Chantageada pelo meu ex- Marido

22 de Agosto de 2014 Narceja Contos Eróticos 12573

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Um texto de Ana Roman ( Narceja )



Pedro Moura tinha se divorciado há dois anos de sua esposa Clara, esta, na ocasião do divórcio, havia levado uma boa parte de tudo o que ele possuía e houvera lutado para conseguir ao longo dos anos, deixando-o em uma crise financeira problemática na época. Em um ano, Pedro trabalhou duro e criou um negócio bem sucedido, tendo não só recuperado a parte que houvera perdido para a ex-mulher, como também havia dobrado seus rendimentos e tornando-se um homem rico e bem sucedido nos negócios. Sua ex-mulher, por outro lado, tinha gasto cada centavo do que ela havia tirado de Pedro e ainda tivera que vender a casa que ele havia trabalhado tão duro para construir. Agora ela havia voltado para a vida de Pedro, na ocasião de uma visita informal e inesperada para o ex-marido.
Ela olhava deslumbrada para o luxo de seu apartamento e ao vê-lo entrar pela sala, fez aquele olhar sexy como sempre fazia, carinhosamente, o beijou na bochecha e depois de uma breve troca de gentilezas e cordialidades, comentou que gostaria de voltar à universidade para obter seu mestrado e assim poder entrar novamento no mercado de trabalho. Mas ela precisava de dinheiro e perguntou a Pedro se ele poderia fazer-lhe um empréstimo.
Pedro, era um homem generoso, dizia não guardar mágoas à respeito do conturbado divórcio. Na ocasião, Claria havia terminado o casamento por conta de um romance homossexual com sua melhor amiga, Ana. O fato de seu novo relacionamento não ter durado nem um ano, o fez sentir pena e vontade de ajudá-la novamente, afinal, Pedro ainda nutria sentimentos pela ex- mulher.
Havia, porém, dentro de Pedro um único incomodo em relação ao término do casamento. A forma como ela passou a evitá-lo na cama, rejeitando-o constantemente durante os derradeiros 5 meses de seu pedido de divórcio. Isso o fez sentir-se mal, achava que ele não era bom o suficiente na cama para ela, e nenhum homem gosta de se sentir dessa maneira: ruim de cama.
Vendo sua ex- mulher naquelas condições tão humildemente pedindo uma ajuda financeira, sentiu que era hora de lavar sua honra de homem e achou que pudesse aproveitar a chance para se vingar da humilhação que sofrera. Ouviu cada palavra de sua ex-mulher atentamente e todos os seus argumentos, sempre com muita classe e educação .
— Clara, o que você está disposta a fazer se eu te apoiar com seu mestrado? — indagou encarando-a no fundo de seus olhos.
Clara arregalou os olhos visivelmente pertubada com a pergunta de Pedro, pois sinceramente, não esperava tal reação.
— Eu não sei o que você esta querendo dizer com isso... — respondeu com olhos trêmulos e voz baixa.
Pedro se dirigiu até a luxuosa varanda de sua cobertura, olhou para o mar e voltando- se calmamente para Clara, comentou :
— Bem, querida, por cinco meses você me deixou sem sexo por conta de um romance lésbico inesperado. Passei cinco meses na mão com uma linda mulher dormindo ao meu lado...
— E...— ela parecia confusa com a conversa.
— Bem, vamos ver isso como um acordo de camaradas. — disse sorrindo. — Talvez poderiámos relembrar os velhos tempos, quando você implorava para fazer amor comigo...
— Como? — respondeu Clara surpresa com a proposta.
— Você se encontra comigo uma vez por semana e eu cuido de você financeiramente até a conclusão de seu mestrado. — propós.
— Você está ficando maluco? — respondeu indignada. — Dessa forma está me chamando de Prostituta!
— Não veja desta forma querida! Fomos casados, não é a mesma coisa de você está indo foder com um estranho. Nós dormimos juntos por cinco anos...Tirando os cinco meses que tive de me masturbar... Pedro não conseguia esquecer aqueles meses.
Clara colocou as mãos na cabeça em um sinal de desespero, refletindo com a proposta indecente. Pedro não conseguia tirar os olhos de seu corpo cheio de curvas. Os seios em formato de melões grandes, a silhueta enxuta e as pernas grossas. Mesmo depois de tantas decepções e lamentos, Pedro continuava apaixonado por sua mulher. Como ela fica bem vestindo esses “tubinhos” que ressaltam tão bem seu corpo violão. Pensara.
Clara voltou-se para Pedro e relutante disse :
— Eu sei... Mas ainda assim me faz me sentir uma prostituta barata!
— 5 mil reais por mês não é barato...— comentou triunfante.
Os olhos de clara cresceram com a proposta e ela, consciente de não haver mais saída para sua situação, convenceu-se que seria a melhor opção no momento aceitar a proposta:
— Está bem...Mas apenas “papai e mamãe”... Nada de coisas bizzaras!
— Bem querida, você não está em uma situação onde possa ditar condições! Eu quero que você satisfaça todos os meus desejos! — disse determinado.
Clara o olhou consentindo com os termos. Sua vontade era sair dali voando mas não podia dar-se ao luxo de ser orgulhosa. O dinheiro a ajudaria muito naquela má fase.
— Concordo. Quando começamos?— perguntou secamente.
— Penso que agora possa ser um bom momento. A empregada acabou de sair e estamos sozinhos com a cobertura toda para nós...
— O que você quer que eu faça? — perguntou sentindo-se uma prostituta.
— Tire a roupa que eu vou lhe foder fundo até atingir seus miolos! Depois te faço um cheque no valor combinado.
— Esta certo! Vamos começar logo com isso. — respondeu sem ânimo.
Clara começou a tirar a roupa. Deixou o vestido deslizar por entre seu corpo até ficar preso em seus tornozelos. Mostrando seu corpo macio coberto por uma minúscula Lingerie vermelha de rendas finas que revelavam sua rachadura marcante no vão de suas pernas.
Pedro a comeu com os olhos e sentiu o mesmo desejo que da última vez que fizeram amor com desejo e fitando em sua xaninha disse:
— Eu não estou pagando por uma rapidinha! — contestou. — Vamos tomar banho juntos!
Clara partiu em busca de seu quarto vestindo apenas uma calcinha e um sutiã de rendas vermelhas. Pedro partiu atrás dela apreciando o traseiro delicioso de sua ex-mulher.
No quarto, Pedro mostrou-lhe o confortável e luxuoso banheiro e pediu que tirasse a roupa e fosse para debaixo do chuveiro. Clara, sem qualquer entusiasmo obdeceu. Ali mesmo na frente do chuveiro, sendo apreciada pelos olhos ávidos de Pedro, tirou a calcinha e liberou seus seios grandes e bicudos para fora. Entrando rapidamente no chuveiro dando às costas para Pedro.
Enquanto a água caía sobre seu corpo gostoso, Pedro tirou sua roupa ficando completamente nu e ereto, como nos bons tempos. Entrou no chuveiro e começou a apalpá-la nas partes íntimas. Buscou um sabonete líquido e passou um pouco nas mãos para logo depois, limpar-lhe o ventre, seios e suas partes sexuais. Com dedos longos, penetrou-lhe fundo a boceta, dizia que precisava limpá-la bem. Uma outra mão passeava sobre seus seios, descendo vez por outra, para o bumbum firme e macio de Clara.
Com a água caindo em cima dos dois, começou a beijá-la e explorar sua boca com sua língua molhada. Clara correspondeu ao beijo se entregando ao ex-marido de uma forma menos ríspida. Era como se ambos tivessem voltado ao tempo do desejo e tesão dos primeiros anos de casamento.
Durante o beijo, Pedro conseguiu enfiar mais fundo seu dedo dentro de sua vagina, ainda pingando de água morna e nesse momento, ela respirou fundo, arriscando um timido gemido. Ele trabalhou bem com os dedos dentro de sua “florzinha” arrando-lhe suspiros e gemidos mais soltos. Arriscou um segundo dedo e Clara tremeu as pernas nesse momento, abrindo-as para que Pedro pudesse trabalhar mais facilmente dentro de seu corpo.
— Forte... — pediu.
— Pede mais! — ordenou.
— Enfia mais fundo...
— Pede por favor! — exigiu.
— Por favor! Por favor mete mais fundo. — suspirou levantando uma das pernas para o alto, encostando-a na parede dos azulejos do banheiro.
Pedro sentia prazer em vê-la perder a pose arrogante e incliando-se, passou a modiscar com os dentes seus mamilos enrijecidos pelo prazer. Seus dedos agora eram molhados pelos líquidos de prazer de Clara, que exalava um delicioso cheiro de fêmea no cio, pronta para o abate. Seu grelhinho piscava a cada penetrada de Pedro e não demorou muito para que um tremor tomasse conta do corpo de Clara, agintando-o completamente numa violência intensa.
— Continua...— pediu ela apressada. Para logo em seguida, soltar um gritinho baixo de prazer pela gozada que Pedro a havia proporcionado.
Depois que seu corpo se acalmou um pouco, ela caiu de joelhos cansada, no chão do banheiro dando de cara com seu pau duro e latenjante. Ele segurou forte seus ombros forçando-a a ficar lá embaixo e posicionou seu pênis em direção à sua boca. Clara, extasiada pelo prazer, abocanhou-o colocando tudo o que podia dentro da boca. Ela passou a chupar seu pau como um delicioso picolé, parando de vez em quando, para lamber suas bolas peludas.
— Cacete! Isso está gostoso! — disse Pedro observando de cima a ex-mulher chupar seu pau e sentir prazer nisso. — Vamos para a cama! — disse apressado. Ansioso para comê-la.
— Quero te comer gostoso, Docinho. — disse caminhando e guiando-a pela mão a cama. Por um momento, Pedro lembrou de repente que havia dito um termo carinhoso, como no início do namoro .
De frente para a cama, ele praticamente a jogou na cama e pulou em cima dela como em um animal atacando sua presa, penetrando-a sem qualquer cerimônia.
— Faça o que você quiser comigo! — disse Clara sentindo a primeira estocada e entregando-se completamente para o ex- marido.
— Hoje só quero te foder e gozar tudo dentro! — disse rangendo os dentes enquanto a fodia fortemente.
— Você sempre foi tão bom nisso. — disse ela encorajando-o ainda mais.
— Sempre deitei na cama para te foder amor. — deixou escapar.
Atolou tudo fundo dentro de Clara segurando-a forte para gozar. Acelerou as estocadas certeiras dentro de sua boceta e anúnciou o gozo:
— É agora! Toma! — disse soltando tudo dentro de Clara. Um , dois, três e quatro jatos fartos em suas entranhas.
Com os corpos ainda ligados pelo sexo, tentaram se acalmar aos poucos e quando o pênis de Pedro saiu de dentro de Clara, uma farta carga de sémen escorreu por entre as coxas de Clara, como antigamente faziam.
Ambos recompostos um ao lado do outro na cama, permaneciam deitados na cama em um silêncio mortal. Clara, sentindo-se uma prostituta; barata e humilhada pelo prazer que houvera demonstrado.
Pedro, depois de algum tempo, resolvera quebrar o silêncio e segurando em na mão de Clara e olhando em seus olhos pediu carinhosamente : — Se você quiser pode passar a semana aqui, a Universidade fica mesmo há duas quadras daqui... — ofereceu sem jeito.
Clara olhou com carinho para o ex-marido e revelou timidamente :
— Eu estava esperando que você fizesse essa proposta.
Pedro sorriu de felicidade e a beijou apaixonadamente.

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