Vamos a la playa - Dia normal de um casal anormal

22 de Janeiro de 2014 Del Contos Eróticos 3555

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Acordei cedo em um domingo e estava dando uma corrida na esteira, quando a Mel entra pela sala de ginástica, abaixa o som que tocava Faith no último volume (só consigo correr com rock bem alto) e me olha com cara de pidona.

Mel: "Ai Del..."

Del: "Fudeu, quando você vem como esse 'ai Del' já sei que vou me fuder em algo."

M: "Ai Del, você é um nojo quando quer."

D: "Fudeu total, dois 'Ai Del' significa que já me fudi feio!"

M: "Posso falar?"

D: "Quer me dar? Dá dá dá dá dá dá..." - não entendeu? Clique aqui.

M: "Ridículo."

D: "Fala porra."

M: "Del, quero ir à praia."

D: "Vai lá oras, é só atravessar a rua."

M: "Com você Del, e não aguento mais essa praia aqui."

D: "Ah Mel, porra, estou com uma preguiça fudida. Pega sol aí na piscina mesmo."

M: "Mas eu quero areia Del, quero mar, quero pegar onda."

D: "E quer cantadas também né?"

M: "Você é ridículo! Como se você não fosse o terror das coroas e novinhas da CDD."

D: "Sou foda. Enfim, quer areia? Mando trazer um carregamento de areia e jogo aí na beira da piscina. Quer mar? Eu jogo sal na água. E se quiser onda, é só sacudir o corpo."

M: "Delicious M. Sweetness, te odeio!"

D: "Aumenta o som aí quando sair ou me dá o controle."

Para me irritar, ela desligou o som, o que matou minha motivação para a corrida. Não tive escolha a não ser ir para a ducha. Liguei o chuveiro e deixei a água gelada cair sobre o meu corpo e, quando percebi, eu estava sendo observado por uma loirinha usando um biquini preto bem sexy, rebolando pra mim.

Quando percebeu que eu olhava, ela se aproximou do box e começou a se esfregar no vidro, primeiro de frente, depois de costas. Eu tentei abrir a porta e puxar aquela safadinha pra dentro mas ela não deixou, apenas continuou me provocando pelo lado de fora.

Então ela puxou o biquini bem pra cima, deixando toda aquela bundinha branca sedutora à mostra. Meu pau estava tão duro que poderia perfurar o vidro a qualquer momento, apenas para se enterrar dentro daquela escultura.

Mel: "Quer isso aqui? Quer?"

Del: "Agora vadia, vem cá."

M: "Então me leva na praia."

D: "Dá a bundinha que eu vou na praia."

M: "Se você não me levar, os outros é que vão olhar isso tudo aqui. Meu biquini novo pode ser bem provocante se eu quiser..."

D: "Fumou maconha Mel? Desde quando eu sou um beta ciumento? E outra, se você não der pra mim, você sabe que basta eu pegar o celular ou descer alguns andares que eu acho sexo de qualidade."

M: "Del, na boa, vai tomar no cu, estou cansada disso."

D: "Quer terminar? Ah, desculpa, esqueci que não temos um relacionamento."

M: "Te odeio muito cara."

Ela saiu pela porta e eu continuei lá no meu banho. Pensei em tocar uma punheta para aliviar a tensão, mas resolvi guardar o ímpeto para a Ceci, caso a Mel resolvesse continuar de merdinha comigo.

Me enrolei na toalha e saí para o quarto semi-molhado, como de costume. Mel estava deitada de bruços na cama com a cabeça embaixo do travesseiro, chorando. Me aproximei para ter certeza do ruído do choro e confirmei. Mel estava chorando. E se a Mel estava chorando por causa de uma briguinha ridícula, só podia significar uma coisa: TPM.

Tirei a toalha, deitei na cama ao lado dela, a abracei e enfiei a cara embaixo do travesseiro.

Del: "Vai alagar a casa, você não sabe nadar direito, vai acabar morrendo afogada."

Mel: "Sai Del, você me deixou magoada."

D: "Melissa, você só fica magoada uma vez no mês, todo mês."

M: "Não é TPM."

D: "Vou fingir que acredito."

M: "Poxa, me leva na praia."

D: "Me convence."

M: "Mas que saco, tudo que eu quero de você é assim, sexo, sexo, sexo."

D: "Your pussy é o poder."

M: "Mas isso é patético."

D: "Isso é a vida. Eu tenho o dinheiro, você tem o que me faz gastar dinheiro. É uma relação cliente-fornecedor."

M: "Eu me aposentei da prostituição, sabia?"

D: "Casamento é uma eterna relação desse tipo. Vocês mulheres usam a buceta para conseguir o que querem, principalmente dinheiro."

M: "Mas se isso é ruim, por que você vai me levar na praia se me comer?"

D: "A diferença nesse caso é que comigo, eu faço seus desejos se você der pra mim. Nos outros casais por aí com homens babacas, o cara faz o desejo da mulher pra garantir a chance de comer ela depois."

M: "E se eu não quiser dar?"

D: "Não te levo pra praia."

M: "E quem te garante que não vou à praia com outro?"

D: "Pode ir. Quando você voltar vai ter outra menina aqui comigo, não reclame nem nos atrapalhe."

M: "Até parece que essas piriguetes que você pega aí são melhores do que eu."

D: "E daí? Não é todo dia que prezo qualidade acima da quantidade. Além do mais, você não tem nenhuma garantia sobre isso."

M: "Del, chega desse papo, vamos à praia?"

D: "Me convence."

Mel tapou a cabeça e voltou a chorar novamente. Eu então deitei meu corpo sobre o dela e fui beijando suas costas, mordendo delicadamente sua cintura e também lambendo o caminho dos seus cabelos até a sua bundinha linda.

Mel: "Para Del."

Abri a parte de cima do biquini e beijei seus seios pela lateral, um de cada vez. Depois fui descendo a cabeça beijando aquela barriguinha gostosa até chegar na lateral da sua coxa, que fui beijando e mordiscando, caminhando lateralmente até o meio de seu bumbum arrebitado. Mel estava ficando arrepiada.

Mel: "Para Del, não quero."

Ignorei o que ela falava. Mordi seu biquini e fui tirando ele vagarosamente. O pano ía saindo majestosamente daquela bundinha, deixando desnudo e avermelhado o local aonde este se encontrava. Ver a bundinha da Mel de perto é uma sensação indescritível, é linda a sua circunferência e os seus pelinhos loirinhos bem ralinhos, quase invisíveis.

Após arrastar com os dentes seu biquini até a coxa, tirei-o totalmente com a mão, deixando nuazinha aquela loirinha em minha cama. Abri suas pernas, revelando aquela prexequinha carnuda deliciosa e o seu cu rosado lindo, um convite extremo para a minha língua. E foi o que fiz, mergulhei o rosto naquela visão do paraíso, lambendo intensamente sua prexeca e seu cuzinho, alternando enquanto enfiava a língua em um ou outro buraquinho. Mel não conseguia se controlar e logo estava rebolando e empinando a bundinha, pedindo mais da minha língua.

Mel: "Mete em mim."

Del: "Não, você foi uma menina muito má."

M: "Ai Del, castigo não."

D: "Castigo sim."

Continuei lambendo aquele cuzinho e aquela bucetinha por trás, agora colocando a loirinha de quatro pra mim. O little Del era uma rocha com formato de pau, e eu estava louco para sentir o calor daquela loirinha, mas precisava insistir na punição.

Coloquei minha trosoba na direção daquela bucetinha, encostando a cabeça na portinha, mas não enfiei. Ela tentava jogar o corpo para trás, buscando ser penetrada, mas eu não deixava. Então a peguei com força e a botei deitada na cama, com as pernas abertas. Pus-me a lamber novamente aquela delícia de buceta, agora com ela inteira na minha boca, enquanto minha língua brincava com o grelinho.

Que delícia de loirinha gostosa. Mel gozou depois de alguns instantes naquele sexo oral selvagem, encharcando aquela bucetinha de néctar que escorreu pela minha boca. Absurdo de tesão. Eu então deitei na cama e ordenei que ela sentasse na minha cara, para fazermos um 69 épico. Ela tentou então me enganar e quase sentou de uma vez no little Del, mas o castigo tinha que ser mantido. Eu só enfiaria meu pau nela quando aquela buceta estivesse falando comigo, literalmente.

Mel colocou aquela prexequinha rosada na minha cara e abocanhou meu pau. A vontade que a loira chupava era algo descomunal. Mesmo tendo dificuldade, ela colocou o máximo do meu cacete que coube em sua boquinha. Mel chupava como se fosse a última vez que ela me chupava na vida, enquanto eu a proporcionava mais prazer lambendo sua prexequinha e colocando o dedo no seu cu só na portinha, do jeito que deixa ela descontrolada.

Mel: "Não aguento mais."

Eu que não aguentava mais. O jeito que ela me chupava estava me deixando com uma vontade ímpar de encher aquela boquinha gostosa de porra. Mas eu controlava o quanto podia, até que ela desesperadamente se movimentou e sentou a bucetinha gostosa e encharcada no meu pau. Entrou tudo, de uma vez só. A menina soltou um gemido delicioso quando a pica tocou o fundo de sua prexeca, e logo ela começou a tremer. As paredes da pepeca dela apertavam meu pau e dessa vez não consegui aguentar. Inclinei o quadril para cima e gozei litros naquela bucetinha tesuda. Assim que sentiu meu leite quente dentro de si, Mel começou a tremer ainda mais e a gemer, até que caiu deitada ao meu lado.

Meu pau já havia saído mole daquela bucetinha, mesmo assim a loira ainda voltou nele e lambeu o resto de porra que havia ficado. Absurdo.

Mel: "Agora vamos na praia?" - disse ela, já deitada em meu braço.

Del: "Pega minha sunga lá."

M: "Sério?"

D: "Por que não?"

M: "Achei que você fosse continuar de merdinha."

D: "Estou louco pra ir à praia mané, mas não tinha jeito melhor de conseguir uma gozada dessas sem ter negar algo."

M: "Del...eu...eu...eu...TE ODEIOOOOOO."

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