Delírio

08 de Agosto de 2014 Campos Contos Eróticos 3992

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


A
febre cedera. Já em casa, persistiam ainda as dores musculares. Eu
exausto do dia de trabalho, acompanhamento na clínica e do calor
intenso que, embora fosse noite, fazia àquela hora.


Deixei-a no quarto, naquelas
condições físicas e de temperatura, somente de calcinha e sutiã.
Mal caí sobre a poltrona da sala e a manhã se anunciava e o calor
juntamente e tanto mais intenso. Fui ver como ela estava:


- Você precisa tomar um banho,
veja, encharcou quase todo o cobertor durante a noite
- Não quero.
- Mas precisa, vai te fazer bem.
- Não sei se posso sequer ficar
de pé.
- Vamos, te ajudo, tire logo
essas roupas...
Mal havia completado a frase e
ela soltou uma sonora gargalhada:
- Vais me ajudar a tomar banho?
Ficou louco?
- Oras, porque não? Já fiz
isso antes, qual o problema?
- Ah, por favor. Quantos anos eu
tinha, nove, dez anos? - tornou a gargalhar – Completei dezoito
anos, já sou adulta, lembra?
- já nos vimos nus diversas
vezes, semana passada aconteceu, lembra?
- Sim, mas banho é diferente...
Em todo caso, nem vai dar. Ainda pouco quis ir ao banheiro e senti
tonturas, se bobear volto ao hospital hoje... - e completou rindo –
tentamos mais tarde então.
Faltei o trabalho e ela dormiu
placidamente o dia inteiro. Já passava das 18 horas quando chegou
“mais tarde”. Entrei no quarto e já a encontrei despida sentada
à beira da cama, com os cotovelos sobre as coxas e o rosto coberto
pelas mãos:


- Sente-se bem?
- Sim
- Vamos então.
- Sim, mas acho que consigo
tomar banho sozinha?
- Ok. Dê-me a mão!


Tomei-lhe na verdade o braço
sobre meu pescoço e apenas acompanhei até o banheiro e sai. E fui
tomar meu próprio banho no banheiro do meu quarto. Mal estava sob o
chuveiro e ouvi um breve grito abafado vindo outro banheiro. Vi com
espanto minha filha semiconsciente sob a água que continuava a cair.
Rapidamente a tomei nos braços e a levei para cama. Em seguida ela
acorda.


- Ai, mas que buceta, é a droga
do outro medicamento, só pode ser.
- Sim eu li a bula, mas não
pensei que fosse acontecer... e desde quando falas assim?
- Ah, besteira...
- Queres que vá buscar tuas
roupas, ou ficas assim?
- Fico assim, ainda faz calor
e... e as suas onde estão?
- Estava no banho também,
quando te ouvi... Melhor que venhas para o meu quarto, tem o banheiro
mais próximo e é mais ventilado, além do que dá pra deixar
abertas as janelas sem que sejas vista assim nua, aqui não dá pra
fazer isso.


E a ajudei para que fosse para
meu quarto. Deixei próximo, para que tomasse, os medicamentos
receitados para as dores e para dormir. Deitei-a despida sobre a
cama. Seria a primeira noite mais insólita dos meus quase quarenta
anos...
Verdadeiramente nudez nunca
fora problema, estávamos sempre nus em nossa casa, em uma espécie
de nudismo particular, familiar. A situação se modificou um pouco
quando minha filha estava próximo de completar 14 anos de idade, com
morte de minha esposa. Com a ausência da figura materna e as
inseguranças relativas ao corpo em puberdade fizeram com que ela não
mais ficasse despida o tempo todo dentro de casa, mas somente em
algumas ocasiões, com ao trocar de roupa, sair do banheiro, etc. Eu
ao contrário, costumava ficar nu pela casa ou no meu quarto. Em
resumo, minha filha não andava despida, mas, sem problemas, via-me
nu costumeiramente.
Agora estava ali, inteiramente
despida diante de mim, dormia pesadamente. Não sei por que gênio,
levantei-me para vê-la e foi como se subitamente recuperasse a visão
após andar cego. Eu a vi nua, era perfeita, mas o que mais me
surpreendeu, era como se os deuses tivessem esculpido a reencarnação
da minha esposa ali, na minha filha! Subi a cama, os joelhos dobrados
à esquerda e à direita de sua cintura. Múltiplos sentimentos
tomavam conta de mim. Primeiro, via com contemplação quase
artística o corpo lindo que tinha diante de mim. Havia também o
sentimento mais paternal, via diante de mim algo que semelhava a uma
extensão de mim mesmo, minha prole. E por fim, um sentimento quase
selvagem que enxergava apenas o que ali estava, homem e mulher nus.
Tomado pelo desejo, tomei os
seios róseos com ambas as mãos. Beijava-os, lambia-os, ora um ora
outro, ora um ora outro, beijando e lambendo loucamente. Não me
contive, beija e lambia os seios, pescoço, seios, ventre, coxas,
virilha. À entrada da gruta, exitei um pouco, mas não me contive,
beijava e lambia seus lábios, pequenos e grandes, clitóris, o sexo
todo... beijava e lambia ensandecidamente. Sentia o cheiro de toda
feminilidade que se concentrava ali. Já não era humano... mas,
talvez, em um lampejo de aparente civilidade não a penetrei. Mas
devorava seu sexo, ela pouco se movimentava. Me surpreendi por não
esperar, enfim, naquelas circunstâncias, beber o licor dos deuses
que em pequenos jorros brotava... Já não seguraria mais, em poucos
movimentos, da ereção com dureza rochosa, ejaculava longe o torpor
do êxtase...
Retornava a mim o que restava
de pudores paternais, desorientado pelo feito. Não entendia como
poderia ter em minha boca o sabor de minha própria filha. Como pude
fazer aquilo. Saí. Me banhei.
Não dormi naquela noite. O
sabor do sexo da minha filha não me saia da boca. Demoradamente a
noite se passou. Os primeiros raios solares já apareciam quando
finalmente entrei novamente no meu quarto. Já estava acordada,
parcialmente coberta somente estavam os seios desnudos:


- Oi, bom dia.


Demorei um pouco para
responder, mas disse:


- Bom dia querida, dormiu bem,
como se sente? Não tomastes o medicamento ontem?
- Acho que estou melhor. Estes
são para tomar agora – e completou - tive um sono bom, meio
perturbado apenas.
- Como assim?
- Nada especial, um sonho
apenas.
- Ah, bom.
- Não quer saber com o que
sonhei?
- Se sentir a vontade para
contar...
- Sonhei que transava com o sr.
Foi estranho
- Mas que coisa, deve ter sido
bem estranho mesmo
- E pensei a pouco: o senhor não
tem transado nos últimos anos, depois que mamãe morreu? O sr nunca
trouxe ninguém aqui.
- Nunca trouxe ninguém aqui,
mas já saí com algumas mulheres que conheço, com pouca frequência,
é verdade.
- E o sr pensa na mamãe?
- Não se passa um dia sem que
eu pense nela.
- O sr se masturba muitas vezes?
- Mas que pergunta.
- É uma pergunta boba.
- Ok, as vezes, me masturbo no
banheiro ou aqui no quarto. - o encaminhamento que se dava a conversa
e a lembrança do fiz à noite não poderia ter outro efeito...
- Quando se masturba suas
fantasias são com a mamãe ou comigo?
- Sim as vezes com sua mãe...
mas ter fantasias com você? És minha filha.


Rindo muito ela disse:


- Bobagem, é só zoeira, eu vi
que o sr tem ai uma semi-ereção, danadinho... vai, quer que eu
termine?
- deixe de gracejos?


Ela já gargalhava alto. Em
questão de segundos o que era apenas uma ereção parcial tornou-se
uma ereção completa. Envergonhado, saí, fui direto ao banheiro,
avisando que ia ao trabalho naquele dia.
O estresse do trabalho, e a
consciência que mordia com ferocidade tornou longo o dia. Ainda
assim o desejo febril ainda queimava dentro de mim de modo tal que
ansiava chegar em casa. Não resisti a tentação de, duas vezes
durante o expediente, ir ao banheiro e descarregar a tensão. A
imagem dos seios róseos, ventre, coxas e sexo de minha filha estava
logo ali... se, dizem, um homem tirou água da pedra no meio do
deserto, no meu caso o leite jorrava da dureza rochosa da ereção
que tive, só de lembrar da carnalidade perfeita dela. Saí do
trabalho, mas teimosamente tardei a volta, gastei tempo pela rua, Já
passava da 22 horas quando voltei para minha filha, para casa.
Fiquei estupefato quando ela
atende vestindo apenas um vestidinho branco, semitransparente e que
deixavam os seios desnudos, quase fora.


- Que está fazendo com o
vestido de sua mãe, já disse que não mexesse nas coisas dela?
- Desculpe, pensei que gostaria.
Vai negar que estou bonita nele?
- Está linda, mas é de sua
mãe.
- Está bem, vou guardar. -
Despiu-se completamente ali mesmo e saiu, voltou e me encontrou no
mesmo lugar e disse: Ainda está ai paradão, anda, vem relaxar aqui
no quarto.


Ajudou a me despir. Tive que
pensar em mil outras coisas para evitar outra ereção daquelas. “Não
está muito animado agora” – disse ela rindo – “nem estou
vendo aquele pinto duro de hoje de manhã”. Não reprimi o ímpeto
de tocar-lhe o cabelo, como quem já indica o desejo de receber o
sexo oral. Já estava sentado, nu e ela de joelhos no chão retirando
a última meia do pé esquerdo. Ela ao invés disso, me abraça e diz
que me ama.
Me banhei. Jantamos juntos,
assistimos um filme. E deitamos juntos bem próximos um do outro,
como marido e esposa, não éramos. Toquei-lhe o braço, o ventre...
toquei-lhe os seios: “amo você Carla”, “também te amo César”
disse ela.

Estremeci. “Carla” era o
nome de minha esposa, a tempos não era mencionado, ela era
mencionada apenas como “mamãe” ou “sua mãe”. Por sua vez,
muito raramente, quase nunca, minha filha me chamava por nome, mas
apenas falava “sr.”, “pai” ou “papai”. Somente minha
esposa me tratava por “César”. Que se passava ali eu não
compreendia.
Ela se vira para mim, beija-me
o rosto, e diz novamente “te amo muito César”. Eu já a abraçava
fortemente, afagava-lhe as costas e bunda. Já nos beijávamos...


- Não posso. – eu disse
afastando ela – Não posso fazer isso.
- Mas você quer, César? Seu
pênis diz que sim, e muito. Você me quer. E estou certa que você
conhece muito bem qual o sabor da minha pele, sei que tem nos seus
lábios, o sabor dos meus, os de cima e os de baixo.
Silêncio sepulcral...
Deitei-me junto dela... sentou-se sobre mim, beijou-me lubricamente,
já não éramos mais humanos. No calor dos desejos, iniciamos a
dança, a mistura de suores e fluidos, grito e gemidos abafados. 



*** 



Foi longa a noite. Um vizinho
apenas viu antes do sol raiar, no interior da casa, um “pequeno
clarão”. Todo aquele delírio, a consciência nem sempre suporta.
Pela manhã, César, com muito vagar arrumou-se para ir ao trabalho.
Sua filha, despida, dormia pesadamente. Ele a beija, se despede e
sai.
Dobra a esquina, já ouve o som
dos carros. Toma a rua principal e cruza com a polícia que fazia dez
minutos que havia chamado, socorro médico seria sem efeito. Talvez o
expediente na firma não se prolongasse muito...
Agora via com felicidade a
imagem da esposa.



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