Setenta e Sete Coisas Imorais - Parte 10

17 de Setembro de 2014 Cheetara Contos Eróticos 1770

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Estou morrendo, acho. Faz três dias que eu não consigo dormir. Três dias em que estou realmente doente, acho, e não consigo pregar os olhos de forma consistente. Não sei de nada, mas não consigo dormir.

Além disso há tonturas, minha barriga se contorce em dores, pontadas de hora em hora no meio do estômago, um ardor na garganta e quando vou ao pequeno banheiro de que há na minha pequena casa há pequenos desastres. Estou morrendo. Acho.

A mais ou menos cinco dias, acredito, Vívian me deixou sozinho. Estávamos trepando por quase uma semana, semana esta em que ela me obrigou a ficar em casa, quieto, apenas bebendo com ela e ouvindo música. E trepando feito dois pequenos animais no fim da existência na terra, exatamente com o mesmo desespero dos animais mas sem a mesma finalidade de repovoa-la. Houveram alguns dias em que Érica me observava enquanto comia Vívian, se masturbando e olhando nos meus olhos nos gozos solitários dela, mas isso logo a cansou. Ou isso ou o marido retornou ao local de mandatário principal daquela pequena buceta.

E Vívian ao que parece cansou-se de meu pinto, ou daquilo que completa o meu pinto – aquela pior parte dele, todo o resto de meu corpo e personalidade – e resolveu voltar à caça de homens. Disse-me que iria comprar comida, pegou sua bolsa, sua roupa e foi embora. É mais uma mulher que me abandona, é mais uma mulher que se cansa de tudo aquilo que sou. Não é ruim e era esperado. Abandonei várias e não há culpas ou remorsos. Mas me meu corpo esta se acabando e acho que ter ela aqui seria bom.

Há três dias estou trancado em casa, sozinho, comendo não sei que horas, possivelmente tendo momentos de febre. Talvez Vívian tenha me infectado com alguma coisa, e agora isto esta devorando minha carne por dentro, sugando minha porra mais que sua boca. Bactérias, vírus, parasitas engolindo tudo, lambendo minhas bolas por dentro, sugando-me até não sobrar mais nada. Há três dias não consigo dormir. Acho que vou beber alguma coisa, se tiver forças pra tanto. Sempre que não tenho respostas pras perguntas bebo. É a não-atitude que sempre é uma atitude.

E então, quando anoitece o bastante pra eu ter a sorte de encontrar alguma alma caridosa que me salve no bar, tomo um banho gelado, visto uma roupa não desesperada e ligeiramente limpa, mas nada vistosa e avanço para o bar mais movimentado que conheço, não o mais longe mas o com a maior possibilidade de ter algum tipo de sexo fácil, bebida barata e alguma sorte. Estou há três dias sem dormir e acho que preciso cansar todo o meu corpo. Sexo e drogas é a resposta de toda uma geração.

Pego um ônibus vazio, apenas um casal esta no fundo, avanço por todo o ônibus tropegamente, olhando hora pro rosto do homem, hora pras pernas da garota. Ela tem cabelos pretos longos e um par de pernas a mostra lindos. Os cabelos da moça se misturam aos olhos do homem enquanto ele lhe chupa o pescoço, lambendo e percorrendo todo aquele pequeno paraíso feito de carne. Enquanto ando vejo a mão da garota agarrando a perna do homem com força, desejando-o. Olhos fechados dela e uma ligeira risada de alegria e excitação. Estou a quase dez segundo olhando para essa cena. estou há três dias sem dormir. Preciso desgarrar-me de todo esse mal estar. Ou posso me dar realmente mal.


Desço. Ando. Chego e sento no bar. Não é o tipo de bar que costumo frequentar. Aqui as luzes são melhores, não há a decadência pútrida no ar nem a sensação de desesperança daqueles que não mais esperam nada além de mais um gole agradável. Há moços e moças bonitas, saudáveis, excitados por tudo aquilo que querem ser um para os outros. Ouço risadas e conversas altas. Pessoas sentadas em mesas de madeira lustrosa passando a mão na perna um dos outros, masturbando, não as carnes mas sim o ego uma das outras. Não me sinto bem aqui, mas preciso de movimento. Não sinto que estou na melhor das minhas condições mentais.

E então, quando percebo estou bebendo na mesa de um grupo de pessoas jovens, três mulheres e quatro caras. Há uma nariguda loira bem gostosa, uma mais morena cujo cabelo blackpower é a maior característica, uma completamente mediana, de olhos orientais por debaixo dos óculos mas seios grandes e a última bem mais gorda que todas, de cabelos mais curtos ao estilo channel e olhos bonitos, lânguidos esparramando-se pelo rosto redondo. Eu não tenho a menor ideia de como vim parar aqui, a lembrança de como desvanece da minha mente doentia mas não fico mais que dez segundos com o copo de cerveja vazio na mão, a garota gorda que agora está do meu lado avança sempre para enchê-lo enquanto olha-me nos olhos e sorri alguma coisa que eu não entendo. Eu rio de volta e me afogo no amarelo da cerveja.

Devo estar com febre, sinto ressoar na minha cabeça uma cantoria de vozes, uma espécie de grito longínquo e constante. Passo a mão na perna da gorda por baixo da mesa comunitária e ela sorri pra mim. Tento sorrir de volta mas não sei se consegui. Minha mão avança um pouco mais pra cima em direção de sua buceta, ela veste um vestido curto, que fica mais curto pela quantidade de carnes extras que ela possui em seu corpo, que não é definitivamente um corpo considerado ideal pela sociedade. Os outros garotos e as garotas da mesa estão conversando e a moça gorda também fala, animados, uma animação que eu já nem lembro mais há quantos anos não tenho, há quantas décadas. As pessoas falam, riem, e eu enquanto tento rir junto enfio um dedo dentro da buceta da gorda.
É uma buceta igual a todas as outras que enfiei um dedo, diferente de cada uma delas, cada uma única e cada uma um mistério diferente. A gorda se excita e, mesmo com a garota loira da frente já sacando que eu estava masturbando sua amiga, retiro o dedo de dentro dela e levo à sua boca. Ela sem se importar lambe meu dedo, sentindo seu gosto delicioso que possivelmente ninguém mais na mesa se atreveu a sentir. Ela é uma mulher que não foi muito comida, consigo perceber isso pelo olhar dos amigos ao nosso ato nem um pouco escondido. Eles estão surpresos com minha atitude. Surpresos e consigo ver inveja das moças, pois eu escolhi ela, a garota gorda para compartilhar-me.

Ninguém para de conversar, riem de alguma coisa que eu não entendo, uma história sobre um cinema e pessoas comprando temperos para uma festa. Não durmo há três dias, estou com febre, meu copo de cerveja é virado e recompõe sua forma ideal logo em seguida. Consigo ver todo um universo nas borbulhas amarelas da cerveja, sinto cada célula da buceta da garota gorda, cada célula pulsando junto com meu dedo, com meus dois dedos, com meus três dedos dentro dela. Sem resistir sua mão avança para meu pau, abre facilmente o zíper e começa a me punhetar lentamente, com discrição, e a cada avanço mais insistente de meus dedos, as veias de meu pinto sentem a resposta do aperto da mão dela, misturando vergonha com tesão. Eu bebo um copo de cerveja, bebo uma garrafa de cerveja. Estou há três dias sem dormir.


Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria

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