de um feriadão, fomos à Tambaba e
experimentamos uma nova curtição que nos marcou definitivamente. Naquele dia
pulamos várias etapas no nível erótico das nossas aventuras reais.



Minha
mulher, que gostava de se exibir e de ser desejada, estava naquele momento
especialmente interessada em olhar de uma forma despudorada, para os homens
pelados.



Tudo
começou porque começamos a observar alguns naturistas que nos cercavam e em
determinado instante eu percebi que ela não tirava os olhos do pinto de um
rapaz que estava sozinho e recostado em um coqueiro próximo da mesa onde
aguardávamos o nosso almoço. Quem conhece Tambaba, sabe que existe um bar e
restaurante que funciona na parte da praia destinada ao nudismo.



(...) a
Cristina havia me confidenciado algumas fantasias eróticas bastante ousadas e
também tinha aprendido a olhar para outros homens, (...). Influenciada pela
minha cunhada, ela ficava observando e comentando sobre as picas que via ali na
praia, mas sempre no espírito de brincadeira. Não me lembro dela ter se
interessado por algum homem em especial.



Ocorre
que aquela ocasião estava sendo diferente e a minha mulher parecia realmente
interessada no pênis do rapaz.  Depois de
algum tempo, quando ela já tinha dado várias olhadelas para a piroca do moço,
eu perguntei em tom irônico:



- Gostou
daquele foi?



Para
minha surpresa ela respondeu:



- É lindo!



Fiquei,
então, com um misto de tesão e ciúmes ao ver a Cris observando outro homem com
tanto interesse. Permaneci em silêncio por uns minutos e naquele intervalo de
tempo vieram na minha cabeça aqueles pensamentos estranhos que desde algum
tempo insistiam em alimentar uma fantasia doentia e totalmente descabida: Minha
mulher transando com outro homem.



Sem
medir as consequências, arrisquei perguntar no seu ouvido:



- Você
daria prá ele?



Pensei
que ela iria me xingar ou dizer que eu estava ficando maluco, porém ela fitou
nos meus olhos, com um sorriso maroto, e falou com uma voz melosa:



- Daria tudo!



Olhei
para ela estupefato e retruquei:



- Não
acredito no que estou ouvindo!



Mas ela
emendou:



- Quem mandou perguntar, Amor?



Perguntas
e respostas nunca antes trocadas entre nós e que aumentaram, concomitantemente,
a excitação e o ciúme. Nunca tínhamos tido este tipo de diálogo envolvendo uma
situação real e fiquei surpreendido com o meu próprio comportamento e, mais
ainda, com o dela.



Depois
do almoço, demos continuidade às brincadeiras e ao caminharmos pela praia ela
passou a comentar no meu ouvido cada pinto que avistava: Gostava daquele;
achava aquele outro feio; o outro era enorme e, assim, seguiam os seus
comentários deliciosamente safados.



A Cris
estava realmente irreconhecível e como intuiu que eu estivesse gostando, foi se
empolgando cada vez mais. Ela nunca tinha agido daquela forma e nem feito
comentários naquele tom.



Num
determinado momento ela parou subitamente e me disse:



- Amor, deixe-me ver aquele de perto!



Boquiaberto,
sentei numa pedra enquanto ela caminhou sozinha em direção ao mar, passando bem
próximo de onde estava um grupo de homens e mulheres, sendo que aquele que lhe
despertara a curiosidade era um negão do pau enorme. A Cris olhou para ele de
forma indiscreta, entrou no mar, deu um mergulho e logo retornou passando
novamente bem próximo e repetindo o olhar fulminante.



Eu
estava atento a tudo e pude perceber que o negão notou o interesse da minha
mulher e ficou todo entusiasmado. Pensei até que ele poderia ir ao seu
encontro, tal era o seu olhar de cobiça.



Assim
que ela retornou, eu comentei:



- Você
está irreconhecível!



Ao que
ela respondeu de pronto:



- E você está gostando não é?



Meu
sorriso falou mais do que qualquer resposta. Mantive o clima e perguntei:



- Gostou
daquele também?



E ela
disse:



- É enorme, mas eu ainda prefiro o do rapaz do
coqueiro!



Sorrimos
das nossas sandices e fomos até o outro lado da praia, onde algumas pessoas
fazem uma espécie de lama com a argila retirada das falésias e passam no corpo.



 Para a nossa surpresa, o rapaz que tinha
impressionado a minha mulher vinha caminhando no sentido contrário ao nosso,
com uma garrafa pet contendo um pouco
daquela lama que ele havia começado a passar no seu próprio corpo. Soltei a mão
da Cris e apressadamente fui ao seu encontro para perguntar (como se não
soubesse) onde ele conseguira aquela argila.



Solícito
e educado, o rapaz nos acompanhou até o local, que fica um pouco reservado em
relação ao restante da praia. Chegando lá, ele ainda se ofereceu para recolher
a argila, colocando-a na garrafa pet
e misturando com a água do mar até ficar pronta a tal lama, que para alguns tem
propriedades medicinais. De vez em quando a Cris me olhava com um ar de
espanto, pelo fato de eu ter abordado justamente o rapaz que ela estava
admirando há pouco tempo atrás e de ter aceitado a sua ajuda para produzir a
lama.



Quando
já havia preparado uma quantidade suficiente de argila diluída, o rapaz me
entregou a garrafa e disse que estava no ponto de ser aplicada. Agradeci e
comecei a passar o preparo no corpo da Cristina, sob o seu olhar atento.



Sem
consultar minha esposa, pedi ao rapaz para me ajudar naquela tarefa, no que fui
prontamente atendido. Ele se aproximou, estendeu a mão para que eu colocasse um
pouco da lama e logo começou a aplicá-la nas costas dela, enquanto eu passava
nos seios.



Eu e a
Cris trocávamos frequentemente olhares, ao mesmo tempo em que procurávamos
disfarçar, como se aquilo fosse totalmente natural para nós. Em um determinado
momento, criei coragem e sugeri que ele passasse também no bumbum. Ele não se
fez de rogado e, após ter enchido a mão de argila, começou imediatamente a
passá-la na bunda da minha mulher, acariciando-a lentamente. Gradativamente, o
moço ia ficando mais ousado, de forma que o seu ato se parecia, cada vez mais,
com uma carícia sexual.



Numa
certa ocasião ele passou os dedos por entre o rego, no sentido de cima para
baixo, e a Cris despudoradamente abriu um pouco as pernas para permitir o seu
movimento completo, que passou pelo cuzinho e desceu até a virilha, continuando
pela parte interna da coxa e voltando, em seguida, pelo mesmo “caminho”.



A Cris
sorria e fechava os olhos de vergonha, parecendo não acreditar no que estava
acontecendo. Devagarzinho, eu fui saindo da frente dela e ficando ao lado,
enquanto que ele saia de trás e ficava no lado oposto de maneira que, em um
determinado momento, nós estávamos passando a mão na bunda da Cris
simultaneamente.



Por sua
exclusiva iniciativa, o rapaz saiu do bumbum e começou a passar a argila na
barriguinha, mais especificamente na região que fica logo abaixo do umbigo. Sua
mão passava cada vez mais perto dos pelos pubianos, descendo depois para a
virilha, até que, quando menos esperávamos, ele já estava literalmente
acariciando a buceta da minha mulher, sem que ela exprimisse qualquer reação no
sentido de não permitir.



Naquela
altura nós dois já estávamos de paus duros, mas não totalmente eretos - talvez
devido à tensão daquela situação inusitada. Todavia, insistíamos em fazer de
conta que não estava acontecendo nada de extraordinário, tanto é que
conversamos sobre a praia e sobre os supostos efeitos medicinais da argila,
enquanto a acariciávamos.



Por um
momento deixei o moço sozinho com ela e me recostei em uma rocha ao lado,
apenas para ficar observando a cena. Quando já não existia mais um milímetro do
seu corpo que não tivesse sido explorado e apalpado, ela disse que estava
satisfeita e pediu-me um pouco do preparo para passar em mim também.



Enquanto
a Cris esfregava suavemente a lama no meu tórax, foi a vez do rapaz afastar-se
um pouco para recolher mais argila na falésia. Aproveitei a oportunidade para
perguntar se ela estava curtindo aquele momento. Ela respondeu apenas sorrindo
e balançando a cabeça positivamente. Perguntei, ainda, se teria coragem de
passar a argila nele e ela disse que não, porém não foi convincente.



Assim
que o rapaz se aproximou trazendo mais daquela mistura, eu surpreendi a minha
esposa, sugerindo que ela retribuísse a gentileza e passasse a argila nele também.
O moço aceitou - é claro - e ela iniciou timidamente a aplicação daquele
preparo natural, começando pelas costas e descendo pelas nádegas. A esta altura
eu já estava totalmente excitado e como não dava mais para disfarçar, entrei em
uma das piscinas naturais formadas nos arrecifes e fiquei assistindo a minha
mulher nua passando a argila em outro homem nu, com a minha condescendência.



Aquilo
tudo acontecia na minha frente e, por incrível que possa parecer, eu estava
gostando do que via e cheio de tesão pela minha esposa safadinha. Toda a minha
atenção naquela hora se voltava para ver até onde ela chegaria. Depois de
passar a argila nas costas, o rapaz se virou e ficou de frente, ainda com o pau
semiduro. A Cris não se intimidou e continuou a passar a mão na região do
peitoral com a xereca perigosamente próxima do seu pinto.



Eu não
conseguia tirar os olhos da Cris. Havia um casal banhando-se próximo dali e um
homem sozinho que estava assistindo a tudo, submerso na água e só com a cabeça
para fora. Fiquei momentaneamente preocupado. Por um lado, tive vontade de me
levantar e interromper aquela pouca vergonha, mas, por outro, quase morri de
tesão com a sem-vergonhice patrocinada pela minha mulher. O tesão falou mais
alto e até esqueci as pessoas em volta que também assistiam aquilo.



Estava
naquela expectativa, quando de repente a sua mão foi baixando e o meu coração -
junto com o meu pinto - foi pulsando mais forte. Do peito ela passou para a
barriga, tudo muito demoradamente, e depois desceu a mão de repente até uma de
suas coxas, roçando o pulso de raspão no pinto do rapaz. Foi o suficiente para
ele deixar o estado semiduro para totalmente duro, com o pau apontado para
cima. A safadinha ainda olhou para mim e sorriu. Vocês acreditam?



Mais uma
vez ela não recuou e seguiu passando a argila nas coxas dele, subindo a mão de
vez em quando até bem próximo do pinto e tocando-o, por algumas vezes, como que
sem querer. Até que, de repente, parece que ela perdeu o pouco de pudor que
ainda lhe restava e, acreditem, segurou com firmeza e determinação a pica do
rapaz, agarrando-o literalmente enquanto passava a argila no saco escrotal.



Ela já
havia me revelado um dia que um dos seus maiores desejos era segurar num pinto
grande e, naquele momento, estava realizando a sua fantasia.



Não
satisfeita, segurou delicadamente a cabeça do pau com as pontas dos dedos da
mão esquerda, enquanto com a outra mão passava a argila no restante daquele
membro. Depois começou um movimento semelhante ao de uma masturbação,
espalhando a lama por todo o pênis. Descia a mão para as pernas ou para outra
parte do corpo, mas logo voltava para o pau, pois queria curtir intensamente
aquela vara que ela tanto havia admirado há pouco instante e que, naquele
momento, como que num passe de mágica, estava em suas mãos e com a minha
aquiescência.



Numa
determinada ocasião ela se abaixou para passar a mão no joelho do rapaz e o
pinto ereto chegou a roçar bem próximo da sua boca, marcando o seu rosto com a
argila contida na extremidade do seu membro.



Ela estava
muito empolgada com aquela oportunidade e não sabia o que fazer para melhor
usufruir daquele momento. Pôs mais um pouco de argila na mão e voltou a passar
nos peitos do moço. Parecia que tinha desistido do pinto, mas não desistiu. Do
peito passou para os braços e, em seguida, para os ombros. Entretanto, na
medida em que passava a argila, ela foi aproximando-se cada vez mais dele e
logo a rola do cara estava encostada na buceta da minha mulher. Era nítida a
sua intenção de tirar um sarro com ele.



 Em qualquer situação, quando se abraça alguém
do sexo oposto, especialmente quando não se tem intimidade, a tendência é de
aproximar o rosto e deixar afastadas as genitálias. A Cris estava fazendo o
oposto: Enquanto passava a argila nos ombros do moço, o seu rosto ficava
distante do dele, mas ela forçava o quadril para frente, propositalmente, de
forma a sentir aquele pau roçando nas suas partes baixas. O rapaz, por sua vez,
mantinha-se na mesma posição e não recuava diante da sua aproximação.



Era tudo
escancarado e já era demais para mim. Tínhamos ido muito além do que imaginamos
e eu achava que não estava preparado para mais do que aquilo.



Com este
pensamento, finalmente resolvi intervir e chamá-la para a água quentinha com o
intuito de retirar a argila do seu corpo. A Cris olhou para mim e fez uma cara
de menina sapeca que quer mais doce, mas mesmo assim resolveu atender-me.



O cara
não cuidava mais em disfarçar o seu estado de excitação. Eles vieram caminhando
até onde eu estava, sendo que ele vinha atrás, olhando fixamente para a bunda
da minha mulher e com o pau duro apontado para ela.



A argila
seca rápido devido ao sol escaldante e para retirá-la do corpo é necessário
tomar um bom banho, dando uma leve esfregada. Nada que seja tão complicado ou
trabalhoso! Já dentro d’água, comecei a friccionar as costas da minha mulher
para retirar a lama. O rapaz voltou a aproximar-se e, sentindo-se íntimo,
passou a ajudar-me naquela tarefa, antes mesmo de retirar a argila do seu
próprio corpo.



A cena
aconteceu da seguinte forma: Eu estava sentado na parte rasa do poço e a
Cristina se deitou de bruços, com a bunda para cima, ficando com os seios
encostados sobre a minha coxa e a metade do corpo submerso na água. Desta
forma, eu apanhava um pouco da água do mar com a mão em concha e jogava nas
suas costas, retirando lenta e delicadamente a lama do seu corpo. O rapaz
chegou por trás dela, agachou-se e, sem muitas cerimônias, foi puxando conversa
e ajudando-me a retirar a argila na parte posterior das coxas e glúteos.



Valendo-se
daquele pretexto, ele se aproveitou e esfregou bastante o seu bumbum para que a
lama saísse totalmente. Mas as surpresas e ousadias pareciam que nunca chegavam
ao fim. Não satisfeito em acariciar a bunda da minha esposa, o rapaz começou a
descer ainda mais a mão para limpar toda a argila alojada no ânus.
Inacreditável, mas aquilo estava acontecendo diante dos meus olhos e a minha
única reação era assistir de pau duro. Pior ainda foi a atitude a Cris! Para
“facilitar a limpeza” ela abriu as pernas e elevou o quadril, ficando – pasmem
- como que na posição de quatro, enquanto o rapaz esfregava desavergonhadamente
as suas partes mais íntimas, sob a desculpa de retirar a argila.



Acreditem!
O sujeito ficou ajoelhado por trás dela, com o pau duro, passando caprichosamente
a mão no seu rego para retirar toda a lama de argila que ele mesmo havia
colocado. Tudo isto num enorme fingimento de que se tratava apenas de um banho.



Quando
não existia mais o que ser limpo nas suas costas e no traseiro, a Cristina se
virou e, em seguida, sentou-se com as pernas arqueadas, começando, ela mesma, a
retirar o resto da argila que ainda estava alojada nos seus peitos.



Desta
vez o rapaz resolveu consultar previamente se a Cris queria a sua ajuda, ao que
ela respondeu prontamente:



- Você começou, agora termine o serviço, meu
lindo!



Dito
isto, ela pôs os braços para trás, apoiando-os na areia do raso, e ficou em
posição passiva aguardando que o moço lhe bolinasse novamente. Ele não hesitou
e, de imediato, pôs-se a esfregar os seus ombros e seios, retirando o resquício
de argila que ainda restava.



As
carícias se tornavam cada vez mais ousadas e, de vez em quando, eles olhavam
para mim para saber se tinham a minha permissão, ainda que tácita e velada.
Estava evidente que os dois estavam me testando para saber até onde poderiam
chegar.



Eu
permaneci imóvel e permissivo, preocupado apenas em não sermos flagrados por
outros naturistas. Naquele momento sequer participava, somente assistia,
enquanto que o estado do meu pau (ereto) sinalizava que eles estavam liberados
para continuar. Por sua vez, o prazer que a Cristina sentia, fazia com que ela
superasse os seus próprios pudores e se entregasse completamente aos deleites
daquela aventura erótica.



Enquanto
o rapaz apalpava-lhe os seios, a Cris foi erguendo o quadril e oferecendo-lhe,
de maneira descarada, a vagina para ser limpa. Na medida em que ele descia a
mão em direção ao seu abdômen, ela ia gradativamente abrindo as pernas, até
ficar praticamente arreganhada.



O recado
era claro e o rapaz não tardou a chegar com a mão onde ela realmente queria: Na
sua buceta. Naquele momento já não devia existir mais nenhum vestígio de argila
naquela região do corpo. Era pura carícia sexual. Eles já nem disfarçavam mais,
porquanto dava para ver a excitação explícita do rapaz e a cara de satisfação
da Cris com aquela verdadeira masturbação a céu aberto. Eu fiquei com a nítida
impressão de que ele chegou a introduzir o dedo médio na sua vagina, em um
daqueles movimentos.



Quando o
moço finalmente parou, a Cris não perdeu a oportunidade de dizer que agora era
a sua vez de nos lavar. Começou por mim, que quase já não tinha mais lama no
corpo. Passou a mão no meu peito e nas costas e depois me deu um cheiro na nuca
e um arrocho no meu pinto, como que para me consolar. Com o grau de excitação
em que me encontrava, eu quase gozei com aqueles afagos.



Em
seguida, ela não poderia deixar de despedir-se do rapaz e, principalmente,
daquele pênis que a impressionou muito mais do que o próprio dono. Também
começou a “faxina” pelo peitoral, logo descendo pelo abdômen e chegando
apressadamente onde queria. Agarrou aquele cacete novamente, com toda vontade e
gula, não se contentando em segurar com uma só mão. Como o pinto era grande,
sobretudo quanto estava ereto, ela o pegou com as duas mãos, arregaçando-o e
limpando-o cuidadosamente.



Naquela
altura a sua intenção declarada era de curtir aquele pau como uma criança que
se apega a um brinquedo e não quer mais largar. Enquanto isto, eu observava a
tudo inerte e descobria um lado obsceno da minha esposa que não conhecia até
então. Nunca imaginei que um dia permitiria tal aberração e, ainda por cima,
que iria gostar de assistir a este espetáculo indecoroso, envolvendo a minha
própria mulher.



Quanto
ao rapaz, ele somente sorria e deixava passivamente que a Cris se deleitasse
com o seu membro, sem querer soltá-lo. Neste meio tempo, eu me lembrei dos
outros expectadores e verifiquei que eles assistiam a tudo sem pestanejar. Para
completar, outros naturistas se aproximavam e eu dei um sinal com os olhos para
a Cristina, que ao perceber a chegada do grupo de pessoas, apertou pela última
vez aquele pinto e sussurrou:



-
Gostoooso!!!



Fomos
mais para o fundo, terminamos o banho e nos retiramos daquele local...



É lógico que a história não termina por aqui!



Este conto real é apenas um pequeno trecho do livro “Prazeres
Insanos” que possui 420 páginas e pode ser adquirido por apenas dez reais no site
Clube de Autores.



Abordando temas como: insegurança, complexo de inferioridade
relacionado ao tamanho do pênis, nudismo, exibicionismo, busca desenfreada do
prazer, relacionamento aberto, fetiches, comportamento cuckold, traição, sexo
compulsivo e muitos outros, o livro, escrito na primeira pessoa, discorre sobre
as emoções, os prazeres e, também, as angústias e os temores sentidos por quem
viveu esta história.



Título: Prazeres Insanos



Autor: Alberto Cunha Dantas (o marido)



Preço: Dez reais (versão e-book pdf) e quarenta reais (versão
impressa)



Quantidade de páginas: 420



Ilustrações: Sim



Onde encontrar: Site Clube de Autores



https://www.clubedeautores.com.br/book/139921--Prazeres_Insanos



Obs: Duas opções de capa (mesmo conteúdo)



Indicação:
Maiores de 21 anos


Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


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