O orgasmo do silêncio - Parte II (Final)

17 de Agosto de 2014 Hedone Contos Eróticos 3805

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Antes de qualquer continuidade na história, acredito que alguns se perguntaram: o que este título tem a vê com o conteúdo? Meus caros, venho dizer que todo o prazer interno e externo sentido por meio dos acontecimentos, nada mais ideal do que afirmar que o silêncio ajudando a tornar cada ato perigoso e desconhecido, criou um êxtase inacreditável.


Para aqueles que desejam saber como tudo começou, aconselho a ler primeiramente: O orgasmo do silêncio - Parte I.

Sem mais delongas...


Segui-o em direção ao banheiro, sempre olhando para os lados, com medo que alguém nos visse. Na verdade, ainda não fazia ideia do que realmente ocorreria. Não trocamos nenhuma palavra se quer desde o momento em que nos avistamos pela primeira vez, mas aquele toque em minha coxa vindo de suas mãos ásperas e frias me dizia muito mais que milhares de explicações e conversas jogadas fora. Eu poderia ter me enganado e o intuito de seguir em direção há um lugar mais "reservado" era apenas falta de interesse por mim ou simplesmente ele me queria, e claro, umas das mais prováveis é que eu seria assassinada, mas tudo bem, eu estava disposta. Eu prometi a mim mesma que viveria cada insanidade que desejasse e ali era o meu momento, o primeiro passo para o resto da minha vida.


Assim que chegamos ao banheiro, ele fora entrando e caminhando em direção a pia, enquanto eu me mantinha travada na porta de entrada, apenas o observando.
Ele abriu a torneira, pegou uma leve quantidade de água e passou sobre o seu rosto. Eu não sabia o que aquilo significava, mas necessitava descobrir o final. O rapaz, até então sem nome, com os dedos sinalizou que eu deveria me aproximar, o que para mim era mais que uma ordem, mesmo sem palavra alguma. Me guiou até a porta de uso deficiente que era bem mais espaçosa que as outras, tirou a mochila das minhas costas e a jogara no chão. Apertou-me contra a parede e sem pedir autorização alguma com voracidade e aparentemente um desejo demasiado, desabotoou os botões da minha calça jeans clara, extremamente justa pelas minhas pernas, as desenhando e ajudando a imaginação voar a mil (tinha pouca idade, mas quem me olhasse fisicamente jurava que era mais velha, aliás, não era atoa que os meus pais me chamavam de "menina mulher"). Após desabotoar, virou-me de face a parede e a retirou, jogando-a em cima da minha bolsa. Passou suas mãos sobre a minha bunda, apertando-a fortemente que mesmo tendo a pele morena, chegava a deixar marcas avermelhadas. Ajoelhou-se por trás de mim, dando leves mordidas pelas nádegas, deslizando a ponta dos dedos pelo meio de minha sagrada gruta que naquele momento se encontrava completamente molhada. Afastou a minha calcinha para o lado, dando-me liberdade, a liberdade que naquele momento estava começando a criar asas e a partir de então: voaria sem limite de altitude. Mordo os meus lábios, o tesão me alucina, mesmo sendo virgem, já tinha sentido excitação algumas vezes, mas não como aquela. Parecia que havia uma imensidão de êxtase dentro de mim, levando-me a loucura, fazendo-me perder total consciência sobre qualquer pensamento que pudesse surgir em minha mente, a não ser o fato de que eu estava delirando, disso eu tinha certeza, certeza absoluta.
Sem esperar, sem imaginar, sinto sua língua deslizar sobre os meus meios, procurando uma forma de me invadir e caros leitores, confesso que adoraria ter sido adentrada naquele exato momento. Sua língua passa a deslizar de cima para baixo cada vez mais rápido, com uma intensidade mais forte, me levando a instantaneamente sem perceber soltar pequenos gemidos e então, ouço uma voz roca dizer-me brutalmente: - SILÊNCIO, MENINA! - Dito e feito, mordi os meus lábios com toda a voracidade possível para não ecoar o som do meu prazer e enquanto delirava, a única coisa que se passava pela minha mente era sua voz mandado-me silenciar... Sua língua deslizava, desenhava-me, chupava-me como se não houvesse nada mais delicioso neste mundo, como se meu líquido fosse a única fonte de bebida existente e como o desejado, não demorara muito para que este líquido derrama-se de dentro de mim e lambuzasse sua língua, fazendo-me estremecer completamente, sendo obrigada a engolir toda e qualquer demonstração de que naquele exato instante, ele acabara de me proporcionar o meu primeiro orgasmo.
Enquanto minhas pernas voltavam ao normal, seus dedos ajustavam a minha calcinha no lugar, pegando minha calça e ajudando-me a se vestir. Destrancou a porta, deixando-me passar primeiro. Mantive-me em silêncio, não sabia o que dizer, não sabia se podia dizer algo. Me sentia satisfeita, confusa e com a necessidade de poder retribuí-lo de alguma forma e eu já podia imaginar qual seria a forma.
Peguei a minha mochila do chão e fui dirigindo-me a porta de saída do banheiro, enquanto dessa vez, ele quem se mantinha inerte parado a me observar. Quando estava para sair, ouço-lhe me perguntar: - Posso ao menos saber como você se chama? - e sem pensar duas vezes, respondo-o - Menina, apenas menina - assim, saí pela porta sem olhar para trás, deixando-o lá, sem esperar qualquer resposta possível vindo de sua parte.


Andei o mais rápido possível em direção a saída do Parque Ambiental. Estava alucinada, não acreditava no que tinha acabado de acontecer. Ainda me sentia completamente molhada e o desejo de poder repetir tudo aquilo subia a minha mente. Era estranho pensar que tudo isso era real: um alguém surgido do meio das folhas verdes, sem motivo aparente ou explicação obvia.

Uma vez, contei isso ao meu psiquiatra e ele me dissera que não passava de uma alucinação sexual... Será? Neste momento, cabe a vocês decidirem.


E a história só começa por aqui...


Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria

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