Sangue do Meu Sangue

12 de Setembro de 2014 Wallacye Contos Eróticos 10692

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Era mais um final de ano e, como de costume, eu tinha viajado para o interior do estado. Fui recebido de forma gratificante pelos meus familiares, assim como em todas as outras vezes. Só que dessa vez, jamais se passou pela minha mente o que viria a acontecer. No dia seguinte (véspera de Natal), meu tio chegou logo de manhã cedo; só pude ouvir pelo barulho da moto. Eu havia me acordado e, então, resolvi me levantar. Quando passei pela cozinha, vi aquele homem mais forte, seu peitoral era transparecido através da camiseta branca de tecido fino. E havia um certo volume em uma sua calça. Sim, aquela cena havia mexido com meus pensamentos, mas tratei logo de tirá-la, afinal aquele macho era meu tio. Ele e minha avó ficaram conversando por alguns instantes e ela perguntou o porquê de Alex não ter vindo com ele. Alex era o companheiro (odeio esse termo), quero dizer imediatamente, ele era o marido do meu tio. Meu tio (que se chamava Gabriel), respondeu que o marido preferiu passar o final de ano com a família. Eu já tinha visto Alex por fotos nas redes sociais e confesso que sintia um pouco de inveja do meu tio, afinal ele era um "pedaço de homem".
Naquele dia, eu e meu tio mal conversamos, ele mal olhava na minha cara e assim era melhor. No dia seguinte, todos se reuniram debaixo de uma árvore para conversar. A conversa fluiu bem até que eu percebi que meu tio me olhava, às vezes... acabamos trocando olhares... até que ele resolveu puxar conversa comigo. Rimos bastante, bebemos, conversamos muitas coisas. E, no final de tudo aquilo, eu percebi que estava atraído por ele. Mas na minha mente, isso era errado! Ele era irmão da minha mãe e eu jamais me envolveria com ele. Ele tinha o meu sangue. À noite, fui para a casa de minha tia, mas meu primo já iria dormir lá e, então, resolvi voltar pra casa da minha avó. Tive que dormir no mesmo quarto que meu tio estava, aquele era o único aposento para hospedes. Minha avó dormia muito cedo, se entupia de remédios. Meu avó estava trabalhando para fora e só viria dois dias depois. Eu e meu tio ficamos olhando filme até mais tarde. Era já 2h30min da manhã e resolvemos dormir. Eu costumo dormir de cueca e camisa (debaixo das cobertas, fico pelado). O meu tio entrou no quarto e se deitou apenas vestindo uma calça leve. Estava calor naquela noite e aquele quarto era muito abafado. Ele deixou a luz acesa por alguns instantes, enquanto mexia no celular (provavelmente falava com o maridinho), já eu o olhava de vez em quando para poder admirar aquele belo peitoral e aquela barriga de tanquinho bem formada. Ele era o verdadeiro "negro gato". Eu fiquei excitado e virei para o lado para esconder o volume. Mais tarde, tive que bater uma punheta bem gostosa. Meu tio já estava dormindo. A masturbação não era o suficiente, eu queria um homem! Eu tinha um na cama ao lado. Então me levantei e sentei na cama dele. Não resisti e passei minhas mãos por suas pernas peludas, até que toquei o seus testículos e ele acabou se acordando:
- O que você está fazendo?
- Me desculpe!
- Você está louco?
- Eu não estou louco, eu quero você. Eu percebi o modo como me olhava hoje.
- Você só pode ser biruta. Eu sou o teu tio.
- E o que importa?
- O que importa é que eu jamais me envolveria com você. Saia desse quarto!
- Não vou sair antes de ter o que eu quero.
De forma brusca, lhe dei um beijo e ele me empurrou.
- Se retire agora!
- O que há de errado?
- Você é meu sobrinho e, também, eu sou casado.
- São dois fatos que não me interessam agora.
Novamente, parti para cima dele, mas ele me segurou muito forte.
- Você está descontrolado. Eu não vou transar com você... você é o meu sobrinho. Isso está errado.
- Não está errado. Não vamos fazer nada de errado.
- Você é sangue do meu sangue.
- Chega! Eu quero que você faça o que quiser comigo agora. Esqueça que eu sou teu sobrinho, esqueça esses preceitos morais. Você não me quer?
Perguntei passando minha mão em suas cochas. De forma brusca, ele me pegou e começou a me beijar. Nos beijamos por alguns instantes até que ele passou suas mãos em minha bunda e enfiou um de seus dedos. E, então, colocou outro e ficou fazendo movimentos, enquanto beijava a minha boca e o meu pescoço. Depois, ele fez carinho no meu cuzinho, enquanto chupava a minha piroca que já estava a ponto de bala. Aquela boca gostosa no meu pau foi algo extraordinário, não me contive e acabei gozando. Ele engoliu a minha porra e disse que queria muito mais depois. E, então, resolvi retribuir e chupei aquele pau gostoso, duro como uma rocha. Aquela piroca latejava na minha boca. Depois, bati uma punheta pro meu tiozinho e ele gozou na minha cara, mas também fiz ele lamber tudo. Em seguida, ele erguei minhas pernas um pouco, me deixando de frente pra ele e enfiou aquele pau gostoso e melado no meu cuzinho. Eu gemia baixinho (tinha medo de acordar minha avó), e ele bombava aquele cassete no meu cuzinho. Eu rebolei naquele pau ao gozar novamente. Já ele gozou no meu rabo. Nós nos deitamos ofegantes e suados, mas eu desejava mais. Não me contive e o chupei novamente; chupei suas bolas (que eram grandes e deliciosas). Chupei, lambi, mordi de leve... Foi algo incrível!
No final, fui para minha cama e dormi muito bem.
No dia seguinte, meu tio nem olhou na minha cara, só disse pra mim durante o café:
- Foi errado!
Essas palavras me machucaram um pouco. Naquele momento, eu havia percebido que era mais do que atração... eu estava gostando realmente dele. Não nos falamos mais durante aquela semana. No segundo dia do ano, ele foi embora pela tarde. E eu voltei para Porto Alegre, mas com meu tio Gabriel na mente.
Passou-se algum tempo após eu ter transado com meu tio Gabriel...
Minha mãe me avisou que ele e Alex estavam prestes a vir pra Porto Alegre. Eu não havia acreditado. Aquilo só poderia ser um sonho... ou um pesadelo! Só que o segundo citado viria primeiro. Os dois estavam começando uma parceria com uma confeitaria renomada aqui, na capital. Estavam expadindo os negócios que começara em Cruz Alta.
Eu ainda estava com muita raiva de meu tio, pelo modo frio que ele havia me tratado após a maravilhosa noite que tivemos. Eu sentia dentro de mim que essa raiva não passaria tão facilmente... a não ser que eu me vingasse, é claro! Peguei o endereço da confeitaria, o horário em que fechava nos finas de semana e já tinha meu plano em mente. Era só esperar Alex chegar à cidade.
No final de semana, fui à confeitaria. Lá estava Alex, aquele belo homem, alto, pele branca, olhos fixantes (parecia um verdadeiro modelo). Nos cumprimentamos, me apresentei como sobrinho do marido dele e arranjei a desculpa de que queria conhecer a confeitaria. Ele me respondeu que já estava fechando e eu disse que poderia ajudá-lo a ajeitar as coisas, e é claro que ele aceitou. Fomos à cozinha e ele me mostrou alguns doces que já havia feito; era um mais lindo do que o outro. Pedi para experimentar e, é claro, que na hora de dar a mordida acabei fazendo um certo charme. Eu precisava chamar a atenção daquele homem. Quando mordi, imaginei o pênis dele na minha boca. Experimentei outros doces. Percebia o modo como aquele macho gostoso me olhava, mas eu procurava disfarçar.
- Não estou tomando o seu tempo?- Perguntei o olhando fixamente.
- De modo algum.- Ele respondeu, sorrindo.
- Vou experimentar mais alguns e já vou embora. Você está de parabéns. Além de ser um belo homem, também é um belo doceiro. O meu tio teve sorte.
Alex sorriu e respondeu, um pouco incabulado:
- Obrigado! Eu vou no banheiro. Pode ficar à vontade!
- Está bem. Mas não demore muito.
Ele deu um sorriso novamente e se retirou. Pareceu que fui um pouco atrevido lhe fazendo elogios, mas eu precisava disso. Confesso que sou avassalador em determinados momentos, não gosto de perder tempo, principalmente quando se trata de sexo. Eu vi que Alex estava demorando para voltar e fui atrás dele. Quase me perdi lá dentro, mas não foi tão difícil encontrar o banheiro: a porta estava entreaberta. Curioso, eu dei uma espiadinha e vi nitidamente quando aquele macho gostoso estava se masturbando. Sim, eu havia ficado louco naquele momento. Eu resolvi me retirar e voltei à cozinha. Logo em seguida, Alex apareceu dizendo:
- Já tenho que ir embora. O teu tio irá chegar daqui a pouco e já quero estar de banho tomado.
- O meu tio pode esperar, você não acha?
- Como assim?
- Ele tem você a qualquer momento, já eu... não!
- Não estou te ententendo.
- Você irá me entender.
Rapidamente, agarrei aquele homem aos beijos e disse:
- Eu sei o que você estava fazendo no banheiro e eu quero que você faça comigo agora.
- Você é maluco!
- Maluco por um pau branco.
Nos beijamos longamente, até que ele tirou minha camiseta e minha calça. Ele estava irreversível... e eu também, é claro! Me fez ficar de bruços sobre a mesa e chupou meu cu... enfiava aquela língua gostosa com o maior prazer; assim ficamos por alguns minutos. Depois, ele pegou uma camisinha e eu disse que era para ele enfiar "no pelo" mesmo. Ele não entendeu minha atitude, mas eu confiava nele, por incrível que pareça. Ele chupou meu cuzinho novamente e depois enfiou a sua piroca enorme. Ele foi bombando devagar, mas depois começou a acelerar os movimentos enquanto largava gemidinhos. Só senti mesmo quando sua porra escorreu pelas minhas nádegas. Em seguida, eu me abaixei e o chupei enquanto batia uma punheta. Após alguns minutos, ele gozou novamente... eu o beijei com a boca cheia de porra!
No momento em que ele dava lambinhas na minha piroca, enquanto eu batia punheta novamente, o meu tio apareceu. Eu e Alex ficamos pasmos.
- Eu não estou acreditando no que acabei de ver.- Disse meu tio Gabriel.
- Você não disse que viria aqui após chegar de viagem.- Disse Alex.
- E o que isso importa agora? Como você podê ter me traído? E, ainda por cima, com meu próprio sobrinho?
A minha vingança estava feita. Eu não consegui disfarçar o sorriso e perguntei:
- O que foi, titio? Não quer participar da orgia também?
Ele ficou me olhando com muita raiva, como se já tivesse percebido o porquê de eu ter causado tudo aquilo.
- Você não vale nada!
- Tem certeza disso?- Eu perguntei, sorrindo. Ele não conteve as lágrimas e se retirou correndo. É claro que o idiota do Alex foi atrás do maridinho. Em seguida, eu me vesti e fui embora. Mas meu sorriso de satisfação não desapareceu tão facilmente. Chegando em casa, eu me perguntei se eu não estava sendo ruim demais. Confesso que um certo sentimento de culpa acabou me arrebatando.
Dois dias depois, minha mãe veio me falar que meu tio havia se separado de Alex. E, então, eu percebi que minha "vingança" havia ido longe demais. Mas isso já era algo esperado mesmo.
Mais alguns dias se passaram, meu tio Gabriel continuava trabalhando na confeitaria, em Porto Alegre. Ele havia se separado de Alex e os dois já não tinham mais contato pelo o que minha mãe havia me dito; ela tentava de todos os modos procurar entender o motivo da separação deles, também havia notado que ele já não a ligava mais. Com certeza, ele estava com muita raiva de mim. Provavelmente, desejava a minha morte... e eu, claro, o desejava mais ainda! Por incrível que pareça, a minha vingança não havia passado da ferida de um sentimento não correspondido, do meu orgulho que havia sido quebrado por aquele homem.
Chegou mais um fim de ano, inventei para minha avó que não iria para o interior, a minha intenção era fazer com que meu tio fosse pra lá imaginando que não teria que "engolir" a minha presença. Ele estava muito enganado. No dia seguinte da chegada dele, eu apareci e fiz uma surpresa à todos. Notei na expressão facial dele a raiva que sentia de mim, a vontade de me esganar... mas eu desejava que ele esquecesse tudo e me levasse para a cama novamente. Sim, eu não tinha vergonha na cara e continuo não tendo! A partir desse momento, Gabriel se fechou. Não puxou conversa com ninguém, simplesmente se trancou com seus pensamentos, o que foi algo muito estranho para muitos que estavam presentes. Na noite de Natal, ele simplesmente sumiu! Todos ficaram preocupados e ele não atendia o telefone. Na última tentativa, conseguiram contato e ele falou que estava no clube. Eu falei para que não se preocupassem, pois eu iria atrás dele e teríamos uma conversa.
Chegando ao clube, o vi sentado à bancada e bebendo um copo de energético. Me aproximei e ele tomou uma atitude já imaginada: me empurrou, gritou comigo, disse palavras terríveis. Ninguém deu muita atenção, a maioria já estava embriagada. Eu consegui resistir ao comportamento agressivo dele e disse:
- Não adianta gritar, eu não vou te deixar em paz!
Ele jogou a bebida na minha roupa e se retirou. Inconformado, eu fui atrás dele e saímos discutindo por uma rua no centro. Nunca fui tão humilhado, mas eu merecia! Então, fomos andando pela frente da prefeitura (é o local dos gays naquela cidade à noite). Ele se sentiu mal e foi ao banheiro. É claro que eu entrei junto para ajudá-lo. Ele se encostou contra a parede e ficou me olhando, já estava se sentindo melhor, havia sido apenas um enjoo. Eu me aproximei dele e comecei a beijá-lo. No início, ele resistiu e até mesmo me empurrou... mas depois, foi algo inevitável. Como se tivesse esquecido da "sacanagem" que eu fizera, ele simplesmente me beijou também. Ficamos assim por alguns instantes, até que ele me liberou pra começar o espetáculo: abaixei sua calça, toquei seu "material enorme" e comecei a punheta-lo. Depois, me abaixei e lambia e escorregava minha língua até a ponta da "cabeça" daquele membro delicioso. Comecei o chupando bem devagar, depois acelerei os movimentos, até que ele me fez colocar todo o seu cassete na minha boca e ficou pressionando a minha cabeça, não me deixou de jeito nenhum continuar os movimentos. Continuou segurando a minha cabeça e senti seu corpo estremer... ele gozou na minha boca e engoli aquela porra gostosa. Em seguida, virei para a parede e ele enfiou sua rola na minha bundinha. Entre aqueles movimentos acelerados e forçados demais, eu percebi que Gabriel parecia estar descontando toda a raiva que ainda sentia de mim. Eu percebi que ele não estava fazendo aquilo por prazer... ou será que era? Eu sentia uma enorme excitação com tudo aquilo, mas ele estava enfiando com muita força. Parecia que seu desejo era me abrir no meio, me ver detonado de alguma forma... nem mesmo eu sei explicar!
- Era isso que você queria, não é, seu puto desgraçado?
- Era. Vai! Põe com mais raiva, eu gosto!
Quando eu já não aguentava mais (é, por incrível que pareça, aquilo já estava sendo demais para mim), a porta do banheiro se abriu e minha tia ficou chocada ao ver aquela cena. Naquele momento, parecia que tudo estava se repetindo, mas de uma outra maneira, de uma outra forma... ela ficou totalmente perplexa, entrou em choque! Como uma louca, começou a gritar, até mesmo me agrediu e deu uma bofetada em meu tio. Ela disse que aquilo estava errado e que jamais imaginou que eu poderia ser capaz de me envolver com o próprio irmão dela, logo eu que não era apenas sobrinho dela, mas também o seu grande amigo. É um fato: ela era a minha melhor amiga, mesmo que morássemos um longe do outro. Foi terrível. Logo depois, ela explicou que havia me seguido e estranhou eu ter me enfiado no banheiro com Gabriel e não ter saído mais. Em seguida, ela foi embora e meu tio temeu que ela falasse o que havia visto para a família toda. Seria mesmo algo terrível, porque minha família tem uma visão diferente do incesto, uma visão terrível e julgadora! Se meus pais soubessem disso, eu estaria expulso de casa! Minha mãe jamais me perdoaria! Naquele momento, eu me senti perdido. Foi aí que eu percebi que minhas atitudes haviam me ferrado!
No dia seguinte, ajeitei minhas roupas na mochila e voltei pra Porto Alegre sem dar explicação à ninguém, o que gerou estranheza em alguns parentes. Para disfarçar, meu tio voltou após dois dias da minha partida. Me telefonou avisando que havia conversado com minha tia e ela jurou não falar nada, desde que a relação deles como irmãos estivesse acabada para sempre.
Uma semana depois, meu tio me ligou dizendo que queria me ver novamente, mas eu não aceitei. Eu estava me sentindo muito culpado e decidi que não queria mais nenhuma aproximação dele. No início, ele não entendeu muito bem, mas depois ficou de acordo e não nos falamos mais.
Já faz um bom tempo que não temos contato. E que assim permaneça.

FIM


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