Tesão Imediato

13 de Fevereiro de 2014 Del Contos Eróticos 6662

Reportagem especial (UOL)
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Conteúdo originalmente publicado no site Contos Eróticos Aleatórios.

Ela estava lá, deliciosamente circulando com sua bunda moldada por uma calça jeans que parecia estar grudada a vácuo em seu corpo. O colete reflexivo da companhia de trem encobria os atributos de seu corpo, mas era gordinha, uma legítima gordelícia, deliciosa. Seu rosto não era belo, era comum, mas o capricho com a maquiagem era ímpar, lápis no olho e um batom que, embora vermelho, era discreto. Seus cabelos loiros tingidos com raízes pretas estavam presos em um rabo-de-cavalo, e sua pele branca contrastava com os lábios carnudos, denotando a maravilhosa miscigenação racial que lhe deu origem. Mesmo baixinha, do alto de seus 1,63 m ela chamava atenção demais no local, afinal era a única mulher fiscal em um raio de 50 metros naquela estação.

OBS: Esse conto não é dos mais longos, mas se ainda assim vosso desejo for ler apenas a parte de sexo, procure a próxima frase em negrito.

Nossos olhares se cruzaram, logo em seguida ela me fitou dos pés a cabeça, e eu caprichei no olhar de tesão, fixo apenas em seus olhos. Ela ficou envergonhada e baixou o olhar, mas não demorou em se entregar à penetração de meus olhos novamente. Em poucos instantes eu a comi com os olhos, e ela gozou com seus olhos. Enquanto eu caminhava na sua direção, ela se manteve imóvel, sem deixar de manter seu olhar fixo no predador em aproximação. Apesar de estar acostumada a ser vista como caça naquele covil de lobos famintos, pude perceber que ela nunca havia sido abordada daquela maneira. Era a hora do ataque definitivo.

Me aproximei e segurei firme em sua cintura, ela estava trabalhando, e eu precisava ser discreto. Me aproximei de seu ouvido e fui breve, disse o que era necessário naquele momento, e não era no seu nome que eu estava interessado. Ela me pediu para seguir seus passos, e caminhou apressada em direção ao local em que se concentravam banheiros, salas de atendimento ao passageiro abandonadas, além de vestiários, salas de descanso, depósitos e afins. Ao mesmo tempo em que fiquei satisfeito por ela ter entendido minha mensagem, fiquei curioso para saber qual seria o cenário da provável transa mais louca de nossas vidas, caso ocorresse. Voltei minha concentração para o momento e, enquanto eu caminhava a uma distância de dois metros dela, deleitei-me com o rebolado daquela bunda gordinha e redonda.

Chegamos ao local escolhido. Ela sacou um molho de chaves, tentou uma ou duas chaves diferentes, abriu uma porta de ferro enferrujada e entrou, deixando a porta aberta para mim. Olhei para os lados e entrei, furtivamente. Assim que passei, a loirinha trancou a porta, extinguindo a única fonte de luz decente daquele recinto apertado e com um forte odor de mofo. Haviam coisas ali dentro que não consegui identificar, e antes que meus olhos se acostumassem à escuridão, ela me abraçou pelo pescoço, tascou um beijo com gosto de menta em minha boca, para depois dizer que eu era muito gostoso e delícia (sic). Ela tinha aparelho nos dentes, e essa se tornou minha referência mental de seu rosto, enquanto eu continuava a beijando e passando a mão vigorosamente por todo o seu corpo. Enquanto isso a loira parecia ter se apaixonado pela minha bunda, pois já tinha suas mãos fofinhas inseridas em minha calça, apertando-me as nádegas sobre a cueca.

“Temos 10 minutos” – ela disse.

Não era o ideal, mas um bom soldado sabe lutar com as armas que tem na mão, independente de quais sejam. A virei de costas e abri o zíper de sua calça colada, a calça parece com aquela que ditou moda entre as funkeiras do finalzinho da década de 90, aquela que custava “200 reais pra deixar a bunda em pé”. Ela não ofereceu resistência, pelo contrário, espalmou as mãos na parede e empinou a bunda na minha direção, dizendo que não acreditava no que estava fazendo. Nem eu acreditava no que estava acontecendo, mas arriei sua calça até os joelhos, deixando aquele rabo macio de fora, que mastigava a pobre calcinha fio dental como se esta não existisse. A escuridão me fazia ver tudo de forma monocromática, então supus que a calcinha dela era branca, como sua bunda.

Minha mão direita alcançou a buceta dela por trás, por cima do tecido de algodão da pequena calcinha, e estava tudo deliciosamente molhado. Massageei grelo e lábios com três dedos, sentindo mais melado escorrer na calcinha e também os tufos de cabelo que fugiam pela lateral da roupa íntima, nada exagerado, apenas o suficiente para alguém que não saiu de casa preparada para o crime. “Oito minutos”, ela me avisou enquanto observou o timer que colocara no celular. Ok, arriei sua calcinha até que se encontrasse com a calça jeans. O bom senso me faltou e eu me acocorei para chupar loucamente aquela prexeca desconhecida, mas não me alonguei muito nas linguadas, apenas o suficiente para deixá-la ainda mais ensopada.

Quer saber como eu e a deliciosa gordinha desconhecida chegamos ao ápice de nosso louco desejo? Somente no site Contos Eróticos Aleatórios.


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