TRANSANDO NA CASA DA FERNANDA [Por Victor]

14 de Setembro de 2014 Arthur Carvalho Contos Eróticos 4598

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria



Estava saindo do cursinho mais cedo. Professor de matemática passou mal e não poderia dar as duas aulas que teria naquela tarde. E como de praxe, qualquer horinha que sobra, eu quero é aproveitar pra estar com ela:
“Oi gata. Tá sozinha?” – Mandei uma mensagem.
“Tô sim. Pq? Tudo bem? :) - Ela respondeu, pouco tempo depois.
“Estou saindo do cursinho agora. Tenho quase 2 horinhas de bobeira. Quer me ver?”
“Queria muito, Gato. Mas estou cheia de provas pra corrigir.”
“Pô, nem um pouquinho?” – Insisti em mais uma mensagem.
“Não tem como. Até eu sair de casa...”
Foi aí que pensei: quem disse que ela precisa sair? Já me confirmou que está sozinha mesmo...
“Posso ir aí?” – Sem rodeios, perguntei.
Demorou a responder.
“Pode sim. Mas é arriscado demais, você sabe...”
“Me passa o end. Chego aí rapidinho.”
Ela demorou um pouquinho a mandar. Mas mandou!
“Pegando taxi já. ;P” – Respondi, empolgadíssimo.
No caminho, só pensava na loucura que estava para fazer: transar na casa dela! E se o marido dela chega? E se alguma visita surpresa aparece. Eu sou doido mesmo. Doido por ela, não tem jeito... Quero demais. Percebo que estou ficando excitado. “Tô no taxi, porra! Sossega!”
Alguns minutos depois o taxi me deixa na entrada do prédio dela. Toquei o interfone, ela atende e respondo com o código: dois assobios. É, desse jeito mesmo. Somos cheios de segredos.
Elevador para no andar do apartamento dela. Quando saio, dou de cara com Fernanda parada na porta. Me recebe com um vestido longo de malha. Embora arrastasse no chão de tão comprido, estava super colado. Chegando mais perto, percebi que não usava nada por baixo. Era tão colado ao corpo que todas as suas curvas podiam ser notadas, além de claro, os biquinhos dos seios e os pelinhos da ‘delicinha’.
Me deu um beijo, puxando-me para dentro e trancando a porta com rapidez.
Entramos pela sala. Um calafrio me toma: estava no ninho do inimigo e ia ter com a sua fêmea. Que audácia a minha. Isso me excita ainda mais!
“Você é louco, sabia, né!?” – ela diz, me abraçando.
“Se fosse tão perigoso, você me colocaria nessa situação?” – Desafiei.
“Maior que qualquer medo é o meu tesão por você” – disse me beijando a seguir.
Fernanda vai me guiando em direção ao sofá. Sentou-me e ficou de pé, de frente para mim. Levou suas mãos aos ombros, um de cada vez, afastando as alças e deixando o vestido cair em um só lance. Abaixou e tirou minha camiseta. A seguir, veio desabotoando minha calça. Me levantei um pouco para que ela puxasse minhas ultimas peças. Descalcei meus tênis. Pronto, estávamos os dois nus.
Fernanda se ajoelha e coloca-o na boca. Chupou até sentir que não havia mais como me deixar mais duro. Abriu as pernas sobre as minhas e o guiou, até sentir que poderia deixá-lo seguir aquele caminho delicioso sozinho.
“Quero cavalgar muito em você, Gato...” – Disse sorrindo, cheia de prazer em me ter dentro dela.
Deslizou no meu pau lentamente, uma, duas vezes, deixando-o melado da ponta até a base.
“Rebola, vai. Rebola muito e goza com tudo nele, Fê.”
Ela sorriu cheia de malícia e assim foi fazendo, gemendo gostoso no meu ouvido.
A mim ‘só’ restava admirava a cena: aquela gostosa com seus trinta e poucos, mas aquele corpinho de adolescente com suas marquinhas de biquíni. Os seios pequenos, balançavam firmes enquanto ela se divertia, subindo e descendo com agilidade. Não resisti em lambê-los enquanto apertava a sua bunda o quanto conseguia, me contendo para não machucá-la. Só aliviava quando ela rebolava, alternando os movimentos e exibindo aquela barriguinha chapada.
Sua respiração foi ficando mais rápida. Apoiou uma das mãos no encosto do sofá, como forma de lhe dar mais apoio e poder se esfregar ainda mais em mim, enfiando-me cada vez mais para dentro de si. Não demorou muito e comecei a sentir aquela sensação maravilhosa de ser contraído por ela. Que delícia, que delícia... é tão bom quanto estar gozando também. É a prova de que meu trabalho foi bem feito!
Fernanda foi diminuindo os movimentos, mas não parou. Preciso alertá-la que quero de outro jeito... Aliás, de outra posição:
“Gata, você estava corrigindo provas, certo?”
Ela abre os olhos me encarando sem entender. Responde de impulso:
“Estava. Parei por você...”
“Já corrigiu a minha prova?”
“Já sim... – saiu de cima de mim meio assustada e foi até a mesa. Pegou-a e completou: “Imagino que vá me chantagear agora ou coisa do tipo?” – respondeu apreensiva enquanto segurava a minha prova. Preciso acalmá-la logo ou vou acabar com o clima.
“Bom! Reparou que ando mandando bem na sua matéria ultimamente?”
“O que você realmente quer Victor?”
Não resisti em agir assim. Respondo:
“Vamos ali na sua mesa... Vou foder com vocês duas!”
Ela quis rir, perguntar alguma coisa... Ficou com cara de que não entendeu. Fui me aproximando dela, abraçando-a e disse em seu ouvido enquanto afastava a cadeira e a colocava encostada na mesa:
“Calma, gata. Senta aqui em cima, quero te comer no meio dessas provas todas!”
Ela sorri, meio aliviada, meio achando graça e compartilhando da ideia de satisfazer as minhas vontades.
Sentou-se na mesa, soltou os cabelos, que estavam presos embolados no alto da cabeça. Aqueles cachos sedutores cobriram seus ombros e ela conseguiu ficar ainda mais linda. Abriu as pernas, escancarando aquela delícia, molhada, lisinha. Apoiou as mãos para trás e sussurrou:
“Então vem, me fode, Gato.”
Ela é muito gostosa. Não resisto em beijá-la enquanto a penetro, bem devagar, para sentir cada pedacinho daquela delícia.
Ela agarra meus cabelos da nuca e geme no meu ouvido:
“Ai, Victor... Que gostoso...”
Não resisto a segurar com força sua bunda e fazer um vai-e-vem mais forte, penetrando-a o mais fundo que consigo. A cada estocada que dou, mais a mesa fica bagunçada e mais papéis e coisas que estavam sobre ela começam a sair do lugar, a cair pelo chão.
“Isso, com força Victor.” – Fernanda parece estar gostando de ver a bagunça que estamos fazendo.
Não consigo mais segurar, gozei de forma bruta, inundando-a. Continuo metendo, até ter a sensação de que deixei a última gota dentro dela. Enquanto isso, ouço barulho de papel rasgando.
“Sou muito louco por você, Gata.” – disse ofegante, ainda dentro dela.
“Somos dois. Estamos indo muito além dos limites...” – Me beijou.
Dia seguinte, ao fim da aula, Fernanda vem entregando as provas:
“Desculpe, Victor. Não sei explicar como, mas quando peguei a sua prova, um pequeno acidente havia acontecido!” – disse-me, entregando a prova, toda sem graça.
Disfarçadamente, dei uma piscada de olhos pra ela.


Reportagem especial (UOL)
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