Sentimentos que se movem

20 de Fevereiro de 2014 David Cavalcanti Contos Eróticos 1660

Reportagem especial (UOL)
Dona de Casa revela na Internet: A pílula milagrosa que curou a disfunção erétil do MARIDÃO pra sempre! Ler matéria


Sentimentos que se
movem



Daniel
Camargo estava sentado na cadeira de balanço, bebendo Guaraná, com os ouvidos
atentos á espera do barulho de um carro, quando finalmente escutou o ronco do
motor subindo a estrada. Foi até a frente da casa e ficou olhando o veículo
entrar e estacionar, mais uma vez, debaixo da mangueira. no mesmo lugar da
véspera. Vanessa Grande Rios acenou de dentro do carro, e o Orion saudou a
visitante latindo e abanando o rabo.



Vanessa
saiu, afagou a cabeça de Orion dizendo palavras amorosas ao cachorro, depois se
virou sorrindo para Daniel Camargo, que vinha na sua direção. Parecia mais
sossegada que no dia anterior, mais confiante, e ele, mais uma vez, sentiu um
ligeiro choque ao vê-la. Mas agora era diferente. Agora havia sentimentos
novos, pairando no ar, e não apenas lembranças. Se é que tinha acontecido
alguma coisa, era o fato de que a atração que ele sentia por Vanessa ficara
mais forte durante a noite, mais intensa, e por isso estava um pouco nervoso na
presença de Vanessa.



Carregando
uma sesta de frutas secas na mão, Vanessa encontrou-se com Daniel no meio do
caminho, e surpreendeu-o com um beijo suave no rosto, deixando sua mão livre
demorar-se um pouco na cintura dele depois de se afastar.



-
Oi – disse Vanessa, com os olhos radiantes – cadê a surpresa?



Ele
relaxou um pouco, agradeceu a Deus por isso...



 - Nem um “Boa tarde! ou um  passou bem a noite?!”-  disse Vanessa.



Daniel
sorriu cumprimentando.



Vanessa
sorriu. A paciência nunca tinha sido uma de suas qualidades mais fortes.



-
Certo! Boa tarde! Passou bem à noite?! E cadê a surpresa?



Daniel
abriu um sorriso, novamente, depois fez uma pausa. – Vanessa. Tenho más
notícias.



-
o que foi?



-
Eu ia levar você a uma festa, em um lugar distante, mas... com aquelas nuvens
se aproximando, com essa estrada de terra, não sei se a gente deve ir.



-Por
quê?



-
a tempestade. A gente vai acabar ficando ensopado e atolado na estrada. Além do
mais, pode haver relâmpagos e raios que costumam cair no descampado das
estradas daqui.



-
Não está chovendo ainda. É longe?



-
Riacho acima, mais ou menos dez quilômetros.



-
E eu nunca estive nesse lugar antes?



-
Não como o lugar está agora. Muito bom!... Espetacular... Você iria gostar de
estar lá nesta festa de rodeio e vaquejada. E eu adoraria esta lá em sua
companhia.



-
Ah! Então é uma vaquejada?!



Vanessa
pensou durante um instante enquanto olhava ao redor. Quando falou, sua voz
estava firme e decidida.



-
Então vamos. Não me importo se chover. Vamos a cavalo. Você ainda tem aquele
cavalo manso? E destemido ao som de relâmpagos e trovões e que é acostumado ao
som de vaquejada?



-
Sim. Tem certeza que quer ir?



-Absoluta.



Daniel
olhou novamente para as nuvens, e reparou que já estava perto. – Então é melhor
a gente ir agora – Ele disse. – Posso levar a sesta de frutas secas lá para
dentro, para depois tomarmos um chá delas, depois que voltarmos?



Vanessa
expressou que sim com a cabeça, entregando-lhe a sesta, ele entrou em casa
correndo, colocando-a sobre a mesa da sala. Depois pegou uma jaqueta de couro,
as esporas entregando-as a Vanessa e subiu ao quarto para buscar a outra
jaqueta de couro brando e branco e, as esporas para cada um irem em seus
respectivos cavalos. Ela com o cavalo manso e ele com seu cavalo habitual.



-
Então, o que é exatamente e onde fica esta festa?



-
Você tem que vê? Como está diferente e bom? É uma surpresa e das boas!!!...



-
não vai me dar nenhuma pista? Tenho que descobrir pelo sentido do caminho?!



-
Bom – disse ele -, lembra aquela vez que fomos de canoa ver o sol nascer em
Terra mansa?



-
pensei nisso hoje de manhã. Eu lembro que ri muito.



-
Com o que vai ver hoje, você vai ficar sem acreditar, está muito bonito e
diferente, povoado e alegre. De modo que você não vai esquecer esta festa.



-
Então suponho que eu deva me sentir especial.



Daniel
deu mais alguns passos e só então respondeu.



-
Você é especial – disse por fim. A maneira como disse fez Vanessa Grande Rios
se perguntar se Daniel queria acrescentar mais alguma coisa. Mas não falou mais
olhou, e ela esboçou um sorriso antes de desviar os olhos, sentindo o vento no
rosto, reparando que a ventania estava mais forte que na parte da manhã.



Assim
caminharam  em direção a festa e durante
a caminhada conversaram sobre diversos assuntos e ambos temiam o desagrado e do
falar simples.



Vanessa
poderia ver tudo que quisesse ver simplesmente virando a cabeça, porém, mais do
que tudo, ela queria olhar para Daniel, olhar os olhos de Daniel e apreciar seu
rosto.



Era
ele quem tinha ido  na frente, e as vezes
ficava ao lado dela que estava cheia de desejos e apaixonando-se por ele,
enquanto o admirava. Quando Daniel executava o domínio do cavalgar e comandava
o cavalo dela a seguir a mesma direção. Ela o admirava pensando: há algo
artístico nele. E ele percebeu em frações de segundos seus olhares que se
igualavam aos seus sentimentos cada vez mais crescentes. Então Daniel disse
sorrindo – Quem ama o feio bonito se parece...



-
Eu só amo os que me fascinam. Pois dos feios sou vacinada...



Vanessa
não conseguia pensar em ninguém que cavalgasse tão bem quanto Daniel. Ela o
achava complicado, em muitos sentidos, quase contraditório, porém simples, uma
combinação estranhamente excitante e erótica. Na superfície era um rapaz do
campo, que voltara do sertão para casa, e provavelmente era assim que ele
próprio se via. Contudo, havia muito mais. Talvez fosse... a poesia da vida que
o fizesse diferente, ou talvez os valores que o pai havia instalado nele. De
qualquer maneira mais pleno do que os outros homens que havia conhecidos. Que
chegou a conclusão que não havia conhecido ninguém tão pleno quanto Daniel e,
via nele que parecia saborear a vida de modo completo do que ela tinha visto, e
isso foi a primeira coisa que a atraíra 
em ambos. Um Sentimento Colossal.



-
No que você está pensando?



Ela
sentiu um estremecimento por dentro quando a voz de Daniel.  Que fez com que retornasse ao momento
presente. Percebeu que não falara muito desde que tinha posto a cavalgar, e
sentiu gratidão pelo silêncio que ele proporcionara. Daniel sempre dera atenção
a coisas assim.



-
Coisas boas – respondeu suavemente. Olhando nos olhos de Daniel. E ela  viu que Daniel sabia que estava pensando nele.
Vanessa gostou do fato de que ele soubesse; no fundo esperava que também
estivesse pensando nela.



Então,
compreendeu que alguma coisa estava se agitando dentro dela, exatamente como
acontecera há tantos anos. O que causava isso era observá-lo a cavalgar. Quando
os olhos dela se demoraram junto aos dele um segundo, sentiu um calor no pescoço
e nos seios, e enrubesceu, desviando os olhos antes que ele percebesse.



-
Quanto falta?



-
Faltam pouco, uns 800 metros, mais ou menos. Não mais que isso.



Uma
pausa. Depois ela disse: - É bonito aqui. Tão limpo. Tão quieto. Tão verde com
este rio tão lindo. É quase como voltar no tempo.



-
De certa forma é, acho. Esta vendo este rio que estamos beirando, corre direto
da floresta. Não há uma única fazenda entre este lugar e o ponto em que o rio
nasce, e a água pura como a chuva. Provavelmente não tem como ser mais pura.



Vanessa
aproximou os cavalos para estar mais próximo de Daniel – Diga uma coisa,
Daniel, do que é que você mais se lembra do verão que passamos juntos?



-
De tudo.



-
Alguma coisa em particular?



-
Não!



 – disse, ele.



-
Você não se lembra?



Daniel
só respondeu um momento depois, com voz calma e séria.



-
Não, não é isso. Não é o que você está pensando. Eu estava falando sério quando
disse que me lembro “de tudo”. Consigo recordar todos os momentos que passamos
juntos, e em cada um deles havia alguma coisa maravilhosa. Na verdade, não
consigo escolher um momento que tenha significado mais que outro. O verão
inteiro foi perfeito, o tipo de verão que todo mundo deveria ter. Como poderia
escolher um momento em vez de outro? Muitas vezes os poetas descrevem o amor
como uma emoção que não podemos controlar. Uma emoção que esmaga a lógica e o
bom senso. Comigo foi assim. Eu não planejei me apaixonar. Tal vez por você,
quem sabe?! e duvido que você também tenha planejado sentir um sentimento tão
bonito e imenso que é se apaixonar. Tal vez por mim. Mas, assim que nos conhecemos,
estava claro que nenhum de nós conseguia controlar o que estava acontecendo com
a gente.  Acho que ficamos apaixonados,
apesar das diferenças entre nós, quando isso aconteceu, alguma coisa rara e
maravilhosa foi criada. Para mim, um amor como este só aconteceu uma vez, e é
por isso que cada minuto que passamos juntos ficou gravado na minha memória.
Nunca me esquecerei de um momento sequer.



Vanessa
olhou fixamente para Daniel. Ninguém jamais tinha dito algo parecido para ela
antes. Não sabia o que responder e ficou em silêncio, com o rosto afogueado.



-
Desculpe-me... , se a deixei, constrangida Vanessa. Não era minha intenção. Mas
aquele verão ficou comigo e provavelmente, vai ficar para sempre. Sei que as
coisas entre nós não podem voltar a ser o que eram antes, mas isso não muda o
que eu senti em relação a você naquele verão.



Ela
falou com voz suave, abafada e tremula, sentindo-se enternecida.



-
Você não me deixou constrangida, Daniel. Mas é que... não estou acostumada a
ouvir essas palavras, tão puras e verdadeiras que não consigo pensar, senão ouvi-las.
O que você disse foi maravilhoso. Só um poeta consegue falar da maneira como
você fala e como eu disse, acho que você é o único poeta que conheci na vida.
Que com sinceridade expressa os seus sentimentos mais profundos de modo
especial. Que a mim toca profundamente nos meus sentimentos me deixando sem
palavras para demonstrar o quanto me fez sentir especial para você.



Um
silêncio tranquilo desceu sobre eles. Uma águia pescadora gritou em algum lugar
ao longe. Uma tainha chapinhou junto á margem. Os cavalos moviam-se
ritmadamente, fazendo pequenas ondulações que balançavam ligeiramente a ambos.
A brisa tinha parado, e as nuvens iam ficando mais escuras à medida que
chegavam mais perto da festa de vaquejada.



Vanessa
reparava em tudo, absorvia cada som, cada pensamento. Seus sentidos tinham
ganhado vida, revigorando-a, e ela sentiu que sua mente vagueava no tempo e
recuava para as últimas semanas. Pensou na ansiedade causada pela ideia de
voltar àquele lugar, onde passou o verão com Daniel e no choque de ao ler os
artigos no jornal, e ler notícias de seu relacionamento com Daniel, sabendo que
sua vida privada iria ser vista ao público de fãs de suas pinturas; ler suas
notícias nas noites insones, no mau humor durante o dia. Por  não se ter intimidade,  por ser notável pintora. Em instantes ela
estava com medo e quis fugir. Agora toda a tensão tinha desaparecido, cada
pedacinho dela fora substituído por outra coisa, sentia-se contente, em
silêncio na cavalgadura de seu cavalo.



Vanessa
se sentia estranhamente satisfeita por ter vindo, feliz com o fato de que
Daniel tinha se transformado no tipo de homem que ela achava que ele seria
respeitador e feliz por ver que viveria sabendo de seu amor por ela. Nos
últimos anos, tinha visto muitos homens destruídos pela boemia dos bares, e
futilidades dos corredores de artistas e políticos, pelo tempo, ou mesmo pelo
dinheiro. Era preciso ter força para aferrar-se à paixão interior que a tragava,
e que Daniel tinha conseguido.



Viviam
em um mundo de trabalhadores, não de poetas, e para as pessoas seria muito
difícil entender Daniel. O país agora estava a todo vapor, diziam todos os
jornais, e as pessoas corriam impelidas para frente, deixando para trás os
sofrimentos da seca do agreste e atraso do brasileiro. Vanessa compreendia os
motivos dessas pessoas, mas todo mundo estava correndo da seca em direção de
longas horas de trabalho e de lucros, negligenciando as coisas que davam beleza
e alegria real ao mundo, que não era bem a agricultura e a criação de animais.



Quem
ela encontrava na mente para pensar e desviar os impulsos de desejos para com
Daniel. Por considera-lo puro e intensamente dado aos prazeres carnais. Que
perseguisse o alvorecer dentro de uma alma boa e sedenta por um verdadeiro amor.
Não era esse rumo das coisas que ela queria deixar a impressão para com
Daniel.  Com Daniel era diferente, ele
era homem do tipo que a vida valer a pena, a vida inteira. Sua paixão, desejos
carnais, atraçoes a entregava aos braços de Daniel. Para ela esconder seus
sentimentos era garantir que seu amor por Daniel seria tratado com importância.
Pois lembrar das artes que a impressionaram era o mesmo sentimento bonito que
sentia ao pintar quadros e porcelanas finas, embora ela só tivesse constatado
isso naqueles instantes, estando ali. Entre os arvoredos de uma fazenda próxima
da festa de vaquejada. Ou melhor, pensando nisso. Saber, ela já sabia, e mais
uma vez se amaldiçoava por ter deixado de lado uma coisa tão importante como a
criação da beleza expressa pelas suas mãos. Para se aventurar no campo do
fingimento, da política. Tinha nascido para pintar, e agora estava certa de que
tal qual o amor dela para com Daniel e de ambos era o mesmo sentimento que a
conduzia e os conduziam ao amor. Era o amor pela arte plástica. E maior era o
sentimento de afeto por Daniel. E agora estava certa disso. As emoções que
estava sentindo naquele dia apenas confirmavam essa certeza, e ela sabia que,
não importava o que acontecesse, tentaria outra vez. Era justo dar-se ao amor
tal qual à arte de pintar quadros e porcelanas. Oportunidade, sem levar em
conta o que as pessoas poderiam dizer.



Será
que Daniel a incentivaria a pintar? Ela pensava e se lembrava de ter mostrado a
ele um de seus quadros, meses antes do último verão passado juntos. Era uma
pintura abstrata, cuja intenção era inspirar o pensamento. Em certo sentido
tinha semelhanças com a tela pendurada acima da lareira de Daniel – aquela que
ele compreendia completamente -, embora talvez fosse uma pintura um pouco menos
apaixonada. Daniel ficou encarando o quadro, quase como se estivesse estudando
o que via, e depois perguntou qual era o suposto significado daquilo. Ela
sequer tinha se dado ao trabalho de responder.



Ela
balançou a cabeça, sabendo que não estava sendo inteiramente justa. Ela reconhecia
que amava Daniel, e sempre tinha amado, por outros motivos. Sem se dá conta. Embora
não fosse correspondido antes. Daniel era um homem bom, o tipo de homem com
quem sempre soube que iria se casar. Com ele não havia surpresas desagradáveis,
era confortável saber o que o futuro traria. Ele seria um marido gentil, ela
seria uma boa esposa. Teriam filhos, um lar perto dos amigos e da família, uma
posição respeitável na sociedade. Era o tipo de vida que sempre tinha esperado
viver, o tipo de vida que queria ter. Embora ela não ousasse descrever a
relação entre eles como apaixonada, fazia muito tempo que tinha se convencido
de que isso não era necessário para se sentir realizada em uma relação, mesmo
se tratando da pessoa com quem pretendia se casar. Seu medo maior era que a
paixão de ambos esmorecesse com o tempo, e que fosse substituída por coisa como
companheirismo e afinidade. Isso ela e Daniel já tinham e Vanessa supunha que
era tudo que aconteceria e mais cedo ou mais tarde seria trocada por outra
paixão que Daniel viesse a ter e, que o tempo é esmagador não respeita ninguém
e, que provavelmente ela não teria uma nova paixão tão verdadeira e intensa
como àquela que estava vivendo.



Mas
em poucos instantes, ali, enquanto olhava Daniel cavalgando, questionava essas
suposições. Ele exalava sexualidade em tudo que fazia para os olhos de Vanessa,
que se flagrou pensando em Daniel de uma maneira que uma mulher sendo comprometida
com outro homem não deveria pensar. Assim ela se sentiu. Ela tentava não olhar
fixamente para ele, e, muitas vezes, desviava os olhos; mas por causa da
maneira natural e agradável com que Daniel movia-se ao cavalgar, era difícil
não manter os olhos em Daniel. Que por sua vez a desejava intensamente,
sentindo que iria explodir de desejos másculos próprios de um homem desejoso em
ter uma mulher linda e atraente, provocando em seu corpo desejos de tê-la
enquanto cavalgava.  Inconscientemente.



 Não aguentando mais decidiu parar de cavalgar
diante de uma grande árvore beijando ao rio que os acompanhava à festa e disse:



-
Aqui estamos –, guiando os cavalos em direção a um grupo de árvores junto à
margem do rio que o acompanhou durante toda viajem a vaquejada. Para descansar
os cavalos



Vanessa
olhou ao redor, sem ver nada mais que ose verdes e os vários tons de azuis das
orquídeas silvestres. E disse: Por que paramos, sem conseguir olhar
profundamente para Daniel, – onde é a vaquejada? Está perto?



Daniel
suspirando e suando e cheirando suor campestre. Com a voz roca tremula disse:



-
É mais adiante, mas vamos parar um pouco aqui, para que os cavalos descansem um
pouco, pastem e bebam água, guiando os cavalos para uma velha árvore caída,
ocultando uma abertura a ponto de ficar quase completamente escondida da vista de
quem ousasse passar. Sem aguentar mais os desejos de tê-la. Beijou-a e com
braços fortes a abraçou e instintivamente sem conseguir falar sussurrando
desejos sentia-se um domador que a domava todo seu corpo ardente. Ela sem
impedir seus impulsos de desejos e vontades de ser possuída ardentemente e
sentir seu corpo domado por Daniel. Não conseguir impelir-se aos braços de
Daniel. Sem se dá conta dos cavalos que pastavam e bebiam água do rio  com as cordas soltas junto as árvores e na
velha árvore ladeava de orquídeas azuis silvestres impulsivamente despiam- se,
acariciavam-se com paixão e desejos juvenis,  ao amor da força da juventude. E, que como um
fechar de olhos estava Daniel sussurrando palavras de desejos carnais de um
homem viril, levando suas mãos a deslizar o rosto e corpo de Vanessa ouvindo as
ondulações da água do rio margeando o caminho e sentiram o desejo verdadeiro, o
momento verdadeiro do amor e da paixão que ambos sentiam reciprocamente,
enquanto Daniel impulsionavam seus desejos para diante do empuxo do riacho.




Reportagem especial (UOL)
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