Comi a namorada gata do meu amigo!!

06 de Agosto de 2014 Raven Contos Eróticos 38175

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Em minha vida, sempre tive muitos amigos, mas de todos eles, tinha um que considerava e considero até hoje, como um irmão. Nunca considerei fazer algo para prejudicar nossa amizade, até o dia em que ele me apresentou "ela".

Estava no auge de meus 18 anos, quando em um churrasco, Diego me apresentou sua namorada, a perdição em pessoa. Daniela era uma moça baixa, branquinha, com longos cabelos negros, lábios rosados, olhos verdes, bundinha empinadinha e seios fartos, com uma carinha inocente que de inocente não tinha nada. Nesse dia, bebemos muito, e Diego já meio alterado, deixou que Dani dançasse uma música comigo, o jeito que ela dançava nunca saiu de minha cabeça, mas ela pareceu não ter simpatizado comigo, já que depois de dançarmos ela me ignorou a festa inteira, me lançando o que pareciam ser olhares de desprezo. Enfim, depois desse dia, comecei a ir sempre a casa de Diego, na esperança de que ela estivesse lá, Diego nunca desconfiaria que eu estivesse afim de sua namorada, já que sempre me considerou um cara de confiança. Com minhas visitas frequentes, comecei a lentamente ganhar a amizade de Dani, que quase sempre estava lá, e com o tempo ela começou a ficar totalmente a vontade comigo lá, quando ela ia dormir na casa de Diego - que morava sozinho -, andava pela casa de Linjerie, tomava banho e saia do banheiro só de toalha, as coisas que ela fazia em minha frente me deixavam louco e completamente duro, e por fim, eu - Um cara de 18 anos, alto e de pele levemente morena, cabelos e olhos negros e corpo bem definido- matava minha vontade de foder aquela gostosa, me masturbando as escondidas...

Certo dia, Diego resolveu fazer um churrasco em sua casa, compramos muita, mas muita carne mesmo e bebidas, a casa encheu de gente, o churrasco foi das 10h da manhã até as 6h da tarde, e só parou por que começou a chover. Todos os convidados foram embora antes da chuva engrossar e eu fiquei para ajudá-los a limpar a casa. Quando a casa já estava devidamente limpa, era por volta de 11h da noite, e quando eu ia sair, Diego me chamou e disse:

— Fica ai mano, vamos beber mais um pouco, e você dorme aqui.

respondi

— Não sei, tenho que trabalhar amanhã...

Quando eu disse isso, a Dani apareceu na porta, pedindo para que eu ficasse, que poderíamos beber um pouco e assistir a uns filmes. Acabei aceitando, entramos e o Diego colocou um colchão na sala, para que eu dormisse ali, pegou um litro de Vodka e algumas latinhas de energético, ligou a tv e disse:

— Dani, coloca pra mim enquanto vou no banheiro.

Diego saiu em direção ao banheiro e Dani abriu o litro colocando bebida para nós três. Notei que quando ela foi colocar no copo do Diego, colocou muito mais vodka do que energético, estranhei mas deixei passar, estava prestando mais atenção em seu corpo pouco coberto pelo fino tecido da linjerie preta que ela usava. Diego logo voltou e começamos a beber assistindo ao filme que passava, não demorou muito para que Diego já estivesse totalmente fora de orbita, Ajudei Dani a ajeita-lo no sofá e ela deitou-se com a cabeça no peito dele mas logo se levantou dizendo que tinha esquecido de arrumar algumas coisas e saiu da sala, pouco depois de ela sair, Diego virou-se de costas no sofá e eu pude ouvir os tão famosos roncos dele, ele ronca como um porco gordo. Logo Dani voltou e, notando que ele não havia deixado espaço para ela no sofá, deitou-se do meu lado no colchão. Eu, que estava sentado, logo me deitei também, Dani estava descoberta e de costas pra mim, deitada de ladinho, com sua bunda bem arrebita para meu lado. Não pude sequer tirar os olhos, logo começou uma cena bem quente no filme, onde o vilão fodia a esposa como um cachorro no cio. Notei que Dani ficou meio inquieta com a cena, mas não liguei, estava vidrado em sua bundinha semi-nua empinada pro meu lado. Meu pau já duro estava começando a doer por causa da cueca que era meio apertada. estava louco de tesão, com vontade de foder aquela gostosa de jeito, até que não medi minhas ações... Fingi que estava me ajeitando no colchão e a encoxei com vontade. Ela me olhou por cima do ombro e eu gelei, sussurrei um "desculpe", mas para minha surpresa - ou nem tanto - ela apenas virou-se novamente sem dizer nada e chegou mais pra perto. Sentindo certo interesse, fiquei de ladinho também, e a encoxei gostoso, roçando meu pau naquela bunda que eu tanto desejava. Olhei para Diego para me certificar de que estava mesmo dormindo, ele estava apagadão no sofá. Então liguei o "foda-se", iria aproveitar aquela gostosa. Cheguei mais perto de Dani colando meu peitoral nu em suas costas e levei minhas mãos a cintura dela, a puxei pra mim com certa ignorância, e então, com meu pau roçando naquela bundinha gostosa, comecei a beijar e chupar o pescoço de Dani, chupões que provavelmente deixariam marcas, mas eu não ligava. Dani enfiou a mão por dentro da minha cueca e começou um leve movimento de vai e vem, me masturbando gostoso... Enfiei minha mão por baixo da calcinha que ela usava e pude sentir sua xotinha toda alagada, sem cerimonia, enfiei dois dedos em sua xota molhadinha, e comecei o movimento de vai-e-vem enquanto massageava seu grelinho com meu polegar, ela gemia bem baixinho e eu adorava sua voz gemendo pra mim. Ela tirou meu pau pra fora da cueca e intensificou os movimentos. Aumentei a velocidade com que enfiava meus dedos nela e comecei a sussurrar sacanagens em seu ouvido. Dani começou a gemer cada vez mais alto conforme eu enfiava meus dedos nela.

— Hoje você é minha, sua putinha... — Eu sussurrava em seu ouvido. Com minha mão que apertava seus petinhos, tapei a boca dela para abafar os gemidos. Não demorou e ela gozou gostoso em meus dedos. — Me chupa gostoso, vai minha putinha... — Ordenei, sussurrando em seu ouvido. Ela me olhou, sorriu e falou.

— Aqui não, vem comigo...

Ela levantou sem fazer barulho, enquanto o corno do meu amigo roncava jogado no sofá. Me levantei também e a deixei me conduzir até o quarto do Diego. assim que ela passou a porta, eu a tranquei na chave. Quando me virei novamente para Dani, ela já tinha jogado suas pequenas peças íntimas longe, e estava sentada a beira da cama de pernas abertas, massageando o grelinho com um sorriso sapeca no rosto. Senti meu pau a ponto de rasgar minha cueca com shorts e tudo, não aguentando mais, baixei meu shorts com cueca e tudo, libertando meu "dragão." Já totalmente nu, me aproximei de Dani que se tocava toda sapequinha, a levantei e dei-lhe um beijo gostoso, finalmente sentindo o gosto daqueles lábios lindos. Pedi para que ela me chupasse e ela prontamente atendeu meu pedido, colocou-se sentada sobre os calcanhares e segurou meu cacete com firmeza com a mão direita e começou a me masturbar enquanto se tocava com a outra mão, sem qualquer aviso ela abocanhou meu mastro com vontade, chupava deliciosamente, adorei a sensação de ter sua língua macia deslizando em meu cacete, ela chupava com maestria, já estava quase gozando, então avisei pra ela, e ela me pediu que gozasse em sua boca que ela iria beber tudinho, quando ouvi isso não aguentei e gozei em sua boquinha deliciosa, ela continuou chupando até deixar bem limpinho. a levantei e a joguei na cama, abri suas pernas e sussurrei em seu ouvido:

— Que putinha obediente você é... merece uma recompensa... — Dito isso, cai de boca em sua xotinha molhada, chupava com vontade enquanto a penetrava com dois dedos, ouvia os gemidos dela, que tentava ficar em silêncio, e isso era um incomodo, pois adoro ouvi-la gemer. Após alguns minutos ali, chupando aquela xotinha gostosa, eu já estava novamente em "ponto de bala" — Fica de quatro, vai... 

Logo Dani ajeitou-se na cama, ficando de quatro pra mim, com as pernas entre-abertas e a bundinha arrebitada, Tendo aquela bela visão, não me contive e dei-lhe um sonoro tapa em sua bunda, atraindo um olhar um tanto irritado.

— Não faz isso, vai deixar marca! — Foi o que ela disse. Ignorei.

Logo me ajeitei atrás, colocando meu pau na entrada da xotinha, dei umas pinceladas na bucetinha dela com meu pau, coloquei só a cabecinha e parei, ouvindo um gemido de protesto.

— Ainda não te ouvi pedindo. — Falei sorrindo safado.

— Mete mais, por favor... vai!

Atendi seu pedido, empurrei meu pau com força naquela xotinha bem apertadinha, Dani mordeu o travesseiro em tentativa de abafar o gemido. Lentamente tirei meu pau até a glande e dei outra estocada forte, enfiando todo de uma vez, novamente, o tirei bem lentamente, torturando-a, logo que tirei quase todo, enfiei com força novamente, só que dessa vez, mantive as estocadas em um ritmo frenético, castigando aquela bucetinha. Dani mordia o travesseiro e socava o colchão, tentando se segurar para não gemer. Resolvi mudar a posição, me deitei na cama e pedi pra ela vir por cima, ela prontamente atendeu meu pedido que mais parecia ordem. Dani sentou lentamente em meu mastro, e logo começou a rebolar gostoso em meu cacete, enquanto eu chupava seus mamilos rosados, agora ela não tinha como evitar, gemia como uma cadela no cio e eu me deliciava com seus gemidos. Coloquei minhas mãos na cintura dela e comecei a forçar seu corpo pra baixo, sentindo a aquela bucetinha engolir meu cacete por completo, logo os gemidos de Dani ficaram cada vez mais intensos, e ela começou a rebolar em meu cacete descontroladamente

— Ah! eu vou gozar! vai mais rápido vai! fode! — Eu inverti as posições e fiquei por cima, abri bem as pernas dela, apoiando a esquerda em meu ombro e comecei a estoca-la sem dó, logo Dani gozou gostoso em meu pau, dei mais algumas estocadas e me permiti gozar em sua bucetinha que me apertava. Ainda com meu membro dentro de sua bucetinha, deixei meu corpo exausto cair sobre o dela, ouvindo apenas sua respiração ofegante, falei

— Eu gozei dentro... — Ela me deu um beijo calmo e gostoso e disse que estava tudo bem, que ela tomava Anticoncepcionais.

— Foi bem melhor do que no meu sonho! — ela falou de repente. Fiquei puto comigo mesmo, se eu soubesse que ela queria também...

— Eu deveria ter te comido antes.

— É. deveria sim. — Eu dei um beijo gostoso nela e ficamos assim, agarrados por alguns minutos, até que lembrei que o Diego estava na sala.

— Temos que descer... Se o Diego acordar, vai dar merda. — Ela concordou e logo dirigiu-se para o banheiro, parando na porta.

— Você não vem? — Perguntou manhosa, logo a segui para um banho gostoso, ainda demos uma rapidinho no banheiro antes de descer.

Quando chegamos na sala, Diego ainda dormia, roncando feito um porco velho. Olhei para Dani e disse:

— Vamos repetir a dose qualquer dia desses, dessa vez na minha casa. — Ela me olhou, sorriu, me deu um beijo e disse:

— Mal posso esperar!

Bem, sou um Autor novo aqui no Texton e esse foi meu primeiro conto! Avaliem e comentem, dizendo o que acharam... Pretendo escrever outros!


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