Assediada

29 de Agosto de 2014 ludi Contos Eróticos 9224

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Eu e Léo somos casados há um bom tempo, mas como todo casal mesmo jovem, com o passar dos anos se afasta um pouco, o amor, o carinho e o respeito permanecem, mas, o romance tira longas férias, e o sexo de deixar a casa revirada e dois corpos como trapos, também.
Foi neste período, morno, do casamento que o irmão mais novo do meu marido veio passar um tempo em nossa casa para cuidar de assuntos familiares entre outros. Meu marido e o irmão sempre foram muito unidos, não recusei sua vinda mesmo não o conhecendo direito, só tendo o visto no dia do nosso casamento.
Então ele chegou! Estava mais velho e charmoso, além de bonito ,desde que nos vimos, deixou o jeito de moleque e se tornou um verdadeiro homem, essa constatação junto ao olhar de bom moço safado que me lançou ao abraçar o irmão, fez meu sangue ferver e minha respiração ofegar. Durante alguns dias, eu, por respeito ao meu marido evitei contato visual e físico com o cunhado, enquanto minha imaginação me atormentava, ele percebia minha carência.
Meu marido confia muito em seu irmão e em mim, sendo assim, não viu nada de mais em nos deixar sozinhos e viajar por duas semanas; ao anuncia sua partida meu cunhado fitou-me com um olhar safado de quem diz. ”você não me escapa!”.
Então eu ficaria sozinha com minhas fantasias e minha tentação. Assim que fechei a porta fui espremida contra ela pelo corpo grande e forte de meu cunhado, tentei escapar dos beijos sedentos, sem êxito, me amassando com suas mãos e sues braços fortes, me senti sucumbindo ao prazer de ser desejada novamente; não sei como, mas resisti , fugi para meu quarto, e ele correu pela escadaria atrás de mim; então fechei a porta mesmo ardendo de desejo. Poucos segundos depois batidas suaves me assustaram como num choque, mas era meu corpo quem estava todo elétrico. Disse-lhe para ir embora, pois eu não o queria ,mas ela retrucou com uma voz sedutora afirmando certeza do contrario, perguntei o porquê de esta fazendo joguinhos com a mulher do próprio irmão; Serio respondeu que seu irmão não merecia a mulher que tem, e desde que me viu no casamento sua vida se tornara querer ser homem o bastante pra mim. Insistindo para que eu abrisse a porta disse-me que uma hora eu teria que sair, alguns minutos e eu ouvi gemidos e então me aproximei da porta e tive a impressão de que estava a se masturbar, quando sua voz ofegante disse me imaginava nua em varias situações; aquilo me assustou e me deixou estranhamente excitada. Talvez pelo fato de outro homem se masturbar pensando em mim, estava ficando cada vez mais difícil não abrir a porta.
O dia clareou e eu havia adormecido na poltrona próxima a porta, acordei quando o telefone tocou no andar térreo, eu não sabia o que fazer, podia ser o meu marido e eu não podia não o atender, além de não poder ficar no quarto pra sempre, e eu estava com fome! Então vagarosamente abri a porta e não vi meu cunhado nos corredores, meu coração saltava de suspense me sentindo um bichinho acuado, quando cheguei ao telefone e atendi.
“-” eu falei que não iria ficar lá pra sempre!”“.
Engoli seco ao sentir sua presença atrás de mim, ainda relutante tentei fugir, sem sucesso, um beijo no pescoço e um aperto gostoso na virilha, e minha resistência cedeu; Aos beijos fui conduzida a mesa da cozinha onde meu vestido fora desfigurado ficando sem botões e alças. Selei as pernas, mas ele as afastou com carinho pondo seu rosto por baixo do vestido, senti sua língua vasculhar minha buceta ate encontrar o jeito que tiraria com a ajuda dos dentes minha calcinha de algodão branca, rasgando o resto do vestido ele pareceu contente ao ver meus seios médios e fartos sem sutiã, lambendo o bico, chupando como há um doce; quanto mais eu, inutilmente, tentava faze-lo parar, mas ficávamos excitados, isso só o fazia me segurar com mais vontade. Quando ele me deitou delicadamente sobre a mesa achei que fosse explodir de tensão com a pressão de suas chupadas em minha buceta que jorrava sem parar, logo foi à vez dos meus seios e depois minha boca, beijava e mordia os lábios como se quisesse um pedaço. Toquei seu pênis grande e duro através da calça e ele gemeu de excitação como se sentisse dor, me deixando louca para dar-lhe mais prazer, segurei seu pênis e em seguida abri o zíper tirando seu inchado pau para fora, o masturbei e chupei por minutos; Ate o conduzir a minha buceta molhada, ele de pé e eu sentada a beira da mesa, pude sentir seus braços enrijecerem ao aumentar a velocidade, era tão profundo que com um de seus braços fortes me segura e apertava contra seu corpo enquanto sua outra mão tinha que segurar a mesa, não que a mesa precisasse, já que era madeira silvestre e pesava muito.
Com ele me senti a mulher mais desejada do mundo, e os vários orgasmos que tivemos eram mesmo longos. Depois que começamos parar parecia impossível. Desci da mesa meio molenga, agarrei seu pênis e ainda estava muito duro, me virei e então ele enterrou todo o seu pau em mim com sutileza ate ganhar velocidade, tive que me debruçar e ficar deitada para aguentar seu pênis enorme e grosso entrando deliciosamente, já chegando ao final gozamos. Ele pousou sobre mim e beijo-me carinhosamente dizendo que eu era muito melhor do que ele imaginara, saindo de cima de mim me ajudou a recompor-me, me segurou pela cintura e me conduziu ate o banheiro próximo à cozinha entrou de baixo do chuveiro e levou com ele, agiu com delicadeza e amabilidade, percorreu com espuma toda a extensão do meu corpo com suas mãos firmes, e se voltando para mim disse que me amava; disse-lhe que não largaria meu marido então me respondeu, “e eu não quero que faça isso! ele é meu irmão e eu o amo! Não o farei sofrer! eu te amo e posso esperar! não vamos forçar nada!”. Nem acreditei, mas, fiquei feliz em ouvir.
Usamos toda a casa pelo tempo que nos restava, sem culpas; quando meu marido chegou agimos normalmente, mas nossas aventuras às escondidas eram maravilhosas. Meu cunhado ficou por um ano, e voltava para ficar durante meses nas férias. Ate meu marido convida-lo pra morar conosco! . Ai é outra historinha.




Reportagem especial (UOL)
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