Peitão Maravilha

27 de Janeiro de 2014 Del Contos Eróticos 9755

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Conteúdo originalmente publicado em Contos Eróticos Aleatórios.

Leitor, pense em peitos gigantes. Não, você não imaginou peitos grandes o suficiente como os da Peitão Maravilha. Como se os peitos gigantescos não fossem suficiente, essa gordelícia morena clara de 23 anos ainda era dona de uma bunda deliciosamente volumosa, coxas grossas e lábios carnudos. Seus cabelos castanhos e lisos chegavam até a altura dos peitos quando colocados para a frente, e sua carinha de professorinha sapeca era reforçada por óculos de nerd-cult-modernosa. Essa delícia de 1.65 m apareceu no meu caminho em uma festinha VIP, desfilando seus enormes seios e sua bunda tesuda em um biquíni roxo feito para causar paudurescência em qualquer um.

OBS: Para ler apenas as partes de sexo (que realmente importam), procure as próximas palavras em negrito daqui para a frente.

Eu tinha acabado de pegar uma das loirinhas mais lindas que já vi, apesar da sua carinha de rato e do corpo pouco expressivo, mas antes que eu pudesse retornar à Terra, passou um “trenzinho” de gostosas cantando uma música que foi hit do verão de alguns anos atrás. “Fode fode mulher-maravilha, fode com o superman”, era assim que elas cantavam e dançavam, algumas com algum penduricalho remetendo à mulher-maravilha, outras apenas ostentando seus biquínis que pareciam feitos especialmente por algum cardiologista ávido por novos pacientes com taquicardia. Era o final da festa e eu precisava comer alguém ou acabaria voltando para uma sessão de punheta alcoólica em casa.

Quem cortava a fila era aquela gordelícia que mencionei no primeiro parágrafo. Meu querido leitor, ver aquela quantidade considerável de carne chacoalhando ao som da música me causou um furor incontrolável na trosoba, que logo colocou-se em riste dentro da minha sunga branca, ao passo que eu tinha duas escolhas para tornar minha situação mais discreta: ou eu usava a trosoba como cabide para o meu chapéu até pular na piscina, ou pegava o final daquele trenzinho, sob pena de ficar com uma ereção eterna caso eu continuasse olhando aquela bunda. Adivinhe qual foi minha opção.

Peguei o final do trem segurando na cintura da delícia, que estava totalmente molhada do seu último mergulho, enquanto os parcos raios solares do crepúsculo refletiam naquelas gotículas de água, deixando-a mais gostosa. Sim, gordinha e gostosa, afinal o kobe beef tem seu valor reconhecido por seu teor de gordura mais elevado, e gordinhas me tiram do sério quando suas camadas de gordura estão estrategicamente posicionadas aonde devem estar, leia-se peitos e bunda. E definitivamente era o caso da moreninha que sequer se incomodou com minha pegada forte em sua cintura, apenas olhou para trás e me deu um sorriso.

Entendi aquele sorriso como um sinal verde para encostá-la na parede mais próxima e deixar minha língua examinar o interior de sua boca, melhor do que qualquer dentista. E a resistência foi zero quando a peguei pela mão e puxei-a para um cantinho remoto próximo à entrada da casa. A idéia era maligna, ou seja, esquentar a brincadeira do lado de fora e, com a menina em fogo ardente, levá-la para dentro da casa e efetuar meu serviço, ou talvez levá-la para o meu carro, levá-la embora dali, não importa, eu só conseguia pensar em fazer uma espanhola com aquela delícia e promover uma corredeira de porra entre aqueles peitos insanos.

Logo que a encostei na parede e transformei meu tesão em um beijo suculento naquela boca rechoncuda, cheguei a tontear com o seu hálito etílico, ainda que eu já houvesse bebido o suficiente para deixar alguém com metade do meu peso em coma alcoólico. Ela não falava coisa com coisa e mal tinha coordenação motora para beijar corretamente, mas era esforçada. Sem ao menos saber o nome dela, percorri o posterior de suas coxas com as duas mãos até pegar naquela bunda macia e suculenta. O apertão violento fez ela ofegar e me beijar com mais vontade, enquanto passava as mãos pelas minhas costas. Resolvi acelerar a chegada do tesão naquela moça alternando os beijos na boca com beijos no pescoço sem deixar de dar apertões em sua cintura ou em sua mega bunda.

Ela susurrava alguma coisa indecifrável em meu ouvido, mas eu entendia como “quero te dar”, e percorria minhas mãos por aquele corpo, alternando com puxadas fortes em seu biquíni enterrando-o mais em sua bunda gigante, despertando gemidos que eram abafados pela música alta do local. Se alguém estivesse nos olhando, estaria em uma masturbação épica. E quando a gordelícia finalmente se deu conta, eu já estava beijando aqueles peitões que pareciam duas enormes abóbadas saltando de seu corpo. Puxei o biquíni para o lado e lambi aquele mamilo direito suado, salgado e pontudo, primeiramente sob rejeição dela que tentava empurrar minha testa, mas logo em seguida com sua rendição, apertando minha cabeça como se estivesse a moldar um vaso de barro.

Quando o DJ começou a tocar pagode para expulsar as pessoas da festa, uma amiga dela surgiu dos mais profundos infernos e a livrou dos meus tentáculos. A gordinha saiu ajeitando seu bíquini e me olhando com cara de safada enquanto a vadia amiga sem bunda à levava embora. Filha da puta mal-comida ela era, fatalmente eu teria que me valer de toda minha envergadura criativa para imaginar aqueles peitos enormes saltitando à minha frente enquanto a gordelícia maltratava minha trosoba fumegante em uma cavalgada épica.

Já convencido do meu destino e sem coragem de lançar-me em uma batalha sangrenta pelas únicas duas mulheres (leia-se: a xepa, o bagaço, o chorume) que ainda dançavam pagode bêbadas e agarradas em meio a uma matilha de punheteiros selvagens, aceitei meu fardo e degustei a última garrafinha de Budweiser antes de ir para casa. Mas embora o destino seja um corno, minha sorte é uma mulher promíscua e liberal, e claro que ela me reservaria uma última chance de depositar meus gametas em algum lugar que não fosse a tubulação da Cedae naquela noite. Próximo de onde meu carro estava estacionado, vi uma mulher peituda de biquíni roxo tentando manobrar seu carro compacto para ir embora, sem nenhum sucesso.

“Estou bêbada demais para dirigir”, ela disse enquanto eu me aproximei da janela do motorista, mas para ser sincero a única coisa que meu cérebro processou foi a visão daqueles peitos suculentos e suados enquanto a moça brigava incessantemente com a direção de seu carro. Perguntei pela vagabunda da amiga dela e me bateu um toque de felicidade quando fui informado que a moça sem bunda tinha ido embora. Diante da situação, ofereci minha ajuda para levá-la em casa em seu carro, algo que foi prontamente aceito por ela, afinal o risco de ter que dar o brioco para um semi-desconhecido era mais palatável do que a probabilidade de ser vítima da Lei Seca ou acabar indo mais rápido para o céu das garotas peitudas (que deve ser um lugar bem bonito, por sinal).

Antes de entrar no carro, deixei claro que meu serviço de chofer não seria 0800, e ela correspondeu ao meu aviso com um sorrisinho safado enquanto desamarrava seu biquíni e liberava aqueles peitões para o meu deleite. Ela passou para o banco do carona e se livrou do ínfimo shortinho branco que tinha vestido, mantendo apenas aquela peça de roupa de praia como única barreira protetora de sua buceta volumosa. Minha curiosidade era enorme para descobrir se aquilo tudo era composto por carne ou cabelo, então tive que percorrer as coxas dela com minha mão esquerda até tocar aquela prexeca, por cima do biquíni, com meu dedo indicador. Delícia como aquela vulva já estava melada, era um convite para minha piroca realizar uma escavação naquela mina de ouro.

A safadinha liberou meu membro ereto da sunga e o envolveu o máximo que pôde com aquela mão gordinha, iniciando uma punheta desajeitada e ao mesmo tempo saborosa, ao passo que minha mão direita se concentrava em segurar aqueles peitos para que minha língua, meus dentes e meus lábios fizessem serviço completo naqueles mamilos cor de Nutella. E minha mão esquerda? Estava descobrindo que todo aquele volume no biquíni era 100% de picanha Red Angus, totalmente depiladinha. Meu desejo era arreganhar aquelas pernas roliças e chupar sua buceta até sugar o último mililitro de melado que houvesse ali, mas é foda imaginar um jeito decente de fazer qualquer tipo sexo em um Kia Picanto quando você tem 1.90m de altura...

Ei, o conto ainda não acabou! Visite Contos Eróticos Aleatórios e descubra como eu levei essa delícia peituda ao delírio com minha trosoba fumegante.


Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria

Esse texto está protegido por direitos autorais.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem permissão do autor.

Leia também
meu tio arregaçou minha bucetinha virgem há 19 horas

Jà desconfiava de titio há muito tempo sempre que vinha em casa não tir...
laureen Incesto 65


ARROMBADA NA INTERATIVIDADE - DELICIA DE MORENO há 2 dias

Estava muito ansiosa aquela noite. Eu e meu namorado estávamos indo para...
lsanchesb Aventura 64


meu tio tirou meu cabacinho delicia adorei há 2 dias

Entramos na casa de meu tio, ele me sentou em um banco, eu quase que desmai...
laureen Incesto 109


meu pai fudeu minha bucetinha bem gostosinho há 2 dias

Desde menininha eu via meu pai fudendo minha mãe e Desde menina via meu...
laureen Incesto 117


tirei o cabacinho da minha prima fogosa buceta del há 2 dias

tirei o cabacinho de minha priminha gostosa Eu morava um pouco distan...
laureen Heterosexual 103


o safado gozou na minha calcinha e bucetinha,metrô há 2 dias

gozou na minha calcinha e bucetinha no metrô, Meu nome é Mel ,loir...
laureen Fantasias 149