Dona Marta - Parte 1.

17 de Setembro de 2014 O Admirador Contos Eróticos 3428

Reportagem especial (UOL)
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Eu a observava sair todos os dias para fazer Cooper.

Dona Marta era uma mulher de cinquenta e três anos, mas tinha aparência de quarenta. Sempre vaidosa, nunca deixou de cuidar. A sua rotina (que eu conhecia de tanto observa-la), começava ás seis horas da manha. Ela levantava, fazia a higiene matinal, cuidava do quintal, dos cachorros, gatos e de uma tartaruguinha. Depois disso, voltava para casa e colocava sua calça legging e ia fazer caminhada, religiosamente, durante duas horas por dia.

Todos os dias eu levantava, pegava um café, ia para a janela e esperava o momento em que ela saia de casa, parava á porta, fazia alongamentos, descia a escada e caminhava até o portão (sempre escondido atrás da cortina, é claro), esperava ela passar e ficava observando até ela sumir de vista.

Quando já não podia mais vê-la, eu sentava a mesa e, minutos depois, minha esposa se juntava a mim e conversamos sobre as coisas da vida: o ontem, o hoje e o amanha. E, foi falando do amanha que eu descobri que na semana seguinte ela passaria dois dias no Rio de Janeiro, fechando contratos de serviço pela empresa. Eu, não gosto dessas viagens que ela faz, confesso, mas, dessa vez, eu estava decidido a não fazer nenhuma objeção. Deixei. Tinha uns planos e, aquela viagem, veio a calhar.

Na segunda feira, tudo começou como toda a segunda feira. Dona Marta com a sua rotina e eu com a minha. O que diferenciava era que a minha mulher já estava de malas prontas para a viagem de negócio. Ás sete e meia da manha, o táxi estacionou em frente a nossa casa e, Karin, minha esposa, despediu-se de mim e foi para o Rio de Janeiro.

Decidi que, naqueles dois dias sem a minha esposa em casa, eu trabalharia remoto, ou seja, faria todo o trabalho de casa, não ia até o escritório.

Assim que o táxi acelerou e sumiu de vista, fui até o quarto, vesti um short, uma camiseta, calcei um tênis e sai em direção a praça onde D. Marta estava fazendo sua tradicional caminhada. La chegando, logo encontrei dona Marta e passei a segui-la de uma certa distancia, a principio, mas, depois acelerei o passo para poder alcança-la.

Quando estava chegando perto, chamei-a, ela olhou e, surpresa, disse:

- “Oi, tudo bem? Não foi trabalhar hoje?

- “Não, hoje tirei o dia para fazer caminhada e trabalhar Home Office e como sabia que ia encontra-la aqui, vim lhe fazer companhia”.

D. Marta achou estranho. Já havia caminhado com muita gente da sua rua, vizinhos, conhecidos, até mesmo com a Karin, mas, era a primeira vez que via Paulo, ali. Lembrou-se de um dia que a Karin disse que Paulo odiava caminhadas.
Ficou com aquilo na cabeça, mas não disse nada.

Por volta das nove e meia da manha, já cansados da caminhada, fizemos juntos o trajeto de volta para casa, porém, como era muito conhecida e querida no bairro ia parando para conversar com os amigos, assim, numa dessas paradas da d. Marta, eu disse que ia indo na frente.

No caminho, fiquei pensando em como falaria para ela o que eu tinha para falar. Jamais ela aceitaria isso. Mas, eu estava disposto a correr o risco. Chegando em casa, fui direto para a geladeira pegar um copo com água e sentei-me no sofá, tentando encontrar a melhor maneira de abordar o assunto com ela. Decidi que seria direto.

Dez minutos depois, a ouvi conversando com os cachorros e gatos. Sai a porta de casa e disse:

-“D. Marta, por favor, pode entrar um pouco, preciso falar com a senhora”.

D. Marta franziu o cenho, estranhou aquela atitude, mas atendeu o pedido de Paulo.

D. Marta não era uma mulher como as outras na sua idade. Como já disse anteriormente, no auge dos seus cinquenta e três anos ela aparentava quarenta. Tinha cabelos castanhos, olhos pretos, lábios carnudos, um metro e setenta e sete de altura, seios grandes e firmes, bumbum médio e durinho, pernas bem torneadas e um ar falso de inocência.

- “Pronto, estou aqui, o que quer falar comigo”?

- “D. Marta, é muito delicado isso, mas, não posso mais guardar para mim. Todos os dias a observo desde a hora que levanta e sai para fazer caminhada”.

Ela não me pareceu surpresa com a revelação e em seguida disse:

-“Eu sei disso. Te vejo me olhando pela janela todos os dias, mas, até hoje, não entendi porque”.

Eu fiquei surpreso com aquela resposta. Sinceramente, naquela hora eu fiquei petrificado. No mesmo instante que eu me sentia corajoso para seguir em frente e contar tudo para ela, eu sentia medo do que poderia acontecer assim que revelasse meu segredo. O que fiz em seguida foi impensado: segurei a mão dela, fechei os olhos, me aproximei e beijei-a na boca.

Ela colocou as duas mãos no meu peito e me afastou surpresa com a minha atitude e coragem. Nada falou. Olhava nos meus olhos, assustada. Surpresa. E, nessa hora, a minha cabeça tava a mil. Dei um passo para trás já ensaiando um pedido de desculpas, mas ela me segurou pela camisa suada, aproximou-se e me beijou.

Que beijo!

Jamais me esquecerei dele. Um beijo quente e viciante. Peguei d. Marta nos braços e a levei para o meu quarto. Deitei-a com cuidado na minha cama, ma acomodei ao lado e passei a acariciar seus cabelos:

-“Não faz ideia de quanto tempo eu penso nisso”.

Logo estávamos nus. Suados da caminhada e do calor que tomava conta dos dois.

Em meio a toda excitação, havia um receio. O que fazíamos era errado. Minha esposa estava viajando e eu na nossa cama com outra mulher. E o pior, era uma mulher que nos conhecia muito bem. E depois, como seria? Como poderia encarar a d. Marta quando eu estivesse com a Karin, minha esposa? E como seria quando as duas fossem caminhar juntas. Como eu encararia isso?
Pensei em parar.

Mas, aquela mulher, tão bonita e atraente, me viciou com o seu beijo e me seduziu com o seu toque. Maior que o receio, era a vontade que eu tinha de devora-la.
Assim, deixei todos os pudores de lado, me coloquei entre as pernas grossas e torneadas da d. Marta e beijei seu sexo.

Minha língua iniciou uma dança lenta na buceta molhada da d. Marta. Foi aumentando o ritmo até que...

Continua...


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