Fodendo a Corretora de Imóveis

01 de Setembro de 2014 Del Contos Eróticos 11909

Reportagem especial (UOL)
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Minha deliciosa personagem principal deste conto é uma pequena loirinha de farmácia, mãe de família e casada, com 1.65 m de altura e uns 56 kg. Bem mignon, bem pequenina, e seu tamanho não parece suficiente para conter seu tesão. Tem seios generosos para o seu corpo, cintura fina, quadris estreitos e uma discreta bundinha ligeiramente empinada. Seus 28 anos parecem menos, dado que seu rostinho de ninfeta parece ter congelado na adolescência, enquanto o aparelho nos dentes reforçava essa impressão.

A personagem em questão é uma corretora de imóveis, na verdade estava em sua primeira semana no novo ofício, e foi um presente do destino poder conhecê-la, visto que havia marcado com outra pessoa para me levar até o apartamento que eu pretendia visitar mas, como tal pessoa não poderia ir, enviou a loirinha ao meu encontro.

Cheguei no horário combinado ao prédio, em uma tarde bem fria no Rio de Janeiro, e tive que esperar longos 30 minutos até a loirinha aparecer. Estava prestes a criticar seu atraso, mas a forma sedutora como aquela mocinha andava foi o suficiente para eu começar a pensar apenas com a cabeça menor. Ela vestia um traje social discreto, calça e blazer, nada demais, embora a forma que ela prendeu os longos cabelos no topo da cabeça com um tic-tac foi o suficiente para aumentar ainda mais os estímulos enviados ao little Del. O toque-de-midas foi o cumprimento, aonde pude ver seu sorriso metálico, seus belos seios espremidos na blusa decotada e sentir seu doce perfume sequestrar minhas narinas.

Preferi conhecer a área externa do condomínio antes de subir ao apartamento, apenas para ver se a química fluía também no corpo da loira, embora sua grande aliança na mão esquerda pudesse vir a atrapalhar uma investida futura. Enquanto caminhávamos pelo condomínio, não precisei de muito esforço para perceber que meus 1.90 m provocavam alguma influência na loirinha. Sua forma de falar, seus sorissos e suas brincadeirinhas deixavam bem claro que o fogo do tesão queimava forte na pequena. Percebendo tal fato, não economizei nos gracejos, e logo ao entrar no elevador nossos corpos já estavam deliciosamente próximos, e os olhares trocados eram quentes e intensos. Um belo caso de tesão imediato.

Quando paramos diante da porta, enquanto ela abria eu me aproximei e deixei com que ela sentisse minha respiração em seu pescoço. Pude senti-la se arrepiando com minha investida, e suas palavras confirmavam tal situação. Poucos minutos atrás sequer nos conhecíamos, e naquele instante nossos corpos estavam em plena sintonia, compartilhando uma mesma chama de tesão a queimar em nós dois. Não pensei duas vezes, quando entramos e ela fechou a porta, pressionei meu corpo contra o dela, fazendo-a emitir um gemido alto que ecoou pelo apartamento vazio. Era uma clara liberação de um grande desejo reprimido, e imediatamente fui com a mão no meio de sua bunda, tocando sua buceta de forma intensa por cima da calça, levantando-a alguns centímetros do chão.

Ela poderia ter me dado um tapa e gritado que estava sendo abusada pelo cliente tarado, mas ao invés disso se virou, pendurou-se em meu pescoço e me beijou com vontade, espalhando seu batom refrescante em meus lábios e ao redor dele. Invadi sua boca pequena com a língua enquanto cravava os dez dedos naquela bundinha pequena e dura, aumentando a intensidade dos beijos da loira.

Seu blazer e minha blusa já estavam no chão, e nos beijávamos loucamente enquanto eu a levantei e a coloquei sentada sobre o balcão da cozinha americana. Ela se divertiu em ter ficado mais alta que eu, e me beijou com mais vontade enquanto travava as pernas ao redor do meu tronco. Interrompi os beijos apenas para levantar a blusa da safadinha, abrindo imediatamente seu soutien e liberando o movimento natural daqueles seios, naturalmente generosos, com mamilo de cor rosa escura contrastando com sua pele branca. Embaixo do seio direito, uma tatuagem com uma frase motivacional, que fazia par com outra tatoo, um personagem infantil localizado logo abaixo da nuca.

Aproveitando a posição, mergulhei faminto naqueles seios, chupando-os alternadamente e em conjunto, apertando-os de forma controlada e levando aquela pequena loira ao delírio. Enquanto eu trabalhava em seus montes maternais, ela passava a unha com vontade na minha cabeça semi-careca, dizendo que os seios eram o ponto fraco dela. Mas embora aqueles peitões fossem deliciosos, eu não pretendia me entregar a eles muito mais tempo do que já tinha feito, então abri a calça social da safada e puxei junto com a calcinha minúscula, deixando-a vestida apenas com o salto alto e o tic tac no cabelo sobre o balcão da cozinha americana.

Mandei ela se segurar e puxei seu quadril pra frente, abrindo suas pernas e tendo visão plena daquela bucetinha completamente depilada e já totalmente babada. Era uma buceta com cheiro de buceta, e é isso que eu gosto, não sou desses caras que só chupa uma menina depois que ela toma banho. E quando a loirinha sentiu minha língua tocar sua intimidade, foi delicioso sentir seu corpo todo amolecer, ouvir seus gemidos aumentarem de intensidade (dentro do limite para as nossas circunstâncias) e sentir seu néctar escorrer pela minha língua foi o suficiente para minha jeba crescer indomável dentro da cueca.

Não a chupei até que ela gozasse, aquela loirinha suculenta merecia gozar com minha trosoba lhe cutucando o útero. Lambi sua bucetinha apenas até sentir que a menina começava a estremecer, deixando sua cavidade plenamente irrigada e pronta para a minha invasão. O balcão era alto demais para foder a loirinha olhando em seus olhos, então a segurei e a deitei no chão. Ela ficou lá, com as pernas abertas, a bucetinha piscando e um olhar de sapeca enquanto eu deixava minha calça escorrer até os tornozelos e colocava uma camisinha no little Del.

Me posicionei entre as pernas da corretora e deixei meu pau encontrar sozinho o caminho da felicidade. Ah leitor, que buceta deliciosa! Entrei lentamente através daquele túnel quente e ligeiramente apertado, olhando nos olhos da loira e vendo suas expressões de prazer: primeiro ela mordia o lábio inferior, em seguida abriu a boca e soltou um gemido mudo, e por fim jogou a cabeça para trás e soltou um gemido intenso quando meu mastro entrou inteiramente em sua bucetinha. Passei a socar forte dentro da loira (esfolando a porra do joelho no chão), e ela correspondia com deliciosos gemidos e gritinhos, apertando meus braços com suas mãos pequenas e por vezes arranhando-me dos ombros até o antebraço.

Ela pediu para eu meter mais forte e eu correspondi, deitando meu corpo sobre o dela, segurando-a pela nuca e socando a piroca sem dó para dentro da pequena loira. Aquela buceta estava tão encharcada que molhava meu saco, quando este ía de encontro ao corpo dela, e o som de “schlap schlap” produzido era inebriante. Ela gozou logo, e ela me informou sobre isso tanto com palavras quando com uma tremedeira intensa, das mais intensas que já vi. Mas ignorei o pedido dela para meter mais devagar, ao contrário disso soquei mais forte ainda, deixando meus joelhos em carne viva e fazendo a loirinha me arranhar com violência as costas. Quando outro orgasmo veio para a loira, alguns instantes depois, ela me deu vários tapas nas costas enquanto dizia que eu era “o deus do sexo”.

Bem que eu queria virar aquela loirinha de bruços e socar sem dó em sua bucetinha por trás, mas meus joelhos definitivamente não podiam mais suportar meu peso naquele chão cru. Então me deitei e mandei ela sentava com vontade no meu mastro, mostrando para mim que era uma legítima puta. A corretora safadinha obedeceu sem pestanejar, acocorando-se sobre meu pau ereto, apoiando as mãos no meu peitoral e quicando com violência no meu mastro, subindo e descendo com uma vontade incrível. Que volúpia tinha aquela pequena loira! Nem precisei de bola de cristal para saber que o maridão estava deixando a desejar.

Enquanto ela cavalgava na minha rola eu a segurava pelos peitos, e a cara de vagabunda dela me dava vontade de a puxar pelos cabelos, jogar ela no chão e foder o cu dela até meu pau afinar. Mas logo voltei à realidade quando ela anunciou uma nova gozada, e afirmava que aquilo não era possível, que meu pau devia ser mágico ou coisa do tipo. Seu gozo fez ela perder a força nas pernas, e então ela deitou-se sobre mim, trazendo à boca de encontro a minha, me beijando suavemente enquanto meu pau ainda ía e vinha dentro dela, conforme eu movia meus quadris...

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