Setenta e Sete Coisas Imorais - Parte 8

16 de Setembro de 2014 Cheetara Contos Eróticos 1297

Reportagem especial (UOL)
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A muito tempo atrás, quando era jovem e costumava ler velhas revistas de pornografia, encontrei uma entrevista de uma atriz pornô relativamente famosa na época. Metade da entrevista era feita com as fotos dela mostrando a bunda, a buceta ou qualquer outra parte do corpo que fosse interessante. Não consigo hoje me lembrar exatamente como era o corpo daquela longínqua beldade, mas lembro-me perfeitamente de algumas das palavras dela. Algumas das frases já naquele tempo me soavam completamente falsificadas, colocadas naquele contexto unicamente para deixar nós, os adolescentes, de pau realmente duro e com vontade de realmente comprar filmes, revistas, qualquer outro material de putaria que eles estivessem vendendo. Comercio é Comercio. Mas algumas outras coisas ditas naquela entrevista realmente me soavam, já na tenra idade, como verdadeiras.

Dentre elas estava uma resposta que a atriz dava num pequeno questionário. A revista perguntava: “Qual a parte do corpo do homem que mais lhe excita” e a atriz respondia secamente “- A Cabeça”. A revista, tentando manter a aura de mulher-vulcão desta atriz, continuava logo com um “do pau?” e ela respondia “- Não. O cérebro mesmo.” Isso na época me soava completamente verdadeiro, não uma coisa que uma maquina de trepar moldada com exercícios, dietas e fotografias responderia, mas sim uma mulher que, por culpa do destino, da biologia e da cultura imperante na época em que vivia, era uma maquina de trepar.

Embora não tenha percebido grande parte da profundidade desta resposta até muito tempo depois de a ler e me masturbar milhares de vezes com aquele corpo, me havia ficado claro já naquela época que o órgão que mais da tesão e que mais fica com tesão e a cabeça das pessoas.

Sendo mais claro: Tudo é contexto. Comer uma buceta aleatoriamente é bom? Claro que é. Mas coma uma buceta num contexto completamente diferente, nalgum lugar que faz seu pau explodir de dentro das calças, sentindo a garota se derreter de línguas e pele e gostos em cima de você, o tesão a flor da pele, nalgum momento relevante para ambos? Você nunca irá se esquecer dessa trepada.

E basicamente foi isso que acontecia comigo naquela época da escola, quando estava saindo junto de Lucille, a estrangeirinha. 'Saindo' é modo de dizer, já que apenas nos comíamos de qualquer jeito, nas condições mais improváveis possíveis, fodendo com nossa vigorosa juventude e meia dúzia de boas oportunidade, mas nada além disso. Nenhum tipo de “contato de espíritos” nada de romancejos, de namoradisses ou de qualquer tipo de convivência rotineira. Apenas aproveitávamos qualquer solidão entre nós para nos excitarmos o máximo possível.

Isto, é claro, era exatamente o que Lucille tinha em mente. Mas eu, na minha meninice, não estava reconhecendo exatamente este tipo de relacionamento que estávamos tendo. Sabe, embora a mente seja o órgão mais sexual que existe, ela é somente isso, um órgão. E assim como um pau pode gozar rápido demais, ou falhar, assim como uma buceta pode ficar seca, frígida, sem a menor vontade de dar, assim também o cérebro pode não perceber todas as coisas que acontecem em sua volta. Culpa disso, imagino, seja pelo fato de naquela época ser um pobre molecote inocente. Ou talvez porque sou mesmo um eterno idiota. Mas se para Lucille estava evidente que apenas estávamos aproveitando o corpo um do outro pra conseguir o máximo de prazer possível nas poucas horas que estávamos juntos, para mim ainda acreditava estar nalgum relacionamento comum e normal.

Não que estivesse apaixonado, mas havia certas coisas que eu imaginava estarem asseguradas, mas que as estavam apenas na minha mente cheia de tesão.

Basicamente nosso dia se resumia aos encontros na escola. Desde que tinha me disposto a ajudá-la nas matérias estávamos passando muito tempo juntos, sentávamos sempre em carteiras juntas, lado a lado. E sempre que estávamos sentados, um dava algum jeito de masturbar o outro, de tocar nos locais aonde o outro sentia-se bem, enquanto os professores tagarelavam sem parar.

Ou era eu que, com técnicas que melhoravam cada vez mais, dançava meus dedos por entre seu clitóris ou dentro de sua buceta, melecando-me com a excitação que saia do meio das pernas dela e logo em seguida, quando ninguém percebia, secava na saliva de sua boca; Ou era ela que, em movimentos rápidos mas seguros de si, me masturbava sem parar, punhetando com todo o cuidado de não me fazer gozar, mas ainda sim me fazendo ter delírios que teimavam em sair de mim em pequenos espasmos de tesão, não mais que ligeiras gotas dum orgasmo contido. Lucille era, evidentemente, uma garota tesuda que sabia exatamente como agir, e olhando agora creio que tudo isso fosse pela cultura que ela estava acostumada a ter em casa. Mesmo que nós brasileiros sejamos todos sexualizados nos momentos de carnaval, há muito receio sobre sexo. Medo mesmo. Um pavor cristão mal amado. E se por um lado essa tensão aumenta totalmente o tesão, pelo sexo sempre ser alguma coisa proibida, estamos sempre num contexto de cerceamento, por outro lado é sempre muito bom estar em contato -e em contato próximo, enterrando dois dedos no meio das pernas e remexendo no ritmo das coxas que pedem sempre mais um pouco- é muito bom estar em contato com alguém de alguma cultura que ignora essas amarras sociais toscas, impostas apenas por algum tipo de conceito religioso anacrônico.

E Lucille gozava discretamente desses conceitos enquanto eu enfiava meus dedos, minha mão, dentro dela, gozava de tesão e gozava ironicamente, já que provavelmente todo mundo da sala, da escola, sabia exatamente o que estávamos fazendo ali embaixo de nossas roupas. Sabiam e morriam de vontade de saber tão bem quanto nós dois.

Nosso sexo ia muito bem, obrigado. A todo instante em que parecia que estávamos sozinhos, em que ninguém estava olhando, havia alguma sem vergonhice de nossa parte. Lucille aproveitava as aulas de educação física para me chupar discretamente, minha calça semi aberta, ela com a boca todo no meu pau duro, lambendo com a língua tudo que conseguia tocar dentro de sua boca, eu encostando no final de sua garganta. Aproveitava os intervalos pra encostar comigo num canto dos fundos da escola, onde outros iam fumar, conversar, fingirem ser adultos, e lá chegávamos a algo que, ainda hoje, nomeio como sexo. Esfregávamos por sobre as roupas um do outro, mordidas, pequenas mordidas, a mão que teima em escorregar para dentro das calças um do outro, o tesão de perceber que todos estavam nos olhando. Meu pau entrava em alguns momentos dentro dela, nada muito profundo nem confortável, ainda mais pelo pouco tempo que tínhamos, mas mais de uma vez acabei gozando levemente, e o olhar de Lucille enquanto via o quão dominado estava por suas belezas físicas e morais era incrível. Ela sabia exatamente o que estava fazendo.

Sabia exatamente o que estava fazendo. E sabia exatamente para onde isso iria seguir


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