Dançarina de Funk

23 de Janeiro de 2014 Del Contos Eróticos 14722

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Conteúdo originalmente publicado no site Contos Eróticos Aleatórios.

Quando fui convidado para uma festa private, que visava a escolha da melhor dançarina de funk, dentro de um grupo montado por um amigo meu, ligado “nessas paradas”, sabia que deveria reforçar o meu estoque de camisinhas. A personagem principal dessa história é uma deliciosa funkeira de 18 aninhos, cabelos castanhos compridos até o meio das costas, com as pontas ligeiramente aloiradas, pele clara pouco bronzeada, rostinho de moleca assanhada, 1.60 m de altura e talvez uns 50 kg, corpo de proporções regulares, cintura mediana, seios pequenos e delicados, quadris normais e bundinha redonda e arrebitada.

OBS: Este é mais um post longo, para ir diretamente até a parte de sexo, procure o próximo trecho em negrito.

As meninas se apresentaram em um grupo de três, dançando alguma música que a letra pouco importava, e a minha preferida estava trajando uma roupa que a deixava ainda mais saborosa: tênis de corrida com meia branca, um soutien com detalhes prateados, meio carnavalesco, um colar ainda mais carnavalesco, com estilo de coleira em volta do pescoço e um shortinho jeans ínfimo, delicioso, aberto nas laterais (preso por um cadarço vermelho, deixando a lateral da calcinha branca à mostra) e cortado à mão de forma a deixar metade de sua bunda apaixonante à mostra. De piercing no umbigo, cabelos soltos e dançando deliciosamente, ela roubava minha atenção e era a minha candidata favorita ao primeiro lugar.

Cada vez que ela rebolava ou empinava a bunda, minha piroca se contorcia dentro da cueca, desafiando os limites do meu autocontrole. A delicinha parecia perceber o meu desejo louco por ela, e passou a dançar olhando para mim, abrindo aquele sorriso de menina sapeca cada vez que eu a devorava com os olhos. Enquanto ela dançava a terceira música em sequência, meus confrades já tinham uma candidata preferida, tratava-se de uma moreninha de cabelos longos com uma bunda excepcional, que ficava pouco guarnecida por uma saia branca curtíssima. Ela praticamente garantiu a vitória no concurso ao dançar o “quadradinho de oito” com a saia toda levantada, empinando seus atributos para o céu e revelando um volume fabuloso dentro de sua calcinha rosa.

A última chance das delícias era uma dança individual para cada jurado, buscando ganhar o concurso na base da sedução. A primeira menina que dançou para mim foi a tal morena do parágrafo acima, que escolheu uma música cujo refrão dizia“empurra, empurra na buceta”, tirou a saia e dançou apenas de calcinha sobre o meu colo, fazendo minha trosoba atingir um nível absurdo de dureza. A bunda dela era realmente incrível, a forma como ela “batia palmas” com aquele rabo era coisa de louco, e por alguns instantes, ela tinha meu voto. Minha vontade era colocar aquela vagabunda de quatro na cadeira e arregaçar aquele cu na frente de todos, fazendo ela gritar como uma cadela no cio sentindo as veias do meu pau tocando em suas pregas.

Mas logo em seguida a delícia loira me levou ao paraíso. Sentou em meu colo, de frente para mim, e me deu um beijo delicioso na boca, usando toda a habilidade de sua língua para violar o interior de meus lábios. Eu a segurava pelos quadris e passava a mão pelas suas costas, alternando com períodos em que eu cravava os dedos em suas nádegas. Na medida que eu puxava o seu corpo contra o meu, ela gemia sem deixar de me beijar. Dizendo que queria sentir o contato de nossos corpos, ela levantou seu soutien, revelando peitinhos empinados e com delicados biquinhos cor-de-pele, apontando para o céu. Olhei para meus confrades buscando ter certeza se aquilo era contra as regras do concurso ou não, mas eles não estavam nem aí para meu caso de amor com a candidata. Um deles recebia um boquete da morena que havia me tirado do sério, enquanto o outro recebia uma cavalgada da mulatinha peituda que dançava como profissional (do sexo). Estávamos a caminho de um jujubão transcendental.

Para retomar minha atenção, a loira se virou de costas pra mim e passou a sentar no meu colo ao ritmo da música que dizia“empina essa bundinha, senta, senta na minha pista, dança pra mim, rebola pra mim”. Antes de sentar, ela apoiava as mãos nos joelhos, dava uma empinada vigorosa e logo em seguida sentava no meu colo, para depois rebolar e repetir o processo. Falei para ela que queria ver ela rebolar daquele jeito com minha trosoba dentro de sua bucetinha, e logo ela me respondeu que não via a hora. A puxei pelo cabelo e ela se sentou majestosamente sobre meu colo, deitando sobre meu corpo enquanto eu tinha aqueles deliciosos peitinhos duríssimos em minhas mãos. Beijar aquele pescocinho suado era delicioso, provocando gemidinhos discretos da menina, quase inaudíveis diante dos gemidos das outras moças, que eram devoradas perto dali por meus camaradas.

Eu massageava aquela bucetinha com a mão esquerda por cima da calcinha, invadindo e alargando aquele short, enquanto minha outra mão deslizava por aquela barriguinha deliciosa, macia, de contornos femininos, alternando entre momentos de carícia nos peitinhos e visitas até o limite da calcinha. A gostosinha gemia gostoso e rebolava no meu colo, especialmente quando eu mordiscava sua orelha e lambia seu pescoço, dando sinais de que aquele era o seu ponto fraco. Meu pau pulsava freneticamente debaixo daquela mocinha tesuda, implorando para ser liberado da cueca e abrigado dentro de alguma cavidade úmida, o mais rápido possível. Alternando safadezas ditas no ouvido da delícia, pedi a ela que me fizesse um carinho especial com aquela boquinha linda em minha trosoba fumegante. Para me provocar, ela se levantou e disse que dançaria mais uma música antes, pois queria me ver tocando punheta pra ela.

O simples olhar daquela novinha em minha direção fazia meu mastro desafiar a gravidade facilmente. Eu estava com a piroca na mão, descabelando o palhaço sem dó enquanto a tesudinha se empinava toda ao som de “treinamento do bumbum”. Nem percebi quando a outra dançarina, a morena, se aproximou pelo lado e pegou meu salame em sua mão, tecendo elogios às dimensões do bicho. Meu confrade estava ao lado e disse que a morena só falava em mim, que queria sentir meu pau, coisas do tipo e, quando ela viu o boneco em liberdade, não conseguiu mais se concentrar no meu camarada. Ele propôs trocar a morena pela loirinha, mas me mantive em silêncio, pois minha vontade de trocar era nula. Apenas olhei para a loira, que se aproximou de mim, afastou a morena, aconchegou minha piroca em sua mão pequena e disse que era só minha, e vice-versa. A morena e meu confrade nada disseram, apenas se afastaram e voltaram ao que estavam fazendo antes.

A cena da dançarina novinha mamando minha rola era excepcional. Somando-se à deliciosa cara de safada da delicinha, estava o detalhe de como ela fazia o boquete. Pegando meu mastro com as duas mãos pequenas, ela abocanhava o máximo que podia, depois subia e tirava da boca, lambendo logo em seguida a cabeça e toda a extensão da trosoba. Quando não babava naturalmente, dava cuspidas na cabeça e parecia se divertir ao ver minha pica brilhando com sua saliva. Assim que começou a tocar um certo funk das antigas, ela mesma passou a bater com minha piroca em seu rosto. ”Vem amor bate não para, com o piru na minha cara, essa é a minha tara”, assim dizia a música, e ela definitivamente fazia jus à música, aquela era a tara da mocinha, se deliciar e se maravilhar com um mastro carnudo em sua boca. Eu gemia loucamente com o trabalho oral magnífico da mocinha.

Ela elogiou a dureza do brinquedo e disse que estava louca para sentir tudo dentro dela, mas não queria ficar ali, perto dos outros casais, que já estavam se revezando e logo nos obrigariam a fazer parte do espetáculo. Peguei então a gostosinha e a joguei sobre meu ombro, fazendo-a rir gostosamente pela surpresa do meu ato. Dei uns tapas naquela bunda deliciosa enquanto a levava para uma das suítes, já devidamente climatizada e preparada para a brincadeira. A coloquei no chão do banheiro e preparei a ducha, enquanto a tesudinha se livrou de todas as roupas, exceto a calcinha branca e o tênis de corrida, que a deixava uns 4 cm mais alta. Já eu me despi totalmente, e fiquei observando o corpo da moça, com a piroca totalmente apontada para o céu. Ela se espantou com o volume e a rigidez do brinquedo, e jogou seu short na direção do boneco. O short ficou pendurado e a pica manteve-se incólume, transbordando sangue aditivado com testosterona em seu interior. A menina deu mais gargalhadas quando fiz a dança do pirucóptero, girando a pica como uma hélice e jogando o short longe. Fui aplaudido pela performance, e logo em seguida ela se apoiou na pia e empinou a bunda, me dizendo que aquele era o pagamento pela minha performance.

A calcinha branca estava deliciosamente enfiada e quase toda desaparecida dentro daquela bunda perfeitamente desenhada. Me aproximei e dei um beijo naquela bundinha, logo em seguida afastando a calcinha para o lado e dando uma linguada certeira naquele cuzinho suado, sem me importar com o histórico recente daquele orifício. A menina deu uma reboladinha e empinou mais o corpo, praticamente me intimando a uma lambida mais vigorosa não só no rabinho, como também na bucetinha que já estava deliciosamente molhada. Rasguei a calcinha pequena sem dificuldade e enfiei a cara dentro daquela bunda deliciosa, chupando com força aquela xaninha por trás, fazendo a menina estremecer e se empinar o máximo que conseguia. Meu pau implorava por algum estímulo, então puxei a menina e a coloquei de cabeça para baixo, com as pernas dela sobre meu ombro e a buceta a me sufocar deliciosamente – morrer daquele jeito não seria má idéia. Passada a surpresa de estar em um 69 naquela posição louca, a menina se dedicou a chupar meu pau, deixando evidente sua falta de experiência (apenas) naquela posição.

A buceta deliciosa da moça se encharcava mais à medida que era explorada por minha língua, e aquele pequeno clitóris pulsava discretamente quando eu o mordiscava. Ela parou de chupar minha pica e pediu pra gente continuar o 69 na cama, e eu prontamente aceitei o pedido. Girei a delicinha em meus braços e a joguei na cama, deitada de costas. Abri as pernas da mocinha, arranquei sua calcinha e ignorei o pedido do norte-sul, me concentrei em apenas degustar aquela deliciosa prexeca totalmente depilada, que ensopava e mastigava os dois dedos que coloquei em seu interior, para dividir o trabalho com minha boca. Tirei os dois dedos melados e coloquei no cuzinho da tesuda, que aceitou os invasores com alguma vã resistência. Enquanto isso, meu dedão e minha língua faziam a loirinha se sacudir na cama e gemer bem alto, me enlouquecendo e fazendo minha piroca estar a ponto de decolar e entrar em órbita.

Ela nem precisou pedir duas vezes, bastou ordenar dizendo “me come agora”, e eu rapidamente encapei o menino, posicionei-me para o papai-e-mamãe e enterrei o boneco todo na gruta da safadinha, sem dó...

Ué, acabou? Claro que não. Quer continuar lendo este conto e descobrir como fiz essa delicinha gozar loucamente? Visite Contos Eróticos Aleatórios.


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