A enfermeira submissa

31 de Agosto de 2014 Narceja Contos Eróticos 7348

Reportagem especial (UOL)
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Texto escrito por Ana Roman ( Narceja )

O meu consultório do hospital vivia cheio até a tampa. Era procurado sobretudo por mulheres humildes, de classe média baixa e pobres, e todas elas tinham orgulho e satisfação quando diziam: – Estou me tratando com o doutor Midgard. Eu era celebridade naquele interior do fim do mundo de Minas Gerais. Tinha meu consultório badalado na capital e todas as sextas percorria os 200 quilômetros entre a capital e a cidade, sempre de bom humor e entusiasmado com as possibilidades de encontrar novas pacientes.
No caminho, já sentia meu sexo latejar só em pensar nas minhas meninas daquela cidadezinha esquecida por todos. Médico por lá, era Deus e com todos os méritos. Todas prontas e apaixonadas por mim, dispostas a realizar qualquer desejo meu. Era o céu na terra! E o melhor, era tudo de graça e ainda recebi um belo salário da prefeitura para passar o dia naquele hospital caindo os pedaços e sem qualquer estrutura.
A brincadeira já começava na quinta a noite, quando chegava em meu apartamento no centro da cidade. Na porta, já estava uma de minhas meninas me esperando para passar a noite comigo. Àquela quinta, era a vez da Helen, uma enfermeira do Recife. Moreninha, de cabelos lisos e olhos verdes com 25 aninhos. Uma boa moça.
Assim que entrei na cidade e avistei meu prédio, lá estava ela com sua bolsa me esperando na calçada. Estacionei na rua e desci do carro. Helen, ao me ver, sorriu timidamente, bem no fundo, ela sabia que iria me servir de jantar a noite toda e o melhor era que ela sentia prazer nisso.
— Oi princesa! — disse ao vê-la se aproximar.
— Como foi a viagem? — perguntou animada.
— Tranquila! Vamos? — indaguei já com a mala na mão.
Subimos as escadas, era um prédio simples de 3 andares. Helen foi na minha frente já passando todos os acontecimentos do hospital àquela semana e pude observar sua bunda redondinha e a cinturinha fina. Estava com vontade e cheio até a tampa do saco, precisava aliviar o bicho...
Abri o apartamento e entramos. Larguei a mala no chão e já tratei de apalpar Helen por trás.
— Calma...— disse dengosa. — Sentiu saudades? — perguntou esperançosa.
— Senti! Muita saudade desse corpo gostoso e dessa boquinha gulosa.
A virei bruscamente a encaixando em meu corpo e a beijei com desejo. Um beijo sensual e com péssimas intenções.
Mordi seus lábios finalizando o beijo e pedi com um sorriso safado:
— Ele está com saudades de você... Precisando da seus carinhos...
Helen sabia bem no que ela era boa. Se ajoelhou ali mesmo e abriu meu jeans e tirou o bicho para fora. Já estava duro e grosso. Segurei na base e já dei umas pancadas com ele em seus lábios entreabertos.
A cena de vê-la ali de joelhos submissa levando tapinhas com meu pênis no rosto, era minha maior satisfação. Bati com o bicho em suas bochechas, olhos e segurando em sua cabeça com uma das mão forçei a entrada por entre seus lábios de veludo. Passou por entre eles pousando em sua língua e pude sentir o quentinho de sua boca. A sensação era íncrivel.
— Vejo que estava famita.— disse para intimidá-la.
Helen sugou com os lábios ao redor da cabecinha e ficou ali por um momento enquanto eu olhava para baixo delirando de prazer. Aos poucos fui empurrando o bicho mais fundo, ganhando espaço dentro da sua boca. Brincando com sua língua. Estava no paraíso e ela era a serpente.
Relaxei permitindo que ela fizesse todo o trabalho pesado. Segurando na base segui com ela acoplada em meu falo até o sofá, me sentando e me livrando da calça jeans por inteiro.
O barulho de sua boca me sugando era fascinante e mexi os quadris para acelerar meu tesão. Precisava alimentá-la rápido, ela parecia querer me engolir por inteiro e soltei tudo sem aviso prévio dentro de sua boca.
Gosto dessa sensação, me faz sentir homem. Todas as mulheres que cruzo deixo minha marca em seus estômangos. Saem sempre de barriga cheia e meu gosto na boca. Para mim é de praxe! Faz parte do que sou.
Helen deu uma boa limpeza na minha ferramenta. Pedi que passasse a língua por baixo dos dois pacotes de carne o que ela fez divinamente. Fomos para cama. Estava cansado e em pouco tempo agarrado a minha menina, adormeci exausto.
As 3 da manhã o despertador tocou. Era hora de Helen passar por minha consulta e ir para casa dela. Afinal, não poderia assumir romances com colegas de trabalho. Era muito ético com o trabalho!
Tirei o lençol de cima do seu corpo e me coloquei por entre suas pernas tirando sua calcinha enquanto ela despertava resmungando e se fazendo de menininha. Adorava esse joguinho de “não quero”. Joguei longe a calcinha e abri bem as suas pernas expondo a sua florzinha bem rosada.
Uma coisa que eu não sou é egoista e todas as minhas meninas saem de mim com ar de felicidade e um sorriso no rosto. Mulher precisa ser feliz.
Com os dedos, acaricie seu clitoris delicadamente. Sabia que o prazer sempre começava por ali. O corpo de cada mulher é como um mapa que eu gosto de desvendar e explorar com muito estudo e técnica. O mapa de Helen, o tinha na palma da minha mão. A pontuberância do começo do clitoris, aquela bolinha macia de carne, era ali onde ela se perdia toda. Massageei a região explorada e aproximei meus lábios. Sabia até onde ela aguentaria, tinha total domínio sobre seu corpo. Com a pontinha da língua toquei levemente o ponto de carne rosada. Senti seu corpo reagir e seu montinho de nervos palpitar na ponta da minha língua. Suguei penetrando a língua por entre seus lábios vaginais em busca de seus gemidos o que obtive de forma rápida e dengosa. Um chorinho com voz de menina. Adorava despertar em minhas mulheres essas menininhas dentro delas. Olhei para seus mamilos e estavam duros apontados para o teto do quarto. Desviei o olhar para o relógio, passavam das 3: 20. Não haveria tempo para retardar o sofrimento de Helen. Assoprei em seu ponto de prazer e suguei forte com os lábios o puxando e dando mordidinhas intercaladas enquanto penetrava com um dedo sua vagina. Era o suficiente para ela inundar minha boca com seu prazer silencioso e envergonhado. Missão cumprida, era hora de terminar o serviço. Teria de está no batente as 6 da manhã.
Por entre suas pernas, as levantei as posicionando alto e as apoiando em cima de meus ombros. Passagem livre, era hora do show! Com uma das mãos segurei suas duas mãos acima de sua cabeça e posicionei meu bicho em sua entrada alagada. Enterrei lentamente para não assustá-la. As paredes internas foram cedendo para minha entrada e consegui chegar ao fundo, estava quentinho e macio. Comecei minha sessão tortura e entrei e sai várias vezes usando da força bruta moderadamente. No fundo, dei algumas pancadas leves e soltei tudo lá dentro. Era gostoso vê-la de olhos murchos sendo devastada por mim.
Cai do lado da cama, cansado e olhando para o relógio, tentei não ser desagradável : — Princesa, está na hora...
Helen era uma boa garota e sabia bem das minhas condições. Se levantou com as pernas bambas e se vestiu rapidamente. Pegou suas coisas e veio me beijar. Era a hora de me sentir um lobo espreitando a chapeuzinho vermelho. Correspondi ao beijo sem entusiasmo. Já havia sugado dela o seu melhor para aquele dia. Levantei nu e fui abrir a porta para ela. Sempre era a mesma coisa. Abraços apaixonados de Helen e seus olhos suplicando amor, resignada de minha conduta. Me sentia mal, mas não havia outra saída para ela; eu partiria seu coração assim como o das outras. Era a minha essência.


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