Minha mulher castigada nos pés por desobedecer

06 de Setembro de 2014 podólatra Contos Eróticos 4822

Reportagem especial (UOL)
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No sábado passado convidei um amigo nosso para ir a nossa casa jogar umas partidas de bridge e, ao mesmo tempo, ficar para jantar comigo e com a minha mulher.

Estávamos sós e parecia-me uma forma agradável de ocupar o dia, tanto mais que ele é um fanático pelos pés da minha mulher e já várias vezes o deixei lamber e chupar os pés dela, comigo a assistir e a tirar fotos. Verdade seja dita que na maioria das vezes vai muito além disso, pois que das lambidas e chupadas nos pés dela passa para massagens no enorme pénis dele e quase sempre termina derramando todo o sémen nos dedos, peito e solas dela.

Na véspera liguei-lhe e combinei. Ele pediu-me para dizer à minha mulher que queria que ela pintasse as unhas dos pés com esmalte vermelho (é a nossa perdição, pois naqueles pezinhos brancos o esmalte vermelho ainda deixa os pés dela mais excitantes) e calçasse somente umas chinelas, pois seria mais fácil a qualquer momento ir massajando os calcanhares e as solas dela e brincando com os dedinhos à mostra.

Queria pois chinelas estilo havaianas, ou que fossem semelhantes. E como ela tem várias, até com salto, ficaria à escolha da minha mulher quais as que calçaria. O importante mesmo é que não se esquecesse de pintar as unhas com esmalte vermelho.

Disse isso mesmo à minha mulher. Mas no sábado de manhã, quando estávamos já arranjados e vestidos, reparei que ela embora tivesse calçadas umas chinelas que acho particularmente excitantes, não havia pintado as unhas dos pés. Chamei-lhe a atenção para isso e para o especial realce que o nosso amigo havia feito desse pormenor. Ela respondeu-me secamente que não lhe apetecia estar a pintar as unhas e se ele gostava tanto dos pés dela havia de aceitar a opção que ela tomara.

Ainda a avisei de que provavelmente ele não gostaria da teimosia e desprezo pelo pedido dele e muito naturalmente seria castigada. Ela abanou a cabeça como sinal de que não se preocupava com isso. E eu muito menos, pois que gosto de a ver castigada, em especial nos pés nus.

Quando o nosso amigo chegou, cerca das 15 horas, recebi-o e levei-o para a sala de estar. A mesa de jogo estava já montada e sentamo-nos no sofá a conversar um pouco.
Daí a um instante chegou a minha mulher e aproximou-se dele para o beijar. Bela, sensual, com um vestido preto bastante curto mostrando as pernas e coxas, e as chinelas mostrando bem os pés na sua sensualidade. Mas….aí aconteceu o que eu previra: ele de imediato deu conta do pormenor das unhas sem esmalte e mostrou-se agastado e nervoso. Beijaram-se e ele logo lhe perguntou se eu não lhe dissera que queria que ela pintasse as unhas dos pés com esmalte vermelho. Ela respondeu que sim mas que não lhe apetecera fazê-lo.

A provocação era, de facto, insuportável e a pedir medidas imediatas. Ele levantou-se e nervosamente disse-me que havia apenas dois caminhos a seguir: ou saía de imediato de nossa casa e não voltaria, ou ela teria que ser severamente castigada quer pelo desprezo que mostrara pelo desejo dele, quer pela arrogância com que o afirmara.

Ela ficou muda e sem se mexer. Eu disse-lhe que não queria que ele saísse de nossa casa aborrecido e muito menos com a sensação de que não tínhamos consideração por ele. Assim, disse-lhe que achava mesmo que deveria castigá-la da forma que entendesse ser a indicada.

Desde sempre que pedi a todos os que lhe castigaram os pés para usarem todos os instrumentos de tortura com excepção de varas, por serem mais dolorosas e ela dizer que a dor era realmente insuportável; mas igualmente porque a vara deixa marcas bem mais consistentes e resistentes e os pés dela ficam mais marcados durante um período de tempo muito maior. Eu já experimentara, um amigo também, e na verdade a dor é lancinante e as marcas estragam a pela sensível e macia das solas dela, para já não referir as marcas que ficam se os pés dela forem (como são muitas vezes) açoitados no peito dos pés e dedos.

Mas desta vez abri excepção e disse ao nosso amigo que poderia também usar varas para o castigo, pois ela merecia ser castigada de forma exemplar e sofrer bastante; pelo que, tudo que causasse dores mais lancinantes e lhe arrancasse gemidos de dor, gritos sonoros e choro, seria desejável, pois ela tinha sido insuportavelmente arrogante e provocadora, além de desrespeitar as ordens recebidas.

Ela sem se pronunciar sequer sobre o assunto ainda o tentou acalmar na ira prometendo que da próxima vez pintaria as unhas como ele quisesse e pediu que a perdoasse. Ele apenas lhe respondeu que não haveria sequer outra vez se ela não fosse de imediato severamente castigada para aprender a ser mais submissa e menos arrogante.

Mandou que eu a descalçasse de imediato, lhe prendesse as pernas pelos tornozelos a uma cadeira em posição que deixasse as solas bem preparadas para serem castigadas. Assim fiz, deixando-a deitada no chão, as pernas para cima e os tornozelos presos à cadeira de forma a ter as solas bem expostas e à altura ideal para o castigo.

Para melhor ser consumado o castigo ele sugeriu que eu lhe tirasse também o vestido e a deixasse apenas em calcinha (neste caso era apenas uma pequena tanga, com zona tão transparente que permitia ver bem quer o sexo quer aquele majestoso traseiro e rego do cu). Mas logo depois entendi que queria mesmo que ela deixasse o cu completamente exposto enquanto eram severamente castigadas as suas solas nuas, até porque ele estava autorizado a chicotear igualmente o traseiro dela e as costas, bem como o resto do seu corpo nu exposto (a parte interior das coxas é uma zona que ele gosta bastante de chicotear por ser muito sensível e as dores muito fortes) se e quando entendesse e da forma que quisesse.

Ele tirou o cinto de couro que trazia, despiu as calças, as cuecas, e deixou o membro bem à vista dela em sinal de provocação.

Depois atirou o cinto para cima do sofá, dizendo que não saberia se depois o usaria também. Mas quis iniciar o castigo com um dos chicotes de tiras de couro que eu tenho e de que ele gosta particularmente.

Iniciou o castigo chicoteando as solas nuas e expostas dela, com violência, mostrando que aquilo lhe agradava e que ela até o merecia. Por vezes ia chicotear também o peito dos pés dela e os dedos, tendo aí pronta resposta por parte dela, com gritos de dor incontida. Dizia chorando que isso magoava muito e ele respondeu-lhe que era isso que pretendia, pois ela fora insolente e provocadora.

Como verificou que depois de cerca de 30 chicotadas nas solas ela não mostrava grandes sinais de dor e queixa nessa zona dos pés, ele parou e foi buscar uma chibata feita de couro cru torcido e o cinto de couro.

Aí a coisa mudou de figura, pois iniciou de imediato o chicoteamento daquelas solas rosadas e macias com a chibata, com grande violência, ao que ela respondeu com gritos e choros de dor intensa.

Ele não se comoveu com isso e continuou a açoitar as solas dela e eu perdi a conta ao número de açoites que foram aplicados. Talvez 50 em cada sola, nunca menos do que isso.

Ela chorava convulsivamente mas ele não ligava nem parava de chicotear. Por vezes ia também castigar o peito dos pés dela e os dedos com o cinto, ao que ela respondia com gritos lancinantes de dor.

Francamente tudo aquilo me estava a deixar em estado de total excitação, pelo que o meu membro quase explodia de tesão. E ele mostrava estar também a gostar, pois o seu membro à vista estava já em completa erecção e pingando.

Em seguida ele entendeu mudar para uma palmatória de couro que eu comprara e com ela castigou-lhe ainda mais violentamente aquelas deliciosas solas tão macias, já bem marcadas pelo castigo aplicado. Ela gemia, chorava, gritava de dores. Mas isso parecia ainda lhe causar a ele maior excitação, a avaliar pela enorme erecção que o seu potente e volumoso pénis apresentava. E eu, francamente, estava igualmente em enorme estado de excitação, não parando de me masturbar com a tudo o que assistia.

Seguidamente veio a vara. Ela tremia mesmo antes do castigo, pois ele além de lhe dizer que a ia utilizar quis mostrar-lhe o instrumento de castigo para que ela ainda sofresse por antecipação.

Começou depois a castigar-lhe os pés com a vara e com uma intensidade que nunca tinha visto, o que lhe provocou gritos de dor e choro convulsivo, pedindo-lhe que a perdoasse e parasse o castigo pois não aguentava mais as dores. Mas ele, pelo contrário, ainda aumentou a força com que o castigo era dado, indo mesmo estender esse castigo ao peito dos pés e dedos que em pouco tempo deixaram marcas e vergões vermelhos bem acentuados.

Ao fim daquilo que pareceu uma eternidade, com a minha mulher banhada em lágrimas, os cabelos molhados de suor, as solas bem vermelhas e o peito dos pés e os dedos cheios de vergões provocados pela vara, cinto de couro, chibata e palmatória, ele parou finalmente.

Mas ao contrário do que era suposto acontecer, ele quis ainda aproximar o seu pénis duro como aço, massajá-lo nos pés dela, especialmente nas solas doridas, ao que ela mostrou algum desconforto e dor. Ele continuou e foi meter aquele pau enorme por entre os dedos dos pés dela e massajando até, finalmente, largar jactos de esperma para cima dos pés dela e terminando com a ordem de que ela lhe chupasse o pau e limpasse com a língua o resto do sémen que ainda aí estava. Ela limitou-se a cumprir as ordens dele e as coisas acalmaram.

Mas não para mim, que precisava que ela depois me ajudasse também a largar todo o esperma que estava desejoso de ser solto a assistir a tudo aquilo.

Mas isso teria que ficar para mais tarde. Agora era a altura de a deixar ir repousar um pouco e assim libertei-a das amarras, ajudei-a a levantar-se, pegar nas chinelas e vestido, e com enorme dificuldade, marcas nos pés quase a sangrar e visíveis dores tentou caminhar para fora da sala em direcção do quarto.

Ele perguntou-lhe se estava a doer muito e ela respondeu-lhe afirmativamente, com as lágrimas ainda a escorrerem pelos seus belíssimos e sensuais olhos verdes. Mas o nosso amigo retorquiu com um certo ar sádico e insensível que era óptimo que lhe doesse bastante para que da próxima vez não lhe provocasse a ira.

Depois de ela abandonar a sala o nosso amigo virou-se para mim e segredou:
- Queres que seja totalmente sincero contigo?
- Obviamente, respondi-lhe.
- A verdade é que os pés da tua mulher excitam-me de qualquer forma: com as unhas pintadas de vermelho sangue, sem esmalte e até em collants. Fico doido de tesão com eles. E hoje, ao olhar para aqueles dedinhos finos e esguios, com um formato tão especial, sensual e excitante, fiquei de imediato de pau duro. E para ser sincero admiti para mim mesmo que nem sabia se os preferia assim mesmo: sem esmalte. Mas como me excita tanto chicotear a tua mulher, aproveitei o motivo da desobediência para a castigar. Espero que não me leves a mal!

Eu fiquei estupefacto e somente lhe respondi:

- És muito mauzinho e sádico! Mas devo confessar-te que a mim me excita vê-la castigada, bem açoitada. E por isso podes arranjar os pretextos que quiseres pois terás sempre a minha aprovação.

Ambos desatámos às gargalhadas e ela, voltando à sala ainda com os olhos cobertos de lágrimas de dor, admoestou-nos:

- Acham graça por me verem sofrer, é?

Obviamente que respondemos que sim. E o nosso amigo voltou-se para ela e disse-lhe:

- Chega aqui minha doçura, deixa-me afagar e lamber esses teus pés de sonho e tesão. Eles são excitantes assim mesmo. Vou lamber-te bem as tuas solas doridas e chupar esses dedos tão excitantes. Vais ver que as dores vão desaparecer e vais ficar é excitada. É que estou ainda de pau duro e preciso urgentemente de me aliviar nos teus pés ou na tua boca: escolhe!

Ela com ar de menina mimada respondeu-lhe:

- Sacana, deves mesmo acariciar os meus pés depois das maldades que lhes fizeste. Nunca sofri tanto e com tantas dores nos meus pés, malvado!

Ele com um sorriso sádico respondeu-lhe:

- Não te queixes nem sejas insolente, senão voltas a ser castigada e desta feita serás chicoteada no teu corpo nu, de alto a baixo!

Ela fez um sorriso matreiro e deu um pequeno grito:

- Não! Isso não, por favor! Hoje mais, não!

Sentou-se junto dele no sofá, ofereceu-lhe os pés nus e ele imediatamente começou a lamber os pés desde as solas ao peito do pé e depois iniciou um longo chupar de cada um dos dedos, lambendo também entre cada um deles. Enquanto fazia isso a um dos pés ela massajava-lhe o pau completamente teso com o outro pé. Depois do que pareceu uma eternidade, ele fez menção de estar pronto. Levantou-se e pegando nos pés dela masturbou o pau violentamente até derramar todo o esperma nos pés dela, em jactos volumosos.

Eu não resisti também e depois de me masturbar enquanto assistia áquela cena fabulosa, disse-lhe que agora era a minha vez de o fazer. Levantei-me e fui derramar o meu esperma na boca dela, depois de fazer menção para que ela a abrisse bem a fim de colher todo o leite dentro da boca.

Foi uma loucura que quero ter a oportunidade de voltar a praticar com ela e este nosso amigo. Só que da próxima vez quero mesmo que ele a chicoteie no corpo nu, desde as costas ao traseiro, passando pelos peitos e toda a zona dianteira daquele corpo excitante e sensual, terminando nos pés (no peito, dedos e obviamente nas solas).

Mais tarde, no fim da noite, quando finalmente fui para a cama com a minha amada, fiz com que ela massajasse um pouco o meu pau com os pés ainda doridos e marcados; e depois de me chupar longa e excitantemente, fiz sexo com ela de todas as formas, incluindo obviamente o anal (coisa que sempre nos agrada e para o qual ela está já bem preparada) e foi, sem dúvida, das noites mais loucas e excitantes de sexo que tive com ela até hoje. Afinal, disse-lhe, deves ser chicoteada mais vezes, pois os resultados são excepcionais.

Ela fez um sorriso ainda dorido mas não disse que não.



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