Efeitos "adversos" da radiação

12 de Agosto de 2014 Carpe Diem Contos Eróticos 2020

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Não se engane com a beleza da menor cidade do RN, Viçosa.



Aproximadamente 1,8mil habitantes, localizada na
microrregião de Pau dos Ferros. A cidade está disposta em um vale formado pelas
belas serras ao seu entorno.



A poluição ambiental provocada pelo derramamento de
substâncias tóxicas em meados do ano de 1998 não foi divulgada a mídia,
informação esta, abafada pela prefeitura.



O acidente segundo relato dos poucos ex-moradores de Viçosa
foi provocado pelo transporte indevido de lixo radioativo, este tinha como
destino, a Paraíba. Contudo, o motorista sem nenhuma fiscalização e
acompanhamento deste material, resolve mudar seu percurso para passar a noite
em Viçosa, devido a uma namoradinha antiga que tinha por lá.



Ao chegar à cidade, aquele caminhão grande, com um imenso
reservatório em aço inox 306 e identificado de material radioativo despertou a
curiosidade dos moradores pouco instruídos daquela região.



Durante a noite, Chico, o motorista, teve que deixar o
caminhão próximo a praça devido a não entrar na rua de sua namorada. Pretendia
passar a noite e sair no amanhecer do dia.



Enquanto tinha sua noite de amor com Francisca, que por
sinal, ficou muito feliz ao vê-lo. Francisca era uma mulher madura, assim como
Chico, era fogosa e experiente na cama, realizava todo e qualquer fetiche de
seus homens. Amante natural de um bom sexo, não tinha relacionamento sério,
apesar da grande cobiça pela sua xana carnuda. Gostava mesmo de ser livre e
solteira, queria dar mesmo pra vários. A noite seguia regada a um vinho
vagabundo e muito sexo entre eles, chegando a incomodar os vizinhos com
rangidos da cama e gemidos de ambos.



Enquanto isso, seu caminhão despertava curiosidade nos
moradores, que conversavam na praça diante daquele veículo no mínimo inusitado
para eles. Curioso conhecido, Zezinho, um garoto de seus 14 anos, é desafiado
pelos amigos a conferir o que tem de interessante ali.



Ele sobe no caminhão pela escada lateral em inox e procura a
comporta superior, já que a de baixo estava impossibilitada de ser aberta
devido à grande segurança vista por ele.



Ao subir, percebe que um dos cadeados estava aberto, o que
facilitaria a visualização deste material. Retirou a corrente sem hesitar e
visualizou por um pequeno visor em vidro o material radioativo brilhante que chegava
a ofuscar sua visão.



Impressionado com o brilho reluzente, parecia que estava
diante de uma estrela. Seu espanto e admiração despertaram a curiosidade de
seus amigos, que logo se juntaram a ele sobre o caminhão.



Sua coloração brilhante e violeta despertaram a vontade de
tocar. O que é isso? Perguntavam-se os amigos!



Vou abrir! Vou lá em casa pegar umas ferramentas de pai. Fala
Pedro!



Os meninos seguem olhando enquanto Pedro não retorna...



A linda e pequena cidade estava diante de um imaginável
perigo!



Pedro retorna com uma pequena maleta de ferramentas que
pegou as escondidas de seus pais e sobe no caminhão. Enquanto isso, Zezinho
ajuda-o pegando a maleta e vai logo a abrindo sorridente...



Pega uma marreta emborrachada e uma chave de fenda,
posiciona-a rente ao vidro e começa a bater devagar, não queria chamar atenção
dos adultos que bebiam cachaça e jogavam dominó num banco da praça. As outras
crianças encobriam Zezinho enquanto ele seguia “martelando”. Não demora, e o
vidro trinca!



Homi, num quebre não!
Fala Pedro já se arrependendo de ter trazido a maleta.



Eu num quero quebrar
não, foi sem querer!
Fala Zezinho!



É melhor deixar isso lá... alguém vai ver! Vamos ser
presos...



Rsrsrsrsrsrsrsrs Deixa
de ser frouxo! Se não quiser ver vai pra casa então dormir bebê!
Fala
Zezinho.



Deixa de frescura, é o fresco é? Homi, fica aí que não vai
dar em nada! Fala o outro amigo.



Pedro então fica, mesmo estando descontente!



Após mais algumas batidas o vidro se quebra e cai em meio ao
líquido brilhante, salpicando algumas gotículas nas mãos de Zezinho.



PQP! Fala Zezinho vendo o líquido contrastar em sua pele
negra.



Estavam eles diante daquele líquido viscoso, brilhante e
radioativo...



Zezinho percebe a estranheza daquele líquido em seu
antebraço, nunca tinha visto algo semelhante, reluzente. A gotícula radioativa
deslizava em seu braço como uma gota de mercúrio, “daqueles de termômetro de
vidro” que usualmente temos em casa, só não vá quebrar para ver, por favor!



A força da ligação intermolecular do mercúrio e sua viscosidade
era bem semelhante a gota radioativa, Zezinho movia seu braço semelhante ao
movimento das ondas do mar enquanto a gotícula movia-se em seu braço. Aquilo
gerou estranheza nos demais, Pedro tratou logo de enfiar a mão pela abertura do
visor já quebrado e pegar uma quantidade significativa do material.



Retirou seu braço e com dificuldade a dividiu com os demais
amigos. Desceram do caminhão e foram brincar, procuravam lugares escuros para
iluminar e logo aquilo despertou a curiosidade de outras crianças. Em pouco
tempo, virou a atração da cidade, crianças, bebês e adultos queriam ver e tocar
o material... Pais brincavam com seus filhos ainda de colo, as meninas faziam
de colar e brincos brilhantes, os bêbados da praça, queriam fazer peças de
dominó...



Não sabiam eles do
risco daquele material!



Noutro dia, algumas crianças tinham dormido com pedaços do
material junto ao travesseiro e levaram a escola dentro de suas mochilas, foi
novamente outra festa no recreio.



No amanhecer do dia, apressado, Chico pega seu caminhão e
sai rumo ao seu destino. Não percebendo a violação em seu caminhão e o estrago
que causaria naquela população.



Passado alguns dias daquele acontecimento, os sinais de
contaminação foram surgindo, embora ainda em uma escala pequena e principalmente
em crianças e adolescentes.



As crianças apresentavam ereções constantes e prolongadas,
não queriam se relacionar com pessoas do mesmo sexo, apresentava
irritabilidade, linguajar inapropriado e agressividade. Os pais não conseguiam
entender o que se passava, tinham vergonha de levá-los ao posto de saúde
principalmente pelas ereções.



Zezinho, Pedro e companhia estavam eriçados de desejos,
tinham ereções constantes e prolongadas assim como as crianças. O clima de
pegação rolava a solta na pequena cidade de Viçosa.



As meninas molhavam suas calcinhas facilmente, o cheiro de
seu sexo exalava no ar, atraindo a rapaziada de sua cidade. Algumas meninas
despertaram aí o desejo de se tocar, e aos poucos foram descobrindo em seus
corpos o tesão contido e retraído até então. Os banhos eram demorados, o
chuveirinho em seu clitóris parecia ser seu melhor amigo agora, mas apesar das
sensações maravilhosas, queria o contato com outros corpos, queria provar de
seus amigos.



As crianças magras e desajeitadas foram modificando seus
corpos muito depressa.



Zezinho se masturbava frequentemente em casa com umas
revistas velhas e coladas de seu pai que encontrou guardada sobre a laje de sua
casa...



Pedro só queria andar de bermuda jeans agora, pois conseguia
disfarçar melhor suas ereções constantes.



Zezinho, disparado como é, fala pra Pedro: - Pedro, eu estou
com um problema. Faz alguns dias que to com meu pau duro direto, bato umas
punhetas e num amolece nem a pau... Rsrsrsr



Pedro: kkkkkkkkkkkkkkkkkk Pensei que era só eu!



Zezinho: Como assim? Tu tá também é?



Pedro: Homi, ta foda! Outro dia perdi as contas de quantas
punhetas eu bati. Bati com a direita, com a esquerda, cansei e nada! Rsrsrsr



Zezinho: Que porra é essa? E tu se ligou nas meninas como
tão gostosas? PQP!



Pedro: Claro que sim! E tu acha que foi pra quem que bati
minhas punhetas? Pra tua mãe é?



Zezinho: Vá se f****... Rsrsrs



Pedro: kkkkkkkkkkkkkkk Será que é normal isso?



Zezinho: Não sei, mas vou aproveitar enquanto não fico broxa
igual ao teu pai! Rsrsrsrsrsrs



Pedro: Rsrsrsrs engraçadinho! Ei, vou nessa. Tenho que
ajudar minha mãe com umas coisas lá...



Zezinho: Valeu então, vou almoçar e a tarde vou lá na Bia
fazer aquele trabalho de biologia... Rsrsrs



Pedro: Sei, trabalho né? Rsrsrs



Após o almoço, Zezinho chega à casa de Bia que está sozinha
a sua espera. Ela, novinha branquinha de 17 anos, cabelos e olhos castanhos,
corpo bonito, seios e bunda volumosos, mas de tamanho proporcional. Sua pele
lisinha e macia como de uma boneca estava eriçada de tanto tesão e cansada de seus
orgasmos solitários com seu chuveirinho...



Ela recebe-o com uma saia jeans branca e uma blusinha
folgadinha e curta, que mostrava sua barriguinha chapada... Estava molhada e
muito excitada a sua espera, masturbava-se pensando na chegada de Zezinho.



A campainha soa, mas, ela está em meio a mais um orgasmo
deitada no sofá da sala com uma das pernas elevadas e com dois dedos
trabalhando em sua xana deliciosa.



Hummmmmm...  JÁ
VOU!  Grita ofegante.



Goza e se levanta, ajeita a saia e pega a calcinha encharcada
e pelo avesso que estava no chão...



Para segurando a calcinha, pensa um pouco e diz baixinho: Não vou
precisar dela mesmo! Rsrsrsrs



Vai ao banheiro e coloca-a no cesto, aproveita e tira o
sutiã também.



Com seus seios eriçados e marcando sua blusa vai até a porta
e abre-a...



Faz um charme jogando os cabelos de lados enquanto abre a
porta e diz: Oi lindo, entra. Estou só desde ontem, então não repara na bagunça
tá!



Beleza Bia, você precisa ver meu quarto pra ver o que é
bagunça! Rsrsrs



Preciso é? Fala toda dengosa e safada...



Zezinho já de pau duro sente o cheiro de sexo na sala. Seus
olhos brilham ainda mais ao perceber o quão eriçado estavam os seios da Bia.



Tá gostosa hein Bia? E que cheiro é esse aqui na sala?
Cheiro de...



SEXO? Pergunta Bia!



É, sexo!



Bia se aproxima colocando os dois dedos fechando a boca dele
e diz: Cheira?



É este cheiro que tu tá sentindo? Rsrsrs



Ah sua gostosa, tava batendo uma siririca né?



Vem cá que eu termino!



E quem disse que eu quero terminar? Tava só esquentando... Aliás,
gozei pra você algumas vezes!



Ah delícia, vem aqui pro Zezinho!



Venha você, quero você na mesma posição em que parei...



Bia vai ao sofá e deleita-se abrindo as pernas... Sente o
cheiro aqui agora!



Ele para, aprecia e ajoelha-se diante daquela bucetinha
mimosa da Bia, o cheiro característico de seu sexo aflora sem precedentes pela
casa. Ele tateia sua bucetinha levemente com a ponta do nariz enquanto inspira
e diz: Aqui é diferente... É mais gostoso!



Chupa sua bucetinha todinha, explorando toda ela, grandes e
pequenos lábios recebiam movimentos de sobe e desce pela língua ágil e áspera
dele enquanto ela se contorcia e inclinava-se para trás com seus olhos
fechados.



Após algumas chupadas, ele introduz dois dedos que entram apertados
e percebe suas reações intensificadas, ela está trêmula e ofegante, seu corpo
se contorce de prazer... Usa os dedos para abrir sua bucetinha apertada, está
difícil devido à exacerbada lubrificação em seu sexo, causada pelos efeitos da
contaminação radioativa.



Após algumas pinceladas não propositais ele chega ao seu grelo
rijo e adocicado de seu prazer...



Suga-o com vontade, ela geme alto, não se importa com o
barulho de seus gemidos cativados pelo ápice de prazer e goza um, duas, três
vezes em seguida.



Zezinho goza na cueca de tanto tesão, mesmo assim, seu mastro
continua na ativa, rijo como um ipê.



Doido para receber um boquete, ele segue chupando a Bia
loucamente enquanto vai se livrando as pressas e de forma desajeitada de suas
roupas...



Ofegante e gemendo muito... Shiuuuuuu aaahhhhhhh  Hummmmm Delícia Zezinho continua...



Zezinho já puto, batendo uma punheta e chupando-a... Era
gostoso aquilo, mas queria ser retribuído.



Num movimento rápido e preciso, ele se levanta e posiciona o
mastro duro na porta de sua bucetinha que nem percebe devido ao êxtase das
chupadas.



Quando percebeu, estava ele a adentrar. Já forçando-a
molhada e já muito gozada, apesar de apertadinha, a intensa lubrificação
contribuiu com a pressão feita por ele. Sentir aquela bucetinha apertar seu
pau, foi demais, gozou litros ainda introduzindo-a.



Ela, ao sentir seu leite quente em suas entranhas, gozou
também, onde os gemidos e urros foram desesperadamente intensificados por
ambos.



A quantidade de seu gozo era surreal, escorria pelas coxas e
pernas de Bia com tamanha fluidez e vazão.



As entocadas foram intensificadas após este gozo duplo,
quanto mais gozavam, mas queriam gozar!



Após uma tarde de muito sexo, Bia desmaia enquanto gozava cavalgando
outra vez, está esfalfada e desnorteada.



Zezinho se desespera e a coloca deitada sobre a cama e seu
colo, liga o ventilador e vendo-a respirar fica mais tranquilo. Não demora, e
Bia retorna os sentidos. Ambos nus e completamente exauridos pela reação “adversa”
da contaminação radioativa.



Ele se levanta e diz está com muita fome, busca uma penca de
bananas e se deita novamente com ela em seu colo para se recompor.



Após algumas conversas e carícias, Zezinho fala sobre suas
ereções constantes e prolongadas nos últimos quinze dias.



Bia estranha o fato e diz:



Passei a sentir mais prazer em tudo que faço, outro dia,
gozei enquanto andava de bicicleta. E é difícil de parar, quanto mais gozo,
mais quero!



Eu também. Fala ele.



Ah! O Pedro me falou que está assim também...



Sério? Minhas amigas falaram algo também, mas muito por
cima... Será que aconteceu algo diferente? Indaga Bia?



Sim, aconteceu! Só pode ser isso! Responde Zezinho!



O que foi? Fala logo!



E Zezinho contou toda a história do caminhão... E começou a
juntar os fatos recentemente ocorridos na pequena cidade de Viçosa!



Os efeitos da radiação eram visíveis agora...


Continua...


Reportagem especial (UOL)
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