A melhor foda foi com o meu primo

02 de Agosto de 2014 Maria Elis Contos Eróticos 13857

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Olá, me chamo Elis e tenho 24 anos. Na época em que aconteceu essa
história eu tinha acabado de completar 23 anos e estava preste a me forma. O
Daniel, meu primo, morava em outra cidade, ele já trabalhava, morava sozinho e
tinha 26 anos. Eu queria tentar ingressar em um mestrado, que na minha cidade
não tinha, mas na dele sim! Como éramos muito unidos, liguei pra ele e
perguntei se eu poderia ficar hospedada em seu apartamento na semana das provas
e entrevista. Ele disse “lógico que sim” e ficou muito feliz em me receber.



Éramos muito amigos, mas fazia tempo que eu não o via, pois como
morávamos em cidades diferentes, nos encontrávamos apenas em datas
comemorativas em que a família estava reunida. Ele era o meu primo predileto,
sempre muito brincalhão e atencioso. Minha tia tinha mania de dizer que na
infância eu era o brinquedinho predileto dele. E pra ser sincera, eu até
gostava disso, já que perto dele eu perdia o fôlego. Mas eu achava que não era
recíproco, apesar de ele ter sido sempre muito carinhoso comigo, até mesmo
ciumento, pensei que ele depositava em mim apenas um amor fraternal por eu ser
a mais nova de todos os primos.



Enfim, na semana das provas ele foi muito receptivo e atencioso, como
sempre. Voltei pra casa, colei grau e não demorou muito saiu o resultado do
mestrado. Eu havia sido selecionada. Minha tia e o Daniel fizeram questão que
eu morasse lá com ele, o apartamento ficava perto da Universidade, então seria
ótimo. E assim aconteceu. Mesmo morando perto da universidade ele sempre me
dava carona, e com o tempo eu percebi que ele realmente fazia questão disso.
Ele continuava ciumento, e isso aumentou quando fiz novas amizades masculinas.
Ele implicava com saídas, horários de chegada, era meio chato às vezes, mas lá no
fundo eu gostava. Foi quando eu percebi as olhadas dele pra mim. Em casa eu
ficava à vontade, de shortinho ou vestidinho curto, e ele nunca fez questão de
esconder que admirava isso, por que me dava cada encarada que me fazia se sentir
nua. Ele ficava sentado na mesa de jantar trabalhando, e sempre que eu passava
por perto ele levantava um olhar lascivo pra mim, com um sorriso não muito
inocente. Aquilo me deixava tonta de tesão! Lógico, com o tempo a tensão sexual
aumentava entre nós e, às vezes, o simples fato de sentar ao lado dele no sofá
pra assistir TV já me deixava molhadinha.



A gente demorou um pouco pra tomar iniciativa. Acho que ele queria,
mas evitava, pelo fato de sermos primos. Mas a situação já tava saindo do
controle. A cada dia a gente se aproximava cada vez mais, havia uns abraços bem
apertados que ele aproveitava pra apertar a minha bunda. Ele me pedia pra lavar
o cabelo dele, e era tão gostoso por que ele ficava sentado no chão do
banheiro, e eu por cima dele, montada. Eu fazia massagens no cabelo dele
enquanto ele acariciava minhas pernas, quadril, e apertava minha bunda. Era
muito sensual, eu nem sei como nos seguramos por tanto tempo. Eu já tava
pirando com essas brincadeirinhas, e acho que ele também, pois eu sentia a
ereção na calça dele quando a gente se roçava enquanto eu lavava os cabelos
dele ou quando ele brincava comigo no sofá da sala.



Até que certa vez ele chegou do trabalho e eu estava na cozinha
fazendo uns sanduíches pra jantar. Ele chegou me abraçando por trás e beijou
meu pescoço, como ele sempre fazia, e me perguntou se eu queria lavar os
cabelos dele. Eu disse que sim, e pedi pra ele esperar só um pouco enquanto eu
terminava de fazer os sanduíches e um suco, e enquanto isso ele já foi para a
suíte dele.



Quando eu entrei no banheiro, ele estava com uma bermuda e uma
camiseta cavada separando o xampu. Quando me viu, sentou-se no chão me lançando
um olhar sério que fez todos os músculos da minha barriga contraírem. Eu me
dirigi a ele, de vestidinho curto, peguei a ducha e montei nele. Inclinei a
cabeça dele um pouco pra trás, de um jeito que os nossos rostos ficavam bem
próximos, e joguei água aos pouquinhos pra gente não se molhar tanto. Ele
segurou forte na minha cintura e me olhava com um olhar tão intimidador que eu
tive que me segurar pra não beijá-lo logo de uma vez.



— Hoje de manhã, quando eu tava voltando pra casa na hora do almoço,
eu passei em frente à Universidade... — Ele disse, e eu olhei pra ele curiosa
enquanto colocava um pouco de xampu na minha mão.



— E eu te vi conversando com aquele seu amiguinho. – O olhar dele
ficou meio avaliador.



Gelei! Eu sabia de quem ele estava falando, mas me fiz de
desentendida. Perguntei de quem ele estava falando, e ele me respondeu com
desdém:



— Aquele seu amiguinho de nariz de papagaio!



Eu sorri. Esse rapaz era um amigo do mestrado, com quem eu fiquei uma
única vez em uma daquelas saídas em que o Daniel ficava reclamando. Não sei
como, ele descobriu que eu fiquei com esse rapaz, e foi aí que ele começou a
implicar mais ainda com meus encontros com os amigos. Continuei massageando seu
couro cabeludo e ele ficou mudo por alguns segundos e então perguntou se eu
ainda estava ficando com o tal rapaz. Não pude deixar de dar um breve sorriso
com essa pergunta, por que na verdade eu gostei de saber que ele tinha
interesse nisso. Então olhei bem em seus olhos, pra que ele confiasse na minha
resposta.



— Não! — Respondi baixinho.



Ele me olhou desconfiado e assentiu com a cabeça.



Eu continuei lavando seus cabelos. Perguntei o porquê da pergunta. Mas
ele ficou calado, apenas me olhando... Nós nos levantamos e eu fiquei me
perguntando se ele tinha ficado zangado. Ele enxugou os cabelos, saiu do
banheiro e foi para a área de serviço, ligou a máquina de lavar e então tirou a
camiseta meio encharcada. Eu fiquei um pouco afastada dele e perguntei se ele
estava chateado com alguma coisa, ele me olhou impassível enquanto jogava a
camiseta dentro da máquina, e disse que não gostava de me ver com o tal rapaz.



— Você fica com ciúme? – Perguntei.



Agora ele me olhava meio zangado, como se fosse falar algo que não
quisesse falar.



— Fico!



— Você não precisa ficar com ciúme...



— Não preciso? — Perguntou, com um tom de curiosidade.



— Não... – Sussurei. — Por que quando ele me beijou, era em você que
eu estava pensando.



Ele continuou me olhando, com uma expressão de surpresa, e eu
continuei.



— E é em você que eu penso toda noite antes de dormir.



Ele respirou fundo, e soltou um suspiro que pareceu ser de alívio.



— E quando eu penso em você... Eu sinto... O meu corpo inteiro... Se
contorcendo... De vontade... De ter você mais perto. – Minha voz soava baixa e
fraca, e meu coração estava disparado. Nem eu sabia onde tinha encontrado
coragem pra falar isso assim, tão de repente.



Daniel virou-se pra mim, ficando totalmente de frente. Olhava-me com
atenção. Interessado em cada palavra que eu tinha pra dizer. Sua respiração,
assim como a minha, estava ficando forte e ofegante. Aproveitei e me aproximei
mais um pouco. Então comecei a descrever todas as sensações que eu sentia quando
eu pensava nele, especialmente antes de dormir... Os arrepios, os músculos
contraindo, as pernas trêmulas, os calafrios subindo pelas costas, a boca seca,
a minha sede e a vontade de me molhar na saliva dele, o frio na barriga que
sinto só de imaginar o gosto da língua dele... E com a respiração entrecortada,
eu fechei os olhos desfrutando das sensações que só de lembrar passei a
senti-las.



Quando abri os olhos, vi Daniel se aproximando mais de mim, com um
olhar ardente e os lábios entreabertos. Com a respiração forte e acelerada. Eu
já nem tinha mais tantas forças pra falar, já sentia a umidade na minha
calcinha e uma falta de ar inexplicável.



Então continuei descrevendo algumas sensações, inclusive o fato da
minha calcinha sempre ficar encharcada e a vontade enorme que eu sentia de ser
tocada "ali"... Me apoiei na parede, sem forças enquanto colocava a
mão sobre o meu sexo tentando segurar a minha vontade que já crescia. Então
Daniel, que me olhava sem pudor, perguntou baixinho:



— Então me fala... Quando você sente essas coisas... O que você faz?



"Huuumm... ele quer que eu diga que eu me masturbo". Mas eu
continuei muda, sem fôlego. Mas ele insistindo.



— Fala pra mim... Como é que você faz?



Tomei fôlego e um pouco mais de coragem pra continuar com a minha
pouca vergonha.



— Eu te mostro... Você quer ver? – Murmurei.



Daniel perdeu um fôlego, como se não acreditasse na minha proposta, se
aproximou um pouco mais de mim e se ajoelhou no chão. E eu já conseguia ver o
aperto que se formou em sua bermuda molhada.



— Quero! – Ele respondeu, sentado em seus calcanhares, pronto pra
assistir o meu show.



Levei o meu dedo médio até a minha boca e chupei devagar sua
cabeçinha, sem tirar os meus olhos dos dele. Ele me olhava inflamado, como se
estivesse preste a avançar em mim. Desci o dedo devagar pelo meu queixo,
pescoço e fiz um contorno na minha clavícula. Apoiei o meu pé esquerdo no
acento de uma cadeira ao meu lado, e abri as minhas pernas o máximo que eu
pude. Enquanto descia devagar minha mão direita pelo meu esterno, até chegar em
um dos meus seios, a minha mão esquerda pousou em minha virilha esquerda, e
acariciei levemente o meu sexo por cima da calcinha.



Daniel não tirava seus olhos ardentes de mim, e já o via apertar com
força o seu membro rígido por dentro da bermuda. Então apertei o meu seio e
acariciei o meu mamilo por cima do meu vestido de alcinha, no mesmo ritmo que
esfregava a minha mão lá embaixo. Já sentia aquela pressão deliciosa crescendo
ao redor do meu clitóris. Arquejei e me contorci na parede, me sentindo
orgulhosa pela minha falta de vergonha.



Levei novamente o meu dedo médio à boca e o chupei com mais força e
vontade, imaginando que aquele poderia ser o membro rígido de Daniel, senti
minha boca salivando com esse pensamento. Coloquei meu dedo molhado por dentro
da minha calcinha, e não pude deixar de sentir a lagoa deliciosa que se formou
em minha abertura. Coloquei minha outra mão por baixo do meu vestido,
levantando-o, e comecei a acariciar novamente o meu seio. Vi Daniel se
deliciando com a cena. Sua boca seca, sua respiração acelerada e seus olhos
incendiando de tesão. Friccionei lentamente o meu dedinho molhado no meu
grelinho, soltei um gemido alto com a sensação prazerosa que tomou de conta do
meu corpo. Já estava excitada ao extremo, e a maneira como ele me olhava, me
desejando, me devorando, me fazia perder ainda mais o juízo. Queria gozar, e
queria que ele visse a miríade de sensações que ele me provocava. Passei a me
masturbar com mais força, mais rapidez, movimentando o meu quadril, gemi alto,
queria que ele me visse gozar. O encarei boquiaberta, sentindo os meus olhos
queimando. E Daniel, segurando com força o seu membro ainda por dentro da
bermuda, se levantou depressa, me puxou e me beijou com ardor. Cada centímetro
de sua língua acariciava a minha boca aberta. Nossos corações disparados
pressionava o desejo para que nos beijássemos cada vez mais forte. Ele puxou
minha cintura contra seu corpo, e apertou meu quadril como se fosse arrancá-lo.
Ambos estávamos sem fôlego, ofegantes. Eu agarrei forte em seus cabelos e
Daniel acariciava minhas costas de forma a levantar meu vestido. Minhas pernas,
já separadas, recebiam o seu quadril inquieto. Daniel segurou forte em minhas
nádegas e as apertava com raiva, proporcionando um breve movimento de sua
ereção na minha calcinha. Ambos ávidos, afagamos nossas línguas nos lábios um
do outro. Eu queria aproveitar cada centímetro do corpo de Daniel, percorri
seus músculos das costas e agarrei em suas nádegas. Ficamos nos acariciando e
apertando com avidez as nádegas um do outro, fazendo com que a fricção em
nossos sexos aumentasse e ficasse cada vez mais intensa. Que delícia, aquela
ereção majestosa se roçando em meus pelos pubianos. Crescia cada vez mais a
necessidade de ter aquela vara dentro de mim. Eu queria gozar, ali, daquele
jeito, com toda aquela intensidade e violência. Enquanto cada milímetro de seus
lábios saboreava minha saliva.



Então Daniel me levantou em um movimento rápido. Fiquei escanchada em
sua cintura enquanto ele terminou de abaixar a alça de meu vestido e abocanhou
os meus seios. Chupava-os, sugava-os, um de cada vez, deixando meus mamilos
duros e sensíveis. A ligação com o meu grelinho era direta, quanto mais ele
chupava ou lambia os meus seios, mais eu queria gozar. De repente ele me soltou
e fiquei em pé com os braços levantados. Com um movimento brusco ele arrancou o
meu vestido e eu fiquei só de calcinha. Ele mergulhou mais uma vez em meus
seios, me puxou pra mais perto, virou-se e sentou na cadeira, me colocando
montada encima dele. Beijamos-nos com ardor, e esfreguei com veemência minha
xaninha em seu membro rígido.



Eu tava louca, encharcada, querendo gozar. Então ele mordiscou
lentamente o meu lábio inferior e apertou com carinho lá embaixo, entre minhas
pernas. Contorci-me, quase explodindo de tesão. Ele afastou minha calcinha para
o lado e esfregou devagar o dedo médio na minha xoxotinha, sentindo toda a
minha umidade. Ai que delícia... Ele soltou um gemido de satisfação quando me
sentiu molhadinha. Então ele me levantou bruscamente e tirou minha calcinha em
um movimento rápido. Levantou-se de sua cadeira e colocou a minha mão em sua
ereção, com uma cara de safado que me faz perder o juízo. Eu apertei com
vontade o seu membro, e ele fechou os olhos soltando um gemido gostoso. Colocou
seu longo dedo médio na minha xaninha e friccionou o meu grelinho, espalhando
todo o meu melzinho. Eu desamarrei sua bermuda depressa e arranquei-a, junto
com sua cueca. Que pica maravilhosa ele tem. Perdi o fôlego só de olha-la e
imagina-la dentro de mim. Ele se aproximou mais um pouco, saindo de sua bermuda
no chão, e introduziu lentamente o seu dedo safado na minha grutinha molhada,
me fazendo soltar um gritinho de prazer. Agarrei o seu membro e comecei a
acaricia-lo em um vai e vem. Ele fez o mesmo com o seu dedo em meu sexo.
Ficamos em pé, nos encarando, quase sem ar e quase colados um no outro, e nossa
única ligação eram nossas mãos masturbando um ao outro. Queria explodir de
satisfação, quase não acreditando que estávamos naquela putaria deliciosa.



Então ele me agarrou pela cintura e pela nuca e me beijou ferozmente,
fiquei sem fôlego com aquela língua maravilhosa massageando a minha. Com a sua
respiração quente em meu rosto e seus gemidos altos.



Quando percebi estávamos caindo ao chão. Daniel sentou-se encostado na
máquina de lavar, enquanto eu montei em sua cintura. Não conseguimos parar de
nos olhar nos olhos, e aqueles olhos em combustão, aquela cara safada me fez
querer ser a mulher mais sem vergonha do mundo.



Ficamos de rostos colados, ávidos e sem fôlego, enquanto Daniel me
falava palavras sem nexos. Ele introduziu lentamente sua pica deliciosa na
minha xaninha. Soltei um gemido de prazer quando a senti me invadido até o
tronco. Então nos beijamos lentamente acompanhando o ritmo leve do vai e vem da
sua pica em mim. E a sensação era tão maravilhosa, me sentia em êxtase, queria
sentir a intensidade daquele desejo aumentar, então comecei a movimentar meu
quadril junto com suas estocadas, e a vontade de explodir, de gozar era tão
grande que comecei a pular em seu colo.



Estávamos abraçados, suados, gritando de prazer. Daniel me falava
palavras malucas com a respiração entrecortada. Me chamava de gostosa, de
putinha, e naquele momento, quase explodindo de prazer, tudo o que eu queria
ser era realmente uma puta. Nossos quadris se movimentavam um ao encontro do
outro com tanta voracidade que tudo que eu queria era que aquela sensação não
terminasse nunca.



De repente ele me colocou no chão. Abri as minhas pernas ao máximo
para recebê-lo. Ele me imobilizou no chão, segurando meus braços acima da minha
cabeça. E agora, com ele encima de mim, consegui sentir toda sua fúria de
vontade nas estocadas. Seu rosto sério, como se estivesse com raiva, seu olhar
me devorando me deixava embriagada de tesão. E ele estocava com tanta força e
tanta raiva que meus gemidos altos podiam ser escutados em um raio de 10 km.
Ele me mandou calar a boca, e sua ordem soou até como ameaça, mas eu gostei. Eu
queria aquela raiva toda encima de mim. Queria que ele me comesse com força,
com toda a vontade que estávamos sentindo durante aqueles meses.



Arquejei o corpo de prazer enquanto Daniel soltava grunhidos loucos. E
ele estocava e estocava, tão gostoso, que eu queria aquele momento pro resto da
vida. Agora ele se apoiava na minha cintura, puxando o meu corpo pra mais perto
do seu quadril. E eu tocava o seu tórax e abdômen, encharcados de suor.



Ele se deitou encima de mim e nos beijamos com ardor enquanto ele me
fodia. Sentia seu corpo deslizando sobre o meu, enquanto ele continuava a
sussurrar palavras malucas em minha boca, e eu gostei... Eu gosto das putarias
que ele me fala. E meu grelinho roçando em seus pelos pubianos, eu me esfregava
devagar para aumentar a fricção. Então Daniel soltou um sorrisinho safado e me
chamou de vagabunda. Como ele sabia que isso me deixava maluca?? Quanto mais
ele me xingava, mais queria mostrar pra ele que eu realmente era a vagabunda
dele, mais eu queria gozar, pra ele ver como ele me fazia gozar tão gostoso.



Então ele me colocou de quatro, e estocou com tanta força que chegou
até a doer de tão gostoso. Apertava minha bunda, me puxava pelo quadril e me
mandava empinar mais ainda a bundinha. E as estocadas estavam tão gostosas e
violentas que eu gritava de prazer. Ele me mandou ficar calada e dessa vez me
puxou e colocou a mão na minha boca. Eu me senti em êxtase com esse ato,
parecia que estava fazendo a coisa mais errada do mundo e tinha que fazer
calada, e o fato de ele estar tampando a minha boca, me fez pirar. Estávamos de
joelhos, no chão da área de serviço, ele me estocava com toda a força enquanto
me segurava pela cintura e abafava a minha boca. Só a lembrança já me deixa de
xoxotinha ensopada.



Deitei no chão, cansada, de bundinha empinada. Ele continuou montado
em mim, me fodendo por trás enquanto eu chupava seu dedo médio, imaginando sua
pica na minha boca.



E num vai e vem agressivo... Num vai e vem violento... Num vai e vem
delicioso, e às vezes lento, gozei intensamente, sentindo todo o meu corpo
tremer e todas as minhas forças desvanecerem. Ele gozou logo após encima de
mim, soltando gemidos loucos e me fazendo sentir seu leitinho quente se
espalhar pelo o meu corpo.



Sem mentira nenhuma, nunca tinha sido fodida com tanta força, tanta
vontade, tanta raiva. Não que ele estivesse com raiva, por que ele não estava.
Mas parecia que estava, por que esse é o jeito que ele fode... E eu gostei,
tanto que pedi mais. Foi a melhor gozada até então. E as que vieram depois...
Foram ainda melhores.



Reportagem especial (UOL)
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