Anal na cozinha

23 de Agosto de 2014 Flavio10 Contos Eróticos 11566

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria



Naquela sexta-feira a noite depois de quase 15 dias sem transar com a Renata, fui até a sua casa, alguns quarteirões da minha residência. Era o nosso acordo, um sábado sim, outro não. Renata estava separada do marido a mais de um ano e morava sozinha com o seu filho de apenas quatro anos. A cada quinze dias o ex-marido tinha o direito de passar o final de semana com o garoto, esse era o período em que podíamos ficar a vontade em sua residência, nos outros finais de semana Renata dedicava todas as suas atenções ao filho, já que ela passava a semana trabalhando dois expedientes e com pouco tempo para ficar com o filho, que passava o dia na casa da avó materna.
Cheguei em sua residência pontualmente as 19:00hs. como de costume. Nesses dias nós dormíamos juntos e transávamos bastante. Era comum o sexo acontecer em vários cômodos da casa só pra variar: sala, quarto, banheiro, jardim, quintal. Tudo era premeditado, Renata gostava de usar a imaginação na ora de escolher os locais e as formas pra fazer sacanagem. Rolava sexo no sofá, em cima da mesinha da sala, em cima do rack, no chão frio da sala, em cima da lavanderia, de baixo do pé de jambo que ficava no jardim, na mesa de jantar, debaixo do chuveiro, em cima do vaso sanitário, na cama, enfim, qualquer lugar tornava-se adequado para uma boa trepada.
Naquela sexta-feira Renata ainda não havia pensado em nada, pois estava muito ocupada na cozinha lavando as louças sujas que acumulara durante a semana.
- Tô com muita louça suja pra lavar, vai ter que aguardar um pouco! Exclamou ela.
- Tudo bem, eu aguardo! Respondi.
A cozinha era um pequeno cubículo, na verdade, era uma pequena área de serviço, onde mal cabia a pia, geladeira e fogão. A minha presença naquele espaço minúsculo tornou o local ainda mais apertado.
- Vai lá pra sala, liga a televisão! Exclamou ela.
- Não, eu tô bem aqui! - Quer ajuda? Perguntei.
- Não, eu dou conta sozinha! Respondeu ela.
Renata estava vestida com um shortinho branco bem curtinho e uma camiseta curta, deu pra perceber o detalhe da calcinha tipo fio dental e a barriguinha de fora. Isso já foi o suficiente pra eu ficar de pau duro. Me aproximei do seu corpo que estava de costas pra mim, peguei na sua cintura e dei um beijinho no ombro, depois uma leve pinada na sua bunda só pra ela perceber o pau já duro, em seguida lhe dei um beijo na boca.
- Já tá duro assim? Perguntou ela.
- Claro! - Você tá bem gostosinha e sensual com esse shortinho e essa calcinha! Respondi.
- É? - Perguntou ela. Mais agora eu tô ocupada, vai ter que esperar! Exclamou ela olhando pra mim com aquele olhar de safadinha que sempre me deixava enfeitiçado.
Ela continuou lavando as louças, e eu bem próximo dela só observando as curvas do seu corpo e imaginando como seria a nossa transa depois. Renata era do tipo gostosona, mulher carnuda, corpão, peitões que eu adorava chupá-los e fazer espanhola, além de uma bunda daquelas que todo homem sonha em dar uma enrabada com muita vontade. Sempre quando pegava ela por trás gostava de dar umas boas palmadas naquela bunda, que ficava toda vermelha de tanta mãozada, e ela adorava essa sacanagem de bater, ficava excitada e pedia até pra bater na sua cara, mas sem muito exagero pra não ficar marcas no rosto.
Era comum fazermos sexo anal, apesar dela dizer que não gostava muito, mas eu insistia, insistia, até que ela cedia. Na verdade existia um acordo que consistia em primeiro lugar satisfaze-la na buceta, depois como recompensa ela me dava a bunda. Ela adorava ser fodida na buceta de todos as formas: com dedadas, com a língua, com o pau bem duro entrando com muita força e adorava gozar com dupla penetração, ou seja, enquanto eu mandava brasa na sua buceta, enfiava também o dedo no seu cuzinho, isso a deixava louca de tesão fazendo ela gozar soltando gritos de prazer.
Antes de acabar a lavagem das louças, Renata olha pra mim e me chama pra perto.
- Vem aqui me da um beijinho! Exclamou ela.
Obedeci e aproveitando a aproximação dei outra pinada nela e um tapinha na bunda. Logo ela perguntou:
- O que você está pensando? Perguntou ela.
- Advinha! Respondi.
- Não! Eu quero que você fale! Vai diz, eu quero ouvir! Exclamou ela.
- Estou louco pra te pegar por traz e gozar na sua bunda! Respondi.
- Diz de novo! Bem baixinho no meu ouvido. Diz que quer comer meu cuzinho, vai diz! Exclamou ela.
Eu obedeci e implorei pra ela me da o cu. Logo ela começou a rebolar aquela bunda gostosa roçando no meu pau duro. Então fiquei de joelhos e puxei o seu shortinho junto com a calcinha e comecei a lamber e morder aquela a bunda deliciosa. Ela estava de costa e apoiando o corpo na pia. A vontade de enfiar o pau naquela bunda era tanta que não perdi tempo com as preliminares. Mandei ela empinar mais um pouco a bunda, segurei o pau, mirei no seu cuzinho e comecei a meter com delicadeza, pois não deu tempo nem da uma lubrificada.
Aos poucos a cabeça do pau foi entrando e arrombando aquele cuzinho apertado, depois que a cabeça entrou o resto do membro deslizou de uma vez até o saco. Dei várias estocadas ouvindo ela gemer de dor e de prazer. Segurei o gozo várias vezes só pra ter o prazer de vê-la gemendo, até que ela disse:
- Goza por favor, vai! Goza! Exclamou quase chorando.
- Aguenta só mais um pouquinho, vou já gozar! Respondi
- Não! Não! Tá doendo muito, goza logo vai! Por favor!Exclamou implorando.
Comecei a ficar com dó e resovi gozar. Acelerei as estocadas até jorrar muita porra naquele cuzinho apertado, só assim ela parou de gemer. Era disso que ela gostava: sentir a porra bem morninha invadindo suas entranhas.
É isso ai pessoal, espero que tenha gostado. Até a próxima história.


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