A Mãe de Todas as Bundas

27 de Janeiro de 2014 Del Contos Eróticos 12296

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Conteúdo originalmente publicado em Contos Eróticos Aleatórios.

No final de uma night qualquer, eu me preparava para levar uma peguete para casa, quando ela me disse que uma amiga iria querer carona. Claro que aceitei. De frente a tal amiga não tinha nada demais, os seios eram pequenos e suas coxas volumosas passariam despercebidas a um olhar desatento. Sua calça jeans era comportada, não revelava nenhum pacote exacerbado. De rosto não era nada impressionante também, tudo normalzinho, apenas seu aparelho nos dentes chamava a minha atenção, e fazia ela parecer ter menos do que seus reais 25 anos. Seus cabelos eram loiros, compridos, comuns também. Mas quando deixei a tal amiga em casa e ela saiu do carro, eu olhei de relance e tive uma ereção instantânea ao ver aquela bunda. Meu amigo, que bunda! Era impressionante ao ponto de eu nunca ter visto nada igual.

Juro que comi minha peguete como nunca naquela noite, metendo em sua bundinha pequena imaginando aquela mãe de todas as bundas. Virou questão de honra saber mais sobre aquela amiga, então logo que cheguei em casa a adicionei no Facebook. Conversa vai e vem, fomos nos tornando bem amigos também, várias coisas em comum, pré-disposição ao sexo. Marquei com a minha peguete uma praia no final-de-semana seguinte, e sem eu sequer tocar no assunto, minha peguete deu idéia de chamar a amiga para ir junto. Como eu amo essa tal Lei da Atração.

Fiquei ansioso para aquela bunduda incrível revelar como era aquele corpo delicioso coberto por pouquíssimo pano, e era incrível. Legítima falsa magra, aliás, magérrima, pele branquinha com alguns pelinhos dourados, peitos pequenos e bem delicados, barriga lisinha e feminina, e a bunda meu amigo, que bunda. Os quadris dela são largos também, o que amplifica a exuberância daquele rabo esplêndido. Pena que ela não ousou no biquini, mas um fio dental ficaria até vulgar naquela mulher.

Enquanto eu torrava no sol e me controlava para não ter uma ereção olhando para aquele tesão de loira, elas conversavam sobre homens. Foi então que a bunduda comentou que um cara disse que ela tinha celulites demais, e eu logo de imediato me intrometi na conversa e disse que homem de verdade não sabe nem a diferença entre celulite e estria, o que importa é carne. Amigo, ela abriu um sorriso metálico tão delicioso que precisei mergulhar na água gelada para baixar minha libido.

Depois desse dia começamos a nos encontrar mais vezes, ela começou a malhar na minha academia e depois de pouco tempo já estávamos saindo sozinhos e, claro, trepando loucamente. Ela me fascinava com a habilidade em me deixar louco e também com sua capacidade ímpar de não se importar em ser lanchinho. Claro que de vez em quando ela me cutucava com a possibilidade de engatar um relacionamento, mas era só durante sua fase docinha da TPM, pois no resto do tempo a gente se encontrava apenas para fazer sexo, e nada mais.

Outro dia talvez eu volte aqui para contar sobre nossa primeira transa, que foi incrível, mas hoje quero falar sobre o dia em que eu comi o que eu mais queria: aquela bunda. Ou mais especificamente como eu comi aquele cuzinho pela primeira vez. Ela nunca negou que me daria o lindo cuzinho um dia, mas ficava fazendo charme, dizendo que não era a hora ou coisa do tipo. Só que piroca dura em cuzinho mole tanto bate até que fura, e furou, furou bem demais.

Depois de uma corrida pela orla, o tesão foi aumentando entre nós dois e eu sugeri que a gente tomasse banho e relaxasse no motel. Ela aceitou sem ressalvas, só disse que se eu arrumasse um motel com piscina ela faria tudo que eu quisesse, afinal estava um calor absurdo naquele dia. Ela estava usando uma calça colada cinza de ginástica, delineando sua super bunda, e um top deixando sua barriguinha branca à mostra, um verdadeiro atentado ao pudor ambulante.

Fomos para o estacionamento buscar o carro e notamos que estava bem vazio, suficiente pra olharmos e pensarmos em coisas erradas. Pensamos em fazer novamente dentro do carro, como já era costumeiro, mas em busca de aventura maior, fomos para um cantinho entre uma pilastra e a parede, com pouco espaço mas suficiente para a diversão.

Quando a peguei pela bunda e a segurei firme, minha musa loira já tinha entendido a minha intenção maligna. Ela se apoiou na parede de frente pra mim e eu fui logo a beijando, colocando meu corpo bem colado no dela, percorrendo aquele corpo suado com minhas mãos, dando a devida atenção para a região do bumbum e também aos pequenos seios, que eram como um ponto fraco dela...

OBS: Conteúdo fictício. Este conto não acabou, continue lendo no site Contos Eróticos Aleatórios.


Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria

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